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I - Diana - A prima da minha ex

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Da série Depois de Ana
Um conto erótico de Cavalo Vermelho
Categoria: Heterossexual
Contém 626 palavras
Data: 31/07/2026 10:11:14

Nos jantares da família da Ana, a Diana (183 cm e corpo de ginásio), embora casada, parecia que me comia com os olhos, era o oposto do marido dela - Mário (170cm muito magro), a Ana, sempre com ciúmes atirava-me à cara e eu usava-os para que nessa noite houvesse cavalgada forte.

Com o passar dos anos a Ana começou a distanciar-se e a não ser física, a relação acabou por terminar de forma natural.

Mudei de cidade, devido a trabalho e as viagens passaram a ser frequentes.

Cerca de um ano após a separação, por coincidência a Diana encontrava-se no aeroporto com uma amiga, falamos um bocado, disse que tