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Descobrindo O Segredo Da Minha Vizinha Gostosa PT 5

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Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Heterossexual
Contém 3424 palavras
Data: 31/07/2026 14:24:22

A manhã seguinte chega. Kailane acorda cedo, se levanta da cama ainda nua e começa a se vestir pra ir pra escola. Pega uma calça jeans e uma blusa qualquer dela que tinha ficado aqui em casa. Se arruma rápido e desce as escadas toda gostosa, o jeans marcando a bunda e a blusa justa nos seios.

Lá embaixo, o pai dela, Armando, está esperando em pé na calçada, cara fechada, braços cruzados.

— Vagabundo… você tá brincando com fogo.

Kailane revira os olhos:

— Papai, deixa de ciúmes.

Ela de repente bate no bolso e percebe que esqueceu o celular. Sobe de novo pra buscar. Nesse momento Camila aparece saindo de casa. Está de calça legging rosa colada e um top da mesma cor, justo. O sol da manhã ainda fraco brilha na pele morena clara dela, a névoa da noite desaparecendo aos poucos. Os seios grandes e pesados balançam dentro do top, os mamilos levemente marcados. A legging aperta as coxas cheias e a bunda volumosa, a tatuagem da serpente aparecendo na coxa esquerda a cada passo. Ela está gostosa pra caralho.

Armando solta baixo, quase sem perceber:

— Que delícia, hein, vagabundo…

Eu completo, sem tirar os olhos dela:

— Sim… uma delícia.

Ele me encara de canto e cospe:

— Você é comprometido. E ela é muita areia pro caminhão de um safado e desempregado que nem você.

Eu só sorrio por dentro. Mal sabe ele que eu tenho ela nas minhas mãos. E logo logo ela vai estar de joelhos com a minha rola na boca.

Kailane desce de novo com o celular na mão. A gente se despede rápido, ela me dá um beijo de lado e os dois saem andando pela calçada.

Eu volto pro apartamento, acendo um baseado, abro uma cerveja e um Red Bull e fico no sofá fumando e bebendo. Pouco tempo depois a porta abre. Lúcia, minha mãe, entra carregando a bolsa e para no meio da sala. Olha a bagunça que eu e Kailane fizemos: roupa jogada no chão, latas vazias, o cheiro de maconha ainda no ar, o quarto aberto com o lençol sujo visível.

Ela explode na hora:

— Anderson, que porra é essa?! Olha o estado dessa casa! Você não faz nada o dia inteiro, só fuma, bebe, traz mulher pra cá e deixa tudo sujo! Eu mato a gente trabalhando dobrado, matando, e você fica aí de vagabundo, suspenso da escola, sem responsabilidade nenhuma! Até quando, hein? Até quando eu vou ter que aturar essa vida?!

Eu não aguento ouvir. Pego o celular, levanto e saio batendo a porta no meio do sermão dela.

Desço pra rua e começo a caminhar sem destino. Na esquina vejo dois amigos meus sentados no meio-fio, fumando. Me aproximo e sento do lado deles, puxando o baseado que um deles me oferece.

Nesse momento Camila passa correndo pela calçada. Estava difícil não notar a beleza dela: a legging rosa colada marcando cada curva, o top justo nos seios grandes, o cabelo preto preso, o corpo suado balançando a cada passada. Meus amigos param de falar e um deles solta:

— Porra, que mulher é essa, mano…

O outro completa:

— Gostosa pra caralho. Queria só um pedaço.

Eu só sorrio e fico quieto. Passo mais alguns minutos ali fumando com eles, até decidir me levantar. Camila tinha entrado na academia do bairro. Eu sigo na mesma direção.

A academia do bairro é bem diferente daquela onde eu tinha visto Camila com o Jorge. Lá era grande, com ar-condicionado, aparelhos novos e vidro fumê. Aqui é precária pra caralho: um salão pequeno de concreto sem reboco, espelhos rachados na parede, aparelhos velhos e enferrujados, cheiro de mofo e suor antigo, ventiladores barulhentos que quase não resolvem o calor. O chão é de borracha gasta e soltando.

Eu entro e já noto a diferença. Penso baixo:

— O amante dela deve ter achado que ela estava por trás do dinheiro que eu pedi na chantagem… por isso ela veio treinar aqui agora.

