O calor de janeiro estava de lascar. Dentro do banheiro pequeno do apartamento antigo, o ar parecia ainda mais pesado com o cheiro de argamassa e o barulho do cinzel quebrando o azulejo velho, que finalmente passava por reforma depois de anos de infiltração. Foi numa segunda-feira abafada que Vicente apareceu pela primeira vez, já suado, a regata velha colada no corpo largo.
João tinha vinte anos, mas ainda carregava muitos silêncios de adolescente. Tinha cara de garoto, o jeito meio travado e nunca tinha namorado, nunca tinha ficado com ninguém. Era daquelas pessoas que guardam tudo para si. Mas, desde que o pedreiro chegou, o celular tinha ficado de lado.
Vicente era o típico cara de obra: uns trinta e cinco anos, pele queimada de sol, os braços grossos cheios de veias saltadas por carregar peso o dia inteiro, e uma barba por fazer, sempre suja de poeira branca. João não conseguia parar de olhar aqueles braços enquanto Vicente trabalhava. A regata grudada pelo suor deixava à mostra o peito peludo, fios escuros molhados colados na pele.
A mãe de João saía cedo para o trabalho, então boa parte do dia os dois dividiam o apartamento. Vicente concentrado na obra, suado; João inventando motivos para passar pelo corredor. Fingia que ia pegar alguma coisa na cozinha só para dar uma olhada. Ficava hipnotizado com o movimento dos músculos das costas de Vicente quando ele batia a massa. O coração disparava. João começou a fantasiar coisas que nunca tinha tido coragem de pensar antes. Imaginava aquela mão grossa, cheia de calos, tocando sua pele. Não era só o desejo físico; era a vontade urgente de finalmente despertar o interesse de alguém.
Tomando coragem, João foi até a cozinha e encheu um copo americano com água bem gelada. Caminhou até a porta do banheiro com as pernas meio bambas.
— Quer água? — perguntou, a voz um pouco travada.
Vicente parou o que estava fazendo, limpou o suor da testa com o braço e abriu um sorriso amigável, meio de canto de boca.
— Opa, garoto! Na hora certa. O calor aqui tá de matar.
Ele pegou o copo e virou de uma vez. João não conseguiu desviar o olhar: primeiro nos braços veios e suados, depois nos pelos do peito que apareciam no decote, brilhando molhados, e por fim na mala, o volume marcando o short de tactel. Vicente coçou o saco sem cerimônia, apertando com a mão grande por cima do tecido, ajustando tudo ali. João sentiu o pau endurecer rápido dentro da bermuda, latejando forte com a cena.
Nos dias seguintes, João começou a puxar conversa com mais frequência do que o normal, esticando o tempo na porta do banheiro. Perguntava sobre o trabalho, sobre as ferramentas, sobre a tatuagem meio apagada no braço do pedreiro. Vicente respondia sem pressa, com o seu jeito calado, às vezes soltando uma risada baixa que fazia João perder o fio da meada. O peito peludo de Vicente subia e descia com a respiração pesada do esforço.
Numa tarde de chuva pesada, a luz do apartamento piscou e apagou de vez. O banheiro ficou um breu. Vicente apareceu na sala limpando as mãos sujas de cimento num pano velho.
— Acho que vou ter que parar por hoje mais cedo. Sem luz não dá pra adiantar o piso — disse Vicente, entregando o copo de água vazio. Os dedos dos dois se tocaram de leve. João sentiu uma corrente elétrica subir pelo braço e deu um passo para dentro do espaço dele, ficando mais perto do que o normal para duas pessoas conversando. O cheiro de suor misturado com o da massa era forte, mas, para João, era inebriante.
— Poxa... — João tentou esconder a decepção. — Se você... precisar de ajuda com alguma coisa antes de ir... qualquer coisa mesmo, é só falar. Eu tô livre. Fico aqui sem fazer nada.
Vicente olhou de alto a baixo para o garoto. Ele não era bobo, já tinha rodado muita obra e percebeu o jeito que João olhava para os seus braços, os pelos do peito e a mala. Um sorriso diferente, mais malicioso e divertido, desenhou-se na cara do pedreiro.
