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Meu Aluno Mestre - Capítulo 6: Junior (Parte 2)

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Um conto erótico de Junior
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1082 palavras
Data: 04/07/2026 20:02:01

Sim, voltei depois de quase 3 anos pra continuar essa história. Vamos lá?

--

Algumas semanas se passaram, enquanto eu continuava sendo constatemente usado, humilhado e destruído pelo meu chefe. Alguns dias ele passava por mim e me cumprimentava com um sorriso. Nesses dias eu já sabia o que me esperava. Entrava ma sala dele apenas para ser maltratado. Ele esmagava minhas bolas, dava tapas e cuspidas na minha cara, e dizia que eu era um lixo. Eu gozava todas as vezes, cada vez mais obcecado pelo meu deus. Ele era um deus.

Mostrando que seu sadismo não tinha limites, um dia ele mandou que eu me escondesse dentro do banheiro de sua sala. Eu fiquei lá um dia inteiro, enquanto assistia Miguel fudendo cada um dos meus colegas, um por um. Felipe, Rafael, Antonio... Um a um, todos eram deflorados e maltratados pela rola gigantesca do chefe. Eles sorriam e choravam de prazer, antes de se vestir e sair da sala com uma disfarçada pose de machão. Escondido naquele armário por mais de 6 horas, eu me masturbei repetidamente, chorando de uma dor emocional quase insuportável, mas ao mesmo tempo excitante. Eu não parava de me gozar, enquanto implorava sussurrando e choramingando que eu fosse o próximo. Todos se tornaram servos do prazer do deus Miguel. Todos, menos eu. Eu só pude assistir.

No fim do dia, quando já estava totalmente satisfeito, Miguel abriu a porta. Foi quando ele viu, a perna e a barriga meladas de tanta porra que jorrei por horas, o rosto marcado por lágrimas que ainda escorriam. Ao ver a cena, ele riu de mim.

- Gostou?

- Por favor, chefe.

- "Por favor" o que?

- Por favor... me fode. - eu disse, antes de me prostrar diante dele, beijando seus pés e chorando - Eu te imploro, mestre. Me fode. Me destrói como você fez com eles.

Com um olhar de superioridade e um sorriso tão sarcástico quanto carinhoso, ele ordenou.

- Levante-se.

Eu obedeci de imediato. Ele foi até o armário do banheiro e pegou uma toalha.

- Toma um banho, se veste e vai pra casa. - disse antes, de me dar um beijo na testa.

Eu chorei novamente quando ele saiu. Fiz como meu dono mandou, não antes de me masturbar novamente. Não tinha mais volta, aquele homem destruiu a minha mente.

--

Naquele fatidico dia, eu não fazia ideia do que me aguardava. Miguel chegou à empresa no horário de sempre.

- Bom dia, senhor. - eu disse, quanto ele passava. O deus olhou para mim com um olhar penetrante e disse:

- Minha sala. Agora.

Os colegas em volta fizeram um burburinho. Cochicavam sobre a minha demissão mas, no fundo, todos achavam que eu tinha me tornado mais um dos brinquedos do senhor Miguel, assim como eles também eram, mas guardavam segredo.

Entrei na sala e ele mandou que eu a trancasse. Como de costume, evitei olhar diretamente nos olhos dele.

- Olhe pra mim. - disse, com aquela voz penetrante que eu não conseguiria desobedecer nem se quisesse... e eu não queria.

- Senhor?

- Essa é a última vez que me cumprimenta como empregado dessa empresa.

Meu coração disparou. Minhas pernas tremeram. O chão sumiu debaixo de mim. E não por medo do desemprego, mas por achar que ele não me queria mais.

- Senhor, por favor... não me demita.

- O que?

- Eu juro que nunca mais peço o que eu pedi naquele dia. Eu aceito só assistir, se o senhor quiser assim. Mas eu não posso ficar longe do meu mestre. Por favor, não.

Miguel levantou-se e se aproximou de mim.

- Eu não estou te demitindo. Pelo contrário... nós vamos ficar muito maos próximos agora.

- Quer dizer que...

- Que você foi promovido à sócio.

Eu olhei para o chão comod e costume. A felicidade não me cabia no peito, assim como o alivio.

- Obrigado, senhor.

- Hoje você vai até a minha casa comigo.

- Sim, senhor.

Miguel me levou até sua casa. Fomos recebidos pelo mordomo Julio. Quando entramos, Miguel finalmente me apresentou o seu tão comentado filho: Ruan. Os genes divinos de Miguel ficaram bem óbvios ao olhar para o filho. Tinha o mesmo magnetismo, beleza e imponência do pai, além do volume indecente na calça.

- Então você é o Junior?

- Muito prazer, Ruan. Seu pai fala muito de você.

- Espero que só coisas boas.

Os três riram. Por algum motivo, senti o cheiro do perfume de Igor no ar. A culpa estava me corroendo, mas o tesão era muito maior.

Ao chegar na sala de jantar, onde o almoço foi servido, Miguel discretamente mandou que eu me sentasse ao lado de sua cabeceira. Assim eu fiz. Ruan, no entanto, sentou bem à minha frente. Confesso que fiquei muito balançado. Eu almoçando com aqueles dois homens superiores. Minha vontade era ajoelhar e servi-los ali mesmo. Enquanto Miguel conversava casualmente sobre a empresa, de repente eu senti um pé alisando minha virilha, subindo até o meu pau. Era ele: Ruan. Os pés eram muito grandes, e ele se mostrou tão sádico quanto o pai, enquanto levemente esmagava minha bolas, só o bastante para me deixar desconfortável. Enquanto isso, ele comversava com o pai como se nada estivesse acontecendo. De repente, Miguel interrompeu a conversa, largou seus talhares e, olhando diretamente para Ruan, perguntou:

- O que eu te falei sobre mexer com as minhas posses?

Eu tentava entender o que estva acontecendo, enquanto Ruan tirou o pé das minhas bolas.

- Peço perdão, pai... mas ele é uma presa muito fácil, eu não resisti.

- Já te disse: eu não mexo com seus brinquedos e você não mexe com os meus.

- É... do que vocês estão falando?

Ao me ouvir, Ruan deu uma gargalhada, enquanto Miguel também sorriu sadicamente.

- Você ainda não sacou que a gente tava te zoando esse tempo todo?

- Como assim? Senhor, do que ele está falando?

- De você. Afinal... - Miguel se aproximou do meu rosto - quem é o meu brinquedinho?

Eu estremeci. Era tudo uma fachada. Aquele tempo todo, Ruan sabia exatamente o que estava acontecendo.

- Eu sou.

- É isso aí. Você! - disse Miguel, dando leves tapas na minha cara.

- Pai, podia me deixar brincar com ele também, né?

Meu cu piscou quando ouvi aquilo. Eles me viam como um objeto.

- Talvez mais tarde. Agora o Juninho precisa ir pra casa.

- Casa?

- Sim. Quero que você traga o seu namorado pra jantar aqui hoje.

- O Igor? Não, ele...

- Você está me questionando?

Estremeci. Eu não poderia dizer não para o meu dono.

- Nunca, senhor. Eu vou trazê-lo aqui hoje.

-

Em breve volto com a próxima parte.

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