Pego um peso leve só pra disfarçar e fico fazendo algumas séries de bíceps perto do espelho, de onde consigo ver Camila perfeitamente. Ela está no canto, fazendo agachamento. A legging rosa cola ainda mais quando ela desce, marcando a bunda grande e redonda, as coxas cheias se abrindo. O top justo aperta os seios pesados a cada movimento, o suor brilhando na pele morena clara. A tatuagem da serpente aparece e desaparece na coxa esquerda.

Eu continuo fazendo o exercício devagar, mas meu pau já está duro dentro da calça, latejando só de olhar ela se exercitando. Cada agachamento, cada alongamento, cada vez que ela se curva, me deixa mais excitado. Fico ali, fingindo treinar, com o volume evidente apertando o tecido, sem tirar os olhos da vizinha gostosa.

Camila sai da academia e volta pra casa. Eu espero mais uns minutos e também vou embora, subindo as escadas do meu prédio.

Dentro do apartamento, Lúcia tinha limpado tudo: a sala estava arrumada, o cheiro de desinfetante no ar, e ela já dormia no quarto dela, a porta entreaberta. Eu entro no meu quarto em silêncio, pego o Samsung velho e abro o WhatsApp. Nenhuma mensagem nova. Nenhum vídeo.

Digito rápido:

“até o fim do dia seguinte. senão o Sandro descobre a verdade”

Desligo o celular e coloco no carregador.

Abro o notebook, conecto o fone e começo a abrir vídeos pornô um atrás do outro. Primeiro uma morena de seios grandes sendo comida de quatro, a bunda batendo. Eu baixo a calça, pego meu pau já duro e começo a bater devagar. Mudo de vídeo: uma mulher com tatuagem na coxa levando no cu. Aperto mais forte, a mão subindo e descendo rápido. Outro vídeo: uma coroa gostosa chupando um pau grosso até engasgar. Eu imagino a Camila no lugar dela, os seios pesados balançando, a boca aberta. Bato ainda mais forte, o pré-gozo escorrendo pelos dedos. Troco de novo: agora uma cena de ménage, duas mulheres e um homem. Continuo masturbando sem parar, o pau latejando, a respiração ofegante, os olhos grudados na tela enquanto a mão sobe e desce sem descanso, o barulho molhado enchendo o quarto silencioso. Mudo de vídeo mais uma vez, e mais outra, cada cena me deixando mais louco, a imagem da Camila nua se misturando com tudo que eu via, até o tesão ficar quase insuportável.

Eu continuo batendo sem parar, a mão subindo e descendo rápido no pau grosso, os olhos grudados na tela do notebook. Troco de vídeo mais uma vez: uma morena de seios pesados sendo comida com força, gemendo alto. Imagino a Camila no lugar dela, a bunda empinada, a tatuagem da serpente, os mamilos duros. O tesão sobe forte demais. Sinto as bolas contraírem e gozo jatos quentes e grossos de porra que escorrem pelos dedos, sujam o teclado e pingam no chão. Fico ofegante, o pau ainda latejando, e limpo a mão na camiseta.

Depois disso passo o resto do dia no quarto. Alterno entre mais pornô e jogos online. Abro o Free Fire, jogo umas partidas, enjoo, volto pros vídeos, bato mais uma, depois volto pro jogo. O tempo passa assim, trancado, até o celular tocar no final da tarde.

É o Armando.

— Oi, tudo bem?

A voz grossa dele responde:

— Seu vagabundo… quer trabalhar amanhã?

Eu respondo na hora:

— Sim.

— Então amanhã cedo eu te pego aí.

Ele desliga. Armando era borracheiro.

Segundos depois o iPhone vibra. Mensagem da Kailane:

“vc aceitou amor? meu pai quer te ajudar”

Eu digito de volta:

“sim”

Então meu Samsung velho recebe uma mensagem.

Eu abro a mensagem.

Três vídeos. Nenhum texto. Só os arquivos.

O pau já começa a endurecer só de ver o nome dela na tela.

Aperto o primeiro.

