🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

Aliviando os amigos do Nelson

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de Nightwolff
Categoria: Heterossexual
Contém 2599 palavras
Data: 05/07/2026 08:06:08
Última revisão: 05/07/2026 10:22:33
Assuntos: Heterossexual

Nos dois primeiros relatos (verídicos), contei como tive minha primeira experiência homossexual com Nelson, o tiozão da locadora e como passamos a transar loucamente quase todos os duas.

Seguimos com essa rotina por meses. Ia pelo menos 3 vezes na semana na casa de Nelson para transarmos. Eu ficava impressionado com a disposição que ele tinha, afinal, era um cara de 56 anos. Nossas transas nunca se resumiam a uma. Eram duas, três... as vezes até quatro em uma tarde. Geralmente ia pra lá depois das 12h30, quando a esposa dele saia para trabalhar e ficava até umas 18h, próximo do horário dela retornar. Em casa eu dizia que ia jogar videogame ou futebol com os amigos, ou na casa da minha namorada. Que a essa altura, via poucas vezes na semana fora do horário da escola. Pra ela eu dizia que estava ajudando meu pai ou que estava fazendo uns serviços de banco para meu primo que tinha um escritório de contabilidade. Ela aparentemente nunca desconfiou de nada. Até porque quando a gente transava, costumava ser bem intenso e ela adorava. Éramos jovens e eu era seu primeiro namorado. Ela não era propriamente dito uma safada. Mas gostava de sexo.

Era uma quarta-feira e como de costume tinha ido pra casa do Nelson depois do almoço. Já tínhamos transado por duas vezes aquela tarde e estávamos na cozinha tomando café e conversando. Ambos pelados depois de uma chuveirada para tirar o suor. Enquanto lanchavamos, Nelson começou a falar sobre seus amigos Luiz e Geraldo. O Luiz eu conhecia. Era avô de um amigo ali da rua. Ele falava que estavam conversando um dia desses e surgiu o assunto sexo. Luiz falou que fazia muito tempo que não "dava uma trepada", pois a esposa já não "dava mais no couro". Geraldo falou que também não estava bem servido em casa. Que dificilmente transava com a mulher mais de uma vez no mês, mas que as vezes compensava "comendo umas putas por aí". Eu ouvi Nelson contar e tentava entender o porquê de estar me contando isso. Aí ele disse que contou que também não vinha transando com a esposa, mas que já tinha alguns meses que tinha resolvido esse problema. Na hora me assustei. Tinha medo que alguém descobrisse as nossas safadezas, afinal, morávamos muito perto e como falei em outro relato, Nelson e meu pai se conheciam. E eu sempre fui tido como hetero. Não podia correr esse risco.

Perguntei ao Nelson onde ele queria chegar com essa história. Ele disse que contou aos amigos que tinha conhecido um rapaz com quem vinha mantendo relações quase diariamente e que fazia com ele tudo o que a mulher nunca fez. Disse que os amigos a principio duvidaram. Acharam que ele estava inventando história. Aí veio a parte que me fez tremer na base: ele havia convidado os amigos para me conhecer. Além do susto, fiquei muito bravo. Ameacei levantar pegar minhas roupas e ir embora. Mas ele correu e me abraçou. Disse que não precisava ficar daquele jeito. Havia explicado aos amigos que conhecia meu pai (e eles também), que precisava que eles fossem muito discretos arrematou dizendo que eu era melhor do que qualquer mulher que ele já havia comido.

A medida que ele falava, ia me acariciando e fui sentido seu pau endurecer em contato com a minha pele. O tesão foi voltando aos poucos. Ele me tranquilizou e pouco depois já estávamos metendo novamente ali na cozinha mesmo. Depois de mais uma rodada de sexo quente, estávamos deitados e perguntei a ele o que tinham combinado. Ele me disse que se eu concordasse, eles viriam na casa de Nelson na sexta-feira. Perguntei se ele achava mesmo que não haveria nenhum problema. Prontamente disse que não. Que já haviam conversado bem e que ele falou tão bem de mim que os dois ficaram loucos para me conhecer e não colocariam a perder aquela oportunidade.

