Depois que mamei o tio Dener no quartinho dos arreios, meu dia se seguiu normalmente. Fui ajudar a ele e ao Denis a carregar o capim para o gado que já nos aguardava no curral. Meu tio sempre me lançando olhares e eu com muita vontade de contar ao Denis tudo que havia acontecido, afinal de contas, ele era meu confidente. Porém, perceber o que contar poderia significar para o meu primo me dava um frio na barriga tremendo. Era impossível prever a reação dele ao saber que eu tinha feito um boquete no pai dele, meu próprio tio de sangue, e que ele também tinha planos de me foder. Por isso, decidi manter total e absoluto sigilo e falar para o Denis em outra ocasião.
Após o almoço, não fomos à casa dos nossos primos para jogar como já era costume. Decidimos tirar um cochilo porque ajudar o tio Dener exaurira nossas forças. Quer dizer, as minhas, já que o Denis tinha o costume de auxiliar o pai diariamente e, portanto, a sua resistência ao trabalho braçal era maior. Então, almoçamos ao meio-dia, deitamos e não demoramos a pegar no sono.
Acordamos por volta das três da tarde e fomos lanchar. A tia Carina fez bolo de laranja e passou um cafezinho para nós. O tio Dener, que também resolvera cochilar no pós-almoço, sentou-se com a gente à mesa e conversamos até às quatro horas, quando ele levantou-se:
— Meu bem, tava uma delícia! — Ele exclamou. Minha tia, toda contente, respondeu-lhe:
— Que bom que você gostou, meu bem. Mas não foi nada.
— Como assim “nada”, mãe? Tava uma delícia! — Meu primo completou.
— Tia, seu bolo de laranja e seu café são meu ponto fraco! — Tive que dizer.
— Meninos, vou contar uma coisa a vocês. — Nesse momento, o tio Dener falava com um tom de suspense:
— Vocês sabiam que desde que eu conheci a mãe do Denis, toda vez que ela faz um bolo, ele fica mais gostoso que o anterior?! — Tia Carina já estava ficando vermelha de tímida.
— Ai, para amor, não exagere.
— Não é exagero, não! E nem vou falar do café, viu?
— Ah, mas o café é o mais simples que tem de se fazer! — Ela tentou se sair.
— Sim, mas você tem um charme que faz ficar mais saboroso a cada dia. — E completou se voltando para nós:
— E olha que eu tomo esse café todos os dias desde que a gente se casou, hein? — Todos nós concordamos que a culinária da minha tia era excelente. Ela chamou o tio Dener para irem à cidade, já que faltavam alguns mantimentos. Eles foram se arrumar e eu fui jogar videogame com o Denis no quarto dele. Então, os nossos primos chegaram e decidimos brincar todos juntos, revezando as partidas. Quem fosse perdendo, ia dando lugar ao próximo.
— Meninos, estamos de saída. — Avisou tia Carina.
— Juízo, hein? — Alertou tio Dener.
— Pode deixar, tio. — Dissemos todos antes que eles saíssem. Quando ouvimos o som da partida do carro, o meu primo Samuca me surpreendeu sarrando na minha bunda.
— Que isso, Samuca, que brincadeira é essa?! — Falou o Joel — O Denis vai pensar o quê de você?
— Não precisa falar isso, Joel, eu já sei de tudo. — Disse Denis e Joel, Samuca e Antônio o olharam fixamente. Então meu primo continuou:
— Eu já andava percebendo alguns olhares de vocês três pro Theo e ele me contou tudo.
— C-como assim “tudo”? — Perguntou Toninho.
— Tudo. — Disse Denis. — Ele me contou que fez boquete em todos vocês e que os três fizeram ele de depósito.
— Você... — Começou Joel e Denis o interrompeu:
— Antes que vocês digam algo, eu e o Theo queremos contar uma coisa pra vocês.
— É. — Foi minha vez de falar. Até então eu estava em silêncio ouvindo o Denis. Eu me acheguei para perto dele, me sentei ao seu lado e coloquei uma das mãos na sua coxa. Ele correspondeu colocando um dos braços em volta do meu pescoço.
— Antes de mamar e dar pra cada um de vocês, o Denis foi quem tirou o meu cabaço. — Concluí. Joel, Samuel e Antônio sorriram uns para os outros.
— Vocês já sabiam, né seus arrombados? — Disse Denis.
— Claro que já! — Responderam todos antes de cairmos na risada.
