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Jovens imprudentes nas garras de um tarado psicopata

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Um conto erótico de Marcela Araujo Alencar
Categoria: Heterossexual
Contém 3213 palavras
Data: 05/07/2026 13:57:45

Jovens imprudentes nas garras de um tarado psicopata

Conto n.º 231 de Marcela Araujo Alencar

Tema: falsidade, drogadas, sequestro, tortura, estupro, pornografia, escravas sexuais

***

Helena chegou em casa pouco depois das 12h40, vindo do colégio. Com uma fome de loba, jogou a mochila sobre o sofá da sala e, dando um beijo rápido em sua mãe, cumprimentou seus dois irmãos e se sentou ao lado de sua tia, pronta para comer o delicioso almoço que sua mãe preparou, mas levou uma repreensão de sua mãe.

— Helena, levante e vá lavar as mãos e o rosto, e só depois venha almoçar, menina!

Sem reclamar, ela se levantou e correu rapidamente para o lavabo ao lado da copa, lavou as mãos e o rosto, como sua mãe pediu, e depois comeu toda a comida do prato fundo que sua tia serviu para ela.

Helena é assim, uma adolescente na flor da idade, linda de corpo, rosto e coração; entretanto, tem um senão: é demasiadamente imprudente e inocente ao lidar com o mundo cão dos dias atuais.

Neste sábado, ela se veste cedo para sair, vai se encontrar com sua melhor amiga, Sarita, colega de colégio desde o jardim de infância. As duas garotas querem passar o dia no Shopping Centraliza, o maior e mais bem equipado da cidade. Combinaram de se encontrar no portão central às 9 horas. Sarita chegou, alguns minutos atrasada, mas logo as garotas estavam passeando pelos inúmeros corredores do shopping, desfilando suas graças e beleza.

Foi inevitável que fossem confundidas por alguns frequentadores como se fossem garotas de programa, que circulam neste shopping. Muitos homens se aproximaram delas com propostas, perguntando quanto queriam com as duas em um motel, passeios de automóvel ou assistir a uma sessão de cinema, e até para simples passeios. Lógico que ambas os dispensaram. Até que um homem elegante, não devendo ter mais de trinta anos, bem-vestido e corpulento se aproximou das jovens e falou:

— Bom dia, senhoritas, desculpem minha intromissão, mas é que as vi tão lindas e não resisti. Meu nome é Adilson, sou fotógrafo e trabalho para este shopping, e eles querem fazer propaganda do local, demonstrando ao público a beleza daqui e como os jovens gostam de nos visitar.

Helena, surpreendida, olhou para Sarita e perguntou ao homem:

— Senhor… Adilson… por que nos informa disso?

— É o seguinte, estou autorizado a pagar até R$ 1.000,00 para que vocês sejam as jovens que falei. Espero que aceitem minha proposta. Não terão de fazer nada, é só continuar passeando, enquanto eu as filmo com minha máquina.

— Nossa! É só isso? Então vamos aceitar; esse dinheiro vem na hora, não é mesmo, Sarita?

— Lógico que sim, Helena. Na minha bolsinha só tenho R$ 15,00 e minha mesada é de R$ 100,00.

Durante as próximas horas, as duas jovens, seguindo o que Adilson solicitava, passearam pelos corredores do shopping, com ele as filmando com uma máquina portátil.

— Garotas, terminamos. Agora vocês podem ir ao nosso escritório, aqui mesmo no shopping, para receber o pagamento pelo serviço. E no 20º andar, sala 1207, podem pegar o elevador, mas só daqui a trinta minutos.

Elas não gostaram desse negócio de receber o pagamento depois, pensavam que seria ele quem as pagaria após as filmagens. Mas, como não tinham como reclamar, se conformaram. Depois dos trinta minutos, foram até o setor dos elevadores. Desceram no 20º andar e, no amplo corredor, seguiram até encontrar a sala 1207.

Não havia nenhuma placa de identificação, somente a do número da sala. Surpreenderam-se ao ver que foi o próprio Adilson que as recebeu.

— Oh! Senhor… como pode… encontrar o senhor aqui?