— Você parece gostar de ficar olhando reforma — Vicente comentou, a voz um tom mais baixa, dando um passo curto para frente, testando o terreno. — Vai aguentar o tranco, meninão? O trabalho aqui é pesado.
Antes de ir embora, Vicente voltou ao banheiro escuro. João ficou parado no corredor. Ouviu claramente o som do mijo: um jato forte, longo e barulhento acertando a louça. Ficou imaginando o pau dele — grosso, pesado, veioso como os braços, saindo por cima da cueca, soltando aquele mijo quente depois do dia todo de trabalho suado.
Vicente saiu ajeitando a frente do short e olhou para João com aquele mesmo sorriso.
Vicente agarrou João pelo braço com firmeza e o puxou para o quarto do garoto. A mãe só voltaria bem mais tarde. Ele fechou a porta atrás de si e empurrou João contra a cama.
— Calma, garoto... eu sei o que você quer — murmurou Vicente rouco bem no ouvido dele, o hálito quente e cheirando a cigarro misturado com suor. — Tá pedindo isso há dias com esses olhinhos.
João levou um susto, o corpo inteiro tremendo. O coração batia tão forte que parecia querer sair do peito. Ele tentou recuar instintivamente, mas Vicente era muito maior e mais forte. O peito peludo e suado dele pressionou contra o corpo magro de João, prendendo-o ali.
João era tímido demais para falar qualquer coisa. Só respirava rápido, assustado, os olhos arregalados. Mas não resistiu quando Vicente tirou sua bermuda com um puxão brusco. O ar bateu no pau duro de João, que pulsava quase dolorosamente — um pau fino, rosado e jovem, de uns 14 cm, já babando de tesão.
Vicente desceu a própria cueca e o pau dele saltou pesado contra a barriga do garoto: uma rola grossa, escura, veiosa, com mais de 20 cm de comprimento e uma circunferência brutal, a cabeça grande e roxa brilhando de suor e pré-gozo.
— Chupa — ordenou Vicente, a voz grave, empurrando João para baixo pelos ombros.
João caiu de joelhos. O cheiro era intenso: suor, cimento e o almíscar pesado do saco do pedreiro. Hesitante, ele abriu a boca. Vicente segurou o pau grosso e bateu com a cabeça inchada nos lábios do garoto.
— Isso, abre essa boquinha... vai, engole.
João obedeceu. O gosto era forte, salgado, azedo do suor acumulado. Ele chupou devagar no começo, a boca esticada ao máximo ao redor da grossura impressionante. Vicente gemeu baixo e segurou a cabeça dele, empurrando devagar até bater no fundo da garganta. João engasgou, os olhos lacrimejando, mas não recuou. Chupava com timidez, a língua passando por baixo da cabeça, sentindo cada veia grossa, o peso pesado e quente na boca. O pau de Vicente pulsava, soltando mais pré-gozo salgado que ele engolia.
— Porra, que boquinha gostosa... chupa mais fundo, garoto. Isso... engole o pau do macho que você tanto olhava.
João gemeu baixinho ao redor do pau, vibrando. As mãos dele subiram hesitantes e seguraram as coxas grossas de Vicente. O cheiro do saco suado chegava forte no nariz dele. Vicente puxou o pau para fora da boca com um estalo molhado e levantou um braço, expondo o sovaco peludo e encharcado de suor.
— Lambe aqui. Sente o gosto do homem que vai te comer.
João hesitou só um segundo. O cheiro era avassalador — suor concentrado, masculino, quase animal. Ele encostou a língua e lambeu devagar, sentindo o salgado forte, os fios úmidos. Depois lambeu com mais vontade, o rosto enterrado no sovaco de Vicente, respirando aquele cheiro de macho suado enquanto o pau do pedreiro babava na bochecha dele. Vicente grunhia de prazer.
— Isso, lambuzando no meu suor... safado pra caralho.
Vicente puxou João de pé novamente, virou-o de frente para a cama e o inclinou sobre o colchão. Cuspiu na mão, passou no pau monstruoso e na entrada rosada e quase sem pelos de João. O garoto tinha uma bunda pequena, redonda e empinada, de pele clara e rosada, com apenas uma penugem fina e clara ao redor do cu virgem.
