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Meu filho foi mais homem que o pai e realizou meu fetiche – 06 – Corajoso, vai tomando a mulher do pai

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Um conto erótico de Sonhadora
Categoria: Heterossexual
Contém 4280 palavras
Data: 04/07/2026 09:34:59

Como o filho super cuidadoso e observador que era, Leo percebeu que por mais que nós dois adorássemos aqueles momentos intensos de sexo enquanto ele realizava meu fetiche, aquela sua promessa de me usar a cada dois ou três dias enquanto seu pai não estivesse em casa não se sustentaria a longo prazo, pois era muito debilitante, então aumentou um pouco o período de descanso entre as próximas vezes.

Na primeira vez depois daquela noite que perdi a conta de quantas vezes gozei, Leo novamente cumpriu a promessa e me imobilizando com algemas, me colocou em seu colo, primeiro usando minha buceta por uns 30 minutos e depois meu cuzinho na mesma posição pelo mesmo tanto de tempo. Gozei 4 vezes enquanto ele se esbaldava em meus seios sensíveis, mas gozou só duas, uma em cada buraco os enchendo de esperma matinal. Era um domingo pela manhã quando aproveitou me amarrar antes mesmo que eu acordasse.

Foi maravilhosa aquela 1 hora com meus buracos sendo usados para Leo se aliviar e meus seios para ele matar sua vontade e com minha buceta mais acostumada, as dores foram bem menores.

A próxima vez só aconteceu depois de 4 dias e mesmo entendendo sua preocupação comigo, no terceiro dia já estava subindo pelas paredes de necessidade. Já tinha tomado a decisão que jamais pararia de ter aqueles momentos com meu filho onde ele realizava meu fetiche desejado por 20 anos de ser amarrada e ter meus buracos usados para satisfazer um homem, ele e só ele após a primeira vez que me pegou de surpresa.

No entanto, com o distanciamento daqueles momentos para me poupar, me dei conta que precisaria também do sexo normal entre eles para manter minhas necessidades sexuais sob controle e então veio o dilema inquietante.

Se fizesse amor com Leo, me sentiria muito mal por trair seu pai, pois ele nunca me negou sexo como negou realizar meu fetiche, mesmo que nos últimos tempos tínhamos cada vez menos. Parece hipocrisia por tudo o que eu fazia com meu filho, mas para mim fazia sim muita diferença.

As possibilidades que imaginei eram três. Na primeira eu faria amor com meu marido e ele também realizaria meu fetiche, então pararia aqueles momentos com meu filho. O problema era que o fogo entre nós estava bem morno e ele recusou ofendido realizar meus desejos de ser usada no passado.

Poderia fazer amor com meu marido e manter Leo realizando meus desejos depravados, mas o sexo entre nós estava bem morno e os riscos de ele descobrir minha infidelidade seria grande com minha buceta sendo usada por aquele pau enorme de meu filho. Fora o risco de ele aparecer em casa sem avisar.

A última seria ter Leo fazendo amor comigo e realizando meu fetiche me fazendo deixar de fazer amor em definitivo com meu marido, o que poderia o levar a desconfiar que eu teria um amante que não deixaria de ser verdade.

Depois de estar realizando meus desejos de uma vida, estava chegando à conclusão de que deveria abrir mão de algo que eu não queria abrir mão. Amava meu marido e se não fosse sua recusa de realizar meu fetiche, nada abalaria nosso casamento.

Enquanto esse dilema acontecia em minha mente, Leo ia me pegando de surpresa, me amarrando e me usando para aliviar suas necessidades primitivas de sexo me dando sensações maravilhosas e orgasmos imensos e sem fim.

Uma noite em minha cama, quando terminou de me usar e me libertou, mostrou mais uma vez como era um filho maravilhoso e muito, muito observador. Já estávamos no modo mãe e filho em que ele me deixaria e iria para seu quarto.

– Mãe, posso te falar algo antes de ir?

– Você sempre pode falar qualquer coisa para mim filho.

– Sabe o que é? Seu marido que viaja muito te deixa sozinha e percebo como você sente falta de ter alguém dormindo com você. Te abraçar e te aquecer durante a noite. Você gostaria que eu seu filho dormisse aqui com você e te abraçasse como nos abraçamos assistindo TV. Quem dormiria aqui com você seria seu filho.

