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Mulher do Norte - Eu e Maitê no aeroporto

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Um conto erótico de Júnior Paulista
Categoria: Heterossexual
Contém 1609 palavras
Data: 31/07/2026 13:25:58

Olá, leitores(as)! Conto complementar em relação à história com a dermatologista. Este é sobre minha colega de trabalhoApós aquela consulta maluca com a Dra. Marie, eu fiquei pensando no meu encontro com aquela mulher, que talvez fosse ninfomaníaca, ou apenas sedenta por sexo.

Na segunda-feira cheguei cedo ao trabalho, Maitê ainda não havia chegado. O mecânico do pátio me chamou no rádio e pediu para eu ir ver a situação de uma aeronave. Coloquei o protetor auricular, meu boné de segurança, e entrei na área operacional.

— Seu Júnior. Essa aeronave está alocada para o voo das 9:35, para São Paulo. Mas a gente detectou que há uma trinca na roda, precisamos substituir o conjunto. Vai atrasar umas duas horas e meia.

Ele me mostrou a trinca, detectada com o aparelho de correntes parasitas, e confirmada com ensaio por líquido penetrante. Era uma trinca grande, não permitida pelo manual da aeronave.

— Vou ver com o CCO. Já te informo. Vai deixando o material pronto pra fazer a troca, por favor.

— Sim senhor.

Voltei correndo para a sala de operações e liguei para o CCO da empresa. Feitas as comunicações e ajustes necessários, uma aeronave que chegaria de Natal iria fazer esse voo, e a que teria o conjunto de roda substituído realizaria o outro voo da tarde. Feitos os ajustes, informei ao mecânico para iniciar o serviço.

— Bom dia, Júnior - disse Maitê, dando-me um beijinho no rosto — Correria já cedo?

— Bom dia, Maitê - disse eu, retribuindo o beijo. Ela virou levemente o rosto, e nossos lábios se tocaram. — Está cheirosa, mais do que nos outros dias!

Ela pareceu ter ignorado o fato de nossos lábios terem se tocado.

— Impressão sua. Eu sempre venho cheirosa.

— Claro que vem, mas hoje parece que caprichou mais!

Expliquei a ela o ocorrido e os ajustes necessários. Ela inseriu anotações no tablet operacional e os ajustes de alocação das aeronaves no sistema. Não conseguimos parar para conversar até o horário do almoço. Quando deu 12:30 eu pedi para uma funcionária novata, que voltara há pouco do almoço, que gerenciasse o serviço, enquanto eu e Maitê iríamos almoçar. Nós a atualizamos com as últimas informações e fomos para a porta.

— Larinha, qualquer coisa você chama a gente no rádio, tá. Canal 5.

— Tudo bem, seu Júnior. Tudo sob controle, qualquer coisa eu chamo. Podem ir tranquilos.

Saímos para o saguão, conversando e observando o movimento. Entramos em um corredor em direção à garagem de funcionários, saindo de frente para o restaurante "Garage Express". Eles vendiam pratos feitos a 60% do valor cobrado na área comercial do aeroporto. Era acessível a qualquer um que soubesse o caminho, mas era quase um segredo devido à localização.

Eu pedi um peito de frango empanado com fritas e Maitê pediu frango grelhado com vegetais. Para tomar, dois sucos de abacaxi. Sentamos em uma mesinha e aguardamos.

— Ah, e então, me conta! Como foi seu retorno?

"Quer saber da putaria ou do resultado da biopsia?", pensei.

— Graças a Deus não é nada, Maitê, que alívio! Era apenas uma espécie de folículo inflamado.

— Que bom, homem! - disse ela, me fazendo um afago e me dando um beijo no rosto.

— Você gosta de me fazer carinho, mulher!

— Sou apaixonada por você desde o primeiro dia!

— Sério?! Achei que era apenas o seu jeito...

— Você notou que nossos lábios se tocaram hoje cedo?

— É claro que sim, Maitê. Mas achei que tivesse sido por acaso...

Nós nos aproximamos, senti seu hálito. Quando íamos nos beijar o painel chamou nossa senha. Levantamos e pegamos nossas bandejas.

— E a médica, como é?

— Uma moça nova, dois anos de experiência.

— Não deu em cima de você? Sabe como são as mulheres daqui do Norte!

— E você, por acaso deu em cima de mim?

— Não é porque sou daqui que vou ser igual ao estereótipo, né Júnior. Eu me dou valor!

— Adoro você por causa disso, sabia?

— E então, ela deu em cima de você ou não?

"Eita, que cheirou a ciúme isso! E agora, conto ou não conto?"

— Tá, Maitê, ela me chupou na primeira consulta e a gente transou na de retorno, sexta, no consultório e no apartamento dela - respondi, analisando sua reação.

Ela franziu a testa e a sobrancelha:

— Não acredito! Que mulher fácil!!!

— Eu tive que mostrar as verrugas do meu saco para ela, e aí meu pau ficou duro. Ela analisou profissionalmente, e, quando acabou, simplesmente caiu de boca, me sugando até eu gozar em sua boca. Depois fomos jantar na área turística e ela me convenceu a subir no apê dela.

— Ela teve mais sorte do que eu... - disse ela, mastigando o último pedaço de frango.

— Ah, para. Você tá com ciúme.

— Não, nem poderia. Não dei em cima de você.

— Mas veja, ela é uma aventura. Você tem lugar no meu coração.

— Ah, conta outra...

— Sério, Maitê. Sempre te achei muito querida comigo. Mas nunca pensei que era porque gostasse de mim.

