Pra quem ainda não conhece, aqui vai um breve resumo do meu pai. Sabe quando você é parado pela polícia numa blitz, o PM desliga a câmera e tenta tirar dinheiro de você? O ex-tenente Jonas Leão é a pura nata dessa trambicagem da polícia, não tem policial mais criminoso que ele. Não é à toa que meu pai foi preso, passou anos na prisão e agora saiu com tornozeleira eletrônica.
Alto, loiro, olhos claros, bombadão, ex-lutador e membro do BOPE, viciado em pó, machista de carteirinha, socador de cu e 38 anos de vida dedicados a roubar, extorquir, traficar, desviar... Como eu disse, ele é tudo que há de ruim na laia podre da polícia, até miliciano esse filho da puta já foi (se é que deixou de ser algum dia).
Depois que ele saiu da cadeia e voltou pra casa, minha vida virou de cabeça pra baixo e eu tive que me desdobrar pra trabalhar, bancar esse fanfarrão e ainda ser empregadinho, porque ele não lavava nem o próprio prato que sujava e botava tudo nas minhas costas. Na visão machista do meu pai, era minha obrigação cuidar da casa, pois eu era viado, afeminado e a função da mulher, segundo ele, é ser doméstica, por isso pegava pesado comigo.
Até que apareceu a Kézia, minha madrasta evangélica e submissa, cega de amores pelo ex-tenente. Ela veio morar com a gente, assumiu a responsabilidade de tomar conta da casa e eu me vi um pouco mais aliviado, talvez até menos cansado, mas meu pai continuou dando trabalho.
Ele enrolava Kézia dia e noite, saía toda madrugada pra cheirar pó e comer puta na rua, e por várias vezes já chegou em casa marcado, de olho roxo, mancando e sangrando, culpa das apostas e dos agiotas com quem se envolvia. Meu pai era aquele típico malandro à moda antiga, que achava que era mais esperto que o mundo, mas na real não passava de um fudido que não tinha onde cair morto. E o mais complicado é que... Como posso dizer?
Já sei: acho que tudo que meu pai tinha de putão, eu tinha de putinha. No fim das contas, o fruto nunca cai muito longe do pé, não é verdade? Filho de peixe, peixinho é; e filho da puta, putinha é. É a lei da vida. Se o ex-tenente Jonas Leão era esse macho alfa troglodita e fortão que cantava mulher na rua, coçava o saco em público e falava atrocidades, então eu era o filhinho frutinha que emprestava o cu pra meio mundo e botava na conta dele a culpa de ser tão rampeira.
- “Aqui se faz, aqui se paga.” – era meu lema morando com meu pai.
Antes de prosseguir, devo avisar que as coisas começam a ficar turbulentas a partir de agora. Se você tem questões com vícios, drogas, é ou foi adicto, fica aqui o alerta de gatilho: pare de lerA volta do meu pai pra casa foi mais degradante do que a ida dele pra prisão. Nós nunca tivemos boa relação e pra mim ele era só mais um macho estranho que engravidou minha mãe e não foi homem o bastante pra me assumir, não teve uma vez que eu tenha visto esse traste como pai. E a droga... O pó tirou tudo que ele tinha.
Toda madrugada, depois que minha madrasta dormia, o grandão saía de casa na ponta dos pés, metia o pé pra pracinha no fim da rua, comprava pó e cheirava pra ficar ligadão. Suas pupilas contraídas e pequenas indicavam o quanto ele tava na fissura da cocaína, necessitado de contato físico urgente e numa uria sinistra pra sentir qualquer dopamina que desse sentido à vida, tava na cara que o vacilão virava outra pessoa quando ficava transtornado.
Era na praça, de madrugada, que ele se drogava, bebia, encarava o sereno da noite e quase sempre desenrolava uma puta pra levar pro mato e ganhar uma mamada. Não era a chupada estilo garganta profunda que meu pai tanto queria e as piranhas não davam o cu quando viam o tamanho da piroca grossa, mas mesmo assim ele mergulhava na noia da droga, passava um tempo na moita da pracinha e fazia altas putarias, enquanto a mulher dele roncava no quarto.
No início, eu o seguia, via toda a safadeza que ele aprontava e depois voltava pra casa de boa, mas com o tempo a coisa foi degringolando e logo percebi que meu pai tava viciado em pó, completamente absorvido e guiado pelos estímulos da cocaína. Kézia, evangélica até o talo, era bobinha e não via quando ele tava ligadão, mas chegou uma época que eu peguei meu pai cheirado até na mesa do café da manhã, antes de ir pra obra.
- Tudo bem, pai? Dormiu direito? Suas olheiras tão enor-
- CALA BOCA, MOLEQUE! NÃO FALA COMIGO, NÃO ME DIRIGE A PALAVRA! – ele apontou o dedo na minha cara e deu um tapa na mesa, fez os pratos e talheres tremerem.
- Meu Senhor, homem! Calma, teu filho só fez uma pergunta! – minha madrasta se assustou.