Leo insistiu para deixar claro que ele me respeitaria da mesma forma que me respeitava todo o tempo quando não estávamos no momento fetiche e sabia que poderia confiar totalmente nele.

Ele tinha toda a razão, pois sentia sim falta de uma companhia a meu lado durante a noite, as vezes me abraçando, as vezes me aquecendo em uma noite e quase sempre me dando a sensação de não estar sozinha.

Vendo que me pegou de surpresa e ainda estava nu, me deu tempo para pensar.

– Pense com calma e sem pressão. Vou tomar banho e depois volto para saber.

Queria muito a companhia de Leo para dormir comigo e por mais inocente que fosse, seria mais um passo me distanciando de seu pai. Pensei muito enquanto também tomava banho e vesti meu pijama longo e discreto. Quando ele retornou de banho tomado, cheiroso e de pijama dei minha resposta.

– Vou aceitar sua oferta. Vem aqui dormir com a mamãe, falei levantando o lençol.

Leo era pura felicidade e se deitando no lugar de seu pai, pedi que apagasse o abajur e então fui me deitar em seu peito bem juntinha a ele. Seu braço em envolveu e começou a acariciar as costas com a palma da mão aberta enquanto deu um beijinho em minha testa na penumbra.

– Boa noite mãe. Se gostar de minha companhia, vou vir aqui dormir com você todas as noites.

Não respondi não sabendo como ia ser, mas o beijei na bochecha e também dei boa noite. O sexo com ele agindo como o homem que realizava meus desejos secretos tinha sido maravilhoso, mas o ter como meu filho preocupado comigo, cuidando de mim, abraçada a ele enquanto recebia carinho era um orgasmo emocional e dormi profundamente em seus braços. Fui despertada com um beijinho na testa já todo arrumado para ir a faculdade.

– Bom dia mãe. Estou indo para a faculdade. Dorme mais um pouco.

A experiencia foi tão boa que daquela noite em diante pedi que ele dormisse todas as noites e em cada uma delas Leo me respeitava como mãe, as vezes após ter me usado sem limites para se aliviar pouco tempo antes na mesma cama.

Depois de 4 semanas em São Paulo, meu marido avisou na quarta-feira, que estaria em casa no final de semana pois tinha algumas coisas para fazer na empresa na segunda-feira e logo voltaria a São Paulo para mais umas duas semanas finalizando a montagem da fábrica e a inaugurando.

Depois de estar sendo usada por 4 semanas por Leo, se meu marido fizesse amor comigo, o que era bem provável, estaria em apuros com minha buceta tendo sido moldada para o pau enorme de Leo. Quando o avisei que seu pai voltaria, pedi que não fizesse nada comigo naqueles dois dias até sábado, não que isso resolveria, mas talvez deixasse menos evidente a meu marido que minha buceta estava sendo usada por um pau bem mais grosso do que o dele.

Depois daquelas duas primeiras vezes, Leo nunca mais tinha me dopado, sempre usando sua força para me dominar e me amarrar a “contra gosto”. Dedicado, nunca parou de me oferecer e servir sucos, cafés, chás e lanchinhos na hora do café da tarde enquanto eu trabalhava na mesa da sala de refeições.

Naquela tarde de sexta-feira, um dia antes de seu pai chegar e depois de dois dias de ter me usado pela última vez, escolhi chá e bolachinhas quando ele me ofereceu. Para me acompanhar, ele também bebia chá e comia as bolachinhas doces na ponta da mesa. Eu ia ingerindo o chá enquanto conversávamos até que de repente comecei a sentir um sono muito forte me dando conta do que aconteceria. Olhei para ele e só tive tempo de dizer uma frase.

– Você não vai fazer isso comigo justo hoje, a um dia de seu pai chegar?

Se Leo respondeu, não me lembro porque me debrucei sobre a mesa derrubando a xicara e cai em um sono profundo.

Quando acordei, até me localizar já me dei conta da situação e estava furiosa com Leo. Ao despertar melhor percebi onde estava, nua e debruçada sobre a mesa do escritório de seu pai, onde até aquele momento ele tinha respeitado, mesmo já tendo me usado em quase todos os cômodos da casa.

Minhas canelas estavam amarradas por cordas um pouco distante dos pés da escrivaninha e meus pulsos também amarrados nos pés do outro lado por cordas. Meu bumbum todo exposto e aberto com minhas pernas estando em um V inverso amarradas nos pés da mesa, eu estava bem onde era a poltrona de meu marido quando trabalhava naquela escrivaninha.

Meu tronco totalmente apoiado no tampo de couro e seu computador a minha direita. Eu olhava para a janela e para a vegetação lá fora que protegia a privacidade. Brava, girei a cabeça procurando Leo sentado só de cueca lá no pequeno sofá na parede a direita da escrivaninha, e por mais furiosa que estivesse, incrivelmente meu subconsciente me fez agir dentro de meu fetiche.

– O que você pensa que está fazendo? Meu marido chega amanhã e se ele fizer sexo comigo, vai descobrir que o estou traindo. Me solta. Me solta, falei me debatendo.

Como sempre, Leo estava bem preparado e agiu com sua usual tranquilidade.

– Em seu conto número 7, você descreveu uma situação como essa em que seu marido ia chegar de uma viagem e foi amarrada e usada um dia antes e se descreveu tendo muito prazer por ser usada nessa situação de risco.

– Só que lá, quem abusou de mim não tinha o pau gigantesco igual o seu e foi possível que eu enganasse meu marido depois de o embebedar antes de fazermos sexo.

– Você acha mesmo que fará diferença um dia a mais? Lá no começo, após eu ter te usado só duas vezes, você deixou escapar que nem sentiu direito o pau de seu marido quando fizeram sexo e com certeza ele também percebeu. Estou há um mês arrombando e usando sua bucetinha a fazendo se acostumar com meu pau e nada vai mudar até amanhã.

Comecei a me acalmar porque Leo tinha toda razão, mas eu ainda tinha um bom argumento.

– Você vai me deixar toda dolorida e mesmo sem o sentir direito, vou gemer de dor e ele vai estranhar eu estando tão larga para o pau dele. Me solta filho.

– A esposa com que ele faz amor é dele mas quem realiza o fetiche e desejos da mulher dele sou eu e se o objetivo é te usar para aliviar minhas necessidades, vou te usar sempre que estiver necessitado e eu estou muito nesse momento. Você não imagina quanto, falou se levantando e vindo em minha direção.

Meu corpo todo se arrepiou e minha buceta pulsou e escorreu, pois, essa necessidade do homem em se aliviar comigo é que satisfazia meu desejo se ser usada como 3 buracos e naquele momento, Leo mostrava decidido que era disso que ele precisava.

A mesa da escrivaninha era estreita e por isso meu queixo estava apoiado bem próximo da borda do tampo do outro lado e ao invés de vir por trás de mim para me penetrar, Leo parou bem a minha frente, tirou a cueca e se aproximou colocando sua glande já melada de pré-gozo em meus lábios e o sentindo, toda minha braveza se esvaiu.

– Abra a boca. Primeiro vou usar esse buraco.

Me movi um pouco para a frente para que o queixo não ficasse mais apoiado na mesa, ou limitaria a abertura de minha boca. A abrindo em um “O”, Leo foi enfiando até onde sabia que eu aguentaria o que era um terço de seu pau, mesmo com todas as tentativas que fiz de colocar mais.

Dessa vez não me segurava pela nunca e nem eu o segurava para chupa-lo e engoli-lo. Minha boca era literalmente um buraco imóvel que ele começou a estocar indo devagarinho para trás e para frente.

Naquela posição era impossível olhar para cima em seus olhos, então o que via a minha frente era seu púbis indo e vindo em direção e mau rosto. Aquela situação era a realização perfeita de meu fetiche com minha boca sendo usada só como um buraco para sua satisfação.

Eu tremia de tesão e tinha a certeza que teria muito esperma completando meus desejos sujos, o que me faria gozar só de o engolir o aliviando e sendo usada.

– Que boquinha deliciosa mãe. Adoro me aliviar nela e fazer você engolir meu esperma e hoje vai ter muito.

Excitada pela situação e com sua provocação, já estava à beira de um orgasmo gigantesco mesmo sem tocar meu clitóris. Em uma situação normal o clitóris é o grande motor dos orgasmos femininos e sempre foi também para mim quando fazia amor com meu marido.

