Algumas histórias deixam marcas tão profundas que merecem voltar. Esta é uma delas.
Esse meu relato retorna em uma edição completamente revisada. Removi a primeira versão que foi publicada no dia 13 de março de 2024 para dar espaço a uma narrativa mais envolvente, com cenas aprimoradas, maior desenvolvimento e uma atmosfera ainda mais intensa.
Tudo começa de forma aparentemente comum: uma caminhada ao entardecer, um olhar que dura um pouco mais do que deveria e uma presença impossível de ignorar. Não há promessas, nem nomes conhecidos, apenas a curiosidade de descobrir quem é aquele homem que parece esconder as mesmas intenções. À medida que a noite avança, o desejo divide espaço com a incerteza. Até que ponto vale a pena seguir alguém que você nunca viu antes? Longe dos olhares da cidade existe muro, que irá servir como esconderijo de um momento de prazer entre dois homens? E será que alguns encontros acontecem por acaso... ou estavam destinados a acontecer?
Nesta nova versão, cada passo conduz a um mistério maior, onde a tensão cresce antes mesmo do primeiro toque. Se você já leu o conto original, encontrará uma história renovada, mais rica em detalhes e muito mais envolvente. Se esta for sua primeira leitura, talvez descubra que, às vezes, o maior perigo não é seguir um desconhecido... e sim nunca descobrir o que poderia ter acontecido.
PS: Direitos autorais reservados. Fica proibida a reprodução total ou parcial, bem como a cessão desta obra a terceiros, por qualquer meio ou processo, sem a autorização prévia, expressa e por escrito do autor. As violações estão sujeitas às penalidades da Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998 (artigos 28 e 29), e do artigo 184 do Código Penal Brasileiro.
Boa leitura!
Quem nunca ficou com o tesão à flor da pele que atire a primeira pedra. Era um final de tarde, e meu corpo precisava sentir o toque de alguém, nem que fosse de um desconhecido. Até o toque do vento em minha pele eu já conhecia.
Há meses sem transar, sem receber carinho ou fazer carinho em alguém, eu estava começando a esquecer como era a sensação. Vesti uma camiseta regata vermelha e um short curto cinza de náilon, saí de casa para fazer uma caminhada e, quem sabe, conseguir alguém para aliviar meu tesão. Como a pretensão era provocar, não vesti cueca, o que me deixou mais livre.
Quem anda sem cueca sabe como é bom sentir o pau balançando dentro de um short folgado. O sol começava a se pôr. Na rua, vi pessoas fazendo caminhada pela longa calçada de uma avenida. Algumas corriam, outras pedalavam, umas em grupos e outras solitárias, como eu. Parei por um instante para contemplar as mudanças das cores no céu e o sol sumindo no horizonte.
O vento ligeiro passou por meu corpo, arrepiando minha pele e fazendo meus mamilos endurecerem. Meu pau ficou meia-bomba dentro do short curto, tocando o tecido e deixando-o marcado com alguns pingos de baba. Aproveitei o frescor pelo corpo, elevei os braços para o alto, alongando-me e sentindo o tecido da camiseta subir e acariciar os pelos do meu abdômen.
Puxei o ar, prendendo-o nos pulmões por alguns segundos, e soltei em seguida, enquanto apreciava a vista das pessoas que continuavam suas atividades físicas. Vi, de longe, um moreno alto, de corpo definido e cabelo preto curto, com corte surfista. Estava sem camisa, exibindo o peitoral robusto e peludo, e usava um short curto azul-claro. A cor do short denunciava que ele estava sem cueca.
Ele passou por mim, e trocamos olhares. Cada um pegou no próprio pau. Ambos sorrimos, mas não trocamos nenhuma palavra. Ele continuou seu percurso. Alguns metros depois de ter passado por mim, parou e agachou-se para amarrar o cadarço do tênis. Eu ainda o observava. Ele não olhou para trás, o que me fez entender que não curtia. Em seguida, levantou-se e começou a correr, seguindo seu percurso, enquanto eu continuei o meu.