- SEM PERGUNTAS! ESSE VIADO NÃO É MEU FILHO! – o desgraçado segurou meu queixo, apertou e eu fiquei puto com a noia dele.
Queria que a Kézia acordasse pra vida e entendesse o contexto, mas, se eu contasse, ela com certeza entraria numa de “é encosto” e tentaria resolver as coisas na igreja, daí meu pai voltaria de lá pior ainda.
A situação piorou quando Jonas foi mandado embora do trampo de pedreiro, passou a ficar muito tempo à toa dentro de casa e eu comecei a achar pinos de farinha na lixeira do banheiro. TODO DIA o filho da puta cheirava. Bastava minha madrasta sair pra visitar a mãe dela e o brutamontes espalhava pó na mesa da sala. Ligava a TV em pornô de puta, botava a piroca pra fora e começava a se masturbar enquanto cheirava e bebia cerveja, isso antes das sete da manhã.
- O que você tá fazendo com a sua vida, pai?! – perguntei a ele numa dessas vezes.
- Sssssh. Cala boca, moleque. Tá escutando? – ele pediu silêncio, apontou pro teto e tentou ouvir alguma coisa que eu não consegui escutar.
- Você tá drogado, cara! Não tem barulho nenhum, vamo comer alguma coi-
- DROGADO É O CARALHO, ME RESPEITA! QUER MORRER, VIADINHO!? – Jonas me rendeu, grudou nas minhas costas e me imprensou no sofá com seu corpo dez vezes mais musculoso.
- Olha só, tô falando sério... Ando preocupado contigo, com a sua saúde. Você precisa de ajuda, as coisas não tão bem.
- Sabe a ajuda que eu preciso, moleque? Comer uma buceta agora. Gozar dentro, esvaziar o saco. Tem xereca pro pai comer, tem?!
- Pai, por favor... Come alguma coisa, vai? Cê tá de estômago vazio e ainda nem-
- Vou comer, vou comer xoxota! Cadê, tem aí?! Só uma rapidinha, precisa nem mamar. – totalmente fora de si, ele me encoxou na poltrona, arriou meu shortinho e pincelou a cabeça do caralho na entrada do meu cu.
Fiquei arrepiado na hora e juro que tentei lutar contra o vício dele, mas o filho da puta segurou meus braços, cuspiu na pica e enterrou mais de 25cm de pilastra até o talo no meu cuzinho, só parou quando me vestiu. Seu saco encheu na minha bunda, a pentelhada loira penteou meu cóccix, o ogrão deu a primeira estocada profunda e eu... Bom... Sei nem como descrever a onda de prazer que me acertou.
- PAI, CARALHO! SSSS! VOCÊ PRECISA COMER DIREITO, CARA! – cheguei a sentir febre nessa hora, sem brincadeira.
- TÔ COMENDO, PORRA! BOTEI FILHO VIADINHO NO MUNDO, NUNCA VOU PASSAR FOME! FFFF! – ele farejou meu cangote, me cobriu com seu corpo fortão e descarregou o peso da segunda empurrada.
- AAAHNSS! Cê tá perdendo a cabeça, macho! E se a Kézia voltar de repente?!
- TÔ PERDENDO A CABEÇA DENTRO DE TU, ISSO SIM! NO OLHO DO TEU CU, Ó! – tirou tudo, botou de novo, retirou outra vez e fez o barulho da meteção estalar no meio de nós.
- Meu Deus, homem, me escuta! Não tá nem me ouvindo, eu tô aqui!
- CALA BOCA, PORRA! Só preciso... – abriu a torneira e estourou meu cuzinho de leite antes mesmo da sexta ferroada, nem ele próprio aguentou a pressão.
- OOOHNSS! PUTA QUE PARIU, PAI! – como sempre, eu derreti na fome dele.
Meu pai, coitado... Escravo do pó e da sodomia. Pode parecer simples, mas com o tempo ele se entregou de vez à droga, desistiu de procurar emprego e eu infelizmente me dei conta de que algumas coisas começaram a sumir dentro de casa. Primeiro o rádio velho que ficava na estante, depois o aspirador, em seguida algumas panelas de pressão, utensílios velhos e até a carcaça da bicicleta que tava jogada no quintal dos fundos, aí sim a coisa ficou drástica.
A ficha só caiu numa manhã quente de sábado, quando acordei e peguei meu pai de sunga na piscina do quintal. Seu corpo, que antes era bombado e construído em pura massa magra, agora estava visualmente menos volumoso, com os músculos menos destacados e a pele muito mais peluda. Antigamente ele teria raspado tudo, mas agora a barba loira cobriu o queixo, a mandíbula e as bochechas, o cabelo também ficou por fazer e as coxas encheram de pelos.
Apesar do físico descuidado, a rola continuava volumosa e pesada na sunga imponente, e confesso que dei várias olhadas nas pegadas e coçadas insistentes que ele deu nela.
- Pega minha carteira aí no short, moleque.