— Ah, então se todo mundo já sabia que o Theo é nosso viadinho, então toma aqui! — Samuca desabotoou a bermuda e colocou seu imenso pau duro para fora.
— Se for assim, eu também quero! — Disse Joel.
— Eu também! — Foi a vez de Toninho.
— Ei, fui eu quem descabaçou ele, também tenho direito! — Denis reivindicou.
— Calma, calma, meninos, tem Theozinho pra todo mundo! — Finalizei aos risos.
— Ah, para de conversa fiada e vem cá. — Todos tiraram as roupas, Denis me pegou pela nuca e colocou seu pau na minha boca. Enquanto eu chupava um dos meus primos, os outros se aproximaram e eu punhetava cada um. Revezava: Joel e Samuca, Samuca e Toninho, Toninho e Joel.
— Tá bom caralho, senão eu vou gozar rápido! — Denis falou. — Agora é chupa o Samuca, vai Theozinho. — O próprio Denis retirou minha boca do pau dele e encaixou na pica de Samuca, que respondeu com um gemido. Enquanto eu mamava Samuca, Joel agarrou a rola de Denis e começou a punhetá-lo. Em seguida, soltei a boca do membro de Samuca e passei ao de Toninho. Quase engasguei, me molhei de saliva e continuei chupando. A mão de Joel no pau de Denis o fazia gemer de tesão. Após alguns segundos, comecei um boquete no Joel. Samuca lambia os dedos e passava no meu rabo, e Denis segurava minha cabeça com as mãos para Joel estocar. Aquela situação estava absurdamente gostosa, nossos corpos queimavam de desejo. Ninguém mais ligava para nada além do próprio prazer. Denis me colocara de quatro na cama e chupava meu cu, metendo a língua forte lá dentro. O Toninho tinha se ajoelhado e batia punheta nele. Foi quando vimos o Joel, que estava sentado ao meu lado na cama, começar a masturbar o Samuca, que estava em pé e se inclinou para retribuir o irmão. Depois se sentou pelo outro lado da cama e ambos começaram a pagar boquete um no outro. Assistir a cena dos meus dois primos irmãos se chupando disparou uma dose imensa de adrenalina no meu corpo.
— Me fode, Denis, mete essa pica em mim! — Eu pedi. Então, Denis começou a meter no meu cu rapidamente. Estávamos tão desesperados que não precisei me dilatar para receber seu membro. A pélvis do meu primo se chocava contra meu rabo produzindo um som de palmas leves e ele fazia o movimento de vai e vem socando tudo até o fundo.
— Isso, caralho! Isso, fode esse cu! — Eu dizia entredentes. Em pouco menos de dez minutos me fodendo, pau do Denis começou a pulsar.
— Vou dar leitinho do cu da minha puta! — Declarou ele — Toma leite no rabo, toma! Ahhh... — E começou a gemer ejaculando dentro de mim sem parar de meter. Logo depois, retirou rapidamente o membro trocando de lugar com Joel, que meteu em mim até o talo de uma só vez.
— Aaahhh... Isso Joel, fode sua putinha, vai! — Foi o meu sinal antes de começar a sentir o membro de Joel deslizando para dentro e para fora de mim.
— Vou bater o leitinho no teu cu, Theozinho! Vou bater até espumar! — Disse ele e aumentou a velocidade. Minhas costas arquearam, Samuca e Toninho abriam meu rabo para que Joel socasse mais fundo, e Denis ainda estava ereto depois que chupei e limpei todo o esperma da sua rola.
— Vou gozar pra você, Theozinho, vou gozar agora! — Exclamou Joel, antes de gemer arrastado sem parar de empurrar.
— Caralho, Joel, tá espumando, mano! — Ouvi Samuca dizer. Denis batia punheta e eu já chupava o pau recém-gozado de Joel, quando Samuca me virou de frango assado e introduziu o seu.
Mais quinze minutos se passaram com o meu primo Samuca esmagando minha próstata e abrindo o meu esfíncter interno, marretando muito. Ele abria minha bunda ao máximo e mal retirava seu membro de dentro de mim. Obviamente, eu explodi em jatadas de gozo que caíram por toda a minha barriga, mas Samuca não parava de me foder e eu, ainda duro, lambia a minha própria porra com os dedos.
— Theozinho, caralho, vou leitar teu cuzinho! Ahhh... Porra... — Foi o que meu primo disse antes de ejacular e rapidamente começar a foder minha garganta.