Cheguei a uma praça de um condomínio residencial e vi pessoas se exercitando bem distantes de mim. Sentei-me em um dos bancos, com as pernas afastadas, sentindo o vento entrar pelas laterais do short e me causar uma sensação gostosa.
Continuei observando o movimento das pessoas. Meu pau estava ficando duro, melando ainda mais o tecido do short. A cada homem que passava por mim, meu pau pulsava. Não sei se eles percebiam. Meu corpo se arrepiava. O céu estava ficando escuro, e as estrelas começavam a surgir no céu negro, com poucas nuvens.
Eu precisava me movimentar. Estava de pau duro, e doía de tanto tesão, mas estava perto de crianças brincando no playground de ferro. Outras andavam de bicicleta, patins e patinete, e algumas mães estavam com elas. Eu não queria ser preso por atentado ao pudor.
Sorri ao imaginar a situação hipotética de ser levado pela polícia e, dentro da viatura, acontecer algo sacana com os policiais. Fechei os olhos para apreciar o devaneio e respirei fundo. Senti meu pau voltando lentamente ao normal. Mesmo sendo uma fantasia excitante, eu não tinha nenhuma pretensão de ser preso por uma situação como aquela. Era isso que fazia meu pau baixar.
Ao abrir os olhos, vejo o cara vindo em minha direção. Dessa vez, ele vem andando devagar. Seu pau se move dentro do short, de um lado para o outro. Como ainda está distante o suficiente, posso apreciar melhor aquela visão. Ele está totalmente despreocupado com a possibilidade de as pessoas verem seu pau meia-bomba balançando, o que me faz ficar novamente excitado. Sua aproximação faz meu corpo se arrepiar e sentir um calor desconhecido.
Outra vez, ele sorri ao me ver, para diante de mim e se exibe sem nenhum pudor, alongando o corpo e puxando o ar para os pulmões, como eu havia feito ao vê-lo passar alguns minutos antes. Percebo que seu pau está pendido para o lado esquerdo. O safado sabe que estou observando seus movimentos. Com ousadia, ele levanta a lateral esquerda do short, e a cabeça do pau fica exposta, colada à coxa peluda. Minha boca fica seca. Mordo o lábio inferior e passo a língua ao redor dele para umedecê-lo. Ele me olha fixamente, corrige a postura, endireitando-se, e pega no pau, ajeitando-o e formando um volume bem considerável.
Ao se aproximar de mim, sinto o aroma da colônia misturado ao seu cheiro natural. Ele estende a mão direita para me cumprimentar, e faço o mesmo, ouvindo sua voz grave e rouca, tomada pelo tesão.
— Me chamo Guto. E você?
Estendo minha mão, toco a dele e respondo, dizendo meu nome. É um aperto firme. Sinto o calor de sua pegada. Gotas de suor descem por minhas costas, passam pelo elástico do short e param na entrada do meu cuzinho, que pisca.
Outra vez, o cara segura firme no pau, marcando a cabeça melada. Faço o mesmo, mostrando que estou no mesmo estado de excitação. Seus olhos brilham. Ele morde o lábio inferior e pergunta se estou a fim de curtir algo sacana ali perto. Franzo o cenho. Não o conheço e, por mais que esteja tomado pela excitação, não posso me deixar levar por algo desse tipo.
Ele sorri, senta-se ao meu lado e encosta a perna dele na minha. Os pelos de nossas pernas entram em atrito, e nossas peles se arrepiam. Guto fala ofegante:
— Sei que você está precisando da mesma coisa que eu. Somos homens adultos à procura de prazer. Fique tranquilo, porque o lugar aonde podemos ir é sossegado, e não corremos o risco de ser perturbados.
Dizendo isso, ele toca minha perna, aproveitando que não há pessoas próximas a nós. Sua mão grande vai ao encontro da minha virilha direita. Gemo baixinho. Sem se importar, ele pega no meu pau por cima do short. A baba deixa mais alguns pingos, melando o tecido e a palma da mão dele. Rapidamente, ele leva a mão à boca e lambe, sentindo o sabor do meu pré-gozo. Em seguida, fala com a voz rouca, mais próximo do meu ouvido direito:
— Estamos só perdendo tempo aqui. Vamos curtir!
Guto pega minha mão e a leva até seu pau duro. Aperto com força e sinto o quanto está duro. Ele geme também, e seu pau pulsa em minha mão. Solto-o e sorrio nervoso, tomado pelo tesão. Com um impulso, levanto-me. Ele faz o mesmo. Meu pau está armado dentro do short, deixando-o estufado. Olho para o dele, que está na mesma situação.
Saímos andando lado a lado, conversando amenidades como se fôssemos conhecidos. Descemos a rua e dobramos à esquerda depois do condomínio. Andamos por mais alguns metros e, à nossa direita, vejo um muro na esquina. Guto faz sinal para que eu dobre. Assim que dobramos a esquina, o muro se estende por alguns metros, terminando em uma cerca de arame e em um amontoado de galhos secos de plantas.
Ele passa primeiro, segura os arames e manda que eu passe. Fico parado, sem saber se seria uma boa ideia me aventurar em um local como aquele apenas para curtir. Ele insiste, e faço o que diz. Do lado de dentro, atrás do muro, vejo que o solo é cimentado, formando uma longa passarela que segue até o fim do muro. Mais adiante, na parte superior, há uma marquise que forma uma laje estreita.
Seu corpo cola ao meu, e sua ereção fica de encontro à minha bunda. Guto retira minha camiseta. Os pelos de seu peito e abdômen tocam minhas costas. Arrepio-me com a sensação e com o calor. Sua boca chega à minha nuca. Ele lambe e vai em direção à minha orelha esquerda, enfiando a língua no lóbulo e causando-me uma sensação gostosa. Gemo e coloco a mão para trás, pegando em sua ereção. Sua mão esquerda vai ao encontro do meu mamilo direito e o aperta. Gemo outra vez, e ele fala em meu ouvido:
— Como é gostoso ouvir um macho gemendo de prazer!
Sua boca morde a ponta da minha orelha, e eu me encosto o máximo possível ao seu corpo, sentindo melhor sua pele suada de encontro à minha. Viro-me de frente e fico na ponta dos pés. Nós nos beijamos enquanto esfregamos nossas ereções. Guto tira o short e o coloca no canto do muro, junto com minha camiseta. Suas mãos percorrem meu corpo, chegam ao meu short e o puxam para baixo, libertando minha ereção. Nós nos abraçamos com força e ficamos esfregando nossos cacetes.
Ficamos alguns minutos nos beijando sem parar. Quando paramos para recuperar o fôlego, ele se abaixa entre minhas pernas, abocanha meu pau e começa a chupar com vontade. Minhas pernas tremem de prazer. Gemo e movimento o quadril para a frente e para trás, fodendo sua boca, que está cheia de saliva. Ele é bom no que faz, e fico a ponto de gozar.
Guto percebe que estou quase gozando e se levanta rapidamente, privando-me do clímax. Ele me olha como quem diz: “Agora é sua vez.” Agacho-me, cheiro seus pentelhos e enfio a língua por dentro da glande. Ele geme, acaricia meus cabelos e minhas orelhas e fala ofegante:
— Caralho, macho! Assim você me faz gozar rapidinho!
Abocanho seu cacete e o engulo até onde consigo. Puxo suas bolas peludas e pesadas para baixo, tentando fazer garganta profunda. Meus olhos lacrimejam. Fungo e respiro ofegante. Abro a boca o máximo que posso e consigo fazer seu pau chegar à minha garganta. Ele força um pouco mais. Puxo os pelos de suas pernas por causa da ânsia de vômito. Guto puxa meus cabelos, fazendo-me soltar seu pau.
Seus olhos brilham ao me ver agachado, com a boca melada de baba e saliva. Ele bate com o pau em meu rosto, deixando-o ainda mais melado. Coloco um de seus ovos na boca, fazendo-o arquear o corpo, elevar a perna esquerda e apoiá-la no muro. Guto vai ao delírio com minha chupada em um de seus ovos. Faço o mesmo no outro e o punheto lentamente. Ouço o estalido da baba em minha mão e acelero os movimentos o máximo que posso. Ele fica ofegante e abaixa a perna.
Pegando-me pelos cotovelos, ele me ergue e me põe contra o muro. Encoxa-me, fazendo-me sentir seu cacete melado entre minhas nádegas. Guto fala junto à minha nuca, e o calor de seu hálito faz minha pele se arrepiar.
— Você me deixou a ponto de gozar, mas quero te comer gostoso e só quero gozar quando tiver provado você por inteiro!
Agachando-se entre minhas pernas e abrindo minhas polpas, ele me invade com sua língua úmida e quente. Empino a bunda com a sensação, e ele bate em cada polpa. O ardor queima minha pele, fazendo meu pau babar. Gemo e peço, rouco:
— Me fode! Quero que meta em mim sem dó!
Ele me obedece. Erguendo-se e levantando minha perna direita, faz com que eu sinta a cabeça de seu pau encostar na entrada do meu cu. Ele força algumas vezes enquanto aperta minhas nádegas. A cabeça vai entrando aos poucos, e a sensação de estar sendo penetrado provoca arrepios por todo o meu corpo.
Um calor imenso toma conta de mim. Meu cu pisca, querendo mais daquele pau. Sua boca envolve minha orelha, enquanto seu pau entra lentamente e se aloja em mim. Guto para por um instante. Nossas respirações estão ofegantes. Virando o rosto de lado, falo com a voz rouca:
— Me coloca no colo e me fode em pé.
Lembro que ele não tem camisinha, nem eu, mas, naquele momento, só preciso ser fodido. É melhor deixar para me preocupar com as consequências depois. Antes de me colocar no colo, Guto chupa meus mamilos e me punheta, deixando-me novamente a ponto de gozar. Fazendo nossos paus roçarem, ele me abraça e fala, olhando em meus olhos:
— Preciso que você dê um impulso e prenda as pernas em minha cintura. Quando eu disser três, você faz isso.
Nós nos beijamos com fervor. Nossos corpos estão molhados de suor. A sensação de sentir os pelos do abdômen dele roçando em meu pau é gostosa. Ele começa a contar:
—! Agora!
Dou o impulso que ele pediu e prendo minhas pernas em sua cintura. Seguro seu pescoço com as duas mãos. Guto me ajeita em seu corpo suado e me posiciona no centro. Meu pau baba em abundância devido à pressão do corpo dele contra minha ereção. Pegando no próprio pau, ele o ajeita na entrada do meu cuzinho. Guto segura minhas nádegas. O suor escorre por seu rosto moreno. Olhamos para o céu e contemplamos as estrelas e as nuvens. Ele volta a me olhar fixamente e fala:
— Faça força para baixo, para esse cuzinho comer meu pau.
Faço o que ele diz e forço algumas vezes com a ajuda dele. Meu cuzinho vai engolindo seu pau. Sinto-o me preencher. Relaxo o corpo, fazendo com que ele se aloje por inteiro em mim. Guto começa a me fazer subir e descer. Ele intensifica os movimentos, e meu cuzinho pisca em seu pau, fazendo-o gemer rouco:
— Hmmm...
Meu pau continua sendo pressionado pelo corpo dele. Estou prestes a gozar e, se eu avisar, ele vai me privar novamente. Esse é meu pensamento, mas ele percebe. Minhas pernas se prendem com mais força em sua cintura. Meu corpo fica praticamente imóvel, e minha respiração, ofegante. Rapidamente, Guto me coloca no chão e, sentando-se sobre nossas roupas, fala:
— Vem, safado. Quica no meu cacete. Cavalga gostoso para a gente gozar junto.