O garoto mordeu o lábio quando sentiu a cabeça grossa pressionando. Doeu. Doeu bastante quando Vicente empurrou devagar, abrindo ele centímetro por centímetro. João gemeu baixo, quase um choramingo abafado, as mãos apertando os lençóis. Lágrimas escorreram pelo rosto, mas ele não pediu para parar. Empinou levemente o quadril, se entregando.
Vicente gemeu rouco ao sentir o aperto quente e apertadíssimo.
— Porra... que apertado... relaxa pra mim, garoto.
Ele meteu mais fundo, devagar no início, depois com mais força. Cada estocada fazia João gemer baixinho, o som abafado contra o colchão. Doía, queimava intensamente, mas ao mesmo tempo o pau dele latejava contra a cama, babando. Vicente segurava os quadris dele com mãos firmes, metendo cada vez mais fundo, o saco pesado batendo contra as bolas de João.
O quarto estava cheio dos sons obscenos da foda: o estalo molhado da pele suada batendo, os gemidos roucos e graves de Vicente e os gemidos baixinhos, tímidos e entrecortados de João. O suor do peito peludo de Vicente escorria pelas costas de João, pingando.
— Isso... aperta gostoso pro caralho... — grunhia Vicente no ouvido dele. — Tava louco pra comer essa bunda... olha como tá engolindo meu pau todinho... puta que pariu, que delícia.
Vicente acelerou, metendo com força bruta. João gemia mais, o corpo inteiro tremendo a cada estocada profunda que parecia chegar até sua barriga. A dor ainda ardia forte, mas misturada com um prazer cru e avassalador que ele nunca tinha sentido. Ele empinava o cu pequeno e rosado como conseguia, querendo mais, sentindo a rola grossa abrir ele inteiro, roçando fundo e fazendo o pau dele vazar sem parar.
Vicente passou o braço ao redor do pescoço de João, puxando-o para trás, colando o peito peludo e suado nas costas dele enquanto metia sem piedade.
— Isso... geme baixinho pra mim sua putinha... Eu sei que você tá sentindo tudo. Essa bundinha tá me apertando tanto que eu vou gozar lá dentro...
João só respondia com gemidos baixos, entrecortados. O corpo dele suava junto com o de Vicente. O cheiro forte dos dois se misturava no ar quente do quarto. Vicente metia sem parar, fundo, forte, girando o quadril para fazer o pau grosso explorar cada pedacinho dentro dele.
Ele tirou o pau devagar, deixando a entrada rosada de João aberta, vermelha e piscando, e mandou o garoto ficar de quatro na cama. João obedeceu, tímido, o quadril empinado, a bunda pequena e redonda totalmente exposta. Vicente cuspiu de novo e enfiou tudo de uma vez. João soltou um gemido mais alto, abafado, mas logo voltou a gemer baixinho, sentindo a rola grossa deslizar fundo.
Vicente segurou os cabelos de João e meteu com mais velocidade, o suor pingando do corpo dele nas costas e na bunda do garoto. O som era obsceno, molhado, ritmado. João sentia cada veia do pau grosso deslizando dentro dele, a cabeça inchada roçando nos pontos certos, a dor virando puro prazer cru e intenso.
Ele gozou primeiro, com umas poucas punhetadas rápidas, jorrando porra nos lençóis enquanto gemia baixinho, o cu apertando forte ao redor da rola de Vicente. Isso fez o pedreiro grunhir alto.
— Isso... aperta o pau do macho... vou gozar, porra!
Vicente meteu fundo algumas vezes mais e gozou com força, o pau pulsando violentamente dentro de João, enchendo ele com jatos quentes, grossos e abundantes de porra. Ele ficou lá dentro, mexendo devagar, empurrando o sêmen mais fundo enquanto João tremia, gemendo baixinho, completamente entregue e arfando.
Os dois ficaram ofegantes por longos minutos, os paus ainda meio duros. Vicente passou a mão no peito peludo, suado, e depois na bunda pequena e rosada de João, dando um tapa leve.
— Boa garoto... aguentou tudo direitinho.
