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O Trabalho Voluntário Da Religiosa Gostosa Pt7 Noite De Putaria

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Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Heterossexual
Contém 2273 palavras
Data: 05/07/2026 13:18:01

Tatu então posicionou Eduarda de quatro no sofá da sala. Começou enfiando um dedo grosso na buceta molhada dela, mexendo devagar, depois o segundo, esticando as paredes internas, e por fim o terceiro, abrindo-a bem. Deu uma sequência de tapas fortes na bunda arredondada da loira, deixando a pele vermelha e marcada. Eduarda gemia, o corpo tremendo. Ele posicionou a cabeça roxa do pau preto na entrada da buceta e empurrou. Ela gemeu alto:

— Meu Deus… é muito grande…

Ele a penetrou lentamente, centímetro por centímetro, o pau grosso forçando e alargando a buceta dela, que pulsava ao redor dele. Eduarda sentia cada veia, cada polegada entrando fundo, esticando-a de uma forma que doía e dava prazer ao mesmo tempo. Tatu segurou seus quadris largos e começou a foder ela devagar, entrando quase todo e saindo até quase a cabeça, depois voltando com estocadas ritmadas e profundas, fazendo os seios grandes dela balançarem e a bunda tremer a cada impacto.

Tatu aumentou o ritmo, segurando os quadris largos de Eduarda com firmeza e metendo com mais força, o pau preto grosso entrando quase inteiro a cada estocada, fazendo a buceta dela pulsar e escorrer de tesão. O som molhado da carne se chocando ecoava na sala, os seios grandes dela balançando violentamente enquanto ele a fodia sem piedade. Ele gemia rouco e dizia, entre as estocadas:

— Você é uma vadia gostosa… nasceu pra ser puta… olha como essa buceta aperta meu pau preto…

Eduarda gemia alto, o corpo suado tremendo, sentindo cada centímetro dele batendo fundo, roçando pontos que a faziam perder o controle. Tatu acelerou ainda mais, dando tapas fortes na bunda dela, puxando os cabelos loiros e metendo com violência, o pau latejando dentro dela. Depois de minutos intensos, ele grunhiu alto, segurou os quadris com força e gozou dentro da buceta dela — jatos grossos e quentes de porra jorrando fundo, enchendo-a completamente enquanto ele pulsava e esvaziava, deixando a buceta transbordando.

Tatu então a deitou no sofá, abriu bem as pernas dela e começou a foder sua buceta com os dedos, enfiando dois grossos e curvando-os para tocar o ponto G, mexendo rápido enquanto o polegar pressionava o clitóris inchado. Eduarda gemia alto, o corpo tremendo, quase gozando, mas antes disso ele tirou os dedos e disse, rouco:

— Não, vadia. Você vai gozar com meu pau.

O pau dele já estava duro novamente, latejando. Ele a penetrou olhando diretamente nos olhos da loira, que se reviravam a cada centímetro que entrava na buceta apertada. Eduarda sentia ele preenchê-la completamente, esticando-a ao máximo, o pau grosso e venoso roçando todas as paredes internas. Tatu acelerou o ritmo, metendo com força, segurando os quadris dela, fazendo os seios grandes balançarem a cada estocada violenta. Ela gemia descontroladamente, as unhas cravadas nas costas dele, o prazer tomando conta. Ele manteve o ritmo intenso, fundo e rápido, até que Eduarda gozou forte no pau preto de Tatu — a buceta contraindo violentamente ao redor dele, o corpo convulsionando, um orgasmo intenso e prolongado enquanto ela gritava de prazer.

Ela caiu exausta no sofá, o corpo suado e tremendo. Tatu, ainda com o pau duro latejando, disse:

— Eu ainda estou duro, gostosa. Vamos para o quarto no quintal.

Eduarda, ofegante, respondeu:

— Por que não vamos para o meu quarto?

Ele sorriu, malicioso:

— Ainda não, gostosa.

Ele a seguiu, olhando aquela bunda vermelha de tanto tapa recebido, balançando a cada passo. Entrou atrás dela no quarto do quintal, jogou-a na cama onde ele dormia e a posicionou de quatro. Penetrou-a com força, o pau grosso entrando fundo, dominando-a completamente. Eduarda estava louca de tesão, gemendo alto e pedindo mais:

— Mais… por favor… me fode mais forte… ahhh… assim… não para…

Seus gemidos eram descontrolados, misturados a súplicas: “Me arromba… me usa… eu sou sua vadia… mais fundo…”. Tatu metia com brutalidade, segurando os quadris dela, dando tapas fortes na bunda já vermelha, o pau preto entrando e saindo com violência. Após uma foda intensa e bruta, ele a fez ter um novo orgasmo — dessa vez ela convulsionava, os olhos viravam, o corpo se arrepiava a cada estocada funda, a buceta pulsando forte ao redor do pau dele. Eduarda gritou de prazer, o orgasmo intenso dominando todo o corpo. Tatu acelerou ainda mais e gozou junto, jorrando porra quente e grossa bem fundo dentro dela, enchendo-a completamente enquanto ambos tremiam.

