O sol de 31 de julho batia quente entre as árvores da propriedade dos meus pais em Gravataí. Cinco hectares de mato fechado, folhas secas no chão, o cheiro de terra úmida e de mato. Eu tinha vinte anos e ainda morava na casa grande. O caseiro, o Zé, morava na casinha dos fundos com a mulher. Sempre olhava pra minha bunda quando eu saía de short de banho depois de nadar no açude. Olhava de lado, fingindo que não, mas eu sentia. Clica em meu nome, vai em meu perfil, que tem o meu contatto com fottos e videoos para você.
Naquela manhã a gente foi fazer as compras do final de semana. Quando voltamos, eu chamei ele:
— Zé, vem caminhar um pouco comigo na mata? Quero tirar umas fotos.
Ele veio. Homem de uns quarenta e poucos, corpo de quem trabalha o dia inteiro, braços grossos, mãos grandes. A gente foi entrando pelo caminho estreito. Eu ia na frente de propósito, o short de banho colado na bunda. De vez em quando eu parava, me abaixava pra “olhar alguma coisa” e sentia o olhar dele queimando.
Chegamos numa clareira. Folhas secas por todo lado, árvores em volta. Eu tirei o celular e entreguei pra ele.
— Tira umas fotos minhas. Pode ser ousado.
Ele riu, meio sem jeito.
— Ousado como, garoto?
Eu já estava de costas pra ele. Puxei o short pra baixo sem pressa e fiquei pelado. O ar friozinho da sombra tocou a pele da bunda. Ajoelhei no chão, de quatro, as mãos no mato, a bunda erguida bem alto, exatamente como na foto que ele tirou depois. O cu à mostra, o saco pendurado, o pau mole ainda.
— Assim — eu disse, virando o rosto. — Tira.
Ouvi o clique. Depois outro. Depois o silêncio dele. Virei a cabeça o suficiente pra ver: a calça do Zé estava estufada pra caralho. O pau dele marcava grosso, longo, apertando o tecido.
— Porra… — ele murmurou.
Eu fiquei ali, de quatro, o coração batendo forte.
— Tá duro, né, Zé?
Ele engoliu em seco.
— Você tá me provocando, moleque.
— Eu tô. Faz tempo que eu vejo você olhando. Hoje eu quero. Nunca dei a bunda pra ninguém. Quero que seja você.
Ele ficou parado uns segundos. Depois soltou a respiração pesada.
— Eu nunca comi homem nenhum na vida. Nunca.
— Então vai ser a primeira vez dos dois. Tira essa calça e mostra esse pau pra mim.
Ele obedeceu. O cinto abriu com barulho. A calça desceu. O pau saltou pra fora, grosso pra caralho, a cabeça já molhada, as veias saltadas. Maior do que eu imaginava. Eu engoli seco só de olhar.
— Porra, Zé… isso é um braço.
Ele se ajoelhou atrás de mim. As mãos grandes agarraram minhas nádegas e abriram. O polegar dele passou em cima do meu cu, apertando de leve.
— Tá apertado pra porra. Virgem mesmo.
— É. Mete.
Ele cuspiu na mão, passou no pau e depois no meu cu. O dedo grosso dele empurrou e entrou devagar. Eu soltei um gemido baixo.
— Ai, caralho…
— Relaxe, garoto. Se não relaxar eu não consigo entrar.
O dedo mexeu, abriu, saiu. Depois senti a cabeça quente do pau dele pressionando. Ele empurrou. A cabeça abriu o anel e o ar saiu de mim num gemido alto.
— Aaaaah, porra… dói…
— Eu sei. Aguenta. Tá entrando.
Ele foi empurrando centímetro por centímetro. O pau grosso abrindo tudo, esticando, queimando. Eu cravei as unhas no chão de folhas. O suor escorria pela minha testa. Ele parou no meio, respirando pesado.
— Caralho, tá apertando pra porra… nunca senti nada assim.