A câmera mostra Camila deitada na cama do casal. O cabelo liso, preto e longo está espalhado pelo travesseiro. Os olhos castanhos semifechados, a boca entreaberta. O corpo alto de 1,77 m se estica na cama, a silhueta em ampulheta bem marcada: ombros estreitos, cintura fina, quadris largos. A pele morena clara, lisa e brilhante, brilha sob a luz amarela do abajur. Ela está só de calcinha preta fina. Os seios grandes, pesados e naturalmente caídos se espalham pro lado, o volume generoso que preenche as mãos. Os mamilos grossos e escuros já estão duros, apontando pra cima, cercados pelas aréolas grandes, rosadas-escuras e ligeiramente enrugadas. As pernas longas, firmes e torneadas se abrem. As coxas cheias se separam, revelando a tatuagem na face externa da coxa esquerda: a serpente preta com escamas detalhadas e olhos vermelhos, enrolada no ramo de rosas e lírios, começando logo abaixo da linha da calcinha e descendo em direção ao joelho, a cabeça apontando pra cima, quase tocando a virilha.

Ela pega o vibrador rosa grosso, liga, e passa a cabeça arredondada pelos lábios carnudos da buceta já molhada. Empurra devagar. O brinquedo some dentro dela. Os seios pesados balançam a cada rebolada, a cintura fina se contorce, os quadris largos se erguem da cama. Ela goza com as coxas tremendo, o vibrador ainda enterrado fundo.

Meu pau está completamente duro. Eu baixo a bermuda. A rola preta de 20 cm salta pra fora, grossa, com veias marcadas, a cabeça escura e larga já molhada de pré-gozo. O saco pesado e escuro balança. Eu aperto a base e começo a bater devagar, a mão subindo e descendo na haste quente.

Mudo pro segundo vídeo.

Agora ela está de quatro. O cabelo preto longo cai sobre um ombro. A bunda volumosa, alta e carnuda se abre completamente pra câmera — as nádegas redondas e firmes se separando, o sulco profundo entre elas, a carne que balança até quando ela só se mexe. O ânus rosado e franzido fica bem visível no centro. Logo abaixo, a vulva carnuda. Ela passa saliva no dedo, espalha no cu e empurra o plug anal preto médio. O anel se abre, engolindo o brinquedo até a base alargada. As nádegas se contraem ao redor do plug. Ela abre mais com as duas mãos, mostrando tudo, a tatuagem da serpente se contorcendo na coxa esquerda a cada movimento.

Eu bato mais forte. A mão sobe e desce rápido no pau grosso, o pré-gozo escorrendo pelos dedos pretos, o barulho molhado enchendo o quarto. Imagino enfiar a rola naquele cu rosado e franzido, sentir ele apertar a cabeça escura.

Terceiro vídeo.

Camila deitada de lado, uma perna longa e torneada levantada. A silhueta em ampulheta fica ainda mais evidente. O vibrador fino e curvado entra na buceta. Quando ela acha o ponto G, o corpo inteiro reage: as coxas cheias tremem, os seios grandes e pesados balançam, os mamilos grossos e escuros apontam duros pra cima. Os olhos castanhos se fecham, a boca se abre num gemido. A tatuagem da serpente se move com o tremor da perna. Um fio de gozo escorre pela parte interna da coxa, brilhando na pele morena clara, lisa e brilhante.

Eu não aguento.

A mão sobe e desce violenta. O saco pesado se contrai. Eu gozo jatos quentes e grossos de porra — o primeiro acerta o teclado do notebook, o segundo escorre pela haste preta e pelas veias, o terceiro pinga no chão do quarto. Continuo batendo enquanto ainda jorra, os olhos grudados na tela, a imagem da Camila de quatro com o plug no cu se misturando com a dela gozando no vibrador, os seios pesados balançando, a bunda alta e carnuda aberta, a serpente tatuada quase tocando a virilha.

Fico ofegante, o pau ainda latejando na mão suja de porra.

Olho pela janela.

Eu ainda estou deitado na cama, o peito subindo e descendo devagar, o pau mole e sujo de porra ainda escorrendo pela virilha. O quarto cheira a sexo e maconha velha. Estou quase pegando no sono quando um barulho forte ecoa lá de baixo — algo pesado caindo no concreto.

