A sala de estar de minha avó Maria cheirava a uma mistura densa de orquídea negra, incenso de sândalo e fumo de corda. Um aroma pesado. Antigo. O ambiente respirava uma autoridade silenciosa, decorado com móveis de jacarandá escuro que pareciam testemunhar os segredos daquela família há décadas. Eu me sentava no sofá de veludo cotelê. Sentia o peso daquela casa sobre os meus ombros. O cansaço físico da minha rotina se dissipava ali, substituído por uma tensão diferente. Uma expectativa febril que fazia minha pele formigar.
Minha avó cruzou o cômodo com seu caminhar firme e calculado.
Ela vestia um vestido midi de malha verde-oliva transpassado. O tecido, justo ao extremo, desenhava com precisão a silhueta de seu corpo maduro e firme. Aos sessenta anos, ela exibia um vigor físico que desestruturava qualquer noção de velhice. O cabelo castanho-escuro, cortado em um chanel simétrico e liso, emoldurava o rosto quadrado de mandíbula definida. Os olhos castanhos, marcados por finos sinais de expressão, carregavam sempre aquele olhar avaliador. Minha avó Maria me vigiava. Como quem inspeciona uma propriedade privada.
Ela colocou o prato com uma fatia generosa de bolo de cenoura sobre a mesa de centro.
— Minhas amigas do clube comentaram ontem — minha avó Maria disse, a voz lenta, rústica e pausada. — Acharam lindo como você, ao contrário dos netos imprestáveis dela, sempre visita a sua avó.
Soltei uma risada curta, sem desviar os olhos do decote transpassado que revelava o início de seus seios médios e firmes sob o tecido justo.
— Eles não têm uma avó como a minha — eu respondi.
Minha avó sorriu. Um sorriso superior. Cínico. Ela cortou mais um pedaço de bolo com o garfo e estendeu na direção da minha boca. Aceitei o doce. A calda de chocolate, escura e ainda morna, sujou levemente o canto do meu lábio. Minha avó sentou-se ao meu lado no sofá. O estofado rangeu sob o peso combinado de nossos corpos. O perfume de patchouli e especiarias que emanava dela se tornou quase sufocante.
— Uma avó como eu? — ela perguntou.
— É — brinquei, mastigando devagar. — Que faz um bolo de cenoura tão gostoso, vó.
A mão de minha avó se moveu com precisão cirúrgica. O toque foi invasivo. Firme. Ela ignorou qualquer preliminar sutil e segurou meu pau por cima do tecido do meu short de linho. Seus dedos apertaram a carne que já reagia instantaneamente à sua proximidade. O calor da palma dela atravessou a roupa.
— Só isso que eu faço de gostoso, meu querido? — ela insistiu.
A voz dela misturava um tom quase maternal com uma provocação vulgar e rústica.
— Você sabe que não, vó — admiti.
Minha respiração já falhava. O contraste entre o termo familiar e a mão de minha avó Maria me esmagando era uma violência psicológica que me excitava de forma doentia.
— O quê? — ela exigiu. — Diga. Gosto de ouvir da sua boca.
— Ah... eu adoro seu boquete, vó — confessei.
Minha avó deu uma risada baixa, rouca. Com movimentos escassos e precisos, ela abriu o zíper do meu short com um puxão rústico. Ela puxou o meu membro para fora. Ele pulsava totalmente rígido, erguido e exposto ao ar frio da sala. Ela pegou a colher da mesa de centro. Ela colheu uma porção generosa da calda de chocolate preta e brilhante do prato. Com um gesto lento, derramou o líquido morno e espesso diretamente sobre a glande e o corpo do meu pau, deixando que a calda escorresse pesada até a base.
Ela permaneceu sentada ao meu lado no estofado, apenas curvando o corpo volumoso para o lado, inclinando-se sobre o meu colo de forma imponente. Ela segurou a base do meu membro com seus dedos firmes, cravando as unhas de leve na minha pele, e começou a lamber o chocolate quente com a língua áspera. O calor da boca dela colidiu com a viscosidade doce da calda. Minha avó Maria me envolveu por completo. A sucção era forte, imperativa, ditando um ritmo bruto que ignorava qualquer delicadeza.
— Delícia de menino — ela murmurou, a voz abafada pelo ato, intercalando o carinho verbal com um trabalho de boca agressivo.