Joel e Samuel voltaram a chupar o pau um do outro, enquanto eu chupava o Denis. O Toninho me comia tão fundo e tão forte, parecia até um garanhão reprodutor. Seu saco batia conta minha bunda e o som produzido, junto com a sensação daquela rola me dilatando por dentro, estourando meu cu, me deixavam completamente em êxtase!
— Ai, caralho... Ai, porra... Toma Theozinho, toma! Ah... — Disse Toninho anunciando seu orgasmo. Joel e Samuca gemiam e se deliciavam provando o sêmen um do outro enquanto gozavam no seu meia-nove, e Denis gozava novamente na minha boca. Ao todo, naquela tarde, meus primos me foderam duas vezes cada um, sempre leitando meu rabo e me fazendo gozar três vezes sem bater punheta. Aproveitamos que os nossos tios não estavam em casa, nos lavamos todos e fomos esperar a chegada deles jogando videogame. Conversamos sobre o que fizemos e sobre o Joel e o Samuca.
— Ah, eu não sabia que vocês curtiam se mamar. — Disse o Denis.
— Eu sempre ficava espiando o meu irmão se trocar pra ver se o pau dele era do tamanho do meu. — Samuca falou.
— E eu me surpreendi desde que vi, sem querer, o Samuca batendo punheta pela primeira vez. — Explicou Joel. — Porque quando vi o tamanho daquilo e me dei conta que era maior que o meu...
— Ah, mano, nem é tão maior assim, vai! — Disse Samuca um pouco tímido.
— Teu pau é grande mesmo, Samuca, não precisa ter vergonha não! — Falei.
— É. O meu, por exemplo, é mais grosso e menor. — Disse Toninho.
— E o meu é quase do tamanho do Joel. — Disse Denis.
— Eu gosto de todos! — Exclamei e todos riram.
— A gente devia tentar de dois em dois da próxima vez, Theozinho. — Sugeriu Denis.
— Como assim? — Perguntei.
— Dupla penetração. — Disse Samuca. — Ou vai dizer que nunca te passou pela mente a ideia de ter duas picas nesse teu rabinho?
— Ah... De pensar, eu já pensei, mas... Nunca pensei que eu pudesse ter. — Respondi.
— Então agora pode. — Concluiu Joel.
— É e eu admito que ver o Joel e o Samuca pagando boquete um no outro me deixou ainda mais com vontade de te foder, Theozinho. — Falou Toninho.
— Pois somos dois, Toninho. — Adicionou Denis.
— Tu já experimentou o cuzinho do teu irmão, Samuca? — Perguntou Toninho.
— Não, não. — Respondeu ele. — Só pensei em ser chupado por ele mesmo.
— E tu, Joel, já pensou no rabinho do Samuca? — Foi a vez de Denis.
— Pensei também não, hahaha. Só queria sentir o sabor da picona dele. — Disse Joel. — Mas agora que tu falou, primo...
— Ih... Não vem não! Rabo pra mim é só o do Theo. — Disse Samuca e rimos todos. Depois de alguns instantes, eu começo a falar:
— Pois eu acho que vocês deviam tentar.
— Sai fora, Theo! — Foi Joel quem falou. — Cuzinho pra mim, só o teu mesmo.
— Mas como vocês vão dizer que não gostam sem experimentar?! — Questionei.
— Ele tem razão. — Disse Denis. — Eu quero tentar da próxima vez.
— Pode deixar que eu como! — Disse Toninho e rimos novamente.
— Se tu aguentar o Toninho, tu aguenta o de qualquer um, primo. — Joel falou.
— Ué, o Theo aguenta. — Afirmou Toninho.
— Aguento e gozo toda vez. — Completei.
— Pois então! Se fosse tão ruim assim como a gente escuta as pessoas falando, por que o Theo goza toda vez que a gente come o cu dele então?! — Denis quis saber. Nessa hora, eu fiz questão de ficar em silêncio e deixar os meus primos tirarem as próprias conclusões. Após alguns instantes pensativos, Samuca foi o primeiro a falar:
— Tem razão, Denis! Se vocês concordarem, a gente pode fazer uma sessão de experiência.
— Tá querendo dizer um troca-troca, Samuca? — Denis perguntou.
— Isso mesmo!
— Eu concordo! — Falei levantando minha mão.
— Eu também! — Foi a vez de Denis.
— Eu concordo, mas com uma condição. — Disse Joel. — Todos têm que participar pelo menos uma vez.