- Pai, pai... Vai fazer isso na minha frente, em pleno quintal? Sabe que eu não gosto. – peguei a carteira e dei a ele.
- Foda-se o que tu pensa. Quem sabe da minha vida sou eu, tu não tem que gostar ou desgostar de nada não. – ele serviu a droga na beira da piscina e mandou ver, depois ajeitou o óculos de sol no rosto e logo na sequência acendeu o cigarro pra acompanhar a caipirinha, nem parecia que tinha arrumado briga na rua na madrugada anterior.
- Tudo bem. Você que sabe. – resmunguei.
- Eu que sei mesmo. Kézia vai passar o fim de semana na puta da mãe dela, tu acha que eu vou ficar careta? Se fuder, ô sua bichona.
- É... Não sou eu que vou impedir. A casa é tua.
- A casa é minha, Gael. – Jonas fungou o nariz, ficou de pé na piscina e apertou a piroca na sunga outra vez. – Aliás, falando nisso, é só dar um teco que minha pica sente fome. Já sabe qual é a regra da casa, não sabe?
- Sei bem. Na falta de buceta-
- Vai no teu cuzinho mesmo, moleque.
- Você fala como se não tivesse a buceta da Kézia pra comer.
- E tu acha que ela libera todo dia? Quem dera. A xota dela não aguenta rojão que nem teu cu, não. Tu nasceu pra dar a bunda, por isso que eu te encho de leite. Vem cá, vem? Pai tá com fome, sei que tu quer. – me puxou pelo braço, me pôs de quatro na borda da piscina e começou a esfregar o malote na minha bunda, doido pra me fuder, e eu doido pra dar.
Mas alguém tocou a campainha, eu disfarcei e fui lá ver quem era. Pra minha surpresa, o cabo Rogério Fonseca surgiu só de chinelos, bermuda tactel tipo surfista e boné na cabeça, com o peitoral branco e malhado de fora, óculos escuros no rosto, cordãozinho de prata e relojão no pulso. Assim que me viu, ele apertou a aliança de noivado no dedo anelar, sorriu e me olhou por cima do óculos.
- Bom dia, boneca. Vai abrir pra mim não? Tô querendo entrar, pô.
- Você quer entrar, Novato? – chamei pelo apelido.
- Quero e vou. Abre pra mim, abre?
- Só se for agora. – provoquei.
Abri o portão, ele me comeu com os olhos e deu aquela apertada marota na vara, já pra mostrar a que veio. Mal entrou, apontou o dedo na minha cara e falou grosso.
- Fica me chamando de Novato que logo logo eu vou te mostrar o novatão... Vai brincando.
- Olha lá... Vigia, varão, você é amigo do meu pai e é casado. Tá doido?
- Tô casado, mas não tô morto. Boneca. – ele esticou a mão pra me cumprimentar e emendou um beijo no meu pescoço, com o bigode grosso me causando nervoso.
Aquele ali era o famoso maridão da família tradicional evangélica brasileira: orgulhoso, provedor, apaixonado pela mulher e defensor da moral e dos bons costumes, com o peito estufado e postura de policial exemplar. Isso na primeira olhada, porque bastava olhar outra vez e Rogério Fonseca se transformava num predador nos bastidores. Cheirador, fora da lei, envolvido com miliciano, sabia lavar dinheiro como ninguém e traía a noiva até com as pastoras da igreja dela.
TRASTE, COM LETRAS MAIÚSCULAS. MEU TIPO FAVORITO DE VIRA-LATA, macho que só serve pra montar em cima de mim, gozar dentro e meter o pé. Ninguém quer um encostado filho da puta desses, nem os viados, então a gente usa esse verme, mastiga bastante, sente ele no cuzinho, cospe o leite e joga fora, não dá pra ficar rendendo muito. Na disputa de quem venderia a própria mãe, ele e meu pai eram páreo duro.
E na disputa de vender meu cu, meu pai ganhou.
- Porra, Novato, demorou pra caralho! Tava aonde!? – Jonas ficou puto com a demora do Rogério.
- Tive que passar na favela pra recolher o arrego, compadre. Tudo nosso, deu certinho.
- Trouxe a parada?
- Trouxe mesmo. Mas se liga, é aquele esquema. Paga antecipado, teca depois. – o cabo Fonseca pôs a mão no bolso, seu movimento fez a roupa escorregar e eu fiquei SECO quando vi as descidinhas na cintura dele, pra não falar do início da pentelhada do safado.
Como é que pode o macho ser gostoso até nos movimentos mais naturais, né? Fiquei bobinho na testosterona do amigo do meu pai.
- Qual vai ser, Novato, vai vacilar comigo agora? – meu pai não gostou da cobrança. – Quando foi que eu te deixei na mão?!
- Guile, tu tá ligado que nunca vacilei contigo. Nós é sujeito homem, o papo aqui é reto. Vou mandar a real: tu tem cheirado pra caralho ultimamente e não me pagou da última vez. Sou teu fechamento, mas tô ficando preocupado, pegou a visão? Ou tu anda na linha, ou vou começar a achar que tu é vacilão.
