Eu sou a Márcia.
Casada. E puta pra caralho. Em meu perfil aqui deixo meu contatto para vocês verem e baixarem minha fottos e videoos
Quatro meses atrás o empresário me ligou e falou que ia levar seis funcionários do trabalho dele pra me foder num motel em Paulista. Dois viriam primeiro. Os outros quatro depois. Eu aceitei na hora.
Ele chegou de terno, abriu o celular e mostrou algumas fotos minhas pros dois. Os caras, ambos casados, jovens, olharam e não acreditaram.
— Essa é a sua esposa? — um deles perguntou pro meu marido, que já estava no canto só com a câmera na mão.
— É. E ela adora dar o cu, chupar, fazer DP, DP anal, tudo. Hoje vocês vão ver.
Os dois ficaram duros só de ouvir.
A gente foi direto pra área da piscina. O sol de sábado já estava forte. Eu tirei a roupa na frente deles sem vergonha nenhuma. Fiquei pelada na beira. Eles se entreolharam e também foram se despindo. Paus grossos, bonitos, de homem casado.
Eu me aproximei, peguei um pau em cada mão e comecei a masturbar os dois ao mesmo tempo, devagar, sentindo eles endurecerem completamente.
— Pode relaxar… eu não mordo. A não ser que peçam.
Me ajoelhei na pedra molhada e engoli o primeiro até a garganta. Chupei com vontade, olhando pra cima, enquanto a outra mão continuava subindo e descendo no segundo. Baba já escorria pelo queixo. Tirei da boca e fui direto pro outro, engolindo fundo também. Alternava. Chupava um, chupava o outro, lambia as bolas, voltava. Eles gemiam baixo, olhando um pro outro como se não acreditassem.
Um deles enfiou dois dedos na minha buceta. Eu abri mais as pernas. O outro escorregou um dedo no meu cu. Eu gemi com a boca cheia.
— Isso… deda tudo… eu quero os dois hoje…
Meu marido filmava em silêncio, como sempre. Eu olhei direto pra câmera e falei alto:
— Tá vendo, corno? Sua esposa chupando dois casados na beira da piscina. E ainda é cedo.
Os dois riram. Eu continuei chupando, agora mais suja, mais molhada. A baba escorria e caía nos meus peitos. O sol esquentava a pele.
Depois de um tempo me levantei, sentei na beira da piscina e abri as pernas.
— Pode meter. Quem quiser primeiro.
O mais alto enfiou de uma vez. O pau grosso abriu minha buceta e começou a meter forte. Eu deitei de costas na pedra quente e gemi alto. O outro veio na minha boca. Eu engoli o pau enquanto levava estocada fundo.
Eles trocaram de posição. Agora o segundo na buceta e o primeiro na minha garganta. Eu chupava o pau molhado de buceta sem nenhum nojo. Gostava do gosto.
— Vamos fazer DP — eu falei, ofegante. — Um na buceta e outro no cu.
O primeiro se deitou. Eu montei nele e enfiei o pau até o fundo da buceta. O segundo se posicionou atrás e começou a empurrar no meu cu. A cabeça grossa abriu o anel com dificuldade. A dor veio forte, quente, espalhando.
— Aaaaai, caralho… devagar… tá me abrindo…
Ele foi entrando aos poucos. Quando chegou no fundo eu senti os dois paus dentro de mim ao mesmo tempo, se esfregando. A sensação era absurda. Eu estava completamente preenchida.
— Mete… os dois… arromba…
Eles começaram a se mover. Um entrava enquanto o outro saía. Eu gemia alto, a voz ecoando. O suor escorria. O cheiro dos três corpos misturados subia forte.
— Que cu apertado, porra…
— Aperta mais — eu mandei. — Mostra pro corno como a esposa dele toma dois pau ao mesmo tempo.
Eles meteram com mais força. A dor no cu se misturava com o prazer. De vez em quando eu peidava de tão fundo que eles iam. Eles não paravam. Eu olhava pra câmera de novo:
— Tá filmando bem, corno? Sua mulher sendo arrombada por dois casados. E ainda tem mais quatro pra chegar. Hoje você vai ter material pra porra nenhuma.
O de baixo gozou primeiro, enchendo minha buceta. O de trás continuou metendo no cu até gozar também, fundo. Quando eles saíram, eu fiquei de quatro na beira da piscina, os dois buracos abertos, porra escorrendo pelas coxas e pingando na água.
Olhei pra câmera, ainda ofegante, e sorri:
— Isso foi só o aquecimento. Ainda são oito da manhã. Tem mais quatro machos chegando. E a gente vai até o final da tarde. Oito horas de putaria. Vídeo, foto, tudo.
Os dois ainda respiravam pesado, olhando pra mim.
Eu me deitei de lado na pedra quente, abri as pernas de novo e falei:
— Descansem cinco minutos. Porque quando os outros quatro chegarem, eu quero os seis em cima de mim. E você, corno, não larga essa câmera.
O sol continuava forte.
A porra ainda escorria.
E o dia mal tinha começado.