Me levanto de uma vez, puxo a bermuda sem limpar direito e desço as escadas do Bloco C descalço. Na entrada do prédio, Armando está jogando três pneus grossos um em cima do outro, o som de borracha batendo no chão ecoando na rua estreita. Ele está de camiseta suja de graxa, cara fechada como sempre, os braços fortes e pretos cruzados depois de largar o último pneu.

Me encara de cima a baixo.

— Oi, vagabundo. Vim deixar isso pra um vizinho seu.

A voz é baixa, grossa, sem pressa.

— Amanhã eu quero te ver cedo aqui na entrada, moleque. Se não, eu mato você.

Não espera resposta. Sobe na kombi velha, liga o motor e some pela rua irregular, deixando só o cheiro de óleo queimado no ar.

Fico parado ali uns segundos, ainda sentindo o peso das palavras dele. Quando o Samsung velho vibra no bolso da bermuda, eu puxo na hora.

Mensagem da Camila:

“oi… podemos fazer um negócio?”

Meu olhar sobe sozinho na direção da casa bege do outro lado da rua. A janela do segundo andar está com a luz acesa, a silhueta dela se mexendo atrás da cortina fina. O pau, que ainda estava mole e sujo, começa a endurecer de novo dentro da bermuda, a cabeça escura empurrando o tecido, latejando só de imaginar o que ela quer dizer com “negócio”.

Subo as escadas de volta sem pressa, o volume já bem marcado. Entro no quarto, tranco a porta e me jogo na cama de novo. Abro a conversa e digito devagar, o polegar sujo de porra ainda:

“fala. que negócio é esse?”

Aguardo. O pau continua duro, apertado na bermuda, enquanto fico olhando a tela e, de vez em quando, a janela iluminada do outro lado da rua.

Camila não responde.

Fico olhando a tela por mais uns minutos, o pau ainda semi-duro dentro da bermuda, mas o relógio não para. Já é hora de buscar a Kailane.

Desço as escadas, passo pelos pneus que o Armando deixou e sigo a pé até a escola. A rua estreita da Zona Norte está mais movimentada agora, o sol do início da tarde já está quente no asfalto irregular. Quando chego na porta, ela já está me esperando.

Kailane está toda gostosa. O cabelo crespo preso no coque alto de sempre, a pele escura e lisa brilhando sob a luz. A blusa justa marca os seios firmes e redondos, a calça cola na cintura fina e na bunda grande e empinada. Os olhos pretos me acham na hora. Ela sorri de canto e vem até mim.

Me beija na boca, a língua quente entrando sem pressa, o corpo colado no meu.

— Meu pai tá se aproximando de você — ela murmura contra meus lábios, a voz baixa.

Eu aperto a cintura fina dela e respondo:

— Que bom.

A gente começa a caminhar de volta pro conjunto. O caminho é curto. O quadril dela balança a cada passo, a bunda grande e empinada se movendo dentro da calça. Eu fico logo atrás, olhando, o pau endurecendo de novo só de ver o jeito que ela anda.

Chegamos no Bloco C, subimos as escadas rápido. A porta do apartamento está destrancada — Lúcia já tinha saído. Entro, ela entra atrás de mim. Nem chega na sala direito. Kailane me puxa pelo braço e a gente vai direto pro meu quarto.

Ela fecha a porta com o pé, vira pra mim e solta, já tirando a blusa:

— Vamos pra cama agora.

Os seios firmes e redondos aparecem livres, os mamilos escuros já duros. A pele escura e lisa brilha. Ela abre o botão da calça, desce o zíper e empurra a peça pelas coxas, ficando só de calcinha. A bunda grande e empinada se destaca quando ela se vira e sobe na cama de quatro, olhando por cima do ombro, o coque alto ainda firme.

— Vem.

Eu subo na cama atrás dela.

Kailane ainda está de quatro, a bunda grande e empinada bem alta, a pele escura e lisa brilhando sob a luz fraca do quarto. A calcinha preta está puxada pro lado, o coque alto ainda firme. Eu puxo a calcinha com força e jogo no chão. As nádegas redondas se separam, mostrando o cu apertado e escuro que eu já conheço bem.

Passo a mão pela cintura fina dela, abro as nádegas com os dois polegares e cuspo direto no cu. Espalho com o dedo. Ela já está acostumada com o tamanho da minha rola — a gente já fez anal várias vezes — então o anel cede fácil, sem aquela resistência de antes.

— Me arromba mais forte — ela manda, a voz rouca, empurrando o quadril pra trás.

Eu pego o pau grosso e preto, já completamente duro, a cabeça escura brilhando de pré-gozo, e encosto na entrada. Empurro de uma vez. O cu dela engole os primeiros centímetros sem dificuldade e continua engolindo até eu chegar fundo. A rola de 20 cm some inteira, o saco pesado batendo nas nádegas. Kailane solta um gemido alto, a cabeça baixa no travesseiro, os seios firmes e redondos balançando pra frente.

Eu gosto de enfiar fundo no cu dela. Gosto porque a buceta dela pra mim e só depois do casamento —como foi ela mesma que decidiu isso. Enquanto isso, o cu é onde eu meto sem dó.

Começo a meter com força.

As mãos apertam a cintura fina, os dedos afundando na pele escura. O pau grosso entra e sai rápido, o cu dela se abrindo e se fechando ao redor da haste preta como se já tivesse decorado o formato. A cada estocada fundo, o saco bate nas nádegas grandes e empinadas. O barulho molhado de pele batendo em pele enche o quarto.

— Isso… arromba mais — ela geme, rebolando pra trás, engolindo a rola inteira até o fundo.

Eu obedeço. Meto com força, o quadril batendo seco na bunda dela sem parar. Kailane geme alto, a voz quebrando a cada penetração profunda. Eu sinto o cu dela apertar e soltar, acostumado com o tamanho, mas ainda quente e apertado o suficiente pra me deixar louco.

Não demora.

O saco pesado se contrai. Eu enfio até o talo e gozo dentro, jatos quentes e grossos de porra enchendo o cu dela. Continuo metendo enquanto jorro, a porra começando a vazar pelas laterais da rola preta, escorrendo pela pele escura das nádegas.

Kailane treme, o corpo se contraindo, e goza junto, o cu pulsando forte ao redor do pau ainda duro.

Fico parado fundo nela por uns segundos, ofegante, a rola latejando dentro do cu quente e molhado de porra. Depois puxo devagar. O pau sai com um som molhado, e um fio grosso de porra escorre do cu aberto dela, descendo pela parte de dentro da coxa escura.

Ela se joga de lado na cama, ainda ofegante, os seios firmes subindo e descendo, o coque alto meio desfeito, e olha pra mim com aqueles olhos pretos.

— Gostou de arrombar esse cú de novo?

Eu e a Kailane ficamos ali na cama, suados, o cheiro de sexo e porra enchendo o quarto. Ela se aconchegou de lado, o coque alto já desfeito, a bunda grande ainda marcada pelas minhas mãos, e em poucos minutos adormeceu. Eu fiquei olhando o teto por um tempo, o pau mole e sujo, até o cansaço me pegar também.

Acordei e já era noite. Olhei o relógio: eram 20h.

O quarto estava escuro, só a luz fraca da rua entrava pela janela. Kailane continuava dormindo fundo ao meu lado, a respiração pesada. Eu me levantei devagar, peguei o notebook e o Samsung velho e sentei na beira da cama. Abri de novo os vídeos e as fotos que a Camila tinha mandado. A tela iluminou meu rosto enquanto eu via ela de quatro com o plug preto no cu, os seios pesados balançando, a tatuagem da serpente se contorcendo na coxa. Depois mudei pra uns vídeos pornô — morenas de bunda grande, coroas chupando grosso, mulheres sendo arrombadas. Meu pau já estava duro de novo. Baixei a bermuda e comecei a bater devagar, a mão subindo e descendo na rola preta, o barulho molhado baixo pra não acordar a Kailane.

Foi aí que o Samsung vibrou.

Mensagem da Camila:

“oi vc já se decidiu”

Fiquei parado, o pau ainda na mão, latejando. Tentei entender que tipo de negócio ela ia propor. Cada dia que passava eu tinha mais vontade de ter ela entre as minhas pernas ou de quatro pra mim, a bunda alta aberta, os seios pesados balançando enquanto eu metia fundo. Digitei sem pensar muito:

“diga sua proposta”

E fiquei ali, olhando a tela, a mão ainda apertando o pau, esperando a resposta.

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