Engoli a rixa a seco e foi um momento de muita tensão no quintal, porque o ex-tenente Jonas Leão não era de aturar desaforo, ainda mais na própria casa, assim como o cabo Fonseca nunca aceitaria ser feito de otário, foda-se onde. Acho que essa foi uma das primeiras vezes que eu vi meu pai recuar e admitir alguma coisa.
- Tô sem grana, Novato. Me mandaram embora, briguei na rua, minha vida tá uma merda.
- Eu tô vendo, irmão. Mas tu tem que se arranjar, cadê aquele pitbull brabo que me ensinou a maldade da pista? Já dei o papo que tu não tá morto, mano. Reage, bola pra frente.
- Olha, com todo respeito... Vou deixar vocês aí um minuto e vou lá pegar cerveja, beleza? Cês precisam conversar. – avisei.
- Preciso mijar, boneca. Mostra onde é o banheiro? – Rogério pediu.
- Claro. Me segue, vem cá.
Deixamos meu pai na piscina e eu andei na frente, sabendo que o macho tava de olho no meu rabo empinado na sunga. Nunca pisquei tanto o cuzinho, admito. Deixei ele na porta do banheiro, Fonseca agradeceu e fez questão de sarrar na minha coxa na hora de passar do corredor pro banheiro, depois me olhou, apertou o óculos de sol e riu.
- Valeu, bonequinha. Tamo junto. – daí sacou o revólver e esvaziou a bexiga na minha frente, olhando nos meus olhos.
- Você... Cê não vale nada.
- Eu? Tu que tá aí secando meu caralho, pô. Depois não gosta quando eu falo que viado é tudo baixo, um bando de pervertido. – o desgraçado arregaçou o prepúcio, botão o cabeção pra fora e a vontade que me deu foi de entrar, ajoelhar na frente dele e virar alvo das jatadas de mijo.
- Para de ser sonso, Rogério. Aposto que se eu ficar de quatro no chão do banheiro, você monta em cima. Cê não consegue esconder a cara de vira-lata não, eu vejo através dela.
- Quer fazer o teste? Fica de quatro pra tu ver. – era tudo que ele queria.
O cabo arriou a bermuda, ficou só na sunga de praia e me desafiou, pois sabia que eu não era de engolir calado. Botei a cara no corredor, olhei pros fundos e meu pai ainda tava na piscina, daí tomei coragem, entrei no banheiro e empinei de quatrão que nem cadela no cio pro Rogério. Como eu previ, ele não perdeu tempo, trepou no meu rabo e fingiu que ia meter, mas de sunga.
- Já pensou? Ainda bem que eu sou hétero.
- É, hétero sim... – falei com deboche.
- Sou mesmo. Se não fosse, teria te arrombado agora mesmo. – segurou minha cintura, forçou o volumão no meu rabo e não deu pra segurar, eu pisquei o cuzinho na piroca do amigo do meu pai.
Por mais que estivesse de zoação, o sem vergonha sentiu minhas pulsadas, a vara correspondeu com uma latejada vertiginosa e dobrou de tamanho sem querer, a ponto de fazer peso nas minhas nádegas e quase abri-las ao meio. Pisquei o cu de novo, minhas pregas encostaram na sunga e a brincadeira virou papo sério, cara a cara no chão do banheiro.
- Vou perguntar só uma vez, boneca. Naquela noite lá da praça, lembra?
- O que é que tem, cabo?
- Tu tava... Tu deu pro teu pai?
- TÁ MALUCO!? QUE PERGUNTA É ESSA?! – me fiz de santo.
- Ô, ô, sem viadagem. Tô perguntando na moral, responde que nem homem. Não vou julgar, eu também sou todo errado. – ele ao menos reconheceu. – Dá o papo. Tu dá a bundinha pro Guile, não dá?
- Da onde você tirou isso?
- O jeito que ele fala de tu é o mesmo jeito que ele falava das putas que a gente comia na época do plantão. Talvez tu não perceba, mas ele te olha como homem olha pra mulher. Te olha com fome, teu pai não é bobo. Ele sabe a filha vadia que tem. Tô errado?
Não deu pra evitar. Quem é que escuta uma revelação dessas e não amassa a piroca do macho com o cuzinho? Minhas preguinhas beijaram a sunga do Fonseca de língua, ele lambeu minha orelha e deixou a marreta pulsar livremente no contato com a minha bunda, sem pena de cruzar os limites estabelecidos pela bíblia.
- Tô errado, boneca? Diz que eu tô errado que eu paro, vai. – devagar e sem presa, ele desceu minha sunga, arriou a dele e plugou a rola na entrada do meu cu.
- Varão... E a tua noiva, como fica?
- Ssssh. Primeiro responde a pergunta, depois a gente vê como fica a questão do varão. Deu ou não deu pro teu pai?
- Você tá viajando, cara. Agora... Dá licença aqui, pode ser? – saí de baixo dele, meti o pé do banheiro e fui buscar mais cervejas, não perdi tempo.
Voltei pro quintal, encontrei meu pai na piscina, enchi os copos e forrei a canga no chão pra pegar sol, pois minha intenção era aproveitar o dia de folga, tomar uns drinks e sossegar. Mas Rogério retornou do banheiro só de sunga, com a mão ajeitando a pica meia bomba e os olhos vidrados no meu rabo de bruços, e isso mexeu comigo. Ver aquele macho secando meu lombo foi uma cena de fuder, até pisquei.
- Cadê, Novato? Tô nervosão aqui, preciso dar um teco. – meu pai não escondeu a perna mexendo.
- Assim tu me complica, Guile. Já expliquei o esquema, o pagamento é antecipado. – Fonseca respondeu sem parar de me comer com os olhos, ocultos no óculos de sol.
- Tô sem grana, compadre. Não tem como a gente resolver de outro jeito?
- De outro jeito...? – o policial esfregou as mãos, lambeu os beiços e deu a segunda pegada firme na rola.
Eu sabia exatamente o que ele tava pensando, mas de repente a sobrancelha do meu pai começou a sangrar, as gotas vermelhas escorreram na beira da piscina e quase pingaram dentro da água.
- Caralho, doidão, que porra é essa?! – Rogério se assustou, ele foi o primeiro a ver o sangramento.
- De novo, tenente? Putz... Falei que cê precisava levar ponto e você disse que não, agora olha o resultado. – levantei às pressas, busquei a caixinha de primeiros socorros no banheiro e sentei do lado dele pra fazer o curativo.
- Ô! TÁ MALUCO DE ME ENCOSTAR, SEU VIADO!? – meu pai gritou comigo e me deu um tapa na mão.
- TU VAI GRITAR, EU SEI GRITAR TAMBÉM! QUE TU É UM OTÁRIO EU JÁ SEI, TÔ AQUI PRA AJUDAR! PREFERE SANGRAR ATÉ MORRER, CUZÃO!? ABAIXA A BOLA E SENTA NESSA PORRA AÍ QUE EU VOU FAZER CURATIVO, ANDA LOGO! – berrei, me esgoelei, fiz cara de brabo e ele ficou pequeno no quintal.
Até o cabo Fonseca arregalou os olhos quando me viu fora de mim. O ex-tenente ficou manso, sentou de volta no lugar e eu finalmente comecei a limpar e estancar o sangramento na sobrancelha dele, resultado das brigas que ele arrumou na madrugada anterior.
- Esse moleque... Ele é teu filho mesmo, Guile, dá pra fugir não. – Rogério deu um tapinha nas minhas costas.
- É... Vai ver, tem coisa do meu saco aí mesmo. – meu pai apertou minha coxa e riu.
- Apesar de tudo, eu tento cuidar desse cara, Novato. Mas ele não se ajuda. Agora tá numa de se envolver em aposta lá na praça, só piora. Ontem saiu na porrada, por isso tá machucado.
- Saquei. E tu, meu parceiro, tá acostumado a ter um filho viado dentro de casa? Hehehe.
- Não tá vendo, Novato? O moleque é minha empregada, meu pet. Lava, passa e cuzinho. Quer dizer, cozinha. Tehehehe.
- Eu cuidando de você e você me zoando, né? – resmunguei.
- Tô mentindo? Né zoação não, é a verdade. Hehehe. – mesmo ferido, Jonas caiu na gargalhada.
Vai parecer a maior bobeira, mas eu fiquei um pouco feliz, porque foi uma das primeiras vezes que a gente se entreteve, ainda que no meio de toda a lama que ele tava passando. E justamente quando eu achei que as coisas melhorariam, eis que o trem descarrilou, tudo saiu dos trilhos num piscar de olhos e a carga inflamável explodiu entre nós.
- Tu tá dizendo que ter filho viado tem suas vantagens, meu parceiro? – Fonseca acendeu o cigarro e retornou a mão pra minhas costas.
- Ô... Várias. Tô até pensando em fazer uma renda extra no viado.
- Renda extra? – eu e o cabo falamos ao mesmo tempo.
- É... Alugar ele pros amigos pra ver se entra uma grana.
- Sério? – meu cuzinho piscou com a ideia diabólica de ser vendido pelo meu próprio pai. – Você quer ser meu cafetão, tenente?
- Porra, agora sim nós tamo falando a mesma língua, Guilezão! – o PM comemorou, encheu a mão esquerda dentro da sunga e desceu a direita de encontro ao meu rabo. – E vem cá, quanto tu quer pra deixar eu dar uma voltinha nessa Ferrari tua? Cenzinho tá bom?
- Cenzinho e as paradinha que tu trouxe. Fechado?
- Tamo junto, fechamento, é nós. – eles apertaram as mãos, fizeram um pacto e três coisas aconteceram nesse momento.
