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Um amante para minha esposa.

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Um conto erótico de Maurin (Por Leon Medrado)
Categoria: Heterossexual
Contém 6753 palavras
Data: 31/07/2026 17:27:46

Olá, Leon, conforme conversamos, quero falar sobre minha experiência, onde finalmente, fui corno, em um ménage, com minha esposa e um amigo que conhecemos recentemente.

[Nota do Autor] - Um dia, em junho de 2023, recebi uma mensagem de e-mail.

Olá, sou o Maurin, casado com a Graciene. Li seu conto “A loucura que é ser feito de corno”. Gostaria de falar mais com você sobre o nosso caso, e esse tipo de tesão de corno. Aguardo sua resposta.

Eu respondi que gosto de conversar com casais liberais, passo a minha experiência, e é desses contatos que nascem as amizades, e aparecem também os enredos das minhas histórias. Disse a ele que ficassem à vontade. Escrevessem sempre que desejassem. Somente em setembro, eu recebi outra mensagem. Fiquei esperando. Levou quase um ano para que ele voltasse a me contactar.

Leon, desculpe o sumiço. Muita coisa aconteceu. Vou tentar contar como foi.

Tive o prazer de ver minha mulher fazendo sexo com nosso amigo, e foi muito gostoso. Na verdade, nós já fantasiávamos isso fazia um certo tempo, e eu, percebendo que ela gostava de fantasiar, sempre ficava muito excitada, fui incentivando minha esposa, até que ela se interessou por esse nosso amigo e começou a seduzi-lo. Nós sempre saíamos juntos.

Antes, porém, de relatar como aconteceu tudo, vou contar um pouco sobre nós, para que possa entender todo o processo.

Estou casado com Graciene faz 12 anos, e só recentemente fizemos essa loucura. Tudo começou quando, depois de alguns anos de casado, comecei a perceber que a Graciene, que sabe que é gostosa, e tem orgulho disso, adora ser admirada.

Logo que eu notei esse gosto dela em ser admirada e desejada, pois se veste sempre de forma sexy e com roupas curtas, e reveladoras de seus atributos, ao invés de ficar irritado, com ciúme, ou reclamar, senti desejo e tesão em ver outros homens babando por ela. Isso eu sempre senti, desde que a conheci, nunca fui de reprimir, e sempre gostei de ver como ela era admirada e cobiçada.

Eu sempre fui voyeur, tenho consciência disso, adoro ver fotos, vídeos e situações provocantes de mulheres ousadas. E ela sempre foi fiel, assumida, e muito sincera.

Graciene tem 1,60 de altura e 65 quilos, com um corpo invejável, onde se destaca, além dos peitos firmes e da bunda empinada maravilhosa, uma boceta volumosa, linda, que marca as calças leggings, de dar tesão em qualquer homem. Morena clara, com cabelo ligeiramente ondulado no meio das costas, ela nunca passa despercebida onde for.

Claro que ela sempre usou roupas curtas e eu nunca a proibi, pelo contrário, ficava com tesão de ver minha esposa sendo cobiçada pelos machos. Eu até a incentivava.

Quando eu percebi que eu também gostava de ver minha esposa ser cobiçada, comentei com ela, dizendo que todos a olhavam, a admiravam e desejavam, e ela ficou satisfeita, percebendo que eu não achava ruim. Então, comecei a estimular na cabeça dela, para que fosse sempre e cada vez mais, muito provocante. E ela não deixou por menos. Usava vestidinhos curtos, algumas sainhas justas, blusas decotadas, shortinhos curtinhos e coladinhos, sempre realçando seu corpo sensual. Às vezes, usava tops sem sutiã o que deixava os lindos peitos dela em evidência, com os mamilos grandes marcando o tecido. Eu achei o máximo. Adorava ver como ela ficava gostosa. Meu tesão por ela aumentava.

Num dia, na hora do sexo, em um momento de grande excitação, falando de como ela estava deliciosa naquele dia, indo ao mercado com um vestido de malha que modelava seu corpo, e marcava a tanguinha que usava por baixo, eu confessei meu prazer de vê-la desejada por outro. Ela gostou de me ouvir contando aquilo e disse que também sentiu muito prazer ver que muitos a admiravam e desejavam. Aproveitei nosso estado de tesão, e falei que fantasiava cenas dela no sexo com outro homem. A Graciene, ao mesmo tempo em que ficou chocada com aquilo, pois não esperava que eu tivesse aquela fantasia, sem saber o que falar, me disse apenas que eu era louco. Mas, logo depois, excitada com nossa conversa, me confessou que sempre gostou de ver os homens babando por ela, gostava de saber que a desejavam, e acabou se assumindo uma exibicionista. Confessou que se excitava muito em se mostrar desejada. Eu disse que adorava aquilo, que eu era voyeur, e me excitava muito.

Ela, então, sabendo que eu gostava, foi ficando cada dia mais gostosa e provocante.

Não só caprichava nos exercícios, para modelar seu lindo corpo de formas sensuais, como usava roupas provocantes.

Pouco tempo depois, veio morar perto de nossa casa um novo vizinho. Era separado, mais novo um pouco do que eu, porém, ainda um pouco mais velho do que ela. Sempre nos víamos na rua. Nós fizemos amizade rapidamente, ele era bom de conversa, e sempre que nos encontrávamos, conversávamos sobre um monte de assuntos.

