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Diário do professor

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Um conto erótico de Armazén
Categoria: Heterossexual
Contém 1777 palavras
Data: 31/07/2026 14:54:26

Diário do professor –

Chupeta por nota, nada mais justo.

Sou professor universitário, 48 anos, e nesse exato momento, estou sentado confortavelmente em minha poltrona da sala em meu apartamento, tendo uma estudante de 18 anos chupando meu pau. Vcs podem questionar — “Porque ela ta fazendo isso?”

Poderia dizer coisas lindas ou terríveis, mas é tudo muito mais simples que possam pensar, ela precisa de nota no semestre, simples assim.

Conheço a família dela, sendo até uma menina direita, se chamando Juliana, sendo muito bonita, tendo um namorado fiel. Mas como não estuda como se deve, chegamos a esse acordo, onde ela me chupa como uma boa putinha e daí revejo a nota dela.

Impérios já caíram por causa de uma chupeta, e talvez eu caia tbm, mas que se foda, pois nesse momento exato, tenho uma boca gulosa sugando meu caralho como se fosse um sorvete.

Meu pinto é grosso, então sinto os dentes dela raspando na cabeça, mas eu a perdoo, passando a mão em sua bochecha macia como forma de carinho, sendo que ela me olhou com aquele olhar de menina pura, mas com um cacetão na boca.

Sinto sua língua áspera passando por todo meu pinto, sendo a sensação deliciosa, tendo a cada engolida daqueles lábios sobre minha glande, meu caralho pulsando. Como já me entreguei nisso, posso confessar que já tive bocas mais experientes me sugando, mas nada supera os lábios de uma jovem.

O tempo era curto, então acelero a chupeta pegando em seu cabelo sedoso, fazendo sua cabeça subir e descer, praticamente batendo uma punheta com a boca dela, sendo que sua saliva doce, foi escorrendo pelo meu mastro chegando ao meu saco.

Com isso, não aguento mais e solto minha porra em sua garganta, sendo que ela empurrou as mãos em minhas pernas, tentando tirar a boca, mas eu a segurei.

Nada mais restou a ela doque saborear meu leite espesso, sendo que finalmente solto sua cabeça, conseguindo dar um último jato de porra em seu rosto angelical, lambuzando sua bochecha macia. A carinha dela de nojinho não condiz com a realidade doque fez, fazendo um contraste entre o puro e o profano.

— Nossa professor, quanta porra, achei que fosse sufocar.

— Ah desculpe, mas espero que tenha gostado?

— Foi bom sim.

— Fico feliz.

— Posso usar seu banheiro professor?

— Claro querida.

Apenas aponto a direção, vendo-a com a mão na boca, tentando segurar a porra que escorria, sendo que da sala, ouvi gargarejos na pia, tentando limpar os vestígios que tinha em sua boca.

Com aquilo, me levanto e fecho o zíper, meu pau ainda estava meio duro dentro da zorba, mas saciado.

— O senhor viu meu aparelho?

— Ele estava na cômoda ao lado.

Sim, ela tinha um daqueles aparelhos móveis nós dentes para alinhar, tendo que tirar é claro, afinal eu queria chupeta e não um rastelo passando em meu pinto. E após ajeitar o aparelho no espelho da sala, ela sorriu.

— O senhor vai rever a nota?

— Sim minha jovem, estarei olhando agora a noite.

— Espero que tenha valido a pena.

— Claro que valeu, cada gota.

— Meu namorado chegou lá embaixo pra me pegar, vou indo.

— Vc disse oque pra ele?

— Que iria ter um reforço com o senhor.

— Foi um bom reforço então.

— Tchau.

— Vai sim querida.

E com um sorriso lindo ela se despediu, indo embora. Fui na janela, pois morava no 2 andar do prédio, e vi o namorado na moto aguardando a amada. Lá embaixo eles conversaramO namorado perguntou, sentado na moto, vendo Juliana chegar.

— E aí, como foi o reforço?

— Foi bom, acho que valeu a pena.

— Oque vc achou de tudo?

Pondo a mão na boca, sentindo ainda a boca com porra, ela não quis beijar ele, dando apenas um abraço. Então somente depois de subir na moto atrás, respondeu.

— Vai dar a nota. Fiz por merecer.

E eles foram emboraAh sim, a Juliana conseguiu alguns décimos a mais na nota.... mas tem que estudar maisou chupar maisOutro dia, outra putaria - sobremesa de porra.

Me chamo Jorge, professor a 20 anos, e não pense que essa foi a primeira vez, e não se engane comigo, pois em todo esse tempo já vi de tudo no meio letivo, e quem sabe conto a você. Sou separado já a alguns anos, e moro sozinho num apartamento, e tenho 48 anos de idade.

Não sou de muitos amigos, tendo poucos, sendo que um deles é outro professor, o Martinho, que é casado, tendo uma linda filha de 18 anos, universitária, e uma linda esposa. Convidei eles para almoçar em meu apartamento, junto de mais alguns conhecidos, poucos é claro.

O almoço do sábado transcorreu normalmente, sendo eu todo mundo feliz e conversador, embalado pela bebida fácil, cerveja, vodka e por aí vai.

Para falar a verdade, já tinha notado o quanto era bonita a esposa do Martinho, e sua filha sendo uma princesa. Meu pinto estava durasso, vendo as coxas naquelas saias, sendo um fetiche para um homem imoral como eu.

Após o almoço ficamos todos de bobeira, tendo alguns ouvindo músicas e outros conversando. Num dado momento a filha do Martinho que se chamava Estefani, perguntou.

— Professor Jorge não tem sobremesa?

— tem sim querida, vou pegar.