— Como assim? — Samuca perguntou e Joel começou a explicar:
— Por exemplo, todos nós vamos dar pro Denis, mas todos nós vamos comer ele também. Concordam desse jeito? Pra que todo mundo tenha direito de comer, todo mundo tem que dar. — Todos concordaram e eu concluí:
— Com exceção de mim, porque não tenho interesse em comer. Só em dar. Mas com certeza eu quero participar desse momento.
— Fechou então! — Todos responderam. Meus tios chegaram da cidade e nos encontraram conversando na calçada e em pouco tempo Joel, Samuel e Antônio foram para suas casas. Após o jantar, Denis e eu arrumamos a cozinha para nossa tia, possibilitando que ela fosse descansar mais cedo. Aquele dia fora bastante intenso em todos os aspectos. Então, ela e o tio Dener foram deitar às dez horas e o Denis e eu fomos em seguida.
Lá pela meia-noite ou uma da manhã, quando fui ao banheiro me aliviar, vi novamente a cena do tio Dener sentado na sala escura, com a luz do visor do celular clareando seu rosto. Dava para ver que ele usava fones de ouvido e que seu braço direito se movia devagar como se estivesse se masturbando. Dessa vez, decidi chegar mais perto tentando não ser percebido e vi que meu tio assistia a um vídeo erótico. Na cena do vídeo, um rapaz muito bonito estava deitado de lado, enquanto outro rapaz igualmente lindo estava deitado por trás. O que estava por trás investia contra o da frente, e em um determinado momento era possível ver que ele segurava uma das pernas do rapaz da frente com uma das mãos para manter a bunda dele aberta. O rapaz de trás também retirava seu membro e o colocava de novo no ânus do outro rapaz. Dava para ver que era um caralho grande, provavelmente de uns 26 centímetros e muito grosso. Assim, pela posição, se podia perceber que ele metia rápido e fundo, mas o rapaz que recebia aquela imensa rola não esboçava sinais de dor. Ao contrário, demonstrava prazer. Após alguns segundos assistindo àquele vídeo sem que meu tio me percebesse ali, fui rapidamente ao banheiro e, para minha surpresa, quando retornei, ele não estava mais na sala. Enquanto caminhava de volta ao quarto, senti uma mão pesada segurando me puxando pelo braço para um canto da sala.
— Vai aonde, Tinho? — Era a voz do meu tio, fazendo meu corpo estremecer.
— Tô indo dormir, tio. — Respondi como pude. A respiração acelerada, sem poder aumentar o tom de voz e nem enxergá-lo no escuro. Ouvi um muxoxo dele e em seguida sua voz grave falando baixo:
— Vamo ali comigo primeiro. — Em seguida, ele me levou por uma das portas laterais da casa até o alpendre, encostando a porta atrás de si. Lá fora, ele se sentou em uma das meias-paredes que rodeavam o alpendre e ordenou:
— Chupa.
Eu me ajoelhei e senti uma lufada de ar frio sob a minha pele descoberta. Ora, eu dormia somente de cueca slip, então estava quase completamente nu. Abaixei o short que tio Dener usava e encontrei seu caralho babando já de tão duro. Era uma rola colossal. Tinha 24 centímetros de comprimento e 6 de grossura. Era marrom com a cabeça avermelhada e alguns pêlos aparados na base. O saco, completamente lisinho, era amarronzado e grande também. Comecei a mamar.
— Mais rápido. — Ele mandou. E eu acelerei meus movimentos de sucção. Passava a língua ao redor da glande do seu pênis e saboreava o pré-gozo que ela liberava.
— Engole essa pica, vai! — Exclamou meu tio e eu comecei a abocanhar seu membro o máximo possível rapidamente. Meu corpo se arrepiava do vento frio, meus músculos se contraíam de tensão e meu pau pequeno já babava na cueca enquanto eu fazia aquele ato.
— Vem aqui! — Disse ele me colocando debruçado na meia-parede. Em seguida, arrastou minha cueca até os joelhos e segurou meu membro meio flácido e melado de pré-gozo. Sorrindo, ele disse:
— Então a putinha gosta de servir o titio, hein? — E começou a me masturbar. Meu corpo correspondia ficando mais quente e eu me segurava para não gemer. Mas foi assim que sua língua tocou minha abertura anal que meu corpo se entregou por inteiro. A boca do tio Dener vasculhava meu rabo incansavelmente. Meu cu, ainda dolorido da foda à tarde com meus primos, não hesitou em se dilatar para aquela língua grande que o lambia feroz. Após alguns minutos chupando e lambendo meu cu, e recebendo uma punheta, não aguentei mais:
— Porra tio, me fode logo, vai. — Ele parou de me linguar e eu pude ver um sorriso se formando em seus lábios. Também o vi cuspir várias vezes na mão e passar no meu cu, colocando a ponta dos dedos para dentro, na intenção de me dilatar.
