Parte 1 - Sussurros sob o Vapor
Após a rotina matinal de higienização, Sete e Clara foram liberados pelos criados e retornaram ao seu espaço. Ao cruzarem o corredor principal, notaram que a atmosfera da casa estava diferente; os donos não estavam em seus lugares habituais, e os sons suaves de vozes vindos da sala de estar indicavam que toda a atenção estava voltada para um único ponto. Eles perceberam, sem precisar se aproximar demais, que os donos estavam dando total atenção a Elena, a nova garota.
Eles se retiraram para seu ambiente privado, um espaço que, na medida do possível, lhes pertencia exclusivamente. O quarto era amplo, forrado com um tapete felpudo grande que afundava suavemente sob os pés descalços, e um colchão espalhado no centro, baixo e convidativo. O anexo funcionava como uma suíte aberta, com dois chuveiros de cabeceira larga e um local elevado com ralos estrategicamente posicionados para suas necessidades de higiene. Não havia portas separando as áreas; nesta fase, dividiam tudo, inclusive a intimidade, sem barreiras físicas ou vergonha.
Clara parou no centro do quarto e olhou para Sete, notando a tensão em seus ombros e o modo como ele evitava olhar para a porta.
— Sete, vamos para um banho quente — disse ela, aproximando-se e passando a mão pelo braço dele. — Nosso dia só está começando, não fique nervoso.
Ela tentou passar uma tranquilidade que nem sentia completamente, querendo que ele esquecesse o episódio recente com os donos e Elena. Clara pegou alguns potes de sais de banho aromáticos em uma prateleira baixa e se virou, caminhando na frente dele em direção aos chuveiros. Era uma loira deslumbrante, com a pele alva e o bumbum redondo que balançava ritmicamente a cada passo.
Sete a seguiu com o olhar preso nas curvas dela. Ele pensou, enquanto a via se afastar, que não se cansava de olhar para aquela mulher. Só aquela visão já melhorava seu dia, desviando sua mente dos ciúmes mesquinhos. Ele respirou fundo e também seguiu para o banho.
Dentro do box, sob o jorro d'água quente que começou a encher o ambiente de vapor, Clara começou a ensaboar as costas de Sete. Enquanto suas mãos deslizavam pela pele dele, sua mente vagava, relembrando o passado que os unia. Ela foi a primeira a chegar naquela família, fruto de um acidente cósmico que ela sempre entendeu ter sido a destruição de seu planeta natal por um meteoro. Fora salva aos cinco anos por exploradores que vasculhavam os escombros e, posteriormente, doada como um novo Pet para aquela família. Desde então, era cuidada por eles, crescendo naquele mundo de luxo e submissão consentida.
Sete, por sua vez, chegou um pouco mais velho, com Clara em torno de 12 anos. Ele não lembrava quando chegara ao planeta ou quem eram seus pais biológicos; sua memória anterior se resumia a fragmentos de frio e medo. Apenas se recordava de um dia em que Isadora o viu com seu antigo dono, um homem que não gostava muito de humanos e o tratava com descaso. Isadora o adotou naquele mesmo instante, tirando-o daquela vida.
Cresceram como irmãos, compartilhando brincadeiras, castigos e mimos, até que aos quinze anos Clara começou a perceber algo diferente no olhar dele. Tiveram seu primeiro beijo numa tarde de chuva, escondidos em um canto do jardim, e desde então eram amigos inseparáveis, porém muito mais que amigos. Compartilhavam tudo, construindo um mundo à parte onde apenas eles dois existiam.
O banho quente prolongou-se com muitos beijos e carinhos. Era assim sempre que tinham a possibilidade de estarem sozinhos, longe dos olhares avaliadores dos donos. A água corria pelos corpos entrelaçados, e o vapor parecia isolá-los do resto da mansão.
