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Capítulo 10: Domingo na Casa de Praia 2

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Um conto erótico de John Pensador
Categoria: Grupal
Contém 3786 palavras
Data: 31/07/2026 15:11:13
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

NOTA: Na parte final desse conto existe uma pequena parte em que ocorre um fio terra em um dos homens. Se você não gosta desse tipo de conteúdo, Pode ler até um pouco mais da metade, ou pular todo capítulo.*

Ainda estávamos deitados na cama do quarto de hóspedes, suados e ofegantes depois de termos transado loucamente. Meu corpo ainda formigava com o prazer recente. Aline estava aninhada contra meu peito, traçando círculos preguiçosos com os dedos na minha pele. O silêncio era confortável, mas minha mente não parava de girar. Depois de tudo que conversamos mais cedo com Carlo na churrasqueira e da excitação que senti vendo as quatro mulheres na piscina, decidi ser completamente honesto.

— Aline… — comecei, a voz ainda rouca. — Eu preciso te confessar uma coisa. Acho a Bruna muito bonita. Ela é linda, tem um corpo incrível e… confesso que adoraria ver você sendo fodida pelo Carlo.

Aline levantou o rosto, os olhos brilhando com uma mistura de surpresa e excitação. Um sorriso sensual se formou lentamente em seus lábios. Ela mordeu o inferior de leve, claramente animada com a ideia.

— Que bom… — murmurou ela, a voz baixa e carregada de desejo. — Essa é uma ótima situação para tentar.

Foi nesse momento que percebi um movimento sutil na porta entreaberta. Carlo e Bruna estavam ali, observando-nos em silêncio. Eles deviam ter chegado há pouco. Aline também notou e, em vez de se assustar, sorriu ainda mais. Ela se levantou da cama, completamente nua, e fez um gesto convidativo com a mão.

— Podem entrar.

Carlo e Bruna entraram no quarto, fechando a porta atrás de si. A tensão sexual no ar ficou palpável. Aline caminhou até Bruna com um olhar sedutor, segurou o rosto dela com as duas mãos e deu um beijo molhado, profundo e cheio de desejo. As línguas se encontraram imediatamente, e as mãos começaram a explorar os corpos. Logo estavam as duas completamente nuas, se tocando e se beijando com fome.

Aline guiou Bruna até a cama e a deitou de costas. Subiu por cima dela, posicionando-se em um 69 delicioso. Abaixou a boca na buceta de Bruna, chupando devagar no começo, depois com mais intensidade, a língua trabalhando no clitóris inchado. Bruna gemia contra a buceta de Aline, retribuindo o prazer com a mesma dedicação. O quarto se encheu dos sons molhados e gemidos abafados das duas.

Eu e Carlo acariciávamos nossos paus, quando Aline levantou o rosto por um instante, os lábios brilhando de excitação, e olhou para nós dois com um sorriso safado:

— Podem nos foder.

Não precisei de mais incentivo. Eu me posicionei perto de Bruna, segurei seus quadris e enfiei meu pau devagar na buceta molhada e quente dela. Estava apertada, escorregadia e deliciosa. Carlo fez o mesmo com Aline, penetrando minha namorada com estocadas firmes e ritmadas. O quarto virou um coro de gemidos. Eu metia fundo em Bruna, sentindo seu corpo tremer a cada estocada, enquanto via Carlo fodendo Aline com vontade. As duas continuavam se chupando entre gemidos, as línguas trabalhando sem parar.

O prazer era avassalador. Eu acelerava, segurando a bunda de Bruna, enquanto Carlo fazia o mesmo com Aline. As duas mulheres gemiam alto contra as bucetas uma da outra. O som de peles se chocando enchia o quarto. Gozamos em sequência: primeiro Bruna, contraindo forte ao meu redor, depois Aline, tremendo sobre Bruna, e por fim Carlo e eu, enchendo as duas com porra quente.

Caímos os quatro na cama, entrelaçados, respirando pesado, com sorrisos satisfeitos nos rostos. O dia na casa de praia tinha acabado de ganhar um capítulo inesquecível.