— Cara, eu sou apaixonada por você!

Ela se virou e me deu um beijo nos meus lábios. Como acabáramos de comer, não passou disso.

— Estou sem palavras, mulher... Quer ir?

— Já? Ainda temos meia hora.

— Vamos, só me acompanha.

Voltamos ao corredor. Havia uma entrada discreta para o alojamento masculino e o feminino, com câmeras sobre as portas. Mas antes havia um banheiro unissex, cuja porta não era monitorada pelas câmeras, talvez por uma falha de projeto. Olhei para um lado e para outro, entramos. Tranquei a porta por dentro.

— Você é louco! - sussurrou ela.

— Louco por você. Quero te comer!

— Só vai ganhar uma mamada. Abaixa essa calça aí, vai! Quero ver o que a sua médica viu e usou.

Abaixei a calça do uniforme e mostrei o membro viril. Maitê pegou, agarrou com a mão e testou a dureza, puxando para frente.

— Uhn, parece ser duro o suficiente para dar conta de mim. Tem quanto, 13 centímetros?

— 14, Maitê, 14...

— Tamanho razoável. Mas é grosso, o que o torna bem interessante - observou ela. — Tem um cheiro de suado e de urina. Não vou querer assim.

Ela pegou uma folha de papel toalha, passou um pouco de sabonete, e limpou meu membro. Com outra folha umedecida retirou o produto da minha pele.

— Agora sim, pronto para uma primeira impressão - disse ela, cheirando meu pau.

Maitê encostou os lábios pintados de vermelho em minha glande, deixando uma marca de batom. Em seguida foi engolindo centímetro a centímetro meu instrumento. Seus lábios quentes e a textura do batom me faziam gemer de prazer. Ela subiu até a glande e retirou a boca.

— Saboroso, dureza aprovada - disse, me olhando excitada.

Sem dizer palavra, reintroduziu meu pau em sua boca, chupando-o lentamente, apreciando cada saliência. O batom marcou a pele acima do meu saco, próximo da virilha. Ela fazia uma garganta profunda perfeita. Passou a sugar com sofreguidão, aparentemente com pressa.

— Caralho, Maitê! Vou gozar!

Ela não respondeu. Massageava minhas bolas com delicadeza, diminuiu o ritmo. Eu tremi de prazer. Ela não parou. Dois ou três segundos se passaram. Meu períneo se contraiu algumas vezes e meu pau também, injetando sêmen na boca de Maitê. Ela continuou sugando meu pau, recebendo a carga completa, sem parar de me dar prazer. Eu me contraí, ela segurou-me pelo meu pau, impedindo-me de sair da posição, e continuou a sugar minha glande. O prazer era absurdo, devido ao gozo recente. Era doloroso! Mas ela continuou e eu gozei novamente, algumas poucas gotas, dento de sua boca. Só então ela parou e se levantou. Apertou-me contra a parede, segurou meu pau melado, já amolecido e me beijou intensamente, sugando minha língua, meus lábios. Era muito tesão senti-la com meu sabor de porra e a possibilidade de sermos pegos!

— Mike zero uno na escuta de mike zero três? - interrompeu o rádio de serviço, excessivamente alto.

Era Larinha. Diminuí o volume rapidamente. Olhei o telefone, ainda tínhamos 10 minutos para terminar o almoço.

— Mike zero uno na escuta.

— A aeronave que trocou o conjunto de roda já está no portão, pronta para cumprir o voo para Brasília, senhor.

— Obrigado, Larinha.

Maitê me deu uma folha de papel com um pouco de sabonete. Eu limpei meu pau, enquanto ela retocava o batom. Arrumei o uniforme e olhei para ela através do espelho.

— Não quero que nenhuma mulher sinta cheiro de sexo. Agora você sabe que eu sou tua.

— Claro, Maitê - respondi, abraçando-a por trás.

Abri a porta. Corredor livre. Saímos e retornamos à sala da empresa sem que ninguém soubesse do acontecido. O restante do dia transcorreu normalmente, com falas profissionais, sem demonstrar nenhum outro afeto. Ao final do expediente nos despedimos com um beijinho no rosto, cumprimentei Larinha com um aperto de mão e a elogiei pelo trabalho. Fiquei mais 20 minutos passando as informações para o gestor da noite.

Fui para o meu carro pensando em Maitê. "Nem ofereci carona para ela retornar para casa, que falha a minha! Talvez ela tenha ficado ofendida com minha aventura com Marie...", pensei. Mas logo a nossa aventura me voltou à lembrança. Maitê era um tipo de mulher diferente de Marie: era segura de si, madura e sem pressa no sexo.

Cheguei em casa e enviei mensagem para ela: "Oi Maitê, nem te ofereci carona. Fiquei passando o serviço para o Jonas, e me esqueci de você". Fui para a cozinha esquentar meu jantar. O telefone notificou a mensagem dela, com um som que eu tinha escolhido: "Oi Junior, sem problemas, homem. Nem sou sua namorada ainda. Amanhã a gente conversa mais. Beijo".

— UFA! - exclamei, em voz alta — Pelo menos ela não ficou brava comigoNão se esqueça de deixar sua avaliação. Ela é muito importante.

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Foto de perfil genéricaJúnior Paulista Contos: 41Seguidores: 15Seguindo: 0Mensagem Um autor que escreve contos que representam desejos reprimidos, ou que questionam tabus, predefinições sexuais, psíquicas, etc. O objetivo do autor é levar o leitor a se deliciar mas também se questionar, trazendo seus desejos para os contos, a fim de elaborá-los e dissipá-los de sua mente.

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