Diário Secreto de Léo — Capítulo 1
Guarapari — ES
Olá, senhores e senhoras. Me chamo Leonardo, ou simplesmente Léo. Tenho 1,65 m de altura, corpo mediano, sou pardo e atualmente tenho 30 anos. Porém, os relatos que contarei ocorreram em 2016, quando eu havia me formado em Administração. Meu pai possuía uma pequena oficina mecânica e, devido à crise, teve que vendê-la. O outro proprietário, Sr. Zeca, decidiu me contratar para gerenciar a oficina. Sr. Zeca tinha duas filhas: Lays, de 23 anos, 1,60 m de altura, seios médios, branca, com uma bunda que deixava todos os funcionários — inclusive eu — com muito desejo de tê-la. Lays era muito tímida, não falava com todos e tinha outra irmã, uma baixinha com bunda ainda maior que a de Lays, que também possuía seios médios. Ambas tinham namorados.
Sobre Lays, a quem darei enfoque nos meus relatos. Bem, caros amigos, Lays era a recepcionista da oficina e, com sua beleza natural, desempenhava muito bem a função. Como gerente, eu supervisionava uma equipe de quatro mecânicos. Talvez quem não conhece o ambiente de oficina mecânica não saiba, mas é um ambiente de muita putaria; fala-se em sexo o tempo todo. Porém, quando Lays chegava perto, todos paravam as conversas e, depois, davam uma espiada básica na bunda daquela menina. Claro que eu também olhava. E desejava muito aquela garota para mim.
Um mês se passou naquele ambiente. Um dia, pela manhã, após o café da manhã, vejo Lays chegando atrasada e com o cabelo molhado. E pelo fato de o Hugo, seu namorado, tê-la levado para o serviço, liguei um fato ao outro: logicamente, deve ter transado gostoso. Naquele momento, bateu uma inveja: "Como gostaria de ser o Hugo e pegar gostoso aquela menina gostosa com aquela bunda". Nesse momento, foi impossível segurar a excitação, que imediatamente foi notada por Lays. Ela, nesse momento, deu um sorriso bobo para mim, que, sem graça, tentei disfarçar indo pegar café.
Quando chegou a hora do almoço, ao subir a escada do refeitório — eu subia e Lays descia —, algo estranho aconteceu. Na hora que subi, ela descia com a cabeça baixa e ficou olhando para ver se encontrava ereção em mim. Ao passar por mim, ela esbarrou na minha calça. Eu disse, com sarcasmo:
— Olha, minha área de lazer! Quase tu compromete minha geração.
Ela me olhou com cara de irritada e disse:
— Olha as brincadeiras, hein!
Quando cheguei em casa, foi difícil. Claro que, ao tomar banho, me masturbei imaginando aquela gostosa pegando no pau, que é de 18 cm ereto.
No outro dia, quando cheguei, pedi desculpas pela bobeira que eu falei. Ela disse que nem lembrava mais. E me pediu um favor. Prontamente, eu atendi. Tratava-se de: o namorado dela é boy e estava querendo ganhar um extra. Assim, eu fiz: contratei Hugo e tornamos amigos.
Hugo começou a contar de sua vida; dizia que estava com Lays porque era a primeira namorada, mas ainda não tinha amor. E disse que transavam de vez em quando e que ela tinha dificuldade de realizar algumas fantasias. Eu fiquei espantado quando Hugo relatou que não tinha feito sexo anal com Lays. Segundo ele, ela sempre dizia: "Não estou pronta para isso". E sempre inventava outras coisas.
Isso atiçou ainda mais meu desejo por Lays. E confesso que, na época, também não tinha feito sexo anal com mulher ou homem algum. Por isso, quando me masturbava, sempre imaginava fazendo anal em Lays.
No primeiro final de semana de junho de 2016, iríamos comemorar três meses de empresa e nos reunimos na oficina para fazer um churrasco com toda a equipe. E lá foram Lays, Hugo e Esther, irmã de Lays. No auge da festa, bebida rolando, Lays colada em Hugo e Esther estava sozinha.
Cheguei naquela baixinha bunduda e disse:
— Aceita cerveja?
Esther: — Eu não bebo.
Eu: — O que posso te oferecer para tu não ficar só?
Esther: — Vamos dançar?
Eu: — Não sei dançar, sou muito ridículo.
Esther: — Lays e Hugo falam bem de você; te acho lindo. Vamos, vai? Se tu for zoado, eu te dou um beijo e deixo os outros de boca aberta. Que tal?
Eu: — Vamos então, uai, mas tu me ensina, porque não sei dançar, ainda mais forró.
Esther pegou pela mão, entrelacei as mãos sobre meu pescoço, eu de frente a ela, peguei em suas costas. Esther veio ao meu ouvido e disse:
— Forró se dança com a mão na cintura.
Imediatamente, colei uma mão na cintura dela e a outra de encontro com sua mão.
A música começou a ficar boa. Ela disse:
— Essa música é mais rápida: dois passos para trás, um para frente, e eu dou um arrocha na sua coxa. Pode ser?
Eu disse:
— Pode, mas cuidado para eu não ficar... hm... deixa quieto.
Esther: — Minha irmã também comentou que tu às vezes fica de pau duro. É verdade?
Eu: — Foi sem querer aquela vez, só aconteceu uma vez. Lays é exagerada.
Esther: — Hm, sei, safadinho... tira o olho dela, tem dono, tá?!
Eu: — Respeito pacas sua irmã.
Esther: — Bom mesmo, no momento só é minha.
Dei uma risada boba porque havia ficado sem graça e fiquei com vergonha; minhas bochechas ficaram vermelhas. Esther, vendo a situação, disse:
— Relaxa, bobo, só entre nós.
Estava a música rolando; Esther me abraçou, pediu para segurar uma mão e rodá-la. Ela deu uma rodadinha, voltou entre suas pernas e entre minha coxa, requebrando o arrocha. Já sabem: foi impossível não sentir aquela bunda roçando e fiquei de pau duro na hora.
Tentei disfarçar, falei que iria no banheiro e realmente fui. Esperei um momento para tentar fazer o menino voltar ao normal, quando, de repente, vejo no WhatsApp:
Esther: Peguei seu número com a Lays. Tu está aonde?
Eu: No banheiro.
Esther: Ficou de pau duro, né, safado. 😈
Eu: Quieta aí, menina, provoca não, ou eu mordo tu...
Esther: Não vejo a hora. Me espera lá em cima, no refeitório?
Eu: Okay, tô indo. Espera que eu mordo mesmo...
Esther: Adoro. Vem logo.
Quando saio do banheiro, que fica abaixo da escada que leva ao refeitório, olho para cima e observo que Esther está com uma sainha rodada e com a calcinha molhadinha, o que me excitou ainda mais. Subi logo após Esther. Quando abro a porta, a mina me dá um beijo e diz:
— Vai morder aonde, hein?
Abraço ela e digo:
— Mordo todinha.
Imediatamente, fecho a porta, torno a beijar Esther, mordendo seu pescoço. Ela diz:
— Cachorrinho, aí não, vão ver marca depois. Mas tô louquinha pra ver esse pau... Ela fala isso colocando a mão dentro da minha calça, apertando minha pica devagar.
Abaixo a calça e Esther se ajoelha, começa a punhetar e dar lambida na cabecinha, bate meu pau na cara, começa a chupar bem devagar. Me seguro para não dar gemido com aquela boca gostosa degustando da minha pica dura, cospe na cabeça vermelha e chupa mais. Estava quase a ponto de gozar quando chamam para fazer um discurso lá embaixo. Esther se recompõe, limpa a boca, grita que fui ver o carro no estacionamento. Enquanto desço correndo a escada, Hugo vê a situação e ajuda a disfarçar...
Continua no próximo capítulo. Espero que tenham gostado.