Saíram do banheiro de mãos dadas, enxugando-se com toalhas macias antes de se deitarem na cama. O colchão afundou sob o peso deles, e Clara, como sempre carinhosa e aproveitando o raro momento a sós, iniciou uma massagem. Ela sabia fazer muito bem; tinha assistido vários vídeos técnicos junto com a mãe dos gêmeos, a dona da mansão, aprendendo cada movimento.
Ela pediu para Sete deitar de barriga para baixo e começou pelos pés, trabalhando cada dedo, e subindo lentamente pelas pernas. Ficou um tempo nas nádegas dele, admirando a forma lisa e musculosa, antes de subir pelas costas, ombros e pescoço para tirar as tensões acumuladas. Passava as mãos, a ponta das unhas levemente, alternando pressão e suavidade. Beijos e línguas leves na orelha e na nuca fizeram Sete suspirar contra o travesseiro.
Desceu, porém, agora usando seu corpo nu. Seus seios roçavam nas costas dele, coxas e bumbum deslizavam sobre a pele de Sete, que já suspirava alto, esquecendo completamente o episódio com Isadora. Clara mordeu suavemente o bumbum dele e pediu para ele virar de frente.
Sete obedeceu, e ela fez o mesmo, desta vez ficando um tempo beijando seus mamilos e, novamente, pescoço e orelhas. Sete estava já a ponto de explodir, o corpo arqueado em antecipação. Clara, com carinhos calculados, acabou levando a boca ao pênis de Sete, limpo e cheiroso após o banho. Sete a pegou pelos lindos cabelos loiros, guia suave, e acabaram em um 69 bem devagar e carinhoso, saboreando um ao outro sem pressa.
Após, como românticos namorados que eram, fizeram amor com um beijo de língua profundo e gozaram juntos, sem gritaria ou altos gemidos, apenas com muito carinho e sussurros de nomes. Tomaram uma nova ducha rápida para se refrescarem e saíram para começar o dia.
Ao chegar na sala principal, perceberam que Elena continuava sendo o centro das atenções. Porém, para eles, não era um problema; aquilo significava que teriam mais tempo para ficar a sós. E Elena era uma boa amiga, apesar de sempre gostar das coisas do seu jeito, mantendo uma certa independência que às vezes os intrigava.
O dia passou assim tranquilo. Após a boa massagem e o sexo pela manhã, os dois estavam em um estado de calma profunda. Ficaram perto de seus donos, recebendo carinhos, afagos na cabeça e pedaços de fruta. Era uma boa família; foram bem cuidados e ainda tiveram a chance de estudar. Sete era excelente em cálculos e planejamento, a mente rápida para números e estratégias. Clara conhecia arquitetura e podia dar muitos palpites na decoração da mansão, embora preferirem ficar sendo cuidados e, na visão deles, mimados pela família.
Clara inclusive teve tempo de pintar suas unhas, pediu a uma amiga, uma das empregadas, queria os pés e mãos com um lindo esmalte vermelho.
Ao fim do dia, após o jantar, voltaram para o quarto e perceberam que Elena não estava em sua cama. Ela estivera fora o dia inteiro. Não questionaram os donos, mas tiveram uma certa preocupação silenciosa entre olhares. Será que tinha fugido?
Em seus quartos novamente, tomaram um banho, prontos para dormir, como sempre juntos. Desta vez, o clima era de conversa suave sobre o dia, enquanto a água corria. Sete observava a linda loira enquanto ela ensaboava seus seios grandes e empinados, e o modo como passava delicadamente o sabonete íntimo em sua vagina. Clara, por sua vez, observava o pênis em repouso de Sete, que crescia inevitavelmente quando ele começava a se ensaboar. Aquilo acontecia desde muito jovem, e com o tempo começaram a entender o porquê, o que rendia sorrisos cúmplices.
Clara deixou o cabelo preso em um rabo de cavalo solto, e Sete passou um perfume exótico no pescoço e pulsos. Tinham um pressentimento de que a noite seria longa. Saíram já estando prontos sem nenhuma roupa, como costumavam ficar. As roupas eram permitidas somente no inverno, onde utilizavam casacos grossos e meias devido ao frio na parte externa da mansão. Dentro, a temperatura era sempre amena e confortável, ideal para a pele nua.