*Início da narração por Aline*

Senti um prazer profundo e diferente quando Carlo me penetrou. O pau dele era grosso, ligeiramente curvado para cima e batia em um ângulo delicioso dentro de mim. Cada estocada fazia meu corpo tremer de forma gostosa. Enquanto ele me fodia com força, eu continuava chupando a buceta de Bruna, que gemia contra a minha. Foi uma sensação incrível — ser preenchida por outro homem enquanto saboreava uma mulher linda. Gozei forte, contraindo ao redor do pau de Carlo, e senti ele gozar logo depois, enchendo-me com porra quente. O orgasmo foi longo e intenso. Quando terminamos, eu estava satisfeita, com o corpo formigando e um sorriso bobo no rosto.

Depois de recuperarmos o fôlego, olhei para Bruna e sorri.

— Meninas, por que vocês não vão tomar uma ducha enquanto eu e o Guilherme cuidamos da churrasqueira? — Carlo sugeriu, e eu pisquei para Carlo e Guilherme.

Eles riram e saíram do quarto. Bruna e eu fomos para o banheiro suíte, ainda nuas. A água quente caiu sobre nossos corpos e foi um alívio gostoso. Bruna se aproximou de mim, os seios roçando nos meus, e confessou baixinho:

— Sempre tive tesão no Guilherme, sabia? Desde a primeira vez que o vi alguns anos atrás. Ele é tão… masculino.

Eu ri baixinho e a puxei para um beijo molhado debaixo do chuveiro. Nossas línguas se encontraram, as mãos escorregando pelos corpos ensaboados. Foi um beijo longo, carinhoso e cheio de desejo, mas não passamos disso. Apenas nos tocamos, nos beijamos e rimos bastante. Era bom sentir essa cumplicidade nova.

Colocamos os biquínis e quando voltamos para a área da piscina, Carlo e Guilherme já estavam colocando as carnes na mesa. O cheiro de churrasco estava delicioso. Eles chamaram as meninas:

— Gi! Cecília! Venham comer, meninas!

Giovana e Cecília saíram da piscina juntas. Os corpos molhados brilhavam ao sol — Giovana com seu biquíni verde-água marcando as curvas jovens e firmes, Cecília com o biquíni branco destacando a pele clara, os seios grandes e a bunda empinada. Eram duas visões deliciosas.

Bruna se aproximou de mim e sussurrou no meu ouvido:

— Giovana cresceu muito bem… deve ser um tesão na cama.

Eu ri, concordando.

— E a sua Cecília… olha só esse corpo. Também deve ser uma delícia.

Bruna mordeu o lábio e continuou baixinho:

— Outro dia eu flagrei ela se masturbando no quarto. Estava pulando gostoso em um consolo. Fiquei chocada no começo, mas… acabei ajudando. Fiz ela gozar bastante.

Fiz cara de chocada, mas não consegui segurar o riso. Bruna riu também.

— O Carlo sabe? — perguntei, curiosa.

— Sabe sim. Ele viu a gente gozando juntas. Ficou com o pau duro pra caralho, mas disse que não tinha coragem de se juntar. Ainda.

Eu ri safada e passei o braço pela cintura dela.

— Podemos dar um jeito nisso… quem sabe hoje mesmo.

O almoço transcorreu leve, cheio de risadas e olhares cúmplices.

Giovana estava à mesa entre mim e Cecília, ainda com o biquíni molhado colado no corpo jovem. Enquanto comíamos as carnes deliciosas, senti a mão dela deslizando discretamente pela minha coxa, subindo devagar até chamar minha atenção. Olhei para o lado e quase perdi o fôlego: a mão de Cecília estava dentro da calcinha do biquíni de Giovana, fazendo movimentos claros de vai e vem na buceta dela. Giovana mordia o lábio, tentando manter a expressão normal, mas os olhos dela entregavam o prazer. Ao mesmo tempo, ela esfregou minha buceta por cima do tecido do biquíni, os dedos pressionando meu clitóris de forma provocante. O tesão voltou com tudo.

Carlo e Guilherme conversavam animados sobre futebol e trabalho, completamente alheios ao que acontecia debaixo da mesa. Mas Bruna percebeu. Ela olhou para nós três com um sorriso safado e se inclinou para perto do meu ouvido:

— Quero ver a Cecília sentando no pau do Guilherme… e a Giovana sentando no pau do Carlo. Vai ser delicioso.