Primeiro: o cabo Rogério tirou dinheiro da carteira e deu na mão do grandalhão; segundo: meu pai pegou a grana, as drogas e se trancou no banheiro; e terceiro: restamos eu e o amigo dele na beira da piscina, eu deitado de bruços na canga e iluminado pelo reflexo translúcido da água, ele de pé na sombra da varanda, fumando cigarro e me olhando de longe, me desejando, me querendo. Foi tipo cena de série, algo cinematográfico, erótico e ao mesmo tempo decadente.
- Que mundo escroto, né? – falei primeiro.
- É, boneca, a vida não é justa. – ele deu o primeiro passo na minha direção e sua sombra cobriu meu corpo.
- Não sei se tô animado ou puto. Meu pai vendeu meu cu pra você e foi cheirar no banheiro... Zoado demais. – fui sincero.
- Tipo, Gael, te dar o papo. Se tu conhecesse teu pai antes da prisão, tu ia ver que ele tá até de boa.
- De boa?! Cheirando mais que aspirador de pó, perdendo peso, vendendo as coisas de casa? Ele tá doente, isso sim.
- Tá, concordo que ele tá despirocado e parou de cuidar do corpo, largou até a luta. Mas vai por mim, antigamente era bem pior. Não sei como ele não foi parar no hospital, cheirava pra caralho. E outra, essa parada de vender as coisas... Antigamente ele roubava pra cheirar, tá ligado?
- É impressão minha ou você tá normalizando o comportamento dele, Novato? Se bem que... Claro que você vai normalizar. Tá fazendo grana em cima dele vendendo droga, né? Como eu sou tonto.
- Prefiro que ele pegue comigo, questão de segurança. Senão ele vai sair por aí e entrar na favela pra comprar, é isso que tu quer?
- ... – fiquei sem palavras, não soube o que dizer.
Olhei pra cima, tirei o óculos de sol do meu rosto e observei aquele macho de pé na minha frente, com a sunga entulhada de piroca, as bolas marcadas, cigarro aceso e os braços cruzados, me observando enquanto eu tomava sol. Rogério tirou o cigarro da boca, apertou a pica, abaixou a cabeça e me encarou por cima do óculos.
- Vou mentir pra tu não, boneca. Sou casado e gosto de mulher, mas tô como, maluco na tua. Desde aquela madrugada lá na praça que eu quero te enrabar, tá ligado?
- Safado... Você é da laia do meu pai. Policial com índole de bandido, o lado podre da polícia. Trair sua esposa e pagar de machão é o de menos, conta uma novidade. – mexi minha bebida dom o dedo indicador e depois chupei.
- Posso ter esse jeitão meio marrento, não nego, mas eu tô GALUDO em tu. Pagaria o valor que teu pai pedisse, foda-se.
- Eu sou maior de idade, Novato, não sou propriedade do meu pai pra ser vendido. E tem mais: pra você é de graça. Faço com prazer. Também tô desde aquela noite com você na cabeça, sabia que era questão de tempo.
- Olha como eu fico ouvindo isso. – ele desceu a sunga, sacou o revólver e eu ri daquela grande ironia.
Ironia porque era óbvio que o cabo Fonseca teria um cassetete guardado consigo. Aquele macho andava armado pra cima e pra baixo, até quando estava sem arma, tudo graças à pistola de grosso calibre que ele portava entre as pernas. Não era uma pica tão comprida que nem à do meu pai, mas era extremamente larga, obesa, ridícula na espessura e da cabeçona pesada, maior que o resto do corpo. A trolha inchou, derramou babosa e ele manjou meu rabo.
- CARALHO, NOVATO!
- Tá vendo que de novato meu pau não tem nada, né? Gehehe.
- Você por acaso tem autorização pra andar por aí assim?
- Depende. Só quando quero furar um cu. Vamo? – a boca do PM fez a pergunta, mas quem pediu foi a caceta pulando.
Uma rola naturalmente curvada pra baixo, do prepúcio não muito longo, mas visivelmente borrachudo e delgado, feito de pele macia em meio à rigidez da ereção. Era mais ou menos do tamanho do meu pulso, o couro com algumas veias na parte de cima e a uretra bem desenhada na região inferior, combinando com o sacão gordo e com a pentelhada escura no púbis. Aquela ali era a arma de um policial bom de mira, branco, noivo, “hétero” e tirado a crente, o combo completo pra me deixar com água na boca na beira da piscina.
- Caralho, macho, tua pica é muito grossa! Tá maluco, quase quatro dedos de largura! Como sua mulher aguenta?!
- Hehehe! Quem disse que ela aguenta? Boto só a cabecinha, não dá pra socar tudo na buceta dela.
- Como você tem coragem de chamar isso de cabecinha?! Mó cabeção, porra! Que doideira!
- Doideira nada, já já vou botar tudo no teu cuzinho e tu vai aguentar.
- Nunca que eu dou conta de um mastro desse! Vai me rasgar, não inventa ideia.