Me chamar de professor, mostrou sinal de respeito, sendo bom de ouvir. Eu trouxe três travessas que comprei, um pudim, uma torta doce e um manjar. Estefani pegou o pudim e comeu, assim como os outros, mas num dado momento ela sorriu dizendo:

— Poderia ter uma surpresa.

— Surpresa?

— Iogurte não teria?

sua mãe que se chamava Carmem, falou tbm — Seria sim uma boa surpresa, somos loucas por um iogurte haha.

Imaginem só, para a mente doentia que eu tenho, de ver mãe e filha dizendo que gostam de iogurte, sendo que o resto do povo inclusive o Martinho, nem maliciaram nada, e claro as duas tbm não, acredito eu, mas vai saber. Pois para mim, só eu tinha a mente devassa naquele ambiente, pelo menos era o que meu pensamento dizia. Mas para não magoar as princesas, aceitei o desafio.

— Esperem vou ver o que tenho na geladeira.

Fui lá já sabendo que não tinha nada, e para falar a verdade fui arrumar o cacete que tinha saído para fora da zorba, de tão duro que estava, mas quando esfreguei a mão nele arrumando, me veio uma ideia ótima, “vou comprar para elas”. Cheguei na sala e me declarei como um herói.

— Fiquem aí, vou na padaria aqui embaixo comprar e já volto.

— Que isso Jorge, não precisa.

O marido e pai ficou bravo.

— Para, não precisa, é frescura delas.

Mas o que o Martinho não sabia, é que eu queria agradar elas.

— Não, eu vou sim, já volto.

Um verdadeiro herói.

Peguei o elevador e fui descendo, onde minha mente começou a imaginar algo perverso, tendo meu pinto mais duro ainda, sendo até ruim de caminhar. Mas sai do prédio e atravessei a rua até a padaria, chegando e pegando na geladeira um tipo de iogurte branco. Olhei um mais caro, sendo a quantidade suficiente para as duas apenas.

Paguei ele no caixa rapidamente. E ao voltar, minha mente se perdia em perversão, onde eu precisava fazer algo. Olhando no hall de entrada do prédio, eu sabia que havia um banheiro no térreo do prédio. Então antes de subir, fui nele, pois precisava bater uma punheta.

Entrei e fechei a porta, pois do jeito que estava, gozaria logo, então tirei o pinto pra fora e comecei, sendo que um pouco de saliva ajudava a mão deslizar. Pequei a sacola e abri o pote de iogurte.

Mas ao mesmo tempo fiquei com medo de fazer aquilo, não por moralidade, mas apenas por receio de quando elas provassem, talvez percebessem algo errado...ou certo.

Mas o tesão de pensar, me deixou maluco, então peguei o pote do iogurte, puxando a tampa, começando a bater punheta, sendo que logo comecei a gozar, e quanta porra saiu, quase transbordando junto com o iogurte, mas consegui que não escorresse.

Suando pela tensão de fazer aquilo, fechei o pote e dei uma chacoalhada.

Subi o elevador, olhando para o pote, onde dava para ver a diferença da cor do iogurte para minha porra. Então precisava misturar melhor, sendo que ao entrar no apartamento, veio um grito da Estefani.

— Uhuu, o professor comprou.

Um lindo sorriso acompanhou aquele gritinho, mas para não correr o risco de alguém mais querer, já fui falando.

— Como não falaram nada, só trouxe para as duas.

Carmem descontraída, afirmou — Ouviram, tirem os olhos.

Com essa regra devidamente formalizada, tive que me virar para sair dali e ajeitar aquilo — Esperem aí, vou na cozinha colocar numa taça de sobremesa.

Era a chance para misturar melhor tudo.

Cheguei na pia, olhando para trás, e confirmando se nenhum zoiudo tinha vindo junto. Então abri o pote e derramei tudo num vasilhame maior, pegando uma colher e mexendo bem, misturando minha porra ao iogurte.

Despejei em duas taças com colher, sendo meu toque supremo, colocar morangos, e levando até a sala.

Entreguei uma a Carmem e outra a sua filha Estefani, sendo que as duas avidamente começaram a saborear minha oferta. Carmem disse após duas colheradas — Hum, que gostoso.

Um deleite ouvir aquilo, sendo que sua filha acompanhou — Nossa mãe, bom mesmo.

Inegável meu pau não ficar duro novamente, num dado momento, em que a Estefani comenta.

— Esse gosto não é estranho, conheço essa marca professor?

— Segredo.

— Tem razão filha, esse gosto já provei antes.

Aquilo me mostrou que estava de frente com duas chupeteiras.

Após tomarem tudo, noto no canto da boca de Estefani uma gota de iogurte ou porra, não sei ainda, então digo a ela.

— Tem um restinho aí no cantinho da boca.

Ela com a ponta da língua puxa para seus lábios e suga tudo.

— Desculpe professor, não pode deixar nada.

Delicia ouvir, tão inocente que parece um convite ao inferno.

Ao fim desse almoço maravilhoso todos vão embora, sendo que Martinho me agradeceu pelo convite, apertando minha mão como bom amigo. E claro, dou três tapinhas em suas costas, e em sua linda esposa, dou três beijinhos em sua face, onde ela pergunta.

— Vai ou não revelar a marca desse iogurte?

— Não posso, seria um crime dizer.

Eles dão risada, claro por motivos diferentes, e finalmente dou três beijinhos em Estefani perguntando — Gostou tbm da sobremesa?

— Sim, deliciosa.

— Quando quiser mostro o segredo.

— Adoraria.

E assim, mãe e filha vão embora, com meu grande amigo Martinho, tendo as duas com o sabor de minha porra nos lábios, mais tesão que isso, impossível.

Ao final deixo apenas uma dica. — Cuidado com sobremesas na casa de devassos...

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