O número de homens cuckold vêm crescendo muito ultimamente e eu sou um deles e é quase unanimidade que todo corno gosta de ver sua esposa com homens negros, e eu também sou um deles.
Fiquei solteiro por muito tempo porque só queria uma mulher que me aceitasse fazer de corno. Já tinha perdido as esperanças quando conheci Gabi, minha loirinha branca como neve, baixinha e ama uma rola preta. Gabi sempre chama a atenção por onde passa e como o bom corno que sou, quando a via, em vez de sentir tesão ficando com ela, o que me excitava era imaginar aquela loirinha sendo comida por um negão.
Gabi tem a mente aberta e com pouco tempo de relacionamento, consegui convencê-la a me fazer de corno manso. O primeiro macho que meteu naquela bucetinha foi um que conhecemos numa festa; mal me lembro o nome, mas o levamos pra minha casa e ele meteu nela a noite toda. Não imaginei que eu pudesse sentir tanto tesão como senti vendo minha amada sendo comida por aquele negão.
Depois que ele foi embora, não resisti e chamei Gabi pra morar comigo. Ela prontamente aceitou e logo começamos a procurar um macho fixo pra ela e não demoramos a encontrar: Carlão era um legítimo macho alfa, um negão que deixava minha loirinha de pernas bambas e me humilhava sempre. Carlão foi inesquecível porque foi ele quem me ensinou a me descobrir o que sou: um betinha, frouxo, pintinho pequeno e broxa.
E também foi ele quem deu a ideia e organizou meu casamento com Gabi, onde logo que oficializamos nossa união, fomos para a casa de um amigo dele. A festa de casamento foi reservada, mas divertida: eu, Gabi, Carlão e mais 5 amigos dele, todos negros altos, fortes e dotados. Meteram a noite toda na minha esposa, ainda vestida de noiva e eu assisti tudo.
Gabi só tirou o vestido para, além de continuar levando pica, tirarmos várias fotos: ela gozada, com vários pintos na cara, na bunda, ou com frases me chamando de corno e ela de puta.
No outro dia, minha amada estava exausta de tanto levar rola, mas tínhamos compromisso: nossa lua-de-mel seria numa tribo africana, onde homens brancos costumam levar suas esposas para que os negros de lá façam o que seus maridos não são capazes: lhes dar prazer. Foram semanas vendo minha esposa como uma cadela no cio: quando um negão gozava, já tinha vários na fila esperando pra satisfazer minha mulher. Às vezes, ela dava pra quatro ou cinco ao mesmo tempo, me fazendo o homem mais feliz do mundo.
Por mim, moraríamos lá, precisávamos voltar, pois eu havia sido contratado para ser administrador de uma fazenda. Gabi ainda não sabia, pois era surpresa, mas na fazenda, havia 19 funcionários homens, todos negros. Então já sabe né: logo que mudamos para lá, Gabi já virou a puta oficial daqueles machos, que têm minha autorização para parar seus serviços, desde que seja pra comer a bucetinha rosa da minha Gabizinha, a mulher que me faz o corno mais sortudo que existe.
Gabi está grávida do primeiro de muitos filhos que teremos. Não sabemos quem é o pai, pois nos últimos meses, muitos negros inseminaram minha esposa, mas sabemos que não é meu, pois a única coisa que fiz nesses meses, foi beijá-la e limpar a porra dos machos nela.