O Êxtase da Conquista
Logo após o ritmo frenético do dedinho, percebi que ela precisava de um instante para respirar e digerir a intensidade de tudo o que estava sentindo. Retirei a mão devagar, mas o fogo não diminuiu; apenas mudou de forma. Olhei para a Letícia e a puxei delicadamente para mais perto, indicando o que queria. Mesmo com a sensibilidade à flor da pele, aquela novinha revelou um lado safado que me deixou ainda mais enlouquecido.
Ela se posicionou entre as minhas pernas e começou a me chupar de novo. Para garantir que nada saísse do controle, ela mesma segurava o próprio cabelo firme para trás, expondo aquele rosto lindo e concentrado no meu prazer. Eu a guiava com as mãos, fazendo-a engolir o meu pau todo, o que a fazia dar aquelas engasgadas deliciosas que só aumentavam o meu tesão. Pedi para ela segurar as minhas bolas com firmeza, e ela obedeceu, concentrando a boca quente e molhada apenas na cabeça do meu membro. Ela mamava com uma volúpia impressionante para quem estava estreando naquele mundo.
## O Comando da Cavalgada
Sabendo que o momento da penetração exigia cuidado, peguei o lubrificante que tínhamos comprado especialmente para aquela noite. Deixei meu pau completamente duro e verti o líquido, espalhando por toda a extensão dele. Com os dedos melados, passei um pouco na entrada da bucetinha dela também, preparando o terreno. Coloquei o dedinho lá dentro mais uma vez para lubrificar bem por dentro, e ela já virou um pouco o corpo, arrepiando-se inteira.
Foi quando dei a estratégia perfeita para que ela não se machucasse:
— Vem por cima para cavalgar — orientei com a voz mansa, mas firme. — Assim você consegue ir controlando a sincronia, a velocidade, a força e o peso do seu próprio corpo.
Letícia entendeu o plano. Ela subiu no meu colo, abrindo as pernas e posicionando-se sobre mim. No momento em que ela começou a descer e a ponta do meu pau se encaixou na entrada, um arrepio subiu pela minha espinha. A bucetinha dela era um absurdo de apertada — algo que eu nunca tinha sentido antes na vida. Era a prova real de que nenhum homem havia tocado ali.
Uma leve expressão de dor cruzou o rosto dela. Segurei-a firmemente pelo quadril e sussurrei:
— Vai com calma, meu amor... Não precisa ter pressa.
Ela confiou. Deixou o corpo deslizar para baixo bem devagarzinho, milímetro por milímetro, sentindo a dilatação. Eu a sustentava, garantindo a estabilidade, até que senti que a penetração real estava acontecendo. Fui repetindo: "Vai devagarzinho, devagar, devagar...".
Mas o próprio peso e o calor do momento venceram a resistência. De repente, o meu pau entrou numa velocidade que nem eu mesmo acreditei. Foi de uma vez só. Quando ela sentou com tudo e o membro entrou por completo, a Letícia travou o corpo e soltou um gemido sôfrego:
— Ai, tá doendo, tá doendo... Tira, tira!
— Não, calma. Para e respira — comandei imediatamente, segurando seu quadril para que ela não saísse. — Respira um pouco. Deixa ele aí dentro. Não se mexe... Não se mexe, porque senão você vai apertar muito a sua buseta e eu vou acabar gozando dentro de você agora.
Ela ficou imóvel por alguns segundos, o peito subindo e descendo, choramingando baixinho: "Ai, tá doendo, tira...". Mas eu mantive a calma e o controle:
— Relaxa, não vou sair. Vou fazer movimentos bem devagarzinho, tá?
## O Descontrole do Tesão
Com paciência de mestre, comecei a ditar um ritmo suave, movendo o quadril de baixo para cima com delicadeza. Não demorou mais do que alguns segundos para a dor ser completamente engolida pelo prazer. Os olhos da Letícia dilataram, e ela começou a delirar de tesão. O incômodo sumiu, dando lugar a uma luxúria primitiva.
Ela começou a se esfregar contra mim, respondendo ao estímulo. A sincronia encaixou e, quando demos conta, aquela menina tímida já estava cavalgando com força, pulando em cima de mim igual a uma cadelinha no cio. A bucetinha dela estava completamente melada, uma usina de lubrificação natural misturada ao produto que passamos. Não saiu uma gota de sangue, apenas puro suor e prazer.
Letícia estava em êxtase. Com as mãos espalmadas no meu peito, subindo e descendo com força, ela olhou no fundo dos meus olhos e declarou-se no auge do delírio:
— Eu te amo, meu amor!
O clima estava quente demais. Puxei o corpo dela para frente, deitando-a contra o meu peito, e a segurei firme por cima, travando sua cintura. Daquela posição, comecei a estocar de baixo para cima, batendo forte contra a bunda dela. O impacto estalava no quarto. Ela gemia alto no meu ouvido, dizendo que estava uma delícia, completamente entregue ao massacre de prazer.
## O Banquete Final
O aperto daquela bucetinha virgem era uma armadilha perfeita. Ela contraía as paredes vaginais com tanta força em cada estocada que senti que ia derreter. Avisei-a, com a voz falha pelo tesão:
— Não vou aguentar... Tá muito apertado, vou gozar!
Antes de perder o controle total, segurei o quadril dela e a puxei para fora do meu pau em um movimento rápido. O membro saiu estalando, latejando e implorando por liberação. Olhei para ela e dei a ordem:
— Vem chupar.
Ela olhou para o meu pau pulsando e perguntou, com os olhos muito abertos:
— Você vai gozar na minha boca?
— Sim, vou.
— Mas você nunca gozou na minha boca... — ela hesitou por um segundo.
— Ah, vai ser a primeira vez de nós dois então. Vamos ver se você vai gostar.
Não houve mais tempo para conversa. Enfiei o pau na boca dela e, após duas bombadas fortes, descarreguei uma quantidade absurda de esperma quente direto na garganta da Letícia. Foi uma gozada violenta, deliciosa. Ela aguentou firme e engoliu tudo, sem hesitar.
Quando terminei, ela limpou o canto dos lábios, fez uma carinha pensativa e soltou um sorriso travesso:
— Até que não é tão ruim, não...
— Você gostou? — perguntei, sorrindo de canto.
— Gostei — ela admitiu, com os olhos brilhando.
— Então limpa ele agora.
Com toda a submissão e carinho de quem tinha acabado de ser iniciada, ela usou a língua para limpar cada resquício do meu gozo, deixando o meu pau limpinho. O tesão ainda pairava no ar, e o brinquedo já dava sinais de que queria acordar de novo. Olhei para aquela novinha maravilhosa e perguntei:
— Quer sentar de novo?
— Quero — ela respondeu, sem pestanejar.
Ela subiu mais uma vez, agora sem dor, sem medo e sabendo exatamente o que a esperava. Deu mais algumas cavalgadas gostosas, selando de vez a perda da sua virgindade. Depois do ápice, deitamos abraçados, namorando e trocando carinhos no silêncio do quarto. Aquela noite de aniversário da Letícia ficaria cravada para sempre como uma das memórias mais quentes e intensas da minha vida.