— Pois é, recebi uma mensagem dizendo que o pessoal do escritório não viria trabalhar hoje.

— E o nosso dinheiro, como fica?

— Quanto a isso, não tem problema. Tenho esse valor numa gaveta na outra sala. Venham comigo, garotas.

Helena e Sarita, incautas, desprovidas de malícia, seguiram o homem, que disse se chamar Adilson. Espantaram-se ao ver a sala, minúscula, desprovida de móveis, abafada e pouco iluminada. Não perceberam quando ele recuou e fechou a porta, trancando-as. Quando notaram, já era tarde para qualquer reação. Ele as trancou, e, assustadas, começaram a bater na porta com palmadas.

— Sarita, você está sentindo cheiro de gás?

— Estou! Que é isso, amiga? Estou ficando tonta.

Em poucos minutos, Helena e Sarita estavam caídas no chão da salinha, desmaiadas pela ação do gás que inundou o pequeno recinto.

Enquanto Adilson esfregava as mãos, satisfeito por capturar as garotas. As coloca estendidas sobre o piso, retira do bolso uma pequena lata redonda contendo um lubrificante e suspende as saias das jovens inertes. Se ajoelha ao lado de Helena, baixa sua calcinha até os joelhos e separa suas coxas. Lambuza o dedo indicador com o lubrificante e com cuidado o insere na vagina dela. Suspira aliviado ao verificar que Helena é virgem.

Sua percepção estava certa. Atualmente encontrar uma virgem com 18 anos, é coisa rara. Tive sorte mais uma vez. Depois ele faz o mesmo em Sarita, e exalta de alegria ao verificar que tem duas virgens em suas mãos, apesar da idade.

Elas devem permanecer virgens, pois este é o meu negócio, mas uma boa chupada nessas coisinhas linda, vale e cu não tem hímen, então vou me divertir um pouco com estas belezocas.

Adilson se posiciona entre as coxas de Sarita e se delicia lambendo sua jovem boceta. Mesmo inconsciente, ele percebe que ela fica molhada, em uma reação normal do organismo. Depois, lubrifica o ânus e o pênis e lentamente o introduz no cu da jovem Depois vai até Helena e fica por alguns minutos se movendo, nesses mesmos atos indignos. Se dá por satisfeito desta patifaria, ainda se glorifica por ação tão desprezível: “Estou ficando melhor como caçador, pois, com estas duas, já são cinco que peguei, e até hoje ninguém desconfia quem é o responsável pelo sumiço dessas moças, em apenas 40 dias”.

Agora, vamos injetar entorpecente nessas bonequinhas para dormirem por horas, para facilitar o transporte, de uma por vez, com o carrinho de serviço, para o estacionamento.

***

Noventa minutos mais tarde, Adilson estava saindo pelo portão principal do shopping, com Helena e Sarita inconscientes no porta-malas, com destino a um cativeiro previamente preparado.

Oito horas depois, ele chegou ao seu destino. Uma casa de alvenaria de dois pavimentos, erguida numa pequena clareira na Floresta das Almas, no topo da Montanha dos Ventos Uivantes.

***

Sarita acorda estendida numa pequena cama em um quarto minúsculo, onde só tinha uma cama e uma cadeira. A janela quase junto ao teto, com barras metálicas e uma única lâmpada pendurada ao teto. Ela estava vestida e calçada, tal como estava no shopping. Estava só, sem Helena e, isso foi sua principal preocupação. Se ergueu e começou a bater na folha da pequena porta com os punhos.

***

Em outro quarto idêntico ao de Sarita, estava Helena. Sua reação foi igual ao da amiga, começou a socar a porta. Só que alguém atendeu seus pedidos de ajuda, a porta foi aberta e Helena recuou com medo ao ver outro homem e não Adilson.

Ele entrou sorridente, trazendo numa mão um objeto parecido com uma lanterna e algumas peças de roupas em tecido preto, que jogou sobre a cadeira e então Helena pode perceber que era um biquíni duas peças, fio dental.

Vendo o medo na jovem, que ele falou.

— Moça, quero que você vista este biquíni, agora na minha frente.