Até que ela sentiu que ele a olhava muito, notou seu interesse, e naturalmente, começou a se exibir para ele. No começo, ela não me disse nada, mas eu fui percebendo aquilo. Para testar, eu falei para ela que ele não tirava os olhos da bunda dela, e isso foi como combustível, para o prazer dela em se exibir. A Graciene sorriu, me disse que havia notado os olhares dele, mas não falou com receio de eu me zangar. Eu falei que ela podia provocar. Fazíamos isso com cumplicidade e sem culpa.

Logo estávamos com muita amizade e bastante intimidade entre os três. Ele já estava percebendo que ela estava a fim, que o provocava, se exibia, muitas vezes se sentava deixando a saia curtinha, revelando suas lindas coxas. Mas ele, não tinha a certeza se eu aceitava, então, ficou bem discreto. Respeitava.

Nessa altura, começamos a frequentar barzinhos. Eu ia com ela, e avisava a ele que estaríamos lá, se ele quisesse podia aparecer. Ele sempre ia. Eu notava como a Graciene ficava contente com aquilo, a presença dele a deixava mais animada, pois podia provocar com o meu consentimento.

Esse vizinho, o nome dele é Serdan, de família com origem turca, é moreno de olhos grandes, sobrancelhas grossas, voz forte, e cabelos castanhos. Um tipo masculino, que não chegava a ser bonito mas era atraente. Ele estava com 32 anos na época, 1,70 m, o corpo malhado na academia.

Ele se tornou muito amigo. Começamos a nos encontrar nos barzinhos com regularidade todo final de semana, ele não dança, eu também não, mas gostávamos de ir, beber, ouvir música e observar as pessoas se divertindo. Com isso nossa intimidade aumentou.

Às vezes, eu deixava a Graciene dançar com alguns rapazes que pediam licença, pois ela dança muito bem e dançando ficava muito linda. Nós ficávamos admirando. Conversávamos sobre tudo, e em pouco tempo ele se mostrou bastante próximo.

Uma noite ele disse:

— A Graciene é uma mulher incrível, bonita, sexy, companheira, você é um sujeito de muita sorte.

Eu agradeci e concordei. Ele perguntou:

— Você não fica enciumado, não acha ruim a minha amizade com ela também?

Respondi que não, eu me sentia orgulhoso de saber que tínhamos aquela amizade sem ciúme e com tanta intimidade.

Ele agradeceu e disse que ficava também muito feliz, pois depois que se separou, andava muito solitário.

Isso nos aproximou mais. Nós já nos falávamos todos os dias, e ele também já conversava com a Graciene pelo aplicativo, tal como fazia comigo. Eu não me importava e ela sempre me mostrava. Nos tornamos três amigos muito próximos.

Notei logo que ele olhava para a minha esposa cada vez mais com um olhar muito atento, até desejoso, e percebi que ele não só a admirava, ele a cobiçava. Mas era sempre muito discreto. Só que, aos poucos, com nossa intimidade, foi ousando mais.

Primeiro, ele começou fazendo um elogio nos status da rede social dela, ela gostou, agradeceu, e pouco tempo depois eles se falavam muito, até mais do que comigo, trocavam memes, falavam de muitas coisas, e em poucos dias ele já estava dando indiretas para ela, elogiando sua roupa e seu penteado! Falando que a viu passar pela rua e a achou irresistível.

Graciene adorava aquilo, e às vezes, até perguntava o que ele achava de alguma roupa que estivesse usando. O elogio dele a deixava muito contente. Imagine, uma mulher casada poder ser elogiada pelo amigo, sem ter que fazer isso escondida do marido. Até me mostrava o que ele dizia, nas mensagens que trocavam. Muitas vezes ela perguntava na minha frente o que ele achava. Ele elogiava, mas sempre respeitando.

No começo, ela assumia que gostava de que ele ficasse babando por ela, mas me dizia que só era mesmo para provocar. Gostava de saber que ele a desejava, embora, ele não fizesse o tipo dela.

Por ela ser de pele um pouco morena, e cabelos castanhos, Graciene naturalmente se interessava mais por tipos loiros. Era o que ela sempre havia dito. Mas, com o decorrer das conversas, eu percebi que ela ia se engraçando com ele, de leve. Acho que o fato dele ficar cada dia mais atraído por ela, e confessar, e dar mostras que a desejava, mas sem avançar o sinal, despertou nela a vontade de o seduzir completamente.

Foi quando eu resolvi cutucar mais. E nas horas em que eu e ela estávamos em nossa cama, fazendo sexo, comecei a falar que ele estava a cada dia mais tarado, e que ela estava adorando isso. Ela admitiu, dizendo que gostava muito de ver o desejo dele. Então, eu passei a fantasiar o amigo metendo com ela e disse a ela.

Eu falava o que eu fantasiava e a Graciene se excitava bastante com essas fantasias. Nossa, como ela ficava louca! Aquilo nos deu um fogo incrível. Com isso, ela foi se soltando. E passou até a dizer o que tinha vontade de fazer algo com ele. Eu também ficava muito tarado com as confissões dela.

Até que ela, uma noite, me perguntou:

— Você teria coragem de deixar?

— Se for da sua vontade, eu teria. Até me excita pensar nisso, você se soltando e experimentando uma aventura desse tipo.