— Tinho, você vai fazer o seguinte: — explicou — quando o titio for metendo o pau em você, tu vai fazendo força com o cuzinho pra expulsar, como se quisesse soltar um pum, tá certo? — Concordei e ele começou a introduzir seu membro. No começo, achei que fosse sentir uma dor excruciante, mas fiz o que ele mandou e deu certo. Senti um desconforto enquanto a glande passava em meu rabo, até que senti mexendo para frente e para trás.
— O titio vai meter tudo no seu cuzinho, tá? — Disse ele.
— T-titio, eu não vou aguentar. — Respondi.
— Ah, vai ter que aguentar sim. — Retrucou. — Você agora é a putinha do titio e tem que deixar eu me saciar com esse cuzinho. — Ouvi-lo me fez sentir um frio na barriga por pensar que eu seria rasgado ou que me machucaria. Assim, tio Dener colocou só a cabeça da pica no meu rabo por alguns segundos e se movimentou para que eu me acostumasse. Novamente eu não acreditava no que estava acontecendo: meu próprio tio enfiando sua rola imensa no meu rabo! E novamente eu estava gostando. Quando tio Dener viu que eu não ia aguentar mais do que a cabeça, avistou uma rede de descanso presa em um torno do alpendre. Então, dei a ideia:
— Me fode de ladinho, titio.
— Minha putinha quer me dar de ladinho, quer? — Perguntou.
— Quero. — Confirmei e ele jogou a rede pelo chão, fazendo-a se espalhar.
— Deita. — Eu me deitei e ele fez o mesmo por trás de mim. Segurou minha perna direita com seu braço e começou a colocar novamente. E dessa vez ele conseguiu colocar até a metade.
— É, metade é melhor que nada. — Foi o que ouvi antes do meu tio passar mais saliva na mão, levando-a ao meu corpo e voltar a estocar no meu rabo. Cerca de vinte minutos depois que fomos para o lado de fora, eu já estava de pau mole e todo molhado sentindo tio Dener socando sua rola lentamente em mim. Remexi meus quadris contra seu corpo fazendo com que entrasse tudo e pedi:
— Mais rápido, titio!
Tio Dener aumentou a velocidade com cuidado para não produzir sons muito altos. Nós também contínhamos nossos gemidos para não alarmar e, segurando minha perna, ele me fodia de lado. Após mais alguns minutos, ele me colocou novamente de quatro e começou a meter tudo sem dó. Senti minhas entranhas se dilatando, mas o tesão era maior que qualquer desconforto. O som do saco do meu tio batendo contra minha bunda e o barulho que a sua pica toda babada fazia entrando e saindo do meu corpo me faziam sentir insano!
— Delícia de putinha aguentando a pica do titio! — Disse ele. Eu comecei a gozar sem tocar no pau:
— Ah... Tô gozando, tio... Oh... — Falei encostando o rosto no chão e abrindo completamente a bunda com as duas mãos. Eu estava completamente fora de mim! Só queria que tio Dener continuasse me fodendo igual um animal selvagem como ele estava fazendo.
— Isso! Goza com minha pica toda no seu cu, vai! — Ele ordenou e aumentou a velocidade. Meu corpo adormeceu e foi inundado por uma sensação indescritível de adrenalina e prazer me fazendo arquear ainda mais as costas. Então, tio Dener anuncia:
— Vou gozar, Tinho! Ahhh... Ahhh... Ohhh... Caralho... — E começa a ejacular dentro do meu corpo sem parar de meter. Quando ele parou e se retirou de dentro de mim, expeli todo o seu sêmen na minha mão em forma de concha e levei até a boca. Degustei tudo na frente dele.
— Gostou, Tinho? — Ele quis saber.
— Isso te responde, tio? — Respondi mostrando meu pau gozado.
— Hahaha. — Ele riu — Vamos entrar antes que alguém nos veja. Mas olha: — me disse — eu achei que tu não ia aguentar minha pica.
— Hahaha. — Eu ri também. — Promessa é dívida, tio. Eu prometi e eu cumpri. Ele riu novamente e completou:
— Pois vamos manter isso em segredo. — Entramos, nos limpamos, cada um foi para seu quarto e eu fui dormir me sentindo o sobrinho mais feliz do mundo.
