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Uma Mãe Doidivanas, capítulo 10

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Da série Mãe Doidivanas
Um conto erótico de Doidivanas
Categoria: Heterossexual
Contém 1948 palavras
Data: 06/07/2026 00:54:36
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

Eu sou o quê? Safada? Tarada? Doida? Não. Sou apenas uma mulher livre. Eu sempre me defini como uma mulher livre. O casamento não mudou nada. A maternidade só reforçou. Ter parido e criado dois homens me deixou ainda mais convencida de que o corpo é meu, a regra é minha, e o resto que se foda. E, pelo visto, estou criando dois aprendizes muito aplicados.

Naquela tarde, eu estava com preguiça de sair sozinha. Gritei lá de cima:

— Meninos, vou ao mercado. Alguém quer ir?

Os dois apareceram quase correndo, já com aquele sorrisinho safado.

— Eu vou! — disse o mais velho.

— Eu também — emendou o caçula. — Não podemos te deixar sozinha, né mãe?

Eu ri.

— Então se arrumem logo.

O mais velho me olhou de cima a baixo, debochado:

— Você também, mãe. Ou vai assim?

Eu estava só de camisetão. Dei de ombros e subi para me vestir. Quando desci, estava com um moletom cinza de zíper na frente e capuz, sem nada por baixo — nem blusa, nem sutiã. Embaixo, um shorts de lycra preto de academia, daqueles bem justos que marcam tudo. O tecido era grosso o suficiente para não ser escandaloso… mas ainda assim deixava muito pouco para a imaginação.

Os dois me olharam e já começaram a reclamar.

— Mãe… sério? — disse o mais velho. — Dá pra ver suas tetas balançando dentro desse moletom.

— E o shorts tá marcando a buceta todinha — completou o caçula, apontando.

Eu cruzei os braços embaixo dos peitos, empinando eles de propósito.

— Se não gostaram, podem ficar em casa. Eu vou sozinha.

— De jeito nenhum — respondeu o mais velho. — A gente vai junto pra cuidar de você.

— Isso, pra proteger a mãe — ironizou o caçula.

Meu marido, do sofá, só balançou a cabeça:

— Deixem a mãe de vocês.

No carro, o interrogatório começou:

— Mãe, esse moletom é daqueles que abre o zíper inteiro, né? — perguntou o mais velho.

— É. Por quê?

— Só pra saber… — ele riu. — Tá sem nada por baixo mesmo?

— Claro que tô. E já vou avidando: se vocês não se comportarem, eu abro o zíper do moletom e mostro os peitos lá no mercado.

O mais velho debochou:

— Você não teria coragem.

Eu ergui uma sobrancelha, olhando pra ele pelo retrovisor:

— Tem certeza que não? Até parece que não conhece a mãe que você tem.

Ele ficou quieto por um segundo, depois sorriu:

— Tá bom, tá bom.

O caçula, do banco de trás, soltou:

— Na real, seria uma boa ideia. Quem sabe a gente ganha desconto na compra.

Eu caí na gargalhada:

— Vocês são impossíveis.

No mercado, o ar-condicionado gelado bateu gostoso na minha pele, contrastando com o calor que eu já sentia por dentro. Cada passo fazia o tecido macio do moletom roçar nos meus mamilos, que estavam duros e sensíveis desde que saí de casa. O shorts de lycra, justo como uma segunda pele, marcava perfeitamente o formato da minha buceta — eu conseguia sentir o leve atrito do tecido contra os lábios inchados a cada movimento. Estava molhada. Não encharcada ainda, mas o suficiente para deixar o tecido levemente úmido no centro.

Eu me sentia poderosa. Viva. Aquela mistura deliciosa de exposição controlada e risco calculado que sempre me deixava com um friozinho gostoso na barriga.

Os meninos caminhavam um de cada lado, fingindo ajudar com o carrinho, mas na verdade só estavam ali para me provocar.

— Mãe, tá vendo como seus peitos balançam quando você anda? — murmurou o mais velho, disfarçando um sorriso enquanto pegava um pacote de arroz. — O zíper não tá nem na metade e já dá pra ver o formato todo.

Eu empinei os ombros de propósito, fazendo os peitos balançarem mais dentro do moletom.

— É o tecido, filho. Macio. Fica roçando nos bicos o tempo todo… tá uma delícia.