Fui embora e em casa continuava com aquilo na cabeça. Na quinta-feira passei o dia pensando em como seria estar com mais de um homem. Fui até a casa da minha namorada e por sorte as irmã dela estavam lá. Não conseguimos transar aquele dia. Porque confesso, estava tão nervoso com o que iria acontecer no dia seguinte que nem conseguia ficar de pau duro.

Chegou a sexta-feira e a rotina foi a mesma: escola de manhã e perdido na namorada a tarde, dizendo que iria ao banco para o meu primo. Fui pra casa depois da aula e nem consegui almoçar. Estava com o estômago embrulhado. Deu 12h30, vi o carro da dona Roseli (esposa do Nelson) sair da garagem, tomei coragem e fui pra lá. Aquilo tinha se tornado algo tão comum, que ia pra casa dele na maior empolgação. Mas aquele dia era diferente. Estava tenso. Com medo.

Cheguei e ele me tratou com o carinho de sempre. Me beijou, fez carinho, falou palavras doces e pediu que eu fosse para o quarto e vestisse uma das calcinhas que Luiz e Geraldo já deveriam estar chegando. Fiz o que ele pediu. Fui para o quarto e escolhi usar a calcinha branca. Era a mais bonita das três que ele havia me dado. Ficava linda no meu bumbum branquinho. Vesti a calcinha e me deitei. Logo ouvi a campainha tocar. Meu coração apertou. Pensei em desistir. Mas era tarde. Ouvi a voz do Luiz perguntando ao Nelson se eu já havia chegado. Nelson veio até o quarto e pediu que eu fosse até a sala. Levantei com receio. Mas novamente ele me abraçou, deu um beijo e pediu que não me preocupasse. Que iria adorar a experiência.

Quando cheguei na sala, Luiz e Geraldo estavam sentados no sofá. Geraldo aparentava ter a mesma idade de Nelson. Uma pequena diferença no máximo. Era moreno. Rosto liso. Cabelo raspado bem baixinho. Já Luiz era mais velho. Fiquei sabendo depois que tinha 71 anos. Alto. Mais de 1,80m. Não era gordo nem magro. De bigode. Ambos se agiratam quando me viram entrar na sala só de calcinha. Me cumprimentaram normalmente. Parece que realmente Nelson os havia instruído bem.

Nelson pediu que eu ficasse de costas para seus amigos apreciarem meu bumbum. Quando viram a pequena calcinha enfiada no meu rego, apressaram-se em me tocar. Passavam as mãos no meu bumbum de maneira ávida. Nesse momento comecei a sentir tesão em ter mais de uma mão me acariciando. Geraldo se abaixou e beijou minhas nádegas enquanto Luiz seguia passando a mão. Nelson que até então só observava, veio me beijar. Depois passou a chupar meus mamilos. Comecei a me soltar. Nelson chamou Luiz para chupar o outro mamilo. Era a primeira vez que tinha uma boca em cada mamilo. Eles chupavam com vontade. Enquanto isso, Geraldo já brincava com o dedo na minha portinha de trás. Meu pau que havia ficado mais de 24 horas morto, deu sinal de vida. A vergonha tinha ido embora. O tesão começava a me possuir.

Nelson começou a tirar a roupa e convocou os amigos a fazer o mesmo. Eles se despiram e o pau do Luiz me chamou atenção. Ainda não estava duro. Mas já demonstrava ser grande. Meu primeiro instinto foi levar a mão até ele. Era pesado. Diferente do pau do Nelson. O pau do Geraldo era mais parecido com aquilo que eu já conhecia. Um pouco maior que o do Nelson, talvez.