Ao ouvir minha reposta ela disse:

— Você tem consciência de que vai ser um corno ao deixar sua esposa com outro?

— Tenho, e não vejo nenhum problema, desde que você me respeite e ele também. – Respondi.

Ela, me beijou e falou no meu ouvido:

— Se você tem vontade de ser corno, eu vou realizar sua fantasia.

Nossa, fiquei muito tarado, cheguei a respirar forte, e ela percebeu. Sorriu e falou:

— Você fica louco de tesão só de imaginar, né?

Meu pau me traiu, pois estava duro e ela podia ver.

Não demorou muito, ela tomou a iniciativa de dar mais espaço a ele e os dois já estavam flertando descaradamente perto de mim. Eu havia alimentado o desejo dela, que acendeu ainda mais o desejo dele. Nesse ponto, tive um receio. Senti que se eu não fizesse nada, poderia acabar por ser corno, sem nem saber. Ela já estava louca de tesão, na cama, fantasiava com ele, e me contava sem ter timidez. A esposa chamar você de “meu corno”, na intimidade, é algo que deixa o marido louco. Ela muitas vezes falava:

— Vem, meu corno, vem me chupar, que sua esposa está louca de tesão pelo nosso amigo.

Eu entendi que logo que desse oportunidade, ela ia dar para ele.

Minha esposa já me falava abertamente, sem ter vergonha, que estava cheia de tesão por realizar a nossa fantasia:

— Amor, ando cheia de vontade de dar para o nosso amigo, e fazer você de meu corno.

Eu ficava muito tarado com isso. Ele comentava:

— Você morre de tesão só de ouvir não é, meu corno?

Nossa cumplicidade era grande. Eu decidi provocar a coisa, e, uma noite, ao sairmos de um barzinho, chamei o amigo, para terminarmos as últimas cervejas em nossa casa.

Nessa noite, a Graciene estava com uma saia preta bem curta que exibia suas lindas pernas perfeitas, seus pés numa sandália de salto, e isso realçava um pouco mais a bunda. Usava um top também preto, que mantinha seus seios muito empinados.

Na sala de nossa casa, depois da primeira cerveja, fingi que ir buscar uma coisa na cozinha, olhando escondido de lá. Flagrei o amigo fotografando a bunda da Graciene, sem que ela visse. Ela não viu o que ele fez pois estava de costas, vindo para a cozinha.

Eu não falei nada, mas ele era cauteloso, e nesse dia não aconteceu nada. Minha esposa disse, depois, não ter percebido que ele bateu a foto. Mas sentiu que ele se mostrava muito atraído por ela. A ponto até de perder a vergonha de olhar com desejo escancarado, na minha frente.

Nessa noite ela me disse na cama:

— Ela já sabe que você tem tesão e vai ser corno. Só falta a hora certa.

Dias depois, eles continuaram a flertar pelo aplicativo, ele a elogiava, ela agradecia, devolvia os elogios. Falou que ele era um homem muito charmoso e atraente.

Ela me mostrava tudo, não escondia, eram mesmo somente galanteios e elogios, ele nunca deu uma cantada direta, evitava forçar a barra, até que numa sexta feira, eu cheguei do trabalho cheio de tesão, e resolvi provocar mais um pouco. Fui mostrar ao Serdan umas fotos que eu e a Graciene fizemos na praia. Mostrei de propósito, a Graciene de biquíni fio dental. Vi que ele ficou muito admirado, e elogiou:

— A sua esposa é um avião, amigo! Quem não deseja uma mulher assim? E você deixa ela ser sexy demais! Até eu fico com desejo. Me desculpe a sinceridade.

Eu agradeci. E disse que estava acostumado com ela sendo admirada e desejada.

Quando foi à noite, perguntei onde ele estava, e ele já estava num barzinho. Perguntei onde era, ele disse, na hora chamei a minha esposa e fomos até lá.

Nos encontramos, ficamos em uma mesa conversando, o papo fluiu, tomamos umas cervejas juntos. Graciene estava linda com uma outra saia curtinha preta meio rodadinha e um top preto bem decotado. Calçava sandálias pretas de salto alto. Tinha as unhas dos lindos pés pintadas com francesinhas. Aquilo era muito erótico para mim. Reparei que ele a olhava com muito desejo, e ela também percebeu. Logo depois, eu o convidei novamente para ir até nossa casa terminar a noite.

No trajeto de volta para nossa casa, eu falei para ela:

— O Serdan está louco para comer você.

Ela ficou me olhando sem dizer nada. Eu perguntei:

— Você reparou como ele olhava cheio de tesão, para você?

Ela sorriu, fez que sim, e suspirou. Depois falou:

— Eu vi, adorei, adoro, me deixou toda arrepiada e bem molhada só dele me desejar.

Eu disse:

— Se eu der o sinal verde, acontece. Se ele topar você topa?

Ela ficou com receio de ser rejeitada. Disse:

— Será que ele não vai pular fora? Querer eu quero.

Aí, falei para ela relaxar e deixar comigo. Nessa hora, ela olhou nos meus olhos e disse:

— Está bem. Pelo jeito, você também quer isso tanto quanto eu. Se você quer ser meu corninho, hoje eu quero. Eu estou com muito tesão e vou dar gostoso para o nosso amigo. Pode seguir o seu plano.