Bruna deu um beijo carinhoso no meu rosto, levantou-se e foi até o outro lado da mesa, onde estavam os homens, cheia de desejo. Ela foi primeiro até Carlo, segurou o rosto dele e deu um beijo quente, molhado, bem na frente de todos. A mão dela desceu e esfregou o pau dele por cima da sunga, sentindo-o endurecer rapidamente. Depois fez o mesmo com Guilherme — ela o beijou com fome e massageou o pau duro por cima da bermuda, sem esconder nada. Todos olhavam excitados, o ar carregado de tesão.

Me levantei, fui até meu namorado e sussurrei no ouvido dele:

— Vou adorar ver o pau do Carlo dentro de Giovana — Carlo escutou e ficou bastante animado.

Levei os dois homens até uns colchões emborrachados perto da piscina e os deitei lado a lado, os paus duros apontando para cima. Cecília e eu admiramos os dois — grossos, latejando, prontos. Giovana se posicionou sobre Carlo, baixando devagar até sentar completamente no pau dele, soltando um gemido gostoso. Eu subi no rosto de Carlo, sentando minha buceta molhada na boca dele. Ao mesmo tempo, Cecília sentou no pau de Guilherme, rebolando devagar, enquanto Bruna se sentava na cara dele, esfregando a buceta nos lábios do cunhado.

O prazer era coletivo e intenso. Giovana pulava no pau de Carlo com vontade, os seios jovens balançando a cada descida, gemendo alto e sem vergonha enquanto rebolava gostoso. Eu rebolava na boca dele, sentindo a língua habilidosa explorar minha buceta e clitóris, o que me fazia gemer contra o ar quente da tarde. Ali pertinho, Cecília cavalgava Guilherme com movimentos ágeis e profundos, a bunda empinada subindo e descendo no pau grosso do tio. Bruna gemia alto, segurando os cabelos de Guilherme enquanto esfregava a buceta molhada no rosto dele, o corpo tremendo de prazer. As mãos de todos se tocavam — eu apertava os seios de Bruna, Giovana segurava minha coxa, Carlo apertava a bunda de Giovana. Os corpos se moviam em um ritmo gostoso e sincronizado, como se já tivéssemos feito aquilo muitas vezes.

Eu olhava para o lado e via minha Giovana sendo fodida pelo Carlo, o pau dele entrando e saindo da buceta dela com estocadas firmes. Isso me deixava ainda mais excitada. Inclinei-me para frente e beijei Giovana com fome, nossas línguas se entrelaçando enquanto Carlo e Guilherme continuavam metendo nas meninas. Ali do lado Bruna se inclinou e beijou Cecília. As duas gemendo na boca uma da outra. O som molhado das estocadas, os gemidos e o barulho das peles se chocando criavam uma sinfonia deliciosa. Carlo segurava a cintura de Giovana e estocava para cima com mais força, fazendo ela soltar gemidos agudos. Guilherme, por sua vez, segurava a bunda de Cecília e metia fundo, enquanto lambia Bruna com devoção.

O ritmo foi ficando mais intenso. Eu rebolava mais rápido na boca de Carlo, sentindo o orgasmo se aproximando. Giovana tremia inteira, o corpo jovem convulsionando enquanto gozava no pau de Carlo, gemendo alto contra minha boca. Quase ao mesmo tempo, Cecília gozou forte no pau de Guilherme, o corpo da baixinha arqueando de prazer. Bruna foi a próxima, apertando o rosto de Guilherme contra sua buceta enquanto gozava tremendo. Eu gozei logo depois, inundando a boca de Carlo com meu prazer, o corpo inteiro pulsando.

Os homens não aguentaram mais. Carlo gemeu rouco e gozou fundo dentro da buceta de Giovana, enchendo-a. Guilherme fez o mesmo com Cecília, jatos quentes enchendo a sobrinha. Ficamos todos ofegantes, suados e satisfeitos, os corpos entrelaçados nos colchões emborrachados. Trocamos beijos lentos, carinhos preguiçosos e risadas baixas, o sol da tarde aquecendo nossa pele nua. Era uma sensação de liberdade e prazer que eu queria repetir muitas vezes.