- Aguenta sim, boneca, sei que tu gosta de dar o cu. Tá na tua cara que tu se amarra em ser bicha, vi assim que te conheci. – ele abaixou de cócoras na minha frente, a lapa do caralho ficou bem na minha cara e eu não soube se olhava pras coxas peludas, pro saco fanfarrão ou pra tora pulando.
Quanto mais a jamanta saltava, mais babosa pingava e pontes de babão se formaram na ponta do cabeçote. Rogério alisou o bigode grosso, olhou pra baixo, me olhou nos olhos e não precisou dizer nada, suas ordens estavam subentendidas por trás do olhar torto no óculos de sol. Cheguei pra frente, chupei a cabeça, envolvi a língua na glande e dei a melhor boquinha de veludo que ele poderia encontrar.
- SSSS! Não tô muito na intenção da mamada não, boneca. Vamo direto ao assunto, posso?
- Claro que não. Primeiro que tua vara é grossa demais, segundo que não tá lubrificada, e terceiro que eu JAMAIS perderia a chance de engasgar num picão imenso. Me respeita, macho.
- Pô, é que eu não sou chegado em... AAARFFF! – ele ia dizer que não gosta tanto de ser chupado, mas eu arreganhei os beiços e consegui tragar pelo menos metade da piroca, por isso Fonseca perdeu o fôlego e ficou sem reação.
Minhas papilas amornaram no gosto viscoso e meio salgado da pré-porra, minha mão esquerda deslizou na panturrilha cabeluda e a direita enroscou no saco dele, atenção completa ao varão. A garganta pegou fogo na passagem da caceta, eu pus a língua de fora e continuei mergulhando até meu nariz encostar nos pentelhos, mas ainda assim faltou um pouco pros meus lábios alcançarem o talo, tudo culpa da largura insana.
- Caô que vai engolir tudo!? DUVIDO! FFFF! – ele próprio não acreditou no que tava prestes a acontecer.
Só que foi difícil pra caralho, não consegui engolir de primeira. Cheguei além da metade, não bati na base da pica e já estava suando de esforço, porém segui dando meu melhor, guardei o fôlego e me esforcei pra avançar, queria engolir TU-DO. Não deu. O foda é que deixei Fonseca galudão com as minhas tentativas, e o resultado é que ele se empolgou, apertou minha nuca e forçou minha cabeça de encontro à vara, dando o impulso final pra me asfixiar nela.
- Quer mamar, então mama! OOORGH! TÔ SENTINDO TUA GARGANTA, SENTIU? – fez a pergunta e latejou a bigorna na minha faringe.
Por alguns segundos, meu mundo se resumiu a Rogério Fonseca. Tudo que eu senti, tudo que eu enxerguei, ouvi e provei foi o amigo do meu pai, nada mais. Meus ouvidos testemunharam os gemidos dele, a língua encheu no gosto salgadinha do jato de baba no céu da boca, meu tato foi invadido pela pressão das mãos apertando meu crânio, as narinas pegaram fogo nos pentelhos suados e, por fim, eu olhei pra cima e lacrimejei de tesão vendo as caras e bocas que ele fez.
- AAARSS! E NUM É QUE TU É BOM DE BOCA, BONECA? CARALHO, MAMA MESMO!
- Gosta, macho?
- E como! Última vez que engoliram minha pica inteira foi na época de curso, tempos de adolescente. Tinha uma coroa lá perto de casa que curtia chupar tudo, que nem tu.
- Você já tinha rola grossa e devia comer várias xoxotas, hein? Se hoje é gostoso assim, naquela época deve ter tocado o terror.
- Se eu te conhecesse antes, com certeza já teria dado várias voltas nesse lombo teu. Eu era porra louca quando era garotão, viado. Heheheh. – abaixou e deu um tapa na minha bunda, seco no meu rabo.
- E eu teria sentado muito em você.
- Te preocupa não, vai sentar hoje.
- Hoje? Vai me rasgar sem pena, macho?
- Vou. E tu vai gostar, vai pedir mais. Deixa minha piroca babada pra eu enterrar ela no teu cu, vai? Mama, enche de saliva. Quero na garganta, isso. SSSS! – mão atrás do meu pescoço de novo, o saco no meu queixo e eu chorando de nervoso pra engolir tora no talo sem morrer engasgado. – Ninguém mandou, agora chupa essa porra! AAARGH!
Não dava pra saber se ele tava fazendo expressão de nojo ou de deleite, nem se estava sentindo dor ou tesão, porque as reações do Fonseca às vezes pareciam agonia, como se o sem vergonha agonizasse de prazer. Ele mordia o beiço inferior, fechava os olhos, grunhia baixinho e só me olhava daquele jeito meio torto de quem sabia exatamente o que tava fazendo, assim como eu também sabia do que ele precisava, talvez por isso nosso encontro tenha dado tão certo.
- Puta que pariu! Dá gosto chupar uma pica dessa, fala sério. Hahahah. – eu saía ofegante da jeba e precisava recuperar o fôlego a cada minuto.