Quando ela disse aquilo, me deu calou enorme no corpo, senti muito tesão, e decidi que ia fazer de tudo para acontecer. A minha maior fantasia era ver como seria a Graciene fodendo com outro.

Ao chegarmos em casa, nos sentamos na sala, pegamos cada um uma cerveja, e pouco depois eu já perguntei se ele aceitava fazer o jogo “verdade ou desafio”. Já tínhamos bebido um bocado antes, o que ajudava a perder a timidez.

Ele aceitou o jogo, e começamos a brincadeira. Pelo que a Graciene tinha dito, eu já tinha quase a certeza de que naquele dia eu seria feito de corno. Aquilo me mantinha muito excitado, e a minha esposa parecia estar igual. Ela sorria mais provocante e flertava abertamente com ele na minha frente. Sentada, a saia havia subido e quando ela abria as pernas um pouco, dava para ver a calcinha. O que me deixava de pau duro o tempo todo.

Aqui, eu faço uma reflexão: O que me deixava mais excitado, era que eu estava sendo cúmplice, e ajudando a minha esposa a se soltar, assumir seu lado mais safado e arrojado, mostrando como ela poderia aproveitar mais de sua sensualidade e de sua sexualidade, se fazer sedutora para outro homem que a desejava, e que ela estava desejando também. Ao ver o tesão com que ela ficou com aquele jogo, me deixava mais tarado ainda. Eu me realizava através da cumplicidade com ela.

Logo no começo, quando caiu a vez dele no jogo, já fui fazendo o desafio, para ele dançar para nós. Ele não sabia dançar, e eu tinha conhecimento disso. De pé, ele fez alguns movimentos meio estranhos, tentando fazer uma dança, e parou. Nós caçoamos um pouco com o jeito desengonçado dele. Aquilo animou a brincadeira.

Na rodada seguinte, caiu para a Graciene responder, e era a vez do Sirdan perguntar. Foi quando ele falou:

— Você já ficou com outro homem, fora do casamento?

Ela respondeu que eu tinha sido o seu único homem. Ele olhou meio em dúvida e insistiu:

— Jura? Casou virgem? Um avião desse, só teve o Maurin de macho?

Ela, sorrindo, concordou com a cabeça, e respondeu:

— Me casei virgem, dei pela primeira vez, já casada, e só dei para ele até hoje.

Só que o jeito que ela falou, “dei” de forma safada, me dava ainda mais tesão.

A rodada seguinte foi minha vez de perguntar para ela, e dei a cartada final. Perguntei:

— Você tem tesão no nosso amigo?

Ela sorriu, e talvez, para complicar, e para não responder diretamente, preferiu optar pelo castigo. Quem não responde paga castigo.

Eu a desafiei para dançar rebolando bem sexy para nós.

Graciene aceitou, e foi uma loucura. Ela colocou uma música de lambada para tocar no celular e ficou rebolando na nossa frente por uns 3 minutos. Ela aproveitou para ser muito provocante. Nós dois observando e babando.

A Graciene, além de rebolar, pegava na sainha curta, e ia subindo dos lados, puxando até mostrar a pontinha da calcinha preta e a polpinha da bunda. Nós dois estávamos muito excitados e já com um grande volume em nossas virilhas. Já nem disfarçávamos mais. A Graciene olhava para aquilo mordendo o lábio com jeito safado.

A próxima rodada, caiu para ele responder e ela perguntar. Ele, com medo do que ela ia perguntar já escolheu o castigo. Ela desafiou-o a retirar o short. Ele não teve dúvida. Ficou de pé e despiu o short, ficando apenas de cueca cor de areia. O pau dele, bem-marcado na cueca, dava para ver que não era muito exagerado, acho que dava uns 18 cm e parecia ser mais fino do que o meu, que tem 18 cm e é grosso. Mas, o pau dele estava bem duro, esticando a malha fina da cueca.

Ela ficou olhando fixo por alguns segundos para aquilo, ninguém disse nada, ela passou a língua nos lábios e depois mordeu o lábio inferior com expressão de tarada. Acho que como ela não estava procurando um outro macho dotado, ficou satisfeita e muito excitada com aquilo. Só de poder ver o Sirdan de pau duro na nossa frente, já era demais.

Na rodada seguinte, caiu para que eu respondesse a pergunta. Também pedi castigo, e ele me desafiou a beijar a Graciene. Me levantei, abracei-a e nos beijamos, e nos agarramos, nossas mãos nos acariciando, revelando o quanto estávamos excitados, e com isso, demos o maior amasso na frente dele. Eu até apalpei a bunda dela sob a saia. Até que ele, apertando o próprio pau, sem disfarçar, falou que já estava bom, senão ele ficaria maluco.

Aí, foi a vez do Serdan responder novamente, e quis escolher “verdade”.

Perguntei se ele tinha desejo e estava a fim de comer a minha mulher. Falei assim, direto, sem floreios. Ele respirou fundo, olhou sério, tomou coragem e falou:

— Vou responder com duas perguntas:

— Você está a fim de me ver comendo a sua esposa?

Virou-se na hora para ela e perguntou:

— Você está a fim de ficar comigo?”

A Graciene e eu nos olhamos, sorrimos, olhamos para ele e respondemos juntos:

— Sim! Sim!

Depois, até demos risada, de tão nervosos que ficamos.

Nesse momento, ele já se levantou e puxou a Graciene, abraçou a minha esposa num beijo de tirar o fôlego. Ela retribuía com vontade. Acho que se beijaram por mais de um minuto, ela beijava com muita entrega, e eu ali pertinho, assistindo, sentindo um tesão incrível. Quando eles pararam o beijo, ela pediu licença, para ir tomar um banho, e disse que voltava logo.

Eu e ele ficamos na sala, tomando nossa cerveja. Deu uma certa esfriada no clima. No início, nem tínhamos nada para dizer. Nos olhávamos em silêncio, os dois nervosos. Acho que ambos estavam tensos. Mas, poucos segundos depois ele perguntou:

— Tudo bem mesmo? Você está de acordo?

Eu fiz que sim, e disse:

— Sim, ela quer, está com muita vontade. E eu quero ver.

Dizer aquilo para ele foi libertador. Me senti leve e muito excitado. Poder assumir para outro homem que estava querendo que minha esposa desse para ele.

Ele ficou mais tranquilo, mas não disse nada.

Assim que a Graciene voltou, me admirei muito, pois já estava completamente nua. Ali ela revelava o lado exibicionista. Ousada, já veio disposta a nos deixar malucos. Parou na nossa frente e nós ficamos de pé e a pegamos praticamente juntos.

Eu logo beijei os peitos dela, e ele foi beijado por ela na boca. Ela segurou no pau dele e no meu, acariciando e se deixando provocar. Ela falou:

— Dois machos tarados por mim!

Jamais imaginei que ela faria daquele jeito. Ficamos ali um pouco desfrutando aquele momento tão excitante. Nossa respiração estava muito ofegante. Ele passou a mão na bocetinha dela totalmente raspada e ela gemeu. Ele perguntou baixinho, no ouvido dela:

— Você quer dar para mim?

Eu consegui ouvir pois estava com a boca no peito dela. Minha esposa suspirou e respondeu:

— Quero. Estou com muito tesão de dar para você, já faz tempo.

— Tesão de dar para mim? – Ele insistiu.

Ela assentiu:

— Isso. Isso mesmo. Tesão de dar para você, na frente do meu marido.

Ele perguntou, pois duvidava:

— Vai ser na frente dele?

A Graciene sorriu, fez que sim, e falou com voz trêmula:

— Ele quer isso, quer ver, vai ser corninho. Morre de vontade de me ver dando para você.

Aquilo quase me fez gozar na mesma hora. Acho que ele também. Meu pau chegava a doer. Ele também a beijava cada vez mais excitado e com o pau muito duro na mão dela.

Aos poucos, me afastei, me sentei numa poltrona, deixando os dois juntos, e o bicho pegou.

A primeira coisa que ela fez foi sentar-se na poltrona na frente dele, pegar no pau duro, cheirar, lamber, e depois começar a chupar. Mas chupava com gula. Fiquei admirado como ela estava sedenta. O Serdan soltava uns gemidos e exclamava:

— Ah, que delícia, que boca quente! Essa língua me deixa louco!

Eu assistia a cena cheio de tesão, muito satisfeito com o que estava acontecendo. Ver minha esposa realizando a nossa fantasia, foi alucinante.

Vi a Graciene chupar o pau dele, como se fosse a coisa mais desejada do mundo, ela fazia questão de deixar o amigo quase gozando, parava um pouco, e esperava ele se controlar, para voltar a lamber e chupar. Até o saco dele ela lambeu, sugou as bolas, deixando o Serdan alucinado de prazer. Eu não me lembrava de receber uma chupada como essa. Ele exclamou:

— Ah, caralho! Que delícia! Você chupa bem demais!

Até eu me admirava de ver aquilo. Graciene estava disposta a fazer com ele o que nunca havia feito antes. Acho que ela chupou o pau dele por uns sete ou dez minutos, sempre parando quando ele estava para gozar. Ela parecia estar se realizando, parava e dava uma olhada para o meu lado, com um sorriso safado. Ela sabia que eu estava alucinado de ver aquela cena. Teve uma hora em que ela perguntou:

— Está com tesão amor? Gostou de ser corno?

Eu estava todo arrepiado e mal conseguia falar. Fiz que sim e grunhi algo sem nexo.

Depois, ele já não aguentava mais, a colocou recostada sobre o assento da poltrona, abriu as pernas dela, e chupou sua bocetinha, de um jeito muito experiente, lambendo, assoprando, enfiando a língua, depois sugando o grelinho várias vezes.

Graciene gemia em voz alta a cada sugada. Ele, aos poucos, também foi enfiando a mão por baixo entre as coxas dela e colocou um dedo na entrada do cuzinho. A Graciene soltou um gemido grave, e exclamou:.

—Ahhhnnn... assssiiimmm! Noossaaaa... safado! Vou gozar… vou gozar...

E gozou com as chupadas dele, tremendo inteira, gemendo em voz alta, e com um dedo dele com a ponta enfiada no cuzinho.

Eu assistia tudo e aprendia, ao mesmo tempo em que ficava com febre de tanto tesão. Eu nunca tinha feito aquilo com ela, eu não era experiente, e vi o quanto ela teve de prazer.

Ouvi o Serdan falar com ela:

— Que delícia que é a sua bocetinha! Pequenina, estufadinha, apertadinha, é toda deliciosa!

Aquilo agradou a minha esposa que gemia igual uma gata no cio.

