Eu nunca imaginei que aquilo fosse acontecer. A Ana era aquela vizinha gostosa que eu via de vez em quando no elevador. Corpo de academia, bunda empinada, cintura fina e um par de peitos que chamavam atenção mesmo de blusa. Ela tinha 28 anos, cabelo castanho longo e um jeito safado no olhar.
Naquela sexta, a gente se encontrou na garagem. Uma conversa levou a outra e, em menos de meia hora, ela estava no meu apartamento.
Mal fechamos a porta e já estávamos nos beijando com fome. Tirei a blusa dela, os seios redondos pularam livres. Chupei com vontade enquanto ela gemia baixinho, apertando minha cabeça contra o peito. Quando baixei a calça dela, a calcinha já estava encharcada.
— Caralho... você é enorme — ela sussurrou quando segurou meu pau por cima da cueca.
Eu sou dotado mesmo. Pau grosso, veioso, uns 22cm bem duro. Quando tirei a cueca, os olhos dela arregalaram.
Deitei ela na cama, abri aquelas pernas macias e comecei a esfregar a cabeça grossa na entrada molhada. Ana já respirava pesado.
— Vai devagar... — pediu.
Mas eu não aguentei. Empurrei devagar no começo, sentindo a boceta dela apertar forte ao redor da minha rola. Quando meti metade, ela já arqueou as costas.
— Ai meu Deus... que grosso...
Empurrei mais fundo. Quando entrei até o fundo, Ana gritou alto:
— Aaaahhh! Porra... tá me rasgando!
Comecei a meter com força, ritmado. Cada estocada profunda fazia ela gritar mais. A boceta dela estava encharcada, escorrendo no meu pau. Quanto mais eu metia, mais ela gritava:
— Ai! Ai caralho! Mais fundo... me fode!
Segurei as coxas dela abertas e acelerei. O quarto inteiro ecoava os gritos dela misturados com o barulho molhado de nós dois. Ana tremia inteira, unhas cravadas nas minhas costas.
— Eu vou gozar... não para! — ela berrou.
Senti a boceta dela apertar forte, pulsando no meu pau. Ela gozou gritando tanto que achei que os vizinhos iam ouvir. Não parei. Continuei metendo firme até ela gozar pela segunda vez, o corpo todo convulsionando.
Quando eu não aguentei mais, tirei e gozei forte em cima da barriga e dos peitos dela. Ana ficou lá, ofegante, pernas tremendo, olhando pro teto com um sorriso safado.
— Nunca fui comida assim na vida... — murmurou.