A jovem por momentos ficou olhando para ele, parecendo não entender o que ele queria que fizesse e, só então, segundos depois, a ficha caiu e ela se revoltou.

— Você está maluco? Lógico que não farei isso, sou uma moça decente, cara!

— Moça decente ou não, você fará o que mandei! Caso contrário as consequências serão graves.

Mesmo com esta ameaça, Helena continuou imóvel, pois ficar nua na frente dele, isso não faria. Ele voltou a ameaçar, e ela, com medo, disse que vestiria o biquíni, mas que ele saísse do quarto.

— Você vai fazer o que estou mandando, moça.

— Não farei iss… uuuaaaiii

Helena não terminou a frase. Caiu no chão, com um grito, se contorcendo de dor, com o choque do taser que encostou no seu ombro.

Ele esperou que ela se recuperasse, então mandou que ficasse de pé e que tirasse a roupa. A jovem chorando, sem tirar os olhos do taser, se negou a ficar nua. Tentou se esquivar, mas não conseguiu e tombou, com o novo choque.

O sujeito se viu obrigado a dar quatro choques na garota, até que chorando e trêmula, apoiada em uma parede, Helena lentamente se despiu e se virou, ficando de costas para ele e vestiu o micro biquíni, que a deixava praticamente nua. A peça superior consistia apenas numa faixa de pano que mal cobria seus mamilos e a calcinha, apenas um triângulo que mal cobria a vagina e atrás apenas um fio, escondido entre as nádegas. Na realidade ela estava nua.

— Meu Deus! Vocês estão loucos, como podem fazer este crime hediondo? Que local é este?

*** *** ***

72 horas depois

Em um grande salão, bastante iluminado, no canto da sala onde o piso é mais elevado alguns centímetro em relação ao restante do ambiente, um cano metálico serve como travessão entre as paredes, na altura de 2,5 metros do piso.

O que tem de peculiar nisso, é que há cinco jovens nuas, quatro loiras e uma ruiva, com cabelo vermelho forte. Todas bonitas, com corpos belíssimos; que claramente demonstram pavor em seus rostos. Elas estão em pé, equidistante um metro entre si, mas impossibilitadas de saírem de suas posições, pois fios de náilon resistentes com laçadas, folgadas, em seus pescoços, as prende ao travessão acima, pela extensão do fio. Com esta arquitetura, as jovens, estão livres somente para movimentar braços e pernas, obrigadas a ficarem erguidas.

Há alguns metros, uma equipe completa de máquinas filmadoras, de iluminação e equipamentos de transmissão via on-line.

Esta montagem é necessária, para viabilizar o leilão especial anunciado para o trimestre, oferecido a um grupo muito seleto de clientes.

Um homem, parecendo ter pouco mais de 60 anos, sob no palco improvisado e fala, olhando diretamente para a máquina com o led vermelho, que indica que ela está liberada para a transmissão online:

— Senhores, as peças raríssimas ofertadas neste leilão, são: 5 jovens, com o mínimo de 18 anos, virgens, loiras ou ruiva, de boa ascendência. Lance mínimo em Euros, conforme anunciado. As ofertas são para o lote, para as 5 peças. Garantimos entrega na casa da maior ofertante, no máximo em 35 dias.

*** *** ***

20 dias mais tarde

No Oceano Atlântico, há meio caminho entre a América do Sul e a África, navega um iate oceânico, impulsionado por dois potentes motores a diesel, com uma tripulação de oito homens. Na realidade são marinheiros mercenários, contratados por uma poderosa quadrilha que se dedica ao lucrativo comércio do tráfico de mulheres para se tornarem escravas sexuais.

***

No porão refrigerado do iate, Helena, Sarita, Magda, Salete e Elizabeth, as chorosas e inconformadas moças, deitadas ou recostadas em seus beliches, sentem o leve vibrar dos motores a diesel do veloz barco. Elas não conhecem seus destinos, mas têm ciência de que são vítimas de traficantes internacionais de mulheres para fins sexuais, o que as deixam apavoradas.

No convés, oito tripulantes sabem da preciosa carga que transportam e qual destino: A costa oriental da África do Sul, implicando em atravessar o perigoso Cabo das Tormentas, aportar e desembarcar as jovens e as levar até um helicóptero, que as levará para um país onde um poderoso e odiado ditador negro as comprou em leilão, para o seu harém particular.