Ao chegar no corredor que dava acesso à área íntima da casa, tomaram susto. Elena estava lá, parada sob uma luz indireta. Ela não estava nua como eles. Elena estava vestida com um sexy conjunto em couro negro que brilhava levemente, com recortes ousados, e sua feição era diferente, mais séria, carregada. Clara apertou a mão de Sete e deu um passo à frente.
— O que houve? — perguntou Clara.
Parte 2 - A Dominação do "Casal"
Elena fechou a porta atrás de si, o som do metal batendo no batente ecoando pelo corredor silencioso. O couro de sua minissaia preta ajustava-se aos quadris a cada passo, rangendo suavemente, enquanto a camisa justa deixava pouco à imaginação, realçando a respiração ainda acelerada dos momentos anteriores com Isadora. Seus boots altos tocavam o chão com um ritmo marcado, sim, apesar das instruções de Isadora ela colocou sua bota, ficando ainda mais imponente.
Avistou Sete e Clara no final do corredor. Ambos estavam nus, suas peles expostas ao ar morno da casa, e pararam imediatamente ao ver a figura encorpada da mulher que estava avançando em direção a eles.
Neste dia, ambos estavam completamente depilados. Sete exibia o desenho bem marcado em seu peitoral, enquanto seu pênis repousava relaxado, como quem previa uma noite tranquila, sem muitas surpresas ou sobressaltos. Clara, por sua vez, exibia as unhas pintadas de um vermelho vivo e sedutor; seus seios estavam empinados, respondendo ao toque gelado do ar condicionado da casa. Com os cabelos presos em um rabo de cavalo firme, era uma visão perfeita para Elena, um convite silencioso que transformaria aquela calmaria em pura luxúria.
Os olhares deles cruzaram o dela, misturando curiosidade com um leve receio, e Clara foi a primeira a quebrar o silêncio, perguntando o que havia ocorrido no quarto de Isadora, ela parecia já ter pressentido que algo mudara.
Elena não respondeu. Em vez disso, ela manteve o olhar fixo, uma aura de comando irradiando de sua postura, e fez um gesto seco com a cabeça, indicando uma porta ao lado.
Sem uma palavra, os dois compreenderam e a seguiram, entrando em um dos quartos designados para os Pets. O ambiente era diferente dos outros; o ar ali era mais denso, carregado de feromônios e um cheiro adocicado de sexo recente, com almofadas de veludo espalhadas pelo chão e iluminação baixa e vermelha. Elena parou no centro do aposento, girando lentamente para encarar os dois submissos que esperavam por instruções.
Ela começou a falar, sua voz baixa e carregada de uma autoridade que não permitia interrupções. Elena reafirmou quem era, detalhando o treinamento brutal que a transformara em capitã, os sistemas estelares que havia cruzado e os planetas que havia dominado com sua tripulação. Seus olhos brilhavam ao descrever a conquista, e ela deixou claro que aquela casa, aquele momento, era apenas mais um território a ser adicionado ao seu império.
Elena dizia que desde jovem aos 18 anos nunca foi submissa, não se curvara a ninguém, em sua carreira militar iniciando pela academia, sempre foi a primeira, inclusive poderia ter chegado a cargos mais altos, porém necessitava estar em campo, não se via em um escritório ou mesmo em uma luxuosa mansão sendo mimada...uma pequena pausa.
Eles, a partir de agora, deveriam se reportar a ela e satisfazê-la de formas que ainda desconheciam. Sete e Clara não ousaram questionar; apenas baixaram os olhos, aceitando a nova dinâmica com uma submissão instintiva, seus corpos relaxando na presença daquela força dominadora.
Elena sorriu, um arrepio percorrendo sua espinha ao ver a rendição deles. Ela reforçou que não seria uma mão única; ela também os satisfaria, levando-os a prazeres que sua imaginação limitada jamais poderia conceber. Com um movimento fluido, ela sentou-se em uma poltrona de couro macio no centro da sala, cruzando as pernas. Sete e Clara acomodaram-se em um tapete felpudo aos seus pés, olhando para cima com atenção total.
Elena então começou a tecer histórias de suas aventuras no espaço profundo. Em uma narrativa, ela descreveu como salvou milhares de vidas de um governo tirano, agindo como uma heroína altruístas. Na história seguinte, a máscara caía; ela narrava com detalhes frios como liderara o ataque a um planeta pacífico, saqueando minérios raros e riquezas, deixando a população em ruínas. Ela explicou que sua moralidade era flexível: salvadora ou vilã, dependia apenas de quanto lhe pagavam.
Os olhos de Sete e Clara estremeceram, inquietos diante da dualidade da mulher que os observava.
Elena também informou que não é a primeira vez que foi aprisionada e teve suas roupas rasgadas e armamento destruído, isto já aconteceu em outras missões, inclusive junto com sua tripulação, todos presos grandes homens e mulheres soldados, nus e acorrentados.
Contudo seus algozes pagaram caro, pois eles se libertaram em um plano ambicioso, e antes mesmo de colocarem seus uniformes arrancaram a cabeça dos lideres do planeta hostil, e sua tribulação comemorou com muito sexo, ainda com os corpos quentes dos inimigos derrotados ao lado.
Enquanto as palavras de Elena preenchiam o quarto, Clara começou a agir. Ajoelhando-se, ela retirou cuidadosamente o boot direito de Elena, expondo o pé branco e delicado, e depois o mesmo com o pé esquerdo. Ela aplicou um óleo aromático, com cheiro de âmbar e baunilha, e começou a massagear a sola do pé, os dedos pressionando os arcos com firmeza. Sete, por sua vez, aproximou-se das coxas de Elena. Suas mãos fortes trabalharam os músculos tensos da ex-capitã, subindo e descendo pela pele macia exposta pela saia curta, mas ele teve o cuidado de não avançar para o sexo, respeitando o ritmo imposto por ela. A tensão no ar, no entanto, era palpável; a excitação que Elena acumulara desde o banho com Isadora estava prestes a transbordar.
Não aguentando mais a antecipação, Elena levantou-se bruscamente e deitou-se em um futon largo, um colchão de massagem colocado ao lado da poltrona. Ela puxou Sete pelo pescoço, fazendo-o aproximar-se, e agarrou suas nádegas firmes, puxando-o em direção à sua boca. O pênis de Sete, já semi-ereto, endureceu rapidamente sob o toque de Elena. Ela não perdeu tempo; envolveu a glande com os lábios e sugou com força, sentindo o tamanho e a grossura deliciosos encherem sua boca. Sua língua dançou em volta da cabeça do pênis enquanto ela levava as mãos às bolsas de Sete, massageando-as com desejo.
Enquanto Elena devorava Sete, Clara continuou seu trabalho. Neste momento Elena estava somente com sua calcinha os seios novamente expostos e claramente excitados.
Com dedos ágeis, Clara deslizou a pequena calcinha de Elena para baixo, retirando-a completamente. Sem cerimônia, Clara iniciou um beijo profundo e úmido na vulva da capitã, sua língua explorando as dobras úmidas e o clitóris sensível. Elena arqueou as costas no colchão, um gemido abafado escapando enquanto sua boca estava cheia do membro de Sete. A estimulação dupla era avassaladora; o cheiro do sexo, o som da sucção e as línguas trabalhando em conjunto criaram uma tempestade sensorial.