O domingo na casa de praia tinha se tornado inesquecível.

*Início da narração por Giovana*

Eu ainda estava tremendo de prazer quando saí de cima do pau do tio Carlo. Gozar nele tinha sido uma sensação incrível — diferente, proibida e extremamente gostosa. Meu corpo inteiro formigava, a buceta pulsando com as últimas contrações do orgasmo. Olhei para o lado e vi Cecília também com o rosto corado, saindo de cima do meu pai. Era surreal, mas ao mesmo tempo parecia tão natural depois de tudo que vivemos. Já eram quase duas da tarde. O sol ainda estava forte e o cheiro de churrasco voltava a dominar o ar.

Carlo e Guilherme, ainda com sorrisos satisfeitos, se levantaram e voltaram para a churrasqueira para colocar o restante das carnes para assar. Aline e Bruna, rindo e comentando baixinho, foram tomar uma ducha rápida no chuveiro ao lado da área da churrasqueira. Vi as duas entrarem na piscina depois, os corpos molhados brilhando ao sol. Eu e Cecília nos entreolhamos, ainda nuas, e decidimos ir para o quarto dela dentro da casa para conversar um pouco.

No quarto de Cecília, deitamos na cama dela ainda sem roupa. Conversamos bastante sobre a “loucura” que tínhamos feito. Eu contei como era estranho e ao mesmo tempo excitante ter transado com o tio. Cecília ria, corada, e confessou várias coisas. Em determinado momento, ela baixou a voz e disse:

— Nunca dei o cu pra um pau de verdade… só pra consolo. Tenho muita curiosidade, mas tenho medo de doer.

Fiquei com uma cara safada, sentindo o tesão voltar só de imaginar. Perguntei diretamente:

— Você gostaria de realizar essa fantasia hoje?

Cecília mordeu o lábio, pensou por dois segundos e respondeu com os olhos brilhando:

— Quero.

Eu sorri, peguei na mão dela e puxei Cecília para fora do quarto. Caminhamos até a área da churrasqueira, onde meu pai e o tio Carlo ainda estavam cuidando das carnes. Os dois olharam para nós duas, nuas, com expressões surpresas e excitadas. Eu não pensei duas vezes: ajoelhei na frente do tio Carlo, baixei a sunga dele e comecei um boquete quente, lambendo toda a extensão antes de enfiar metade na boca. Fiz um gesto com a mão para Cecília fazer o mesmo com o meu pai.

Cecília, um pouco nervosa mas claramente excitada, ajoelhou na frente do meu pai e começou a chupar o pau dele com vontade. O tio Carlo gemeu baixo, segurando meus cabelos, enquanto meu pai soltava um suspiro de surpresa e prazer. O sol da tarde batia nas nossas costas enquanto eu e minha prima chupávamos os paus do pai e do tio com dedicação. Era uma loucura deliciosa.

Os paus deles estavam bem duros quando terminei o boquete no tio Carlo. Eu estava molhada de tesão só de ver como eles reagiam. Segurei o pau grosso do tio pela base e o puxei devagar em direção aos colchões emborrachados perto da piscina. Cecília, com os olhos brilhando de excitação, imitou exatamente o que eu fazia — segurou o pau do meu pai e o guiou até o lado do tio. Os dois homens riram baixinho, mas obedeceram, deitando de barriga para cima nos colchões, os paus apontando para cima como duas torres duras e latejantes.

Eu peguei as partes de cima dos nossos biquínis que estavam jogadas por perto e vendei os dois. Primeiro o tio Carlo, depois o meu pai. Eles ficaram no escuro, respirando mais pesado, claramente excitados com o mistério. Abaixei minha cabeça entre as cabeças deles, bem perto dos ouvidos, e sussurrei com a voz safada:

— Hoje vocês vão comer o cu de universitárias gostosas…

Cecília quase riu, mas eu fiz um gesto rápido com o dedo na boca para ela ficar calada. Ela concordou com a cabeça, mordendo o lábio para segurar o riso. Eu me posicionei entre as pernas do meu pai e comecei a chupar o pau dele com vontade, lambendo toda a extensão e descendo fundo. Gesticulei para Cecília fazer o mesmo com o próprio pai — ela se ajoelhou entre as pernas do tio Carlo com um pouco de receio, mas começou a chupar com entusiasmo, ainda um pouco tímida, mas claramente animada.