***

Estes serviços que fazem por encomenda, está deixando a tripulação bastante insatisfeita, por serem eles que correm os principais riscos e, são os que menos ganham. Em rebelião, decidiram negociar as cinco mulheres por conta própria, no velho mundo. Nessa circunstância, em vez de navegarem para o sul, o iate mudou de rota, navegando rumo norte pelo Atlântico, tendo como destino o Mediterrâneo.

Lá, na Velha Europa ou Rússia, conhecem alguns comerciantes do ramo, que estão dispostos a comprar mulheres jovens, bonitas e brancas.

— O piloto do barco exclama eufórico para seus camaradas:

— Passamos a perna naquele ditador de merda, ele comprou as Virgens, mas não as terá em seu harém.

— Michael, estou pensando que este negócio de virgem tem pouco sentido para o pessoal lá de cima,

— Tu tem razão, Miguel. Então vamos avisar aos rapazes, que temos cinco cabaços pra nós. Somos oito e elas, cinco. Três de nós não teremos cabaços pra foder. Cinco serão no de nós seremos sorteados no carteado, pra saber quais vão foder as bocetas virgens.

As cinco jovens, alheias ao decidido no passadiço, se levantam assustadas, ao verem uma escotilha ser aberta e uma escada metálica com 6 degraus de 20 centímetros de largura, ser lentamente descida até tocar o piso do porão.

Um homem surge na escotilha e ordena que todas subam para o convés. Salete é a primeira, ávida em ver a luz do Sol, isto anima as outras e Sarita, Helena, Elizabeth e Magda a seguem.

Porém, ao pisarem no tombadilho, não veem apenas o brilho da luz solar, mas também o brilho do desejo nos olhos dos homens, e isso as fazem se achegarem entre si, amedrontadas.

O medo transformou-se em gritos de pavor, quando cinco deles se aproximam e, cada qual segura uma jovem e as arrastam, utilizando de força, para os alojamentos. São apenas três camarotes no iate, cada um com dois beliches. Sarita e Magda são empurradas para o camarote 1, O 2, são levadas esperneando, Elizabeth e Salete. Helena é conduzida, aos berros para o camarote 3.

***

Helena, nos braços de um moreno, um pouco mais alto que ela, luta evitando que a empurre para o beliche. Apesar de forte e desesperada, ela vai perdendo as forças e, ele se deita por cima e com duas fortes bofetadas em suas bochechas, a domina e a desnuda. Fica encantado com o belíssimo corpo nu de Helena. A beija com enorme fúria e desce com a boca faminta, lambendo seu pescoço, e ombros, espalma seus seios e chupa os salientes mamilos por quase um ano e vai descendo pelo ventre, deixando marcas dos chupões e leves dentadas, até chegar entre as roliças e macias coxas. Helena, já sem forças para resistir ao avanço do marinheiro mercenário, apenas fracamente protestou, quando o sentiu encostar os lábios em sua boceta, quase sem nenhum pelo e iniciou a dar leves chupadas em seu saliente clitóris.

Ela tem 18 anos e três meses e o máximo que um dos seus namorados conseguiu, foi a alisar, mas por cima da saia e da calcinha, por apenas um minuto, se tanto. Não que seja fria, mas é que tinha desejo de apenas se entregar quando se apaixonasse, o que não aconteceu ainda.

Agora, sequestrada por traficantes de mulheres, sentia a boca de um homem, em sua boceta, e isso a apavorou e, ao mesmo tempo, despertou sua libido, até então adormecida. Por um ano, o homem a ficou a lambendo e mordendo, como um lobo faminto, Helena gemia de dor, não demorou e, para seu espanto, inexplicavelmente, aos gemidos de dor, se somaram, os de prazer.

