🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

Meu marido está trabalhando agora e eu estou fazendo isso aqui em nossa casa.

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de sonia
Categoria: Heterossexual
Contém 1541 palavras
Data: 31/07/2026 11:54:46

Eu estou de joelho no sofá da sala, de costas, a calcinha vermelha já enfiada no meio da bunda, o top branco transparente puxado pra cima, os peitos pesados caídos pra fora. O celular está gravando num tripé ao lado. Alberto acabou de chegar. O marido está no trabalho, como toda sexta-feira. Eu mando mensagem pra ele depois, com os vídeos editados, pra ele ver o quanto a esposa dele é puta e o quanto ele é corno. Em meu perfil aqui deixei link para voc~e ver e baixar minhas fottos e víddeos, ok? clica em meu nome ou entra no perfil direto.

Alberto está atrás de mim. O pau dele já está duro, grosso pra caralho, maior do que qualquer um que eu já engoli. Eu sinto o cheiro dele quando ele se aproxima. Eu empurro a bunda pra trás.

— Vem, porra. Cheira essa bunda. O corno não chega nem perto.

Ele se ajoelha e enfia o nariz entre as minhas nádegas. Eu sinto o ar quente dele. Ele puxa a calcinha vermelha pro lado e cheira fundo o meu cu. O cheiro sobe forte, suor e cheiro de mulher que não tomou banho depois de se tocar de manhã pensando nele.

— Porra, Sônia… essa bunda fede gostoso pra caralho.

— Cheira mais. O corno fica enjoado só de pensar. Você cheira e lambê.

Ele lambe. A língua quente passa no meu cu fechado, rosado, apertado. Eu gemo alto de propósito, olhando pro celular.

— Assim… lambe esse cu de puta. O marido tá trabalhando agora, coitado. Enquanto ele rala, a esposa tá com a língua de outro no cu.

Alberto lambe mais forte, abre as nádegas com as duas mãos e enfia a língua. Eu sinto a saliva escorrendo. O pau dele está batendo na minha coxa, grosso, quente, a cabeça já molhada.

— Tira essa calcinha e mostra o pau pra câmera — eu mando.

Ele se levanta, abaixa a calça e o pau salta. É absurdo. Grosso, longo, as veias saltadas, a cabeça escura e brilhante. Eu viro o rosto e olho.

— Caralho… esse pau é maior que o do corno. O dele é mole e fino. Esse aqui vai me arrombar.

Eu me viro, ajoelho no chão e pego o pau com as duas mãos. Mal consigo fechar os dedos. Eu cospe em cima e passo a mão, subindo e descendo. Depois enfio na boca. A cabeça já enche minha boca. Eu engasgo de propósito, deixo a baba escorrer pelo queixo e olho pra câmera.

— Olha, corno. Sua esposa engolindo um pau que você nunca vai ter. Mais grosso, mais duro, mais gostoso.

Alberto segura meu cabelo e empurra. O pau vai fundo na garganta. Eu engasgo, os olhos lacrimejam, mas eu continuo. Babas escorrem pelos peitos. Eu tiro da boca e esfrego o pau entre os peitos.

— Espanhola agora. Aperta esses peitos no meu pau.

Eu aperto os peitos em volta do pau grosso. Ele fode o meio dos peitos, a cabeça saindo e entrando na minha boca a cada estocada. Eu chupo a cabeça toda vez que ela aparece.

— Porra, Sônia… esses peitos são perfeitos pra foder.

— O corno só mamá. Você fode de verdade. Continua.

Depois de um tempo eu me levanto, tiro a calcinha de vez e fico de quatro no sofá de novo. A bunda erguida, o cu à mostra, rosado, fechado, brilhando de saliva.

— Mete na buceta primeiro. Quero sentir esse pau grosso me abrindo.

Ele posiciona e empurra. A cabeça grossa abre minha buceta e eu solto um gemido alto. Ele vai entrando devagar, esticando tudo. Quando enfia até o fundo eu sinto as bolas baterem em mim.

— Aaaaah… caralho… é grosso pra porra…

Ele começa a meter. Estocadas firmes, profundas. O pau entra e sai molhado, o barulho molhado enche a sala. Eu gemo sem parar, olhando pro celular de vez em quando.

— Mais forte. O corno nunca mete assim. Ele goza em dois minutos e dorme. Você fode de verdade.

Alberto segura minha cintura e mete mais rápido. Eu sinto o pau latejando dentro. Depois de um tempo ele puxa e o pau sai pingando.

— Agora o cu — eu falo. — Arromba esse cu fechado. Quero sentir dor.

Ele cospe no meu cu e enfia dois dedos primeiro. Eu sinto a pressão. Depois a cabeça do pau. Ele empurra. O anel resiste. Eu mordo o sofá.

— Aiiiiii… porra… tá grosso demais… tá me rasgando…

— Aguenta, puta. Tá entrando.

Ele força mais. A cabeça entra e eu grito de verdade. A dor é aguda, quente, espalha pelo fundo das costas. Ele para um segundo e depois empurra o resto. O pau grosso some dentro do meu cu. Eu sinto tudo esticando, queimando.