No entanto, estava vivendo meu fetiche tão desejado, quem a realizava era meu filho e a situação de estar no escritório de meu marido há um dia de sua chegada facilmente me daria orgasmos sem meu clitóris ser tocado. Aliás, desde que Leo começou a realizar aquele fetiche me transformou em uma máquina de orgasmos, pois nunca tive orgasmos tão facilmente e tão intensos, muitos sem nem ser tocada, outros sem nem tocar meu clitóris.

Sentir o esperma de meu filho em qualquer buraco enquanto ele se aliviava era um combustível poderoso de orgasmos e os tinha múltiplos, em sequência ou vários um após o outro.

Depois de uns 5 minutos usando minha boquinha senti seu pau se inchar mais ainda e então Leo gozou intensamente e me levou junto.

– Estou gozando mãeeeeeee. Você é deliciosa e esse cabelo ruivo muito quente. Ohhhhhhh.

Seria impossível falar, mas meu corpo trepidando sobre a escrivaninha de seu pai fez Leo saber que eu também gozava. Jatos intensos e volumosos de seu esperma delicioso irrompiam em minha boca e eu gulosamente ia engolindo o que podia. O problema foi que como meu pescoço estava esticado para deixar minha boca na direção de seu pau enorme, não conseguia engolir direito e ao invés de engasgar, deixei escorrer para o chão o que não conseguia engolir.

Não mudou nada no prazer que sentíamos, o orgasmo de Leo parecendo ser um de seus maiores em minha boca, talvez por causa de minha recusa anterior. Quando terminou de ejacular, preocupado tirou quase tudo só deixando a pontinha entre meus lábios o que me permitiu engolir o que estava acumulado em minhas bochechas enquanto eu ainda gozava.

Paciente ele esperou que meu gozo terminasse e então tirou de vez de minha boca.

– Foi maravilhoso mãe, mas percebi que essa posição não é boa para você. Não se preocupe que depois eu limpo a sujeira no chão.

Com aquele pau duro imenso em frente a meus olhos sabia que Leo ainda não estava satisfeito. Na verdade, nem eu, pois eu precisava muito dele dentro de mim me usando de uma forma nua e crua.

Percebi Leo se movendo, dando a volta na escrivaninha e se colocando atrás de mim.

– Ahhh mãe, nunca me cansarei de me maravilhar com esse seu corpo, perfeito, nem com essa bunda deliciosa e também com essa bucetinha cada vez mais peludinha.

Eu adorava ser tão intensamente desejada por aquele homem lindo, viril e maravilhoso em todos os sentidos que era meu filho.

– Corpo que só pode usufruir como quer nos momentos que realiza meu fetiche.

– Já que é meu vou usá-lo até te soltar, falou começando a pincelar minha buceta escorrendo meus fluidos após meu orgasmo.

Prevenido, Leo já tinha trazido o gel para comer meu cuzinho que estava também se acostumando com seu pau, mas que sempre seria melhor com uma ajudinha. Enquanto tirava gemidos meus, pincelando meu interior e ameaçando me penetrar, percebi que ele pegou o gel se adiantando, porque sempre usava primeiro minha bucetinha apertada.

– Já que você ficou brava comigo porque quer deixar sua buceta para seu marido, vou direto para seu bumbum e depois terminamos.

Uma decepção gigantesca me tomou, mesmo sabendo que seria o melhor a fazer e o motivo de eu ter ficado furiosa com ele antes. Percebi que mais do que me dar orgasmos alimentando meu desejo de ser usada, eu precisava desesperadamente do pau de meu filho em minha buceta, não importava as consequências.

– Nãoooooooooooooooo. Você queria usar minha buceta, então a use. Se alivie nela.

– Adoro seu cuzinho. Posso passar sem ela uma vez. Eu a esfolaria toda, pois estou muito necessitado e tarado ainda.

– Use a como você quer. Eu me viro com meu marido.

Leo não mentiu sobe estar tarado e quando o encaixou na portinha de meu canal, foi o enfiando mais rápido do que qualquer outra vez. Mesmo mais acostumada, me sentia sendo arregaçada por aquela delicia maravilhosa do filho que gerei.

– Aaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhmmmmmmmmmmmmmmmmmmm, gemi muito mais de prazer do que de dor.

Com as mãos em minhas costas a apertando contra o tampo Leo ia mais uma vez invadindo a buceta de sua mãe realizando minha deliciosa fantasia, por ser com ele ainda melhor. Ainda pela metade, já não aguentei e gozei ruidosa e poderosamente.

– AAAAAAAAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIHHHHHHHH, usa minha buceta com esse pau grandão delicioso. Estou gozandooooo.

Meu filho não se apressou, mais do que seu tesão já o fazia me penetrar acelerado. Meu corpo se debatia sobre aquela mesa que meu marido trabalhava e pensando nisso, só me dava mais tesão. Ele não quis realizar os desejos de sua esposa apaixonada, fiel, linda e gostosa, então quem os realizava em seu lugar era seu filho super dotado.

Meu orgasmo era um daqueles que não acabava ou eram muitos em sequência, pois nunca consegui distinguir um do outro. Ao empurrar meu colo de útero, Leo começou a me estocar rudemente deixando tudo mais intenso.

Por ele conhecer todos meus desejos e limitações de não querer ser uma puta, submissa ou vagabunda, nunca se excedeu e com certeza sempre se segurou, mas talvez por sua excitação deve ter agido sem pensar e deu um tapa em meu bumbum.

Na hora o percebi se contendo para não dar outro e logo se desculpou.

– Me desculpe. Foi uma reação incontrolável.

Não fazia parte de meu fetiche ser estapeada, mas até meu marido já tinha dado tapas em meu bumbum generoso, então arrumei uma desculpa para que ele satisfizesse seus instintos.

– Ahhhhhhhhhuuu, pode bater. Você me usa também para aprendizado e isso é um aprendizado. Me excitou, confessei.

Daquele momento em diante Leo dava tapas contidos em meu bumbum branquinho certamente o deixando todo marcado de suas mãos. Depois que não me contive de vontade que ele arrombasse minha buceta mesmo com seu pai chegando no dia seguinte, meu tesão ficou desgovernado e eu gozava sem parar e já sabia que só o gozo dele me inundando de esperma e depois parando de me estocar era o que faria o meu terminar.

No entanto ele também estava mais tarado do que o normal por minha entrega e pôr o liberar bater em meu bumbum e me comeu impiedosamente por uns 5 minutos até que enfim também gozou, eu já em um estado quase inconsciente de tanto gozar.

– Estou gozandoooooooo mãeeeeeee.

Seu esperma ainda abundante fechou com chave de ouro meu orgasmo que após o seu terminar, também terminou abruptamente. Mesmo tendo terminado, Leo ficou lá dentro com seu monstro semiduro enquanto suas mãos acariciavam gostosamente minhas costas.

Preocupado comigo após tanta intensidade, seu amor de filho falou mais alto.

– Eu vou te soltar. Já te usei demais.

– Você disse que ia usar meu bumbum. Até trouxe o gel.

– Amanhã você não vai andar direito e parecerá suspeito.

– Darei a mesma desculpa que dei a minha mãe, após ter sido usada por você pela primeira vez e não conseguir andar direito. Direi que você me fez exagerar nos exercícios da academia e por isso estou toda dolorida.

– Preciso de um tempo então, falou se sentando na cadeira de seu pai de frente para o estrago que tinha deixado em minha bucetinha.

– Logo seus pelinhos não vão mais pinicar, pois estão bem compridinhos. Não vejo a hora dessa buceta estar toda ruivinha como seus cabelos.

– Estou fazendo por você, pois meu marido não gosta.

– Pode ter a certeza que vou adorar e te recompensar por fazer isso por mim.

– Não precisa. Você já me dá a maior recompensa de todas que é usar meu corpo e meus buraquinhos para se aliviar. É o que me faz feliz e me excita mais do que tudo.

– Parece que a qualquer momento vou acordar desse sonho que é ter você, a mulher mais linda e gostosa que conheço, ruiva como eu gosto querendo que eu use e me alivie em seu corpo.

– Às vezes também penso que é um sonho por ter meus desejos sujos sendo realizados por alguém que eu possa me sentir segura e confiar mais do que em qualquer pessoa do mundo. Sempre tive tanto medo, ao imaginar fazer isso.

– Então é uma troca de favores perfeita, brincou.

– Mais do que perfeita. Muito melhor do que jamais imaginei e jamais escrevi em minhas histórias.

Conversávamos sem um olhar para o outro pois eu olhava para o jardim e ele certamente para meu bumbum, meu cuzinho que era o próximo objetivo e para minha bucetinha toda aberta escorrendo seu esperma.