Nelson pediu pra eu ajoelhar. Os três vieram até mim e então começou uma demorada sessão de sexo oral. Chupava um por um com vontade. Queria mostrar meu talento. Em determinado momento, tentei colocar dois na boca ao mesmo tempo, como via em filmes. Consegui. Me senti uma puta de primeira. Não demorou para que os três estivessem em minha boca de uma vez. Era muito excitante ver aqueles três senhores de olhos fechados e gemendo ali na minha frente. O pau do Luiz enfim estava perto de sua ereção máxima. Deveria ter uns 20cm, imaginei. Eu dava maior atenção a ele, era inegável. Estava deslumbrado.

Nelson então me levantou e colocou de quatro no sofá. Cuspiu na mão e lambuzou meu cuzinho. Colocou o pau na entrada e foi metendo devagar. Quando entrou tudo segurou na minha cintura e começou a meter. Eu estava com tanto tesão que meu pau babava. Eles comentaram. Luiz e Geraldo se posicionaram em minha frente para eu poder chupar. Tinha um pau no cu e dois na boca. E isso era delicioso. Estava adorando aquilo. Logo Nelson anunciou que iria gozar. Meteu forte e despejou todo seu tesão dentro de mim. Tirou o pau e disse para o amigos se divertirem. Geraldo logo assumiu seu lugar e na mesma posição aproveitou a porra de Nelson que começava a vazar do meu rabinho como lubrificante e socou com vontade em mim. Ele metia forte enquanto falava muita pularia. Me chamava de bichinha, de cadela, vaca no cio, e tantas outras coisas que nem lembro. Meu tesão estava no máximo. Comecei a pedir para que me comesse, que me arrombasse. Fiquei maluco. Até Nelson estranhou. Logo veio a primeira gozada de Geraldo. O homem gozou aos berros. Tirou o pau e ainda ficou batendo com ele na minha bunda para espalhar o leite que restava. Me deu em tapa no bumbum e sentou-se no sofá. Luiz então me chamou para ir até ele. Queria que eu sentasse em seu pau. Assim fiz. Me encaixei no seu colo de frente e fui sentando naquele pauzão. Toda a porra que estava no meu cu ajudou a lubrificar e facilitar a entrada daquele colosso. Mesmo assim sofri um pouco. Não estava acostumado. Mas consegui sentar nele todo. Fiquei parado um pouco para me acostumar e em seguida comecei a cavalgar. Sentia aquele pau me preencher por completo. Gemia muito. Apesar do desconforto, estava muito gostoso. Era uma sensação diferente. Um prazer novo e até então inigualável. Ficamos assim por alguns minutos até Luiz me pedir para deitar. Queria me comer de frango assado. Deitei e abri as pernas e logo ele meteu. Foi fundo. Algumas estocadas e senti o gozo subir. Gozei sem encostar no pau. Não imaginava que isso poderia acontecer. Luiz se gabou: "é isso que acontece quando dá pra um homem de verdade". Continuou metendo. Geraldo que até então só assistia, veio me dar o pau pra mamar. Eu não conseguia me concentrar na mamada tamanho o tesão que sentia em ser empalado por Luiz. Logo ele começou a gemer e disse que ia gozar. Senti uma pressão enorme. Ele devia ter gozado muito mesmo. Terminou de esporrar e saiu de dentro de mim me deixando uma sensação de vazio. Geraldo correu pra meter. Meteu e brincou: "porra, Luiz! Arrombou o menino. Tá largo agora". Eu ri. Geraldo metia rápido enquanto me batia uma punheta. Nelson veio me beijar nesse momento. Olhou pra mim e disse: "falei que você ia gostar". Me deu então o pau pra mamar enquanto o amigo me comia gostoso. Depois trocaram de posição. Nelson voltou a me comer. Colocava e tirava o pau do jeito que eu gostava. Sentia meu cu arrombado como nunca. Os três já tinham me comido e eu queria mais. Luiz então se levantou e pediu pra me comer de quatro. Empinei bem o bumbum e ele cravou gostoso. Foi aí que ele denunciou a idade: "nos meus 71 anos, nunca comi um cu tão gostoso". Eu fiquei todo orgulhoso. Nelson e Geraldo se revesavam na minha boca nesse momento. Luiz gozou de novo e eu desmontei. Estava muito cansado. Os três ficaram a minha volta e começaram a passar as mãos no meu corpo, me bater com o pau, me lambuzar com a porra que ainda vazava dos seus paus. Nelson propôs que fossemos tomar um banho. Me trouxe água e cerveja para seus amigos. Eles não paravam de me elogiar. Falavam que realmente eu era melhor que muita mulher por aí. No banho, Geraldo voltou a me comer. Me colocou contra a parede e meteu gostoso. Tirou seu pau e logo depois senti algo quente na minha perna. Ele estava mijando. Disse que não conseguiu segurar. Quase mijou dentro. Nelson nesse momento tomou seu lugar e continuou a me comer. Depois dessa rodada no banheiro, voltamos para a sala. Luiz estava no sofá tomando a sua cerveja e me chamou. Fui até lá e ele me virou de costas. Abriu meu bumbum e senti algo gelado encostar. Era a garrafa de cerveja. Começou e esfregar o gargalo no meu cuzinho e depois colocou a pontinha dentro. Eu gemi. Foi introduzindo o bico da garrafa toda. Ficou colocando e tirando ela por um tempo enquanto Nelson e Geraldo batiam uma punheta vendo a cena.