O caçula olhou para os lados antes de falar baixinho:

— E o shorts… caralho, mãe. Tá marcando sua buceta inteira. Dá pra ver o desenho dos lábios. Tá molhada?

Eu ri baixinho, sentindo um novo jorro de excitação só de ouvir a pergunta direta no meio do corredor de massas.

— Um pouco. O lycra gruda quando eu fico molhada. Tá sentindo o cheiro de mulher safada no ar ou é impressão minha?

O mais velho quase engasgou com a própria saliva.

— Você é foda, mãe. Aqui no mercado, falando assim…

— Eu falo o que eu quiser. Sou livre, lembra? — respondi, me abaixando devagar para pegar um pacote de café na prateleira de baixo.

O moletom abriu um pouco mais no zíper com o movimento. Senti o ar gelado tocar a pele dos meus peitos. Quando me levantei, os dois estavam olhando fixamente.

— Viu como é fácil? — provoquei, ajustando o zíper só um centímetro. — Um movimento errado e metade do mercado ganha o dia.

O caçula, vermelho mas excitado:

— E você gosta disso, né? De saber que qualquer pessoa pode ver.

— Adoro — confessei, sentindo o coração acelerado e a buceta latejando dentro do shorts apertado. — Me sinto viva. Desejada. Como se eu fosse a coisa mais interessante desse supermercado chato. E vocês dois me olhando assim… só piora.

Andamos mais um pouco. Cada passo era uma tortura gostosa: o shorts marcando, o moletom roçando, a sensação de estar quase nua no meio de tanta gente. Eu estava extremamente consciente do meu corpo — dos peitos pesados balançando livres, da buceta inchada e molhada pressionada contra o tecido fino, da bunda bem marcada no shorts.

Em determinado momento, parei no corredor de produtos de higiene e me alonguei, fingindo pegar algo na prateleira de cima. O moletom subiu, revelando uma boa parte da minha barriga e o início dos peitos.

O mais velho murmurou:

— Mãe… assim tá demais.

Eu virei pra ele com um sorriso inocente:

— Demais como? Vocês que quiseram vir junto pra “cuidar” de mim.

O caçula riu nervoso:

— A gente tá cuidando. Só não quer que você cause um acidente no mercado.

Eu me aproximei deles, baixando um pouco a voz:

— Se vocês não pararem de reclamar, eu abro o zíper inteiro e mostro os peitos pra todo mundo aqui. Querem testar?

O mais velho engoliu em seco, mas sorriu:

— Você não teria coragem…

Eu só ergui uma sobrancelha e deixei o zíper descer mais dois centímetros, revelando o vale profundo entre os meus seios.

— Tem certeza, filho? Até parece que você não conhece a mãe que tem.

Ele ficou quieto. O caçula soltou uma risadinha:

— Eu topo. Pode ser que a gente ganhe desconto na compra.

Eu ri alto, fechei o zíper de novo e continuei empurrando o carrinho, sentindo o olhar dos meus filhos queimando minha bunda e o tesão pulsando entre minhas pernas.

Estava me divertindo como nunca. Molhada, exposta, provocada e provocadora. Exatamente como eu gosto.

Na volta, paramos no posto de gasolina para abastecer.

O frentista, um rapaz de uns vinte e poucos anos, se aproximou sorrindo:

— Boa tarde. Completo?

— Completo, por favor — respondi, sorrindo de volta.

Enquanto ele abastecia, eu desci do carro para esticar as pernas. O moletom estava um pouco aberto no zíper, mostrando o vale entre os peitos. Ele tentou disfarçar, mas os olhos não paravam de descer.

— Tá um calor hoje, né? — disse ele, sem graça.

— Tá mesmo — respondi, me alongando de leve.

Paguei dentro da conveniência. Quando voltei pro carro, os meninos estavam eufóricos.

— Mãe… — começou o mais velho. — O frentista quase derrubou a mangueira quando você desceu.

— Ele ficou olhando pros seus peitos o tempo todo — completou o caçula.

— E quando você pagou, o cara da caixa quase quebrou o pescoço olhando — disse o mais velho.

— O frentista ainda comentou com o outro: “Porra, viu a mulher do moletom? Que gostosa” — contou o caçula, rindo.

— E o cara do caixa respondeu: “Tá sem sutiã, né? Dá pra ver os bicos perfeitos” — continuou o mais velho.

