Eu estou de quatro na cama, o lençol branco já amassado sob os joelhos. O celular grava de lado, o ângulo pegando exatamente a curva da minha bunda e o pau absurdo que está prestes a entrar. Ele tem quase trinta centímetros. A grossura é a do meu próprio braço na altura do antebraço. Eu medi. Eu comparei. Eu ainda não acredito que aquilo vai caber.
Ele está atrás de mim, a mão grande abrindo uma nádega, a outra segurando o pau grosso e roxo de tanto tesão. A cabeça já está brilhando de pré-gozo e de saliva. Eu sinto o cheiro forte dele — suor limpo misturado com o cheiro quente de pau duro há tempo demais.
— Abre mais — ele manda, a voz grossa.
Eu abro. O cu rosado, fechado, treme só de sentir o ar. Ele cospe em cima. A saliva escorre devagar pela fenda. Depois ele cospe de novo e passa a cabeça do pau em círculos, espalhando.
— Vai doer pra caralho — eu aviso, a voz já tremendo. — Eu sei. Eu quero mesmo assim.
Ele empurra. A cabeça grossa pressiona. O anel resiste. Eu mordo o travesseiro e solto um gemido abafado. Ele empurra mais. A dor explode quente, aguda, espalhando pelas nádegas e subindo pela coluna. Eu grito de verdade.
— Aaaaaai, porra… tá grosso demais… tá me rasgando…
— Aguenta. Tá entrando.
A cabeça passa. Eu sinto o anel esticar além do que eu achei possível. A dor é tão forte que os olhos enchem de água. Ele para um segundo, só a cabeça dentro, e eu sinto o pau latejando, grosso, quente, impossível.
— Continua… — eu forcei a voz. — Mete. Quero sentir tudo.
Ele empurra mais. Centímetro por centímetro. Eu sinto cada veia, cada aumento de grossura. O pau vai abrindo caminho como se estivesse me dividindo ao meio. Quando ele chega na metade eu já estou chorando de dor e de tesão ao mesmo tempo. O cu queima. O fundo das costas lateja. Eu seguro o lençol com força até os nós dos dedos ficarem brancos.
— Caralho, que cu apertado… — ele grunhe. — Tá me comendo vivo.
— É porque nunca tomei um pau desse tamanho. O maior que eu já tive não chegava nem perto. Mete o resto. Arromba de uma vez.
Ele segura minha cintura com as duas mãos e empurra o que falta. O pau some inteiro. As bolas batem na minha buceta. Eu solto um grito longo, rouco, o corpo inteiro tremendo. A dor é tão intensa que por um segundo eu acho que vou desmaiar. Depois a dor vira calor. Um calor sujo, profundo, que sobe pela barriga e aperta o peito.
Ele começa a sair. Devagar. O pau arrasta as paredes do meu cu, esticando, puxando. Quando quase sai inteiro, ele enfia de novo de uma vez só. Eu grito de novo.
— Porra… porra… porra…
— Fala mais.
— Tá me destruindo… tá me arrombando… esse pau é absurdo… continua…
Ele mete. Agora com ritmo. Cada estocada faz o pau grosso entrar até o fundo e sair quase todo, o anel do meu cu se fechando e abrindo em volta daquela grossura impossível. O barulho é molhado, pesado, obsceno. Eu sinto o cu inchando, latejando, se moldando à força àquele pau de quase trinta centímetros.
— Mais forte — eu peço, a voz já quebrada. — Pode meter com raiva. Eu aguento.
Ele obedece. As estocadas ficam brutais. A cama treme. Eu gimo sem parar, palavrões saindo soltos entre os gritos.
— Caralho… que pau gostoso… tá me fudendo o cu como eu nunca fui fodida… dói pra porra mas não para… não para nunca…
Ele puxa meu cabelo, força a cabeça pra trás e mete ainda mais fundo. Eu sinto a cabeça do pau batendo em algum lugar que nunca tinha sido tocado. A dor e o prazer se misturam até eu não saber mais qual é qual.
— Você é uma puta de cu — ele fala no meu ouvido. — Uma puta que adora ser arrombada por pau grosso.
— Eu sou. Eu sou uma puta de cu. Adoro sentir esse pau me abrindo. Adoro a dor. Adoro ficar aberta depois. Mete mais. Quero sentir você gozar fundo.
Ele mete por mais alguns minutos. O suor escorre pelas minhas costas e escorre pelo meu cu, misturando com a saliva e com o pré-gozo. O cheiro de sexo está forte. Eu sinto o pau latejar mais rápido.
— Eu vou gozar — ele avisa.
— Dentro. Enche. Quero sentir a porra quente escorrendo depois.
Ele enterra até o fim e goza. Os jatos são fortes, quentes, muitos. Eu sinto cada um batendo lá no fundo. O pau pulsa, descarrega, continua pulsando. Eu gozo também, o cu apertando o pau grosso enquanto o orgasmo me atravessa inteira, misturando a dor com um prazer tão sujo que eu quase choro de novo.
Quando ele puxa o pau, o cu fica aberto. Aberto de verdade. Eu sinto o ar entrar. A porra começa a escorrer imediatamente, quente, espessa, descendo pela buceta e pelas coxas. Eu fico de quatro mais um tempo, ofegante, o cu latejando, ainda aberto, ainda arrombado.
Ele filma o close. O cu inchado, rosado, brilhando de porra, se contraindo devagar tentando fechar e não conseguindo.
Eu viro o rosto pra câmera, o cabelo colado na testa de suor, a boca entreaberta, e falo baixo, quase num sussurro:
— Foi assim. Vaginal eu já tinha feito com ele. Oral também. Mas o cu… o cu foi diferente. Esse pau de quase trinta centímetros, da grossura do meu braço, me abriu de um jeito que eu nunca vou esquecer. Dói até agora. E eu já quero de novo.
Eu sorrio pro celular, ainda de quatro, a porra escorrendo.
— Se você está lendo isso e ficou maluco de vontade de saber mais… de ver o vídeo completo… de saber como foi o preparo… de ouvir os áudios reais dos gemidos… eu deixei umas dicas de como entrar em contato comigo no meu perfil.
Procura com atenção.
As dicas estão lá.
Eu estou esperando.