Aline e tia Bruna saíram da piscina nesse momento, os corpos molhados brilhando ao sol. Elas vieram mais para perto, sentaram em duas cadeiras próximas e começaram a tocar as próprias bucetas com mais facilidade, assistindo tudo. Os gemidos baixos delas se misturavam aos sons molhados das nossas bocas trabalhando nos paus dos homens. O clima estava elétrico. Eu chupava meu pai com dedicação, sentindo ele pulsar na minha boca, enquanto Cecília fazia o mesmo com o tio Carlo. Os dois gemiam, as mãos procurando nossos cabelos, sem saber exatamente quem estava chupando quem por causa das vendas.

Pedi baixinho para Aline buscar o lubrificante que eu tinha colocado na bolsa antes de sair de casa. Ela entendeu imediatamente o que eu queria e voltou rápido com o frasco na mão, um sorriso safado no rosto. Quando Aline voltou, começou a lubrificar meu cu com calma e carinho, enfiando um dedo devagar para me preparar. Ao mesmo tempo, Bruna, claramente excitada com a cena, pegou um pouco do lubrificante e começou a preparar o cu da própria filha, massageando e enfiando os dedos com cuidado. Todas nós estávamos caladas, apenas os gemidos baixos dos homens vendados, o barulho dos boquetes e o som molhado dos dedos trabalhando preenchiam o ar.

Aline gesticulou para eu me levantar. Eu obedeci, o corpo tremendo de expectativa. Ela punhetou o pau do meu pai com bastante lubrificante, deixando ele bem escorregadio e brilhante. Eu me posicionei por cima, de costas para ele, e comecei a descer devagar, sentindo a cabeça grossa pressionar meu cuzinho. Aline segurava o pau dele firme, ajudando na penetração. Eu mordi o lábio para não gemer alto quando o pau do meu pai começou a entrar no meu cu, centímetro por centímetro, abrindo-me de forma deliciosa e intensa.

Do outro lado, Bruna fez o mesmo com Cecília. Gesticulou para a filha se levantar, punhetou o pau do tio Carlo com lubrificante e segurou firme enquanto Cecília se posicionava. Vi minha prima descer com cuidado, o rostinho de concentração e prazer enquanto o pau do próprio pai começava a abrir seu cuzinho virgem. Cecília soltou um gemidinho baixo, mas controlado, quando o pau entrou mais fundo. Bruna sussurrava palavras de incentivo no ouvido dela, ajudando a filha a se acostumar com a sensação.

Eu continuei descendo até sentir o pau do meu pai todo dentro do meu cu. A sensação era cheia, ardente e extremamente prazerosa. Comecei a rebolar devagar, acostumando-me, enquanto Aline acariciava meus seios e beijava meu pescoço. Do lado, Cecília também começava a se mover com mais confiança, rebolando no pau do tio Carlo com a ajuda da mãe. Os gemidos dos homens ficaram mais roucos, claramente enlouquecidos por não saberem exatamente quem estava montando neles.

O prazer era intenso e proibido. Eu cavalgava o pau do meu pai no cu com mais ritmo, sentindo cada centímetro me preencher, enquanto via Cecília fazer o mesmo com o pai dela. Aline e Bruna assistiam excitadas, tocando a si mesmas e a nós. O sol da tarde testemunhava tudo em silêncio.

Eu encostei minha cabeça na de Cecília e, com a voz manhosa e alta o suficiente para o tio Carlo ouvir, falei:

— Ai, Tio! Seu pau é tão gostoso!