O dia já estava amanhecendo, o sol porém ainda não havia saído. Eduarda estava cavalgando no pau de Tatu, toda suada, com porra seca na buceta e prestes a receber outro jato dele. Ela subia e descia com força, os seios grandes balançando, a bunda quicando contra as coxas dele. Tatu segurava seus quadris, dava tapas fortes na bunda e dizia rouco:

— Isso, vadia… se entrega ao meu pau preto…

Nas últimas horas eles transaram várias vezes. Ela perdeu as contas de quantos orgasmos teve e quantas vezes ele encheu sua buceta de porra quente. Tatu a fodeu de quatro, de lado, no colo dele, contra a parede — sempre com força bruta, o pau grosso esticando-a, batendo fundo, fazendo-a gozar repetidamente enquanto ele a dominava completamente. Eduarda gemia descontroladamente, o corpo tremendo a cada clímax, a buceta pulsando e escorrendo porra misturada aos seus próprios sucos.

Após uns minutos cavalgando com intensidade, Eduarda gozou forte mais uma vez, o corpo convulsionando, gemendo alto. Tatu, ainda duro dentro dela, disse:

— Eu quero gozar… me chupa, gostosa.

Eduarda começou a chupar ele com vontade. Tatu adorava ver os olhos dela enquanto era chupado, segurando a cabeça loira e guiando o ritmo. Ela subia e descia com a boca, a língua girando na cabeça roxa, tentando engolir o máximo possível. Após alguns minutos chupando com intensidade, ele pediu:

— Para… vou gozar.

E gozou forte na cara da loira — jatos grossos e quentes de porra acertando o rosto, os lábios, os cabelos e os seios dela. Tatu deu um tapa forte na bunda arredondada e disse:

— Vou tomar um banho, vadia. Até a próxima.

E saiu.

Eduarda caiu na cama velha no quarto dos fundos e ficou ali, toda gozada, com porra na cara, no cabelo, na bunda e escorrendo da buceta. Estava dolorida, a buceta inchada e sensível, o corpo marcado por tapas e mordidas. Mas sentia uma satisfação sexual que jamais havia experimentado — horas de sexo intenso, orgasmos fortes e uma dominação que a deixou completamente esgotada. Adormeceu ali mesmo, exausta.

Eduarda acordou às 9 horas da manhã. Sabia que se Paulo pegasse o ônibus das 7 horas, o primeiro a sair da cidade onde os sogros moram, ele poderia chegar em 30 minutos ou uma hora. Foi tomar banho. No banho, ela olhava as marcas do sexo intenso com Tatu da noite anterior — marcas vermelhas de tapas na bunda, chupões nos seios e na parte interna das coxas. Precisava dar um jeito de esconder isso de Paulo até elas sumirem. Enquanto a água quente escorria pelo corpo, sua mente pensava em quando aquela noite de sexo se repetiria, mas a culpa a consumiu. Quando saiu do banheiro e viu a foto da família na parede, a realidade bateu forte.

Ela seguiu até o quarto, ajoelhou-se ao lado da cama e orou a Deus pedindo desculpas por ter traído seu marido. “Senhor, me perdoa… eu fraquejei, eu caí em tentação, eu traí o homem que amo e a família que construímos… tira esse desejo de mim, purifica meu coração, me dá força para resistir…” Durante a oração, sua mente jogava pensamentos impuros que a atormentavam: “Desculpa nada… eu amei aquele pau preto… a forma como ele me dominou, como me fez gozar como nunca antes…”. Eduarda chorou após a oração, lágrimas escorrendo pelo rosto por causa dos pensamentos conflitantes que a consumiam — culpa profunda misturada com uma excitação residual que não conseguia apagar.

Ela se vestiu com roupas simples e modestas. Pouco depois, Paulo chegou e a beijou, abraçando-a com carinho. Disse:

— Preferi deixar os filhos lá na casa dos pais. Não era seguro eles virem de ônibus.

Ele deitou-se no sofá e adormeceu rapidamente.

Eduarda seguiu o dia arrumando a casa. Faxinou todos os cômodos com capricho. Ao entrar no quarto onde aconteceu a transa com Tatu, notou o cheiro forte de porra seca nos lençóis. Sua mente se inundou imediatamente de lembranças da noite anterior — as estocadas fortes, os gemidos, os orgasmos intensos. Sentiu um misto de culpa e excitação. Pegou o lençol, pôs na máquina de lavar e limpou o quarto com cuidado.

Paulo acordou e veio até ela, dizendo:

— Amor, eu acho que vou desmontar a cama.

Eduarda respondeu rapidamente:

— Não precisa, deixa ela aí. Vai que tenhamos que hospedar alguém de novo.

Paulo saiu e, antes de ir, disse:

— O arroz que você pediu pra mim fazer está pronto.