Ela pediu:

— Então vem… mete, me come, me fode agora. Estou louca de vontade…

— Quer dar essa bocetinha? Vai ficar toda arrombada na minha pica. – Ele falou.

— Quero, me arromba. Mete na minha boceta. – Graciene pediu ofegante.

O Serdan a colocou de joelhos sobre o assento da poltrona, apoiada com as mãos no encosto. Falou:

— Vai ser minha também a partir de agora?

— Vou, sou sua também! Meu marido deixou. – Ela falou.

— Está de acordo, Maurin? Quer mesmo ser corno? Depois, não tem mais volta. – Ele perguntou me olhando.

— Estou, eu sei que ela quer. – Respondi

Ela falou batendo o pau na bunda dela. Graciene de joelhos na poltrona, empinou a bunda. Nunca mais vou esquecer aquela pose.

— Vou foder sua bocetinha até você desmaiar de tanto gozar. – Ele falou

Ele pegou uma camisinha no bolso da sua calça. Vestiu no cacete, e foi por trás, meter na bocetinha melada da Graciene. Minha esposa empinava a bunda, abria as pernas e pediu:

— Mete, enfia logo, estou louca para dar, me come gostoso Quero gozar dando para você.

Ele agarrou a Graciene pela cintura, encaixou a pica na boceta e foi enterrando.

Ele perguntou:

— Está gostando? Dando para outro na frente do marido?

Ouvi minha esposa gemer exclamando:

— Estou! Me dá muito tesão!

Ele murmurou:

— Que putinha mais tesuda!

— Vou ser sua putinha. Isso, enfia, me fode com força. Meu corno queria ver.

Ele foi tomado por uma tara alucinada, e socava com tudo, batia o ventre e o saco com força na bunda dela, “Plaft”... “Plaft”... “Plaft”... enquanto o pau entrava e saía da bocetinha da minha esposa que nunca tinha sentido outra rola. Ele exclamou:

— Agora meu marido já é meu corno. Pode foder bem forte que eu quero gozar na sua pica.

Eu estava alucinado de tanto prazer, ao ver como eles fodiam tão tarados, e tentava me controlar para não gozar só de assistir. Mas, o safado do Serdan era experiente, se segurava, e fez a minha esposa gozar duas vezes sem que ele gozasse.

Graciene exclamava:

— Ah… que delícia! Isso, fode! Estou gozando demais! Nunca gozei assim tão forte!

O Sirdan dava uns tapas na bunda dela e exclamava:

— Olha como a putinha gosta de dar para um comedor que sabe foder!

Depois, que a minha esposa já tinha gozado três vezes ele ainda se sentou sobre a poltrona e colocou a Graciene montada a cavalo sobre sua cintura. Ela mesma pegou no cacete e guiou a pica que foi penetrando novamente sua bocetinha e deixando que a ela se movimentasse com liberdade, cavalgando a rola dura, enquanto seus peitos eram massageados pelas mãos do amante. Ela gemia:

— Nossa! Que delícia! Estou tarada! Nunca gozei tanto!

E, por mais uns sete minutos ela se acabou naquela pica, gemendo, quicando, tinha horas que ficava de cócoras para quicar com mais força, gozando e pedindo que ele gozasse com ela:

— Vem, tesudo, safado, goza, goza comigo, meu tesão! Macho gostoso, meu fodedor.

O Serdan não aguentou aquela deliciosa cavalgada e acabou gozando intensamente apertando as mamas da minha esposa. Ficaram um minuto se beijando, e acariciando.

Graciene se virou, e me encarando, falou:

— Obrigada, meu amor! Eu queria muito dar para ele, e você está feliz de ser corninho?

Eu estava a ponto de gozar também. Disse:

— Muito feliz. Adorando ver você realizando nossa fantasia.

Depois, ele retirou a camisinha, cheia de porra, deu um nó, eles se abraçaram e se beijaram por mais de um minuto, deliciados pelo prazer que haviam experimentado juntos.

Quando se recuperaram, eles foram para o banheiro tomar uma ducha, e eu continuei na sala, apenas ouvindo. Achei que deveria deixar um pouco os dois sozinhos. Até que voltei a ouvir aqueles sons característicos de corpos molhados que se chocam. “Plaft”... “Plaft”... “Plaft”... E ouvi a Graciene exclamar:

— Ahhhh, que delícia! Maravilhaaaa! Isso! Mete, está gostoso demais!

Me levantei da poltrona e fui espreitar na porta do banheiro e vi a minha esposa apoiada com as duas mãos na parede do chuveiro, a bunda empinada para trás, e o Serdan fodendo forte sua bocetinha por trás. Ela gozava, rebolava, e pedia para ele gozar nela. Ele ainda socou forte mais um pouco, até que não conseguiu segurar mais, retirou o pau de dentro dela e gozou na bunda e nas costas, deixando minha esposa de pernas bambas, quase caindo. Quando ele retirou o pau de dentro, sem camisinha vi que jorrava muita porra.

Ele exclamou:

— Você é alucinante, eu morro de tesão em você.

Ela falou:

— Eu nunca gozei tão gostoso. Você me deixou viciada. Vou querer muito mais.

Depois disso, eles tomaram o banho final, se enxugaram, vieram para a sala e ele se vestiu, deu um beijo nela de despedida, ela continuava nua, ele me agradeceu, indo embora a seguir. Essa foi nossa primeira noite.