Fiz isso de propósito para despistar, para ele acreditar que estava comendo o meu cu. Cecília entendeu na hora e segurou o riso. Aline, que assistia tudo de perto, riu baixinho e se aproximou do meu ouvido, sussurrando:

— Você é muito safada…

Eu e Cecília começamos a cavalgar mais forte nos paus dos nossos pais. Os movimentos eram intensos, subindo e descendo com vontade, sentindo cada centímetro abrindo nossos cuzinhos. Os gemidos deles ficaram mais roucos. Quase ao mesmo tempo, meu pai e o tio Carlo falaram, a voz entrecortada:

— Estou quase gozando…

Eu fiz um gesto rápido para Cecília. Nós duas nos viramos com cuidado, ficando de frente para eles, ainda com os paus enterrados nos nossos cus. Agora podíamos ver os rostos vendados e a expressão de prazer deles. Cavalgamos com mais força nessa posição, rebolando e apertando.

Fiz outro gesto para Aline. Ela se aproximou e tirou as vendas dos olhos dos dois homens. O tio Carlo abriu os olhos e ficou surpreso ao ver a própria filha cavalgando seu pau no cu, mas o choque rapidamente virou excitação pura. Ele segurou a cintura de Cecília e começou a foder de baixo com mais força. Tia Bruna se aproximou e começou a esfregar minha buceta com os dedos habilidosos, enquanto Aline fazia o mesmo com a buceta de Cecília. O estímulo extra nos deixou à beira do orgasmo junto com os nossos pais.

O prazer era avassalador. Eu cavalgava o pau do meu pai no cu, sentindo os dedos de Bruna no meu clitóris, enquanto via Cecília fazendo o mesmo com o tio Carlo. Os gemidos enchiam o ar. Estávamos todos perto de gozar juntos novamente.

Eu e Cecília estávamos perto de gozar, com os paus bem fundo nos nossos cus e as bucetas sendo esfregadas com habilidade pelas mãos de tia Bruna e Aline. Os movimentos dos dedos nos nossos clitóris eram perfeitos, circulando e pressionando exatamente onde precisávamos. Nós duas gemiamos sem nenhuma preocupação agora, os sons altos e livres ecoando pela área da piscina. Meu corpo tremia inteiro, o cuzinho apertando o pau grosso do meu pai a cada descida.

Eu me inclinei um pouco para trás, segurando os tornozelos do meu pai com as mãos, arqueando o corpo para sentir ele ainda mais fundo. A posição deixava tudo mais intenso. Cecília, ao meu lado, se inclinou para frente, encostando os seios grandes no peito do tio Carlo e deu um beijo molhado na boca dele, a língua dançando enquanto ela continuava cavalgando. O tio Carlo gemia contra a boca da filha, completamente entregue.

Tia Bruna, excitada com a cena, pegou mais lubrificante, melecou bem o dedo e enfiou todo no cu do tio Carlo com movimentos intensos e ritmados. Depois acrescentou um segundo dedo, fodendo o cu dele enquanto ele metia no cu da própria filha. Eu observava tudo atentamente, o tesão aumentando ainda mais com aquela visão proibida. Foi o suficiente para me fazer gozar forte junto com Cecília.

Nossos orgasmos vieram quase ao mesmo tempo — gemidos altos, corpos convulsionando, os cus apertando os paus dos nossos pais. Meu pai e o tio Carlo gozaram logo depois, enchendo a gente com porra quente e abundante, os gemidos roucos deles misturados aos nossos. Senti jato após jato dentro de mim, o calor se espalhando.

Bruna continuou fodendo o cu do tio Carlo com os dedos, mesmo depois dele ter gozado, prolongando o prazer até ele parar de tremer. Só então ela tirou os dedos devagar, com um sorriso satisfeito no rosto. Ficamos todos ali, ofegantes, os corpos conectados e suados, aproveitando o pensamento daquela loucura deliciosa, até que tio Carlo falou:

— Caralho, suas safadas me enganaram direitinho! — disse ele rindo, ainda ofegante e com um sorriso enorme no rosto. — Achei que estava comendo o cu da Giovana esse tempo todo… e acabei metendo na minha própria filha! Porra, foi gostoso pra caralho… o cuzinho dela é apertado demais. Quero repetir isso mais vezes, hein!

Cecília deu um beijo carinhoso nele e o abraçou junto com a tia Bruna. Todos nós rimos felizes com tudo que tinha acontecido.

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