O casal almoçou e ficaram juntos a tarde. No início da noite eles se arrumaram para o culto. Eduarda se sentia mal por ter que pregar no altar e disse ao marido que não faria isso naquele culto. Eles seguiram para o culto. Ela encontrou Clara, que estava linda e maravilhosa, usando um vestido preto longo, elegante, que marcava sutilmente seu corpo esguio, com um decote discreto e um caimento perfeito. Clara disse:

— Duda, querida, queria muito te ver. O culto no presídio foi maravilhoso.

E saiu para dentro da igreja.

Após isso eles entraram e o culto começou. Ela notou Tatu na última fileira, sorrindo para ela. Sua buceta molhou na hora. Pediu a Deus perdão.

Após o culto, Clara e Renato chamaram Paulo, Eduarda e o irmão Reinaldo para uma conversa em particular. O culto havia sido abençoado, com louvor forte e emocionante que enchia o templo de adoração, vozes unidas levantando as mãos, lágrimas escorrendo de muitos fiéis e uma atmosfera de presença do Espírito Santo. A palavra pregada tocou corações, trazendo exortação, conforto e renovação. Eduarda participou, mas sua mente estava dividida entre a unção do momento e os pensamentos conflitantes que a atormentavam.

Renato começou:

— Essa semana eu e Clara vamos viajar, então não tem como Clara ficar na igreja. Ela ficava aqui das 10h às 20h quando não havia culto, dava umas saídas, mas sempre voltava.

Paulo disse:

— A Eduarda pode ficar aqui. Nossos filhos vão ficar na casa dos meus pais essa semana.

Eduarda concordou:

— Sim, essa semana eu tenho a manhã livre, então posso ficar aqui.

Renato virou-se para Tatu:

— Você já terminou de pintar tudo e de arrumar o telhado, mas tenho mais. Você vai ficar aqui, pois vamos trocar pias, vasos sanitários e encanamento dos banheiros. Eu e Paulo conversamos e vamos aproveitar que você tem trabalhado aqui nos últimos dias e vamos te dar mais trabalho.

Eles apertaram as mãos. Eduarda pediu a Deus sabedoria para lidar com Tatu durante a semana, mas outro lado de sua mente só pensava no pau preto dele — e sua buceta molhou imediatamente, a ponto de sair sucos, e seus seios endureceram. Tatu disse, com um sorriso calmo e cínico:

— Até amanhã, pastora Eduarda. Deus te abençoe.

Eduarda e Paulo seguiram na igreja por mais alguns minutos. Clara retornou para buscar sua bolsa que havia esquecido e, ao pegá-la, deixou cair um objeto de dentro: um plug anal preto, pequeno e brilhante. Eduarda não sabia exatamente o que era e não notou que Clara percebeu que ela viu. Antes de ir embora, Clara se aproximou de Eduarda e disse:

— Pastora Duda, quero ver se você dá conta de tomar conta disso tudo.

Disse isso abrindo os braços, referindo-se à igreja, e continuou:

— Essa semana tem trabalho voluntário. Dá conta de tudo sozinha mesmo.

E saiu elegantemente.

Eduarda seguiu com Paulo para casa. Ele pediu sexo. Ela disse que aceitava, só se a luz estiver apagada, pois tinha dor de cabeça. Ele aceitou.

Eduarda e Paulo transaram com a luz apagada. Ela havia mentido sobre a dor de cabeça apenas para que ele não notasse as marcas da noite intensa de sexo com Tatu — os chupões discretos nos seios, as marcas vermelhas de tapas na bunda e nas coxas, e a buceta ainda sensível e um pouco inchada. Paulo a beijou com carinho, tirou sua roupa devagar e a deitou na cama. Penetrou-a com desejo, metendo com um ritmo constante, segurando seus quadris largos enquanto entrava e saía. Eduarda gemia baixinho, correspondendo, mas sua mente só comparava o sexo do marido com o do tarado do Tatu — o homem que passaria a semana toda a sós com ela na igreja. O pau de Paulo era bom, mas não se comparava ao tamanho, à grossura e à força bruta do pau preto de Tatu, que a preenchia completamente, batia fundo em lugares que Paulo nunca alcançava, esticava suas paredes de forma quase dolorosa e a fazia gozar de um jeito avassalador. Enquanto Paulo metia com carinho e ritmo, Eduarda lembrava das estocadas violentas de Tatu, dos tapas na bunda, da forma como ele a dominava, a chamava de vadia e a fazia implorar por mais. O sexo com Paulo foi bom, mas previsível — ele durou mais que o habitual, mas ainda ejaculou antes que ela conseguisse chegar ao orgasmo, gemendo e enchendo-a de porra quente. Eduarda fingiu satisfação, acariciando os cabelos dele, mas por dentro sentia uma frustração profunda e uma excitação proibida ao lembrar do pau grosso e venoso de Tatu latejando dentro dela, dos orgasmos intensos que ele lhe proporcionara na noite anterior. O contraste era enorme: o sexo carinhoso e rápido com o marido versus a foda bruta, dominadora e inesquecível com o homem que agora estaria ao seu lado a semana inteira na igreja. Ela orou silenciosamente pedindo perdão, mas o corpo ainda latejava com as memórias.

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