– Te olhando assim, já estou com vontade de continuar, revelou.

– Você é quem decide, já que me amarrou de um jeito impossível de escapar.

Leo se levantou e pegando o gel lambuzou meu cuzinho e seu pau e então o centralizou no centro de minha estrelinha rosada.

– Se desde novinha você desejou ser amarrada e usada, desde novinho desejei essa bunda maravilhosa. Ambos achávamos impossível e conseguimos realizar juntos. Ohhhhhhh, gemeu enquanto começava a abrir caminho.

– Mate sua vontade e a use quanto quiser, assim sempre estará me dando o que eu preciso. Aaahhhhiiiiiiiiiii.

Meu cuzinho não tinha sido usado tanto quanto minha buceta naquele mês, mas ele também já tinha se acostumado e estava mais acessível aquele pau enorme. Não que não doesse, mas era um dor menor que o prazer que me proporcionava. Amarrada daquele jeito de bruços meus anus era só um buraco quente e apertado me levando ao ápice do prazer de ser usada.

Com calma Leo enterrou todo aquele monstro, então levando as mãos a minha cintura começou o usar sem tanto cuidado.

– Ohhhh mãe, eu te desejo tanto. Por mim eu te usaria todos os dias para me aliviar como antes eu usava minha mão. Teve vezes que me masturbei mais de 6 vezes em um dia pensando em você. Sem que você soubesse eu já realizava parte de sua fantasia, pois te usava em minha imaginação para me aliviar.

Essa era uma informação nova que levou meu tesão aos céus com seu ir e vir rude. Passei de ser a musa inspiradora de meu filho que o levava aos gozos se masturbando para ser o instrumento físico de seus orgasmos imensos e deliciosos se aliviando não mais em sua mão, mas nos buracos de meu corpo. Por mais que eu quisesse curtir, fui tomada uma excitação arrebatadora e gozei analmente extremamente forte.

– Ahhhhhhhhuuu. Não precisa mais se aliviar em suas mãos, se alivie em mim. Estou gozaaaaaaaaaandoooooooooooo.

– Estou gozando também mãeeeeee.

Leo me surpreendeu porque não esperei que gozasse tão rápido aproveitando para curtir o bumbum da mamãe que ele tanto desejava, mas com meu pedido o levei junto comigo.

Não era sempre, mas era o ápice de meu fetiche quando meu filho se aliviava em todos meus buraquinhos e mesmo com menos intensidade, sentia seu esperma esquentando minhas entranhas.

Seu vai e vem parou quando sua ejaculação terminou, mas ficou lá enterrado até que meu orgasmo também se esvaísse. Quando me prostrei em extase, meu filho já me preparou para o que viria na próxima vez, sem ainda sair de meu bumbum.

– Na próxima vou te imobilizar, mãos e pés e te levar para o banheiro pois quero me aliviar embaixo do chuveiro ou te prensando na parede com seu corpo e cabelos molhados. Vou aproveitar que estarei te usando para também aprender a dar banho em uma mulher.

Era evidente que Leo manipulava meu fetiche para fazer comigo o que ele gostaria de fazer fora dele, mas mesmo sabendo disso me sentia sim sendo usada para seu aprendizado e independente de meus desejos, era muito, muito, muito excitante ter meu filho lindo me usando para suas primeiras vezes.

Assim que deixou meu corpo, Leo começou a desamarrar enquanto demonstrava sua preocupação, antes do momento fetiche ser encerrado.

– Tem certeza que consegue lidar com seu marido?

– Se preciso vou usar as desculpas clássicas de dor de cabeça ou não estar me sentindo bem. Melhor que ele desconfie de algo por eu não querer sexo após um mês do que por sentir minha bucetinha toda larga para o pau dele.

Leo enfim me soltou e me ajudou a ficar em pé e depois me levou até meu quarto.

– Nos vemos no jantar mãe. Faço algo para nós e pode deixar que eu vou deixar impecável o escritório de meu pai. Se precisar de mim, é só me chamar.

– Obrigado filho. Eu te amo mais do que tudo, falei sem saber o porquê falei naquele momento.

– Te amo da mesma forma mãe.

Leo se foi fazer o que me disse e depois tomar um banho como eu tomaria também o meu, mas antes deitei um pouco de costas para aliviar meu corpo por ter ficado tanto tempo de bruços e imobilizado.

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