Eu estou de joelho no sofá da sala, de costas, a calcinha vermelha já enfiada no meio da bunda, o top branco transparente puxado pra cima, os peitos pesados caídos pra fora. O celular está gravando num tripé ao lado. Alberto acabou de chegar. O marido está no trabalho, como toda sexta-feira. Eu mando mensagem pra ele depois, com os vídeos editados, pra ele ver o quanto a esposa dele é puta e o quanto ele é corno. Em meu perfil aqui deixei link para voc~e ver e baixar minhas fottos e víddeos, ok? clica em meu nome ou entra no perfil direto.
Alberto está atrás de mim. O pau dele já está duro, grosso pra caralho, maior do que qualquer um que eu já engoli. Eu sinto o cheiro dele quando ele se aproxima. Eu empurro a bunda pra trás.
— Vem, porra. Cheira essa bunda. O corno não chega nem perto.
Ele se ajoelha e enfia o nariz entre as minhas nádegas. Eu sinto o ar quente dele. Ele puxa a calcinha vermelha pro lado e cheira fundo o meu cu. O cheiro sobe forte, suor e cheiro de mulher que não tomou banho depois de se tocar de manhã pensando nele.
— Porra, Sônia… essa bunda fede gostoso pra caralho.
— Cheira mais. O corno fica enjoado só de pensar. Você cheira e lambê.
Ele lambe. A língua quente passa no meu cu fechado, rosado, apertado. Eu gemo alto de propósito, olhando pro celular.
— Assim… lambe esse cu de puta. O marido tá trabalhando agora, coitado. Enquanto ele rala, a esposa tá com a língua de outro no cu.
Alberto lambe mais forte, abre as nádegas com as duas mãos e enfia a língua. Eu sinto a saliva escorrendo. O pau dele está batendo na minha coxa, grosso, quente, a cabeça já molhada.
— Tira essa calcinha e mostra o pau pra câmera — eu mando.
Ele se levanta, abaixa a calça e o pau salta. É absurdo. Grosso, longo, as veias saltadas, a cabeça escura e brilhante. Eu viro o rosto e olho.
— Caralho… esse pau é maior que o do corno. O dele é mole e fino. Esse aqui vai me arrombar.
Eu me viro, ajoelho no chão e pego o pau com as duas mãos. Mal consigo fechar os dedos. Eu cospe em cima e passo a mão, subindo e descendo. Depois enfio na boca. A cabeça já enche minha boca. Eu engasgo de propósito, deixo a baba escorrer pelo queixo e olho pra câmera.
— Olha, corno. Sua esposa engolindo um pau que você nunca vai ter. Mais grosso, mais duro, mais gostoso.
Alberto segura meu cabelo e empurra. O pau vai fundo na garganta. Eu engasgo, os olhos lacrimejam, mas eu continuo. Babas escorrem pelos peitos. Eu tiro da boca e esfrego o pau entre os peitos.
— Espanhola agora. Aperta esses peitos no meu pau.
Eu aperto os peitos em volta do pau grosso. Ele fode o meio dos peitos, a cabeça saindo e entrando na minha boca a cada estocada. Eu chupo a cabeça toda vez que ela aparece.
— Porra, Sônia… esses peitos são perfeitos pra foder.
— O corno só mamá. Você fode de verdade. Continua.
Depois de um tempo eu me levanto, tiro a calcinha de vez e fico de quatro no sofá de novo. A bunda erguida, o cu à mostra, rosado, fechado, brilhando de saliva.
— Mete na buceta primeiro. Quero sentir esse pau grosso me abrindo.
Ele posiciona e empurra. A cabeça grossa abre minha buceta e eu solto um gemido alto. Ele vai entrando devagar, esticando tudo. Quando enfia até o fundo eu sinto as bolas baterem em mim.
— Aaaaah… caralho… é grosso pra porra…
Ele começa a meter. Estocadas firmes, profundas. O pau entra e sai molhado, o barulho molhado enche a sala. Eu gemo sem parar, olhando pro celular de vez em quando.
— Mais forte. O corno nunca mete assim. Ele goza em dois minutos e dorme. Você fode de verdade.
Alberto segura minha cintura e mete mais rápido. Eu sinto o pau latejando dentro. Depois de um tempo ele puxa e o pau sai pingando.
— Agora o cu — eu falo. — Arromba esse cu fechado. Quero sentir dor.
Ele cospe no meu cu e enfia dois dedos primeiro. Eu sinto a pressão. Depois a cabeça do pau. Ele empurra. O anel resiste. Eu mordo o sofá.
— Aiiiiii… porra… tá grosso demais… tá me rasgando…
— Aguenta, puta. Tá entrando.
Ele força mais. A cabeça entra e eu grito de verdade. A dor é aguda, quente, espalha pelo fundo das costas. Ele para um segundo e depois empurra o resto. O pau grosso some dentro do meu cu. Eu sinto tudo esticando, queimando.