A urgência tomou conta de todos. Elena aumentou o ritmo, sugando e batendo com a língua até que Sete não conseguiu se segurar. Ele gemeu alto, seu corpo retesando, e ejaculou com força na boca de Elena. Ela engoliu tudo, não deixando uma única gota escapar, limpando-o meticulosamente com os lábios e a língua. Simultaneamente, a estimulação precisa de Clara e a situação extrema levaram Elena ao clímax. Ela contraiu as coxas em torno da cabeça da outra mulher, gozando violentamente, liberando um fluxo de líquido que Clara bebeu com avidez, excitada com o "mel" que jorrava da vagina de sua nova dona. O próprio clima erótico e o som dos orgasmos alheios levaram Clara ao limite; ela tremeu, seu corpo sendo tomado por um orgasmo intenso apenas por estar imersa naquela energia.
Os três ficaram imóveis por momentos, apenas o som de suas respirações pesadas preenchendo o quarto. Elena, recuperando o fôlego, olhou para baixo e viu que Clara ainda tremia. Ela fez um sinal para Sete, e juntos começaram a acariciar o corpo da mulher. As mãos roçaram pelos pés delicados de Clara, subiram pelos seios macios e terminaram em sua boca, onde beijos lentos e profundos foram trocados, selando a conexão do trio. Elena notou, no entanto, que o pênis de Sete, longe de ficar flácido, estava novamente duro e pulsante, pronto para mais ação. A virilidade dele era impressionante.
Elena sorriu maliciosamente, sentindo um segundo fôlego. Ela ordenou que Clara ficasse de quatro sobre o futon e assumiu a mesma posição ao lado dela, oferecendo suas nádegas e vaginas para Sete. Ele não precisou de comandos verbais; posicionou-se atrás de Clara e penetrou-a com um golpe firme sua vagina molhada, fazendo-a gritar de prazer imediato. Após alguns movimentos profundos e ritmados, Elena fez um gesto, e Sete retirou-se de Clara para entrar em Elena. A ex-capitã grunhiu ao sentir a espessura dele preenchendo-a, e ele começou a se revezar entre as duas, alternando os buracos com uma cadência que aumentava a cada segundo.
Clara foi a primeira a sucumbir novamente; com o pênis de Sete batendo fundo em seu colo do útero, ela gritou, seu corpo se contorcendo em um orgasmo violento. Agora, o foco total estava em Elena. Sete, liberto da necessidade de conter-se, começou a socar com mais força e velocidade, fazendo a pele de Elena bater contra a dele com sons surdos e molhados, um ritmo frenético que preenchia o quarto e denunciava a urgência daquele momento. Cada estocada dele era profunda, despida de qualquer hesitação, arrancando gemidos agudos que ecoavam sem controle, enquanto ela se entregava completamente àquela fúria deliciosa.
Elena, sentindo o controle escorregar, fez um gesto sutil para Clara. Imediatamente entendendo, Clara rastejou por trás de Sete. Ela agarrou os glúteos dele, separou-os e colocou a língua em seu ânus, lambendo e estimulando a entrada enquanto ele continuava a foder Elena.
A sensação foi demais para Sete. Clara, então, introduziu um dedo lubrificado, encontrando a próstata dele e massageando o ponto sensível com precisão cirúrgica. Sete soltou um gemido gutural, animalístico, e perdeu o controle total.
Ele bombeou esporra quente e abundante dentro de Elena, enchendo-a até transbordar. A sensação do jato quente e a pressão naquele local fizeram Elena gozar ao mesmo tempo, suas paredes internas contraindo violentamente para sugar todo o sêmen de Sete. Eles colapsaram sobre o futon, desabaram ofegantes, com o suor colando as peles. O quarto estava silencioso, exceto pelos peitos subindo e descendo, e a respiração ofegante.
No silêncio que se seguiu, com o cheiro de sexo impregnando o ar, Sete e Clara deitaram ao lado de Elena, tocando-a com reverência.
Os dois haviam entendido as palavras dela sobre prazeres inimagináveis e, sem sombra de dúvida, aceitaram a submissão absoluta àquela mulher complexa e poderosa.