Daí em diante, ela se desmanchou em incontáveis orgasmos. Mil vezes melhor de quando se masturbava. Passou a ser partícipe atuante quando ele subiu e encostou a glande em sua babada boceta. Gemeu de dor e prazer quando sua vagina foi se distendendo para alojar o grosso invasor que avançou e rompeu o guardião de sua virgindade. Helena, estava nas nuvens, e como um polvo se grudou ao mercenário com braços e pernas, o mordendo nos ombros e pescoço, enquanto o sentia se mover rápido dentro de sua vagina. Ela explodiu num último e brutal orgasmo, quando sentiu um barril de porra alagar seu colo de útero. Helena se sentia totalmente demolida, sem forças para nenhuma reação, quando o homem, sem mesmo tirar de dentro, começou tudo novamente. Depois, quando a virou e se deitou nas suas costas e o sentiu direcionar o pau para o seu cu, lutou como uma tigresa para evitar que a sodomizasse. Mas ele, bem mais forte, a segurava com as mãos amassando seus seios como se fossem massa de pão, em poucos empurrões, estava o membro totalmente enterrado em seu cu.

***

Sarita, tão bela como sua amiga Helena, com a mesma altura e com um corpo mais proeminentes, principalmente na comissão de frente e na bunda. Foi “sorteada” por um mulato grandão. Ele a pega pelo braço e a leva para um dos camarotes. Sarita luta desesperadamente e consegue acertar uma joelhada entre as pernas do marujo. Enfurecido, o homem começa a espancar a jovem, até a ver caída no piso metálico do camarote, gemendo de dor. Com bastante brutalidade, ele rasga suas roupas e a coloca no beliche e durante horas a fode pelo cu, boca e vagina,.

***

As outras três jovens, Elizabeth, Salete e Magda, foram igualmente brutalizadas e deixaram suas virgindades nas mãos dos rudes marujos. Sendo que Salete, a “mais belas, entre as belas” a que mais sofreu, justamente por esta sua qualidade, pois todos os oito brutamontes a queriam mais vezes em abusar da coitadinha.

***

Durante as semanas que durou a longa jornada pelo Atlântico e pelo Mediterrâneo, as cinco jovens permaneceram “residindo” no tombadilho, sendo muito mais nos camarotes, deitadas nuas nos beliches, pois sempre tinha um deles querendo sexo com uma delas. Sendo que Salete passou 90% do seu tempo “livre” com um dos oito marujos dentro de sua vagina, bunda ou boca.

***

Com esta “procura” por sexo, por todos os homens, Salete se viciou em ser fodida. Isto lhe custou uma espécie de “benefício”, ou seja, enquanto Sarita, Helena, Magda e Elizabeth, foram compradas por redes de atividades sexuais de alguns países. Salete foi “incorporada” a tripulação do iate, numa função não oficial a bordo, como a “puta dos tripulante” e o mais extraordinário de tudo isso, é que ela gostou dessa sua designação. Mas devemos considerar, que Salete era apenas um corpo, sem alma, navegando nas águas escuras de uma mente que não mais existe.

***

Sarita, atualmente é uma das escravas sexuais de um poderoso mafioso russo, servindo como entretenimento aos seus numerosos colegas da máfia russa.

***

Helena é mais uma das garotas de programas de um bordel de luxo, na periferia de Berlim, onde suas “colegas”, têm a mesma origem, todas jovens mulheres lindas, traficadas como mera mercadorias de diversos países, para serem escravas sexuais.

***

Elizabeth fugiu de um prostíbulo de luxo de Paris. Ela fora comprada por Madame Piemonte, para ser mais uma de suas escravas do sexo. Sem “lenço e documentos” e também sem dinheiro, atualmente se prostitui nas ruelas de uma cidade pequena de Espanha, em busca de comida.

***

Magda, a mais “sortuda” das cinco “irmãs da desgraça” é atualmente a escrava preferida do homem que a comprou. Durante o dia, ela fica trancada em um quarto da mansão e à noite, ele a leva para dormir em sua cama.

FIM

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Comentários

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Essa história é bem atual e mostra uma realidade o qula não se vê no noticiário com frequência ( pelo menos eu raramente vejo notícias desse tipo) e olhando os números que diz que 96% das vítimas de sequestro internacional ,são mulheres e tem como Espanha, Portugal, Itália o destino preferido. Chega a ser assustador esses números .

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