— Caralho… tá me arrombando… o corno nunca nem enfiou o dedo direito…
Ele começa a meter. Devagar no começo. Cada entrada e saída dói pra caralho. Eu sinto o cu abrindo e fechando em volta daquele pau absurdo. O cheiro sobe de novo — suor, sexo, o cheiro do meu cu sendo aberto.
— Cheira de novo — eu peço, a voz rouca.
Ele para, tira o pau quase inteiro e enfia o nariz. Cheira fundo enquanto o pau ainda está meio dentro.
— Fede gostoso, porra.
— Lambe enquanto mete.
Ele lambe o cu em volta do pau e depois volta a meter. Agora mais forte. As estocadas ficam mais profundas. Eu grito a cada uma.
— Aaaaah… caralho… dói… dói pra porra… mas não para… arromba mais…
— Seu cu tá apertando pra caralho. Nunca comi um cu tão fechado.
— É porque o corno não usa. Ele tem nojo. Você não tem. Mete mais fundo. Quero sentir esse pau me destruindo.
Ele segura minhas nádegas com força e mete com tudo. O pau entra até as bolas. Eu sinto a dor misturada com um prazer sujo que sobe pela barriga. Eu me toco por baixo, os dedos no clitóris, enquanto ele me fode o cu.
— Olha pra câmera e fala pro corno — ele manda.
Eu levanto a cabeça, o rosto vermelho, o cabelo bagunçado, e falo olhando direto pro celular:
— Olha, corno. Sua esposa tá com o cu arrombado por um pau muito maior que o seu. Ele tá me fudendo forte, tá doendo pra caralho, e eu tô gozando. Você nunca vai conseguir me fazer gozar assim. Seu pau é fino e mole. Esse aqui é de homem.
Alberto ri e mete ainda mais forte. O pau sai e entra rápido, o cu já um pouco mais aberto, mas ainda apertando. Eu sinto a dor latejando a cada estocada. O cheiro está forte agora. Eu gemo sem parar, palavrões saindo soltos.
— Porra… me fode… arromba esse cu de puta… o corno tá trabalhando agora… coitado… enquanto a esposa tá sendo comida como cadela…
Ele segura meu cabelo e puxa a cabeça pra trás. As estocadas ficam brutais. Eu sinto o pau latejar mais forte.
— Eu vou gozar dentro desse cu — ele avisa.
— Goza. Enche. Quero sentir a porra escorrendo depois. O corno vai ver tudo.
Ele mete três, quatro vezes bem fundo e goza. Eu sinto os jatos quentes batendo lá dentro. O pau pulsa, descarrega tudo. Eu continuo me tocando e gozo também, o cu apertando o pau dele enquanto a porra escorre misturada com a saliva e o suor.
Ele puxa o pau devagar. O cu fica aberto, rosado, inchado, pingando porra. Eu fico de quatro mais um tempo, ofegante, olhando pro celular.
— Grava o close — eu falo. — Mostra o cu arrombado pro corno.
Alberto pega o celular e filma de perto. O cu ainda lateja, aberto, a porra escorrendo devagar pela buceta e pelas coxas.
Eu me viro, me sento no sofá com as pernas abertas e olho pra câmera de novo.
— Foi isso, corno. Sexta-feira de novo. Enquanto você trabalhava, eu recebi um amigo novo. Pau maior, mais grosso, mais duro. Ele me comeu a boca, os peitos, a buceta e o cu. O cu doeu pra caralho, mas eu gozei. E amanhã, se ele quiser, eu chamo de novo. Você vai ver os vídeos editados essa noite. Vai bater uma pensando na sua puta de esposa. E vai continuar sendo corno, porque eu adoro fazer novos amigos.
Alberto está se vestindo atrás de mim. Eu ainda sinto o cu latejando, aberto, a porra escorrendo. O cheiro de sexo e de cu fodido ainda está na sala.
Eu pego o celular e mando a primeira mensagem pro marido:
“Chegou o vídeo. Não abre no trabalho. Quando chegar em casa a gente conversa. Sua puta te ama.”
Depois eu começo a editar. Close do pau entrando no cu. Close do meu rosto gemendo. Close da porra escorrendo. Eu coloco legenda em cima:
“Enquanto o corno trabalha, a esposa recebe pau grosso no cu.”
Eu salvo e preparo o pacote pra enviar mais tarde. O cu ainda dói. Eu passo a mão e sinto o buraco aberto, sensível. Alberto beija minha nuca antes de sair.
— Semana que vem de novo?
— Toda sexta que o corno trabalhar. Pode chamar quantos amigos quiser. Eu adoro fazer novos amigos.
Ele ri e sai. Eu fico sozinha na sala, nua, o cu arrombado, a porra escorrendo, o celular na mão. Hoje é sexta-feira. O marido ainda está no trabalho. E eu já estou pensando no próximo.