Meu cuzinho sente uma ardência gostosa. Minhas pernas estão suadas e bambas. Sento-me em seu colo, coloco o pau na entrada do meu cu, forço para baixo e começo a cavalgar. Meu pau baba. Digo a Guto que não vou conseguir segurar por muito mais tempo, e ele fala em meu ouvido:
— Vou montar em você sem tirar o pau de dentro. Aguenta firme.
Segurando minha cintura com as duas mãos, ele me acompanha enquanto vou ficando de joelhos, assumindo a mesma posição. Abro as pernas, afastando-as, e Guto se posiciona montado sobre mim, feito um touro. Ele me abraça com força e fala junto ao meu ouvido direito:
— Olha para o alto, ali na frente!
Ao levantar a vista, vejo que, no quarto andar de um dos prédios do condomínio, há um cara com uma luneta, assistindo a tudo da sacada. Ele está vestindo apenas uma calça de moletom. Mesmo distante, é perceptível que está de pau duro. As estocadas de Guto se intensificam. Ele tira quase tudo e mete de uma vez. Parece que saber que está sendo observado faz seu tesão aumentar.
As estocadas ficam mais rápidas. De vez em quando, ele tira o pau de dentro de mim, esfrega a cabeça de cima para baixo e, ao voltar, empurra de uma vez. Meu pau continua babando em abundância. Minhas pernas tremem e ficam tensas. Sinto o pau dele ficar mais duro e grosso dentro de mim. Gemo e falo ofegante:
— Não consigo mais segurar o orgasmo. Preciso gozar e, se você também for gozar, quero que seja na minha boca.
Mal termino a frase, meu pau solta o primeiro jato de gala, que salta longe. O segundo vem com a mesma força e rapidez das estocadas de Guto. Ele também está ofegante, e o suor de seu corpo escorre por minhas costas. Minhas mãos doem por estarem apoiadas sobre o cimento. Minhas pernas perdem as forças, e quero desabar ali no chão, mas ele me ergue, tira o pau de dentro de mim e se posiciona diante de meu rosto. Sei que ele vai me dar leite, e abro a boca.
O primeiro jato mela meu peito; o segundo, meu rosto. Pego seu pau, coloco-o na boca e vou sorvendo os jatos de gala grossa e quente. Engulo os demais. Guto recolhe, com o dedo indicador, as gotas que estão em meu peito e em meu rosto, colocando-as na ponta da minha língua, e eu chupo seu dedo como se ainda fosse seu pau.
Ficamos sentados sobre nossas roupas até nos recompormos. Olhamos para o prédio, mas o cara já não está mais na sacada. Nós nos levantamos e nos vestimos. Ele comenta comigo:
— Nunca tinha feito algo assim com um desconhecido, mas sua energia foi tão boa que me senti seguro para deixar acontecer. Espero que possamos repetir novamente, em um lugar mais propício.
Sorrio, limpando a poeira da minha roupa, e respondo, divertido, enquanto caminhamos em direção à saída:
— Eu concordo. Só espero que, em outra oportunidade, não tenha ninguém nos assistindo, por mais que tenha sido prazeroso.
Guto me encoxa novamente. Seu pau começa a ficar duro outra vez. Ele fala em meu ouvido, apertando-me com força:
— Verdade. Ou vai me dizer que não curtiu ser vigiado por alguém enquanto a gente estava curtindo gostoso?
Olho para ele sorrindo e nego a ideia, mesmo já tendo visto, várias vezes, outras pessoas transando por trás de persianas fechadas ou até mesmo diante de grandes janelas, como um careca punheteiro. Seguro a cerca para ele passar para o lado de fora, e cada um segue seu rumo.
Direitos autorais reservados. Fica proibida a reprodução total ou parcial, bem como a cessão desta obra a terceiros, por qualquer meio ou processo, sem a autorização prévia, expressa e por escrito do autor. As violações estão sujeitas às penalidades da Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998 (artigos 28 e 29), e do artigo 184 do Código Penal Brasileiro.
®Erick Contos Gays™