Quando ele se foi, a minha esposa veio me abraçar e me beijar, eu estava alucinado de tanto tesão e ela disse:

— Agora que você gostou de ser corno, eu vou querer mais. Adorei essa liberdade de dar para o nosso amigo com a sua cumplicidade.

Só dela falar aquilo parecia que meu tesão pegava fogo. Levei-a para nosso quarto, ela me chupou muito, como nunca havia feito, depois me cavalgou, me chamando de corno, e tivemos uma foda maravilhosa, e inesquecível, tarados por tudo que fizemos.

Claro que a minha esposa gostou muito, e quis repetir. Ela me disse que já no dia seguinte, estava cheia de tesão, para dar novamente para o Sirdan. Aquilo me excitava demais, nossa cumplicidade era incrível.

Passamos a nos encontrar sempre, íamos a algum bar, depois ele vinha até a nossa casa. E sempre fodiam na sala de um jeito intenso, que me deixava tarado.

Aos poucos, eles foram ficando cada vez mais soltos, ela assumiu que adorava bancar a putinha com o meu amigo, e ficava muito satisfeita com a minha atitude de corno, cúmplice, dando todo o apoio.

Um dia, ele me perguntou se eu gostava mesmo de ver e saber que ela dava para ele por prazer. Se não me incomodava. E eu, de fato, ficava muito tarado de ver como ela se soltava com ele, ficando muito mais safada. Falei:

— Eu tenho ótimo sexo com ela. Mas eu adoro ver minha esposa gozando com você. Você é mais experiente e lhe dá muito prazer. Ela gosta da sua pegada, e adora se sentir uma putinha safada, dando para outro na frente do marido. Isso é o que a deixa mais tarada.

Não demorou muito, e eles nem faziam mais cerimônia. Ela só me dizia que estava chamando o Sirdan e ia dar para ele aquela noite ou aquele dia. Eu me acostumei com isso, e às vezes, deixava os dois foderem o quanto quisessem. Sempre fiquei com tesão de ver, de ouvir quando eles estavam no nosso quarto e eu na sala, ou de ouvir ela me contar, quando eu não estava. Era raro ela dar sem a minha presença, mas acontecia às vezes. Mesmo assim, nós dois fazíamos muito sexo, pois eu ficava tarado de ver ou de ouvir ou ainda, quando ela me contava como foi.

Graciene meteu com esse amigo, por quase um ano, quase todos os finais de semana. Ele se tornou um amante regular e eu gostava muito de ver como eles se divertiam. Ele tinha verdadeiro tesão nela, e ela adorava aquilo. Algumas vezes ele até passou a noite com ela em nossa casa, na nossa cama. Eu deixei e dormi no outro quarto.

Acho importante referir que a nossa vida de casados permaneceu na mesma, nossa parceria e cumplicidade sempre foram muito grandes, e eu realmente gostava de ver como a Graciene ficava animada, se cuidava e como ela caprichava na preparação do dia que o amante viria em nossa casa. Ela já o chamava de meu macho tesudo. Normalmente, continuamos nos tratando com muito carinho e respeito, mas ela adorava me provocar, na noite da véspera, ou no dia do encontro com o Serdan, me falava:

— Você vai ser meu corninho safado de novo. Vou dar tudo que ele pedir.

Ela ficava tão excitada com a expectativa do que ia acontecer, que passava o dia meladinha e com os mamilos empinados. Eu ficava muito tarado de notar aquilo. Ela evitava dar para mim naquele dia que era para ficar mais tarada de dar para ele.

Ela me confessava que tinha vivido muito tempo de educação repressora, abafando desejos, vontades, com medo do pecado, se sentindo culpada por fantasiar safadezas, que depois que aprendeu comigo, se libertar dos tabus, sempre tinha muito tesão de fazer papel de putinha.

Mas, infelizmente, depois de um tempo, pouco mais de um ano, reparamos que ele foi se afastando, não vinha mais com frequência, e ela sempre tentando seduzir o Serdan novamente. Ela gostava muito dos encontros com ele pois se soltava muito, ele era um amante bom de sexo.

Isso é uma prova de que por mais que uma esposa goste do marido, e do quanto seja bom o sexo com ele, a excitação, a novidade, o prazer diferente, e a sensação de se sentir desejada e possuída por outro, poder ser mais devassa, mais putinha e bancar mais a vagabunda, é realmente viciante. Ela sabe que vai ser devorada, usada, gozada, e isso faz com que a esposa se sinta mais sensual, mais motivada, e mais satisfeita. E o marido corno, cúmplice, também se beneficia disso, dessa mulher mais solta e mais desinibida, que assume seu lado devasso e libertino, sem medo de perder o marido.

Aos poucos, nós fomos percebendo que ele estava estranho, ficava triste ao se despedir, e reparamos que ele dava sinais evidentes de que estaria apaixonado por ela.

Depois de um ano e meio que haviam iniciado aquele caso, uma tarde, ele estava trocando mensagens com ela, parecia estar meio bêbado, disse que estava com vontade de ficar com ela, mas pediu para que ficassem sozinhos, sem a minha presença.

Graciene me contou e eu vi que ela estava com muito tesão, louca para dar novamente para ele. Eu sugeri para ela, dizer que ele podia vir, que eu estava dormindo.

Isso aconteceu durante a pandemia, nós estávamos nos cuidando, não saíamos de casa, mas, esse nosso amigo parecia que não estava se cuidando muito, saía bastante. Então, os encontros tinham que ser feitos com máscaras, e o beijo na relação, estava suspenso.

Mas ele sempre insistia com ela para beijar, falando que não dava para fazer sexo sem beijo. Ela não cedia e isso deixava o Serdan um pouco frustrado. Nesse dia, ele veio em nossa casa, pensando que eu estava dormindo.

Assisti todo o encontro deles de camarote, pois ficaram na garagem de nossa casa, e eu fiquei vendo pela janela, sem que ele soubesse.

Neste dia, ela estava muito excitada, louca para dar para ele, e foi uma rodada de sexo intenso. Ele fodia por muito tempo sem gozar, e isso era para a Graciene, a coisa mais gostosa, pois ela conseguia ter muitos orgasmos. Eles estavam de máscaras. Foderam em várias posições, por quase duas horas, ele também estava meio possuído de desejo, e no final, ele pediu e ela liberou até o cuzinho para ele. Acho que já havia liberado outras vezes em que eu não estava assistindo.

A Graciene estava de quatro, e ele sempre de camisinha. De onde eu estava, pude ver perfeitamente quando ele encaixou o pau sobre as pregas do cuzinho. Minha esposa soltou um gemidinho, suspirou e pediu:

— Vai, sei que você quer. Eu até gosto. Sinto saudade. Mete no meu cuzinho.

Quando eu ouvi aquilo, meu tesão foi no máximo, e tive que tirar o pau para fora, e começar a me masturbar, vendo a cena. Minha esposa pedindo para ele enfiar no cuzinho dela. Ela queria mesmo agradar e ao mesmo tempo, gozar de tudo que era jeito.

Fiquei assistindo perfeitamente o Serdan agarrando a bunda da minha esposa com as duas mãos, atolou a rola e socou forte, metendo como um tarado dentro do cuzinho.

Minha esposa gemia, suspirava, e pedia:

— Isso, mete, soca gostoso, fode meu cuzinho que eu vou gozar no seu pau.

Esse cuzinho também é meu? – Ele perguntou:

— Claro, é seu, é tudo seu, meu macho tesudo! – Ele gemeu com prazer.

Eu quase gozei só de ver a cena. Finalmente quando a Graciene gemeu e estremeceu dizendo que estava gozando pelo cu e pela boceta, ele também gozou, ficando muito tempo agarrado na bunda dela. Depois ele retirou o pau e a camisinha estava cheia de porra. Ele limpou a pica com uma toalha de papel e jogou a camisinha cheia numa cestinha de lixo. Depois eles se vestiram.

Ele olhou para ela com olhar de apaixonado e colocou a roupa, virando-se para se despedir. Nessa hora ele tentou um último abraço, que ela negou por conta da proximidade dos rostos.

Na hora de ir embora, ele tentou abraçar e beijar, ela não deixou, virou o rosto e o afastou, ele insistiu muito, mas ela foi irredutível. Não dava para correr riscos a mais e nisso a Graciene era muito cuidadosa.

Nesse dia, ele saiu nitidamente contrariado, e sem olhar para traz.

Foi assim que fomos percebendo que ele estava ficando estranho, quando entendemos que ele estava apaixonado por ela. Queria que ela fosse dele.

Passado um tempinho, ele arrumou uma namorada, diga-se de passagem, que era muito parecida com a Graciene de corpo. Por isso, ele foi se afastando da gente, evitava conversas, encontros, alegando que queria preservar a namorada, e logo já nem mandava mais nem cumprimentos. E o caso acabou.

Meses depois, ele se mudou dali, e se afastou de vez. Ultimamente, eu e minha esposa nem falamos mais sobre aquilo, pois como o amigo ficou apaixonado e estragou a amizade, ela disse que, nunca teria feito nada daquilo se soubesse que ele agiria daquela forma, pois ele parecia ter ficado muito amigo e tínhamos feito um pacto de que quando um dos três não quisesse mais, pararíamos com tudo, mas a nossa amizade seria a mesma. Porém, ele já não nos atendeu mais, nunca mais mandou nem bom-dia, e evitou nos encontrar.

A Graciene nem gosta de falar nesse assunto. Para ela, o fato dele ter se afastado foi como se fosse uma rejeição, causou um trauma, sentimento de perda, e ela ficou muito sentida. É por isso que não quero mais nem mexer nessa ferida.

Porém, foi por conta dos contos que eu li, e gostei, que eu insisti e ajudei para que nós realizássemos a minha fantasia e a dela. E hoje, eu terei um grande prazer de ver esta história publicada, imortalizando um momento muito excitante da nossa vida liberal.

Não sei se um dia ela vai querer tentar outra vez com outro. Se acontecer eu voltarei a contar.

Maurin. Por Leon Medrado.

e-mail: leonmedrado@gmail.com

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Foto de perfil de Leon-MedradoLeon-MedradoContos: 441Seguidores: 995Seguindo: 227Mensagem Um escritor que escreve contos por prazer, para o prazer, e com prazer. Quem desejar adquirir meus romances eróticos, me faz um e-mail que eu passo o link. "Muito Safados", e "Marcas da Luxúria "II.

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