Eu sentia minha mente girar. Minhas mãos foram até o cabelo castanho-escuro dela, os dedos se prendendo nos fios lisos enquanto eu empurrava meu quadril levemente para o lado para facilitar o ângulo dela. O chocolate agia como um lubrificante quente e espesso. Minha avó aumentou a pressão, engolindo-me de lado até o limite da garganta, fazendo meus olhos arderem de tanto prazer. Eu estava a ponto de bala. A iminência do orgasmo me fez enrijecer o abdômen.
Percebendo o meu limite, ela recuou a boca abruptamente, limpando o canto dos lábios com o polegar.
— Quero você dentro de mim agora — ela ordenou, a voz rústica e firme.
Minha avó nem tirou o vestido. Com um movimento ágil, ela apenas deslizou as mãos por baixo da malha verde-oliva justa, puxando a calcinha de renda preta pelas pernas grossas e jogando-a no tapete. Ela levantou a barra do vestido até a altura da cintura, revelando o quadril largo e as coxas densas, claras e firmes. Entre as pernas dela, a vulva se expunha de forma obscena, brilhando com uma umidade espessa e natural que já escorria pela fenda rosada.
Ela montou sobre mim de frente, posicionando o quadril largo diretamente sobre minhas coxas. Minha avó segurou meu pau melado de chocolate e o guiou para dentro de sua fenda quente de uma só vez.
A penetração foi um impacto bruto. O calor interno da vulva de minha avó era sufocante. Apertado. Ela soltou um gemido rústico e dominador, cravando as mãos nos meus ombros enquanto começava a se mover de cima para baixo com movimentos pesados e ritmados. O peso das nádegas dela batia contra o meu púbis com força, gerando um som úmido que se misturava ao cheiro de chocolate, sexo e sândalo.
Enquanto ela cavalgava com aquela autoridade rígida, enfiei minha mão direita no decote transpassado de seu vestido de malha. Puxei o tecido elástico para o lado e saquei um de seus seios para fora. O seio esquerdo dela caiu livre, farto, pesado e extremamente firme. A aréola era larga, de um tom marrom, com o mamilo já completamente rígido sob a luz fraca da sala. Segurei a base daquela carne madura e clara com força, levando-a diretamente à minha boca.
Comecei a chupar o seio de minha avó Maria com desespero. Minha língua circulava a aréola enquanto eu mordiscava o mamilo erguido. Ela soltou um arquejo agudo, unindo os dedos no meu cabelo e empurrando a própria mama mais fundo contra os meus lábios. O quadril dela acelerou o ritmo sobre mim, as estocadas se tornando mais curtas, rápidas e desesperadas.
— Isso... mama a sua avó — ela exigiu, a voz rústica e trêmula de prazer. — Mostra que você é meu homem.
Eu segurava o quadril largo de minha avó com a outra mão, puxando-a para baixo a cada impacto, sentindo a musculatura interna dela me apertar em ondas de pura pressão. O suor colava nossos corpos sob o vestido verde-oliva.
O ápice nos alcançou de forma violenta. Minha avó enrijeceu o corpo tenso e rígido sobre o meu, ditando o ritmo até o último segundo. Ela contraiu os músculos internos da vulva em um espasmo violento, prendendo-me lá dentro. Soltei um rugido sufocado contra o seio dela quando gozei profundamente, sentindo o sêmen se misturar à calda de chocolate morna dentro dela. Minha avó estremeceu logo em seguida, soltando um suspiro longo e pesado contra o meu pescoço enquanto seu mamilo ainda latejava entre meus dentes.
Ficamos em silêncio, deitados no sofá de veludo cotelê.
Minha avó não se apressou em se levantar. Ela ajeitou o vestido verde-oliva de forma a cobrir novamente o corpo, embora o seio que eu chupara ainda estivesse úmido e exposto. Ela permaneceu deitada sobre o meu peito por alguns minutos, o corpo maduro e pesado me mantendo preso contra o estofado. Ela passou a mão de forma afetuosa pelo meu rosto, limpando um rastro de suor, antes de me encarar com aquele sorriso cínico e superior.
— Semana que vem, eu vou fazer um bolo de coco. — ela sussurrou, a voz rústica e carinhosa. — E nós vamos fazer ainda melhor.
Ela se levantou lentamente, ajeitando a malha justa sobre o quadril com a dignidade intacta de uma matriarca, deixando-me sozinho com o cheiro de chocolate e a certeza absoluta de que eu retornaria para aquela sala na próxima semana. Sem qualquer rastro de culpa.
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