— Depois o frentista falou baixinho: “E o shorts… caralho, dá pra ver a buceta marcada. Essa mulher é casada?”

Eu ri, ligando o carro:

— Vocês ficam ouvindo a conversa dos outros agora?

— A gente fica de olho em quem fica de olho em você — respondeu o caçula.

— E ele ficou bem de olho — emendou o mais velho. — Quase bateu o carro do cliente do lado enquanto olhava pra sua bunda quando você voltou.

— Vocês são uns fofoqueiros — falei, rindo. — Mas confesso que gostei. Nada como deixar uns desconhecidos com o dia mais interessante.

O caçula se inclinou:

— Mãe… abre um pouco o zíper do moletom pra gente ver.

Eu sorri, puxei o zíper devagar até quase o umbigo, deixando boa parte dos peitos à mostra.

— Assim?

— Perfeito — disseram os dois juntos.

Eu fechei o zíper de novo, ainda rindo.

— Vocês são piores que os caras do posto.

Depois do posto, o clima dentro do carro estava elétrico. Eu ainda sentia o olhar do frentista queimando na minha pele, e os meninos não paravam de comentar. O mais velho, do banco de trás, soltou o desafio com aquele tom que eu já conhecia bem:

— Mãe, você foi corajosa no posto… mas aposto que não tem coragem de passar no drive-thru do McDonald’s pelada da cintura pra baixo.

Eu olhei pelo retrovisor, erguendo uma sobrancelha.

— Vocês estão me testando de novo? Acham que a mãe vai amarelar?

O caçula riu, já empolgado:

— Então tira o shorts agora. Quero ver se você entra no drive-thru assim.

Foi o bastante.

Eu parei o carro num canto mais discreto do estacionamento do McDonald’s, olhei pros dois pelo espelho e, sem dizer mais nada, levantei o quadril e tirei o shorts de lycra. Fiquei só com o moletom cinza, zíper aberto até o meio dos peitos, buceta completamente exposta. O tecido do banco gelado contra minha pele quente me deu um arrepio gostoso.

— Satisfeitos? — perguntei, abrindo um pouco as pernas.

— Caralho, mãe… — murmurou o mais velho, já com volume na bermuda.

Eu ri, liguei o carro e entrei na fila do drive-thru. Quando chegou nossa vez, abaixei o vidro e fiz o pedido com a voz mais doce e inocente possível. Enquanto esperava, eu me ajeitei no banco, abrindo mais as pernas. O moletom subiu um pouco nas coxas. O atendente, um rapaz de uns vinte e poucos anos, entregou as sacolas pela janela. Seus olhos desceram rapidamente e ele gaguejou ao me entregar o troco.

— Aqui… senhora.

Eu peguei o troco roçando meus dedos nos dele de propósito e sorri:

— Obrigada, querido.

Assim que saí do drive-thru, abri o zíper do moletom mais um pouco, quase até o umbigo, deixando boa parte dos meus peitos à mostra. Dirigi com uma mão no volante e a outra entre as pernas, passando os dedos devagar pela buceta molhada.

— Olha o que vocês fizeram — provoquei. — A mãe tá encharcada só de imaginar o que aquele menino viu.

O caçula, do banco de trás:

— Ele ficou olhando pra sua buceta, mãe. Quase derrubou o milk-shake.

— Ótimo. Fiz o dia dele — respondi, rindo. — E o de vocês também, né?

Chegamos em casa. Parei o carro na garagem e, antes de desligar, virei pra eles:

— Prêmio por terem me acompanhado o dia todo: a mãe vai dar uma sobremesa especial.

Abri a porta, saí do carro completamente nua da cintura para baixo (o moletom aberto, peitos quase saltando), e caminhei devagar até a porta de casa. A garagem ainda estava aberta. Qualquer vizinho que passasse veria tudo.

Os meninos vieram atrás, olhando sem disfarçar.

— Mãe… você tá louca — murmurou o mais velho, mas a voz saiu excitada.

— Louca e molhada — respondi, parando na porta de casa e virando de frente pra eles. — Querem a sobremesa agora ou guardamos pra depois?

Meu marido, que tinha chegado antes, abriu a porta e viu a cena. Só sorriu:

— Vocês não iam cuidar da mãe de vocês?

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