— Continua… mete tudo.
Ele segurou firme na minha cintura e empurrou o resto. O pau inteiro sumiu dentro de mim. Senti as bolas dele baterem no meu saco. Eu gritei.
— Aaaai, porra! Tá me arrombando!
— Fica quieto. Deixa eu sentir.
Ele ficou parado uns segundos, o pau latejando fundo. Depois começou a sair devagar e entrar de novo. Lento no começo. Cada ida e volta abria mais, doía mais, mas o calor ia subindo. Eu gemia alto, a voz quebrada.
— Mais forte… pode meter mais forte.
— Tem certeza?
— Tem, caralho. Me fode.
Ele agarrou minha cintura com as duas mãos e começou a meter de verdade. Estocadas firmes, profundas. O pau grosso entrava até o fundo e saía quase inteiro, o anel do meu cu se fechando e abrindo de novo. O barulho molhado de pele batendo em pele ecoava na mata. Folhas secas se mexiam debaixo dos meus joelhos.
— Porra, que cu gostoso… — ele grunhiu. — Tá me mamando o pau inteiro.
— Mete… mete forte, Zé… arromba esse cu.
Ele obedeceu. As estocadas ficaram mais rápidas, mais brutais. Cada investida empurrava meu corpo pra frente. Eu gemia sem parar, mistura de dor e prazer. O pau dele batia fundo, a cabeça grossa rasgando o caminho. Eu sentia cada veia, cada centímetro.
— Tá doendo?
— Tá pra caralho… mas não para. Continua.
Ele riu baixo, sem fôlego.
— Seu cu tá me comendo vivo. Nunca comi nada tão apertado.
Ele segurou mais forte, as unhas cravando na minha pele, e meteu com tudo. O pau sumia e reaparecia rápido. Eu gemia alto, a voz saindo rouca.
— Assim… assim, porra… me fode mais fundo.
O suor escorria pelas minhas costas. O cheiro de sexo misturado com o cheiro de mato. O saco dele batia no meu a cada estocada. Meu pau, que estava mole de dor no começo, agora estava duro e balançando pra frente e pra trás.
— Eu vou gozar… — ele avisou, a voz grossa. — Vou encher esse cu de porra.
— Enche. Quero sentir.
Ele meteu ainda mais forte, as mãos apertando minha cintura com força, o corpo todo tremendo. Deu três, quatro estocadas profundas e gritou. Senti o pau latejar forte dentro de mim e o jato quente de porra explodindo lá no fundo. Outro. Outro. Ele continuou metendo enquanto gozava, empurrando o esperma mais fundo.
Quando parou, ficou encostado em mim, ofegante, o pau ainda dentro, pulsando.
— Caralho… — ele sussurrou. — Nunca tinha sentido isso.
Ele puxou o pau devagar. Eu senti o buraco se fechando devagar, ainda aberto demais, e o esperma quente começou a escorrer imediatamente, descendo pelo saco e pelas coxas. Ele se afastou, se vestiu rápido, sem conseguir olhar pra mim direito.
— Eu… eu vou lá pra casa.
Saiu sem dizer mais nada. Eu fiquei de quatro mais um tempo, o cu latejando, arrombado, o esperma escorrendo sem parar. Depois me vesti, peguei o celular (ele tinha gravado tudo, como eu pedi) e voltei andando devagar.
Agora estou no meu quarto escrevendo isso. O cu ainda está aberto, latejando, e de vez em quando escorre mais um pouco de porra. Dói pra caralho sentar, mas é um tipo de dor que eu quero de novo.
Amanhã é sábado. Domingo também. Vou chamar ele de novo. Vamos pro mesmo lugar na mata. Dessa vez eu quero de quatro, de lado, sentado no pau dele. Quero gravar tudo de novo. Quero ver ele sem jeito com a mulher e depois metendo forte em mim outra vez.
O cabaço foi embora hoje. E o final de semana ainda mal começou.