- Grossa?
- Pra caralho! A melhor coisa pro boqueteiro é quando a rola enche a boca! Sinto que ela passa da garganta, a cabeça chega quase lá no esôfago. E não é tão comprida, é por causa da grossura mesmo. Vai longe, entra rasgando. Até o peso dela é de matar!
- Tô sentindo tua goela quentinha, tá que nem veludo. Hehehe. Agora eu entendo a graça que os malucos veem em boquete. Mas tem que ser no talo, tem que ser assim, ó. – o macho laçou minha nuca novamente, viciou em fuder garganta e quis grudar na minha cara sem dar cinturadas, bastou ficar dentro pulsando. – SSSSS! Aguenta, boneca! AGUENTA, PEIDA NÃO!
- GHHHRR! GHHHRR! – claro que eu engasguei, porém não desisti, continuei asfixiado na tromba.
- OOORGH, FFFF! ISSO AÍ, DÁ TEU NOME! MOSTRA QUE TU É VIADO DE CARTEIRINHA, QUERO VER! NÃO GOSTA DE PICA!? CADÊ?
Mais uma vez, o choque dopaminérgico da sinestesia. Quando todos os sentidos do seu corpo saturam no toque de outro macho, as peças se encaixam e tudo faz sentido. É o poder do corpo no corpo, a alquimia que mexe com todo o físico e vai muito além do simples pau no cu. Ajoelhado na grama do quintal, eu olhava pra cima e só enxergava o rosto do Fonseca torcendo de prazer, minha visão enterrada nos pentelhos dele e o queixo vibrando com o roncar das bolas espremidas no meu beiço.
- AAAARGH! AAAARGH, CARALHO! – o filho da puta nem avisou, só segurou meu crânio, fechou os olhos e seus dedos dos pés prenderam na grama.
Ele respirou fundo na hora da gozada, os espasmos involuntários pareceram até convulsão. O cabo tremeu dos pés à cabeça, abriu a boca e rugiu feito leão quando acaba de acasalar, tudo isso pra desovar litros e litros dos seus melhores filhos na minha goela. O mesmo leite que só a mulher evangélica devia sentir na buceta, eu senti no fundo da garganta e tive que engolir tudo pra não acabar vomitando.
- AAAARGH, FFFF! CONTINUA MAMANDO, PARA NÃO! – Fonseca manteve a mão pressionando minha nuca.
- Mas eu... – tentei falar de boa cheia.
- CONTINUA, BONECA, MANDEI CONTINUAR! SSSS!
A pressão foi tão arrebatadora que eu precisei me segurar nas pernas dele pra não perder o equilíbrio, e aí acabei sentindo a tração dura nas coxas durante o orgasmo. Nunca vi uma gozada tão sincera e expressiva quanto essa, as veias ao longo do corpo do cara entraram em alto relevo pra ele gozar. A pele ficou vermelha, Novato suou, respirou ofegante e pareceu até que foi ele quem fez esforço físico, não eu.
- Hmmm... Na moral, viado... Teu pai ganhou na loteria contigo, sem sacanagem. Hehehehe... Porra...
- Quentinha, cremosa e salgada. Tá presa na garganta.
- E tu tomou tudo, gostei. Mama de novo, pode continuar.
- Quê? Cê aguenta?
- Minha meta é comer teu cu, boneca, já falei. Paguei pra te fuder, boquete foi só o começo. Heheheh.
- Ótimo. Porque agora eu fiquei com vontade de dar, você me deixou piscando.
- Então chupa, ainda tenho leitinho pra dar. – só então o safado me deixou livre pra mamar e parou de usar as mãos.
A vontade de pecar era tanta que Fonseca nem fez muita questão da segunda chupada. Ele aproveitou que eu tava focado no bola gato, abriu minhas nádegas e foi direto no cuzinho pra fazer jus à cena de minutos atrás, quando quase me comeu no chão do banheiro. O macho bigodudo me pegou de bruços, sentou na altura do meu traseiro e ficou na posição do sapo pra finalmente consumar seu fetiche de sexo anal comigo.
- Já tô vendo que vou sair largo, cê vai me destruir.
- Queria dizer que não, Gael, mas pior que vou. Nunca comi cu e minha piroca é grossa, vou me exaltar fácil dentro de tu. Mas prometo começar devagar, pelo menos no início. Só até tu acostumar, já é? – ele arriou minha sunga, abriu minha bunda e pincelou a cabeçota na portinha, instigando minhas pregas.
- Mmmm... Tá, mas põe a camisinha.
- Camisinha pra quê, se tu não tem buceta?
- Sei lá onde você anda botando esse pau, Novato. Se tem uma raça que eu não confio é em homem, ainda mais policial, evangélico e adúltero. Aposto que come um monte de piranha na rua tudo no pelo, vai dizer que não? Do jeito que cê não vale nada.
- Como mesmo, não nego. Mas como de capa pra não fazer filho, contigo é diferente. Cu não engravida, boneca. Além do mais...
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