Depois tirou a garrafa e me fez sentar em seu pau. Voltamos a meter. E foi assim a tarde toda. Nem lembro quantas vezes cada um me comeu. Gozaram diversas vezes e eu também. Só pararam quando já não aguentavam mais. Geraldo que era o mais "desesperado" saiu dali com o pau esfolado. Nelson ainda terminou me comendo de frango assado enquanto Luiz me dava de mamar. Depois Luiz ainda pegou a garrafa e voltou a enfiar no meu cu. Ficou metendo ela até eu gozar. Já era quase hora da dona Roseli voltar. Eu estava acabado. O cu ardia. As pernas estavam bombas. Os três se vestiram e Nelson foi dar uma geral na casa. Geraldo e Luiz se despediram de mim e disseram que iam querer de novo. Só concordei com a cabeça. Saíram e foram embora. Nelson perguntou se eu estava bem. Disse que sim. Me deu um beijo e me ajudou a vestir a roupa. Nem sei como cheguei em casa de tão fraco que estava. Minha mãe até percebeu. Eu disfarcei e disse que acho que a pressão tinha baixado.

Fui para o meu quarto e só queria dormir. De madrugada acordei de pau duro lembrando de tudo o que aconteceu naquela tarde. No sábado de manhã saí pra ir na casa da minha namorada e passei em frente a casa do Luiz. Ele estava no muro. Me chamou para ir até ali. Ele disse que estava sozinho em casa. Entendi o que ele queria. Mas disse que tinha que ser rápido porque a mulher tinha ido ao mercado. Entrei e ele já foi tirando o pau pra fora da calça. Me colocou pra mamar. Chupei um pouco e ele logo me levantou e baixou minha bermuda. Me apoiou na mesa e foi socando o pau na minha bundinha. Meu cu ainda estava sensível e arregaçado de ontem. Entrou fácil. Ele meteu menos de 5 minutos e gozou. Eu ia subindo a bermuda quando ele pediu para esperar. Foi até a pia da cozinha e voltou com uma colher de pau. Começou a meter o cabo da colher no meu cuzinho. Percebi ali que ele gostava de introduzir objetos. Devia ser uma fantasia dele. O cabo da colher era bem comprido e começou a me incomodar. Mas ele não se importava. Comecei a ficar excitado e a me masturbar. Logo gozei e ele tirou o cabo da colher. Me deu um tapa na bunda e falou que eu podia ir.

Encontrei o Nelson um pouco pra frente e contei o que tinha acontecido. Ele sorriu e disse que se a mulher não estivesse em casa ia me comer naquela mesma hora e apertou minha bunda no meio da rua.

Mal sabia eu que aquilo tudo ia dar início a uma nova fase de aventuras sexuais na minha vida.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 6 estrelas.
Incentive Nightwolff a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Como pode um cara só, como você, ter tanta sorte assim!

1 0
Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →