Eu sou o quê? Safada? Tarada? Doida? Não. Sou apenas uma mulher livre. Eu sempre me defini como uma mulher livre. O casamento não mudou nada. A maternidade só reforçou. Ter parido e criado dois homens me deixou ainda mais convencida de que o corpo é meu, a regra é minha, e o resto que se foda. E, pelo visto, estou criando dois aprendizes muito aplicados.
Naquela tarde, eu estava com preguiça de sair sozinha. Gritei lá de cima:
— Meninos, vou ao mercado. Alguém quer ir?
Os dois apareceram quase correndo, já com aquele sorrisinho safado.
— Eu vou! — disse o mais velho.
— Eu também — emendou o caçula. — Não podemos te deixar sozinha, né mãe?
Eu ri.
— Então se arrumem logo.
O mais velho me olhou de cima a baixo, debochado:
— Você também, mãe. Ou vai assim?
Eu estava só de camisetão. Dei de ombros e subi para me vestir. Quando desci, estava com um moletom cinza de zíper na frente e capuz, sem nada por baixo — nem blusa, nem sutiã. Embaixo, um shorts de lycra preto de academia, daqueles bem justos que marcam tudo. O tecido era grosso o suficiente para não ser escandaloso… mas ainda assim deixava muito pouco para a imaginação.
Os dois me olharam e já começaram a reclamar.
— Mãe… sério? — disse o mais velho. — Dá pra ver suas tetas balançando dentro desse moletom.
— E o shorts tá marcando a buceta todinha — completou o caçula, apontando.
Eu cruzei os braços embaixo dos peitos, empinando eles de propósito.
— Se não gostaram, podem ficar em casa. Eu vou sozinha.
— De jeito nenhum — respondeu o mais velho. — A gente vai junto pra cuidar de você.
— Isso, pra proteger a mãe — ironizou o caçula.
Meu marido, do sofá, só balançou a cabeça:
— Deixem a mãe de vocês.
No carro, o interrogatório começou:
— Mãe, esse moletom é daqueles que abre o zíper inteiro, né? — perguntou o mais velho.
— É. Por quê?
— Só pra saber… — ele riu. — Tá sem nada por baixo mesmo?
— Claro que tô. E já vou avidando: se vocês não se comportarem, eu abro o zíper do moletom e mostro os peitos lá no mercado.
O mais velho debochou:
— Você não teria coragem.
Eu ergui uma sobrancelha, olhando pra ele pelo retrovisor:
— Tem certeza que não? Até parece que não conhece a mãe que você tem.
Ele ficou quieto por um segundo, depois sorriu:
— Tá bom, tá bom.
O caçula, do banco de trás, soltou:
— Na real, seria uma boa ideia. Quem sabe a gente ganha desconto na compra.
Eu caí na gargalhada:
— Vocês são impossíveis.
No mercado, o ar-condicionado gelado bateu gostoso na minha pele, contrastando com o calor que eu já sentia por dentro. Cada passo fazia o tecido macio do moletom roçar nos meus mamilos, que estavam duros e sensíveis desde que saí de casa. O shorts de lycra, justo como uma segunda pele, marcava perfeitamente o formato da minha buceta — eu conseguia sentir o leve atrito do tecido contra os lábios inchados a cada movimento. Estava molhada. Não encharcada ainda, mas o suficiente para deixar o tecido levemente úmido no centro.
Eu me sentia poderosa. Viva. Aquela mistura deliciosa de exposição controlada e risco calculado que sempre me deixava com um friozinho gostoso na barriga.
Os meninos caminhavam um de cada lado, fingindo ajudar com o carrinho, mas na verdade só estavam ali para me provocar.
— Mãe, tá vendo como seus peitos balançam quando você anda? — murmurou o mais velho, disfarçando um sorriso enquanto pegava um pacote de arroz. — O zíper não tá nem na metade e já dá pra ver o formato todo.
Eu empinei os ombros de propósito, fazendo os peitos balançarem mais dentro do moletom.
— É o tecido, filho. Macio. Fica roçando nos bicos o tempo todo… tá uma delícia.
O caçula olhou para os lados antes de falar baixinho:
— E o shorts… caralho, mãe. Tá marcando sua buceta inteira. Dá pra ver o desenho dos lábios. Tá molhada?
Eu ri baixinho, sentindo um novo jorro de excitação só de ouvir a pergunta direta no meio do corredor de massas.
— Um pouco. O lycra gruda quando eu fico molhada. Tá sentindo o cheiro de mulher safada no ar ou é impressão minha?
O mais velho quase engasgou com a própria saliva.
— Você é foda, mãe. Aqui no mercado, falando assim…
— Eu falo o que eu quiser. Sou livre, lembra? — respondi, me abaixando devagar para pegar um pacote de café na prateleira de baixo.
O moletom abriu um pouco mais no zíper com o movimento. Senti o ar gelado tocar a pele dos meus peitos. Quando me levantei, os dois estavam olhando fixamente.
— Viu como é fácil? — provoquei, ajustando o zíper só um centímetro. — Um movimento errado e metade do mercado ganha o dia.
O caçula, vermelho mas excitado:
— E você gosta disso, né? De saber que qualquer pessoa pode ver.
— Adoro — confessei, sentindo o coração acelerado e a buceta latejando dentro do shorts apertado. — Me sinto viva. Desejada. Como se eu fosse a coisa mais interessante desse supermercado chato. E vocês dois me olhando assim… só piora.
Andamos mais um pouco. Cada passo era uma tortura gostosa: o shorts marcando, o moletom roçando, a sensação de estar quase nua no meio de tanta gente. Eu estava extremamente consciente do meu corpo — dos peitos pesados balançando livres, da buceta inchada e molhada pressionada contra o tecido fino, da bunda bem marcada no shorts.
Em determinado momento, parei no corredor de produtos de higiene e me alonguei, fingindo pegar algo na prateleira de cima. O moletom subiu, revelando uma boa parte da minha barriga e o início dos peitos.
O mais velho murmurou:
— Mãe… assim tá demais.
Eu virei pra ele com um sorriso inocente:
— Demais como? Vocês que quiseram vir junto pra “cuidar” de mim.
O caçula riu nervoso:
— A gente tá cuidando. Só não quer que você cause um acidente no mercado.
Eu me aproximei deles, baixando um pouco a voz:
— Se vocês não pararem de reclamar, eu abro o zíper inteiro e mostro os peitos pra todo mundo aqui. Querem testar?
O mais velho engoliu em seco, mas sorriu:
— Você não teria coragem…
Eu só ergui uma sobrancelha e deixei o zíper descer mais dois centímetros, revelando o vale profundo entre os meus seios.
— Tem certeza, filho? Até parece que você não conhece a mãe que tem.
Ele ficou quieto. O caçula soltou uma risadinha:
— Eu topo. Pode ser que a gente ganhe desconto na compra.
Eu ri alto, fechei o zíper de novo e continuei empurrando o carrinho, sentindo o olhar dos meus filhos queimando minha bunda e o tesão pulsando entre minhas pernas.
Estava me divertindo como nunca. Molhada, exposta, provocada e provocadora. Exatamente como eu gosto.
Na volta, paramos no posto de gasolina para abastecer.
O frentista, um rapaz de uns vinte e poucos anos, se aproximou sorrindo:
— Boa tarde. Completo?
— Completo, por favor — respondi, sorrindo de volta.
Enquanto ele abastecia, eu desci do carro para esticar as pernas. O moletom estava um pouco aberto no zíper, mostrando o vale entre os peitos. Ele tentou disfarçar, mas os olhos não paravam de descer.
— Tá um calor hoje, né? — disse ele, sem graça.
— Tá mesmo — respondi, me alongando de leve.
Paguei dentro da conveniência. Quando voltei pro carro, os meninos estavam eufóricos.
— Mãe… — começou o mais velho. — O frentista quase derrubou a mangueira quando você desceu.
— Ele ficou olhando pros seus peitos o tempo todo — completou o caçula.
— E quando você pagou, o cara da caixa quase quebrou o pescoço olhando — disse o mais velho.
— O frentista ainda comentou com o outro: “Porra, viu a mulher do moletom? Que gostosa” — contou o caçula, rindo.
— E o cara do caixa respondeu: “Tá sem sutiã, né? Dá pra ver os bicos perfeitos” — continuou o mais velho.
— Depois o frentista falou baixinho: “E o shorts… caralho, dá pra ver a buceta marcada. Essa mulher é casada?”
Eu ri, ligando o carro:
— Vocês ficam ouvindo a conversa dos outros agora?
— A gente fica de olho em quem fica de olho em você — respondeu o caçula.
— E ele ficou bem de olho — emendou o mais velho. — Quase bateu o carro do cliente do lado enquanto olhava pra sua bunda quando você voltou.
— Vocês são uns fofoqueiros — falei, rindo. — Mas confesso que gostei. Nada como deixar uns desconhecidos com o dia mais interessante.
O caçula se inclinou:
— Mãe… abre um pouco o zíper do moletom pra gente ver.
Eu sorri, puxei o zíper devagar até quase o umbigo, deixando boa parte dos peitos à mostra.
— Assim?
— Perfeito — disseram os dois juntos.
Eu fechei o zíper de novo, ainda rindo.
— Vocês são piores que os caras do posto.
Depois do posto, o clima dentro do carro estava elétrico. Eu ainda sentia o olhar do frentista queimando na minha pele, e os meninos não paravam de comentar. O mais velho, do banco de trás, soltou o desafio com aquele tom que eu já conhecia bem:
— Mãe, você foi corajosa no posto… mas aposto que não tem coragem de passar no drive-thru do McDonald’s pelada da cintura pra baixo.
Eu olhei pelo retrovisor, erguendo uma sobrancelha.
— Vocês estão me testando de novo? Acham que a mãe vai amarelar?
O caçula riu, já empolgado:
— Então tira o shorts agora. Quero ver se você entra no drive-thru assim.
Foi o bastante.
Eu parei o carro num canto mais discreto do estacionamento do McDonald’s, olhei pros dois pelo espelho e, sem dizer mais nada, levantei o quadril e tirei o shorts de lycra. Fiquei só com o moletom cinza, zíper aberto até o meio dos peitos, buceta completamente exposta. O tecido do banco gelado contra minha pele quente me deu um arrepio gostoso.
— Satisfeitos? — perguntei, abrindo um pouco as pernas.
— Caralho, mãe… — murmurou o mais velho, já com volume na bermuda.
Eu ri, liguei o carro e entrei na fila do drive-thru. Quando chegou nossa vez, abaixei o vidro e fiz o pedido com a voz mais doce e inocente possível. Enquanto esperava, eu me ajeitei no banco, abrindo mais as pernas. O moletom subiu um pouco nas coxas. O atendente, um rapaz de uns vinte e poucos anos, entregou as sacolas pela janela. Seus olhos desceram rapidamente e ele gaguejou ao me entregar o troco.
— Aqui… senhora.
Eu peguei o troco roçando meus dedos nos dele de propósito e sorri:
— Obrigada, querido.
Assim que saí do drive-thru, abri o zíper do moletom mais um pouco, quase até o umbigo, deixando boa parte dos meus peitos à mostra. Dirigi com uma mão no volante e a outra entre as pernas, passando os dedos devagar pela buceta molhada.
— Olha o que vocês fizeram — provoquei. — A mãe tá encharcada só de imaginar o que aquele menino viu.
O caçula, do banco de trás:
— Ele ficou olhando pra sua buceta, mãe. Quase derrubou o milk-shake.
— Ótimo. Fiz o dia dele — respondi, rindo. — E o de vocês também, né?
Chegamos em casa. Parei o carro na garagem e, antes de desligar, virei pra eles:
— Prêmio por terem me acompanhado o dia todo: a mãe vai dar uma sobremesa especial.
Abri a porta, saí do carro completamente nua da cintura para baixo (o moletom aberto, peitos quase saltando), e caminhei devagar até a porta de casa. A garagem ainda estava aberta. Qualquer vizinho que passasse veria tudo.
Os meninos vieram atrás, olhando sem disfarçar.
— Mãe… você tá louca — murmurou o mais velho, mas a voz saiu excitada.
— Louca e molhada — respondi, parando na porta de casa e virando de frente pra eles. — Querem a sobremesa agora ou guardamos pra depois?
Meu marido, que tinha chegado antes, abriu a porta e viu a cena. Só sorriu:
— Vocês não iam cuidar da mãe de vocês?