— Caralho… tá me arrombando… o corno nunca nem enfiou o dedo direito…

Ele começa a meter. Devagar no começo. Cada entrada e saída dói pra caralho. Eu sinto o cu abrindo e fechando em volta daquele pau absurdo. O cheiro sobe de novo — suor, sexo, o cheiro do meu cu sendo aberto.

— Cheira de novo — eu peço, a voz rouca.

Ele para, tira o pau quase inteiro e enfia o nariz. Cheira fundo enquanto o pau ainda está meio dentro.

— Fede gostoso, porra.

— Lambe enquanto mete.

Ele lambe o cu em volta do pau e depois volta a meter. Agora mais forte. As estocadas ficam mais profundas. Eu grito a cada uma.

— Aaaaah… caralho… dói… dói pra porra… mas não para… arromba mais…

— Seu cu tá apertando pra caralho. Nunca comi um cu tão fechado.

— É porque o corno não usa. Ele tem nojo. Você não tem. Mete mais fundo. Quero sentir esse pau me destruindo.

Ele segura minhas nádegas com força e mete com tudo. O pau entra até as bolas. Eu sinto a dor misturada com um prazer sujo que sobe pela barriga. Eu me toco por baixo, os dedos no clitóris, enquanto ele me fode o cu.

— Olha pra câmera e fala pro corno — ele manda.

Eu levanto a cabeça, o rosto vermelho, o cabelo bagunçado, e falo olhando direto pro celular:

— Olha, corno. Sua esposa tá com o cu arrombado por um pau muito maior que o seu. Ele tá me fudendo forte, tá doendo pra caralho, e eu tô gozando. Você nunca vai conseguir me fazer gozar assim. Seu pau é fino e mole. Esse aqui é de homem.

Alberto ri e mete ainda mais forte. O pau sai e entra rápido, o cu já um pouco mais aberto, mas ainda apertando. Eu sinto a dor latejando a cada estocada. O cheiro está forte agora. Eu gemo sem parar, palavrões saindo soltos.

— Porra… me fode… arromba esse cu de puta… o corno tá trabalhando agora… coitado… enquanto a esposa tá sendo comida como cadela…

Ele segura meu cabelo e puxa a cabeça pra trás. As estocadas ficam brutais. Eu sinto o pau latejar mais forte.

— Eu vou gozar dentro desse cu — ele avisa.

— Goza. Enche. Quero sentir a porra escorrendo depois. O corno vai ver tudo.

Ele mete três, quatro vezes bem fundo e goza. Eu sinto os jatos quentes batendo lá dentro. O pau pulsa, descarrega tudo. Eu continuo me tocando e gozo também, o cu apertando o pau dele enquanto a porra escorre misturada com a saliva e o suor.

Ele puxa o pau devagar. O cu fica aberto, rosado, inchado, pingando porra. Eu fico de quatro mais um tempo, ofegante, olhando pro celular.

— Grava o close — eu falo. — Mostra o cu arrombado pro corno.

Alberto pega o celular e filma de perto. O cu ainda lateja, aberto, a porra escorrendo devagar pela buceta e pelas coxas.

Eu me viro, me sento no sofá com as pernas abertas e olho pra câmera de novo.

— Foi isso, corno. Sexta-feira de novo. Enquanto você trabalhava, eu recebi um amigo novo. Pau maior, mais grosso, mais duro. Ele me comeu a boca, os peitos, a buceta e o cu. O cu doeu pra caralho, mas eu gozei. E amanhã, se ele quiser, eu chamo de novo. Você vai ver os vídeos editados essa noite. Vai bater uma pensando na sua puta de esposa. E vai continuar sendo corno, porque eu adoro fazer novos amigos.

Alberto está se vestindo atrás de mim. Eu ainda sinto o cu latejando, aberto, a porra escorrendo. O cheiro de sexo e de cu fodido ainda está na sala.

Eu pego o celular e mando a primeira mensagem pro marido:

“Chegou o vídeo. Não abre no trabalho. Quando chegar em casa a gente conversa. Sua puta te ama.”

Depois eu começo a editar. Close do pau entrando no cu. Close do meu rosto gemendo. Close da porra escorrendo. Eu coloco legenda em cima:

“Enquanto o corno trabalha, a esposa recebe pau grosso no cu.”

Eu salvo e preparo o pacote pra enviar mais tarde. O cu ainda dói. Eu passo a mão e sinto o buraco aberto, sensível. Alberto beija minha nuca antes de sair.

— Semana que vem de novo?

— Toda sexta que o corno trabalhar. Pode chamar quantos amigos quiser. Eu adoro fazer novos amigos.

Ele ri e sai. Eu fico sozinha na sala, nua, o cu arrombado, a porra escorrendo, o celular na mão. Hoje é sexta-feira. O marido ainda está no trabalho. E eu já estou pensando no próximo.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Soniaputona a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil genéricaSoniaputonaContos: 1Seguidores: 0Seguindo: 0Mensagem Em www.bit.ly/telemanu você tem ANOS de vídeos, fotos e contos meus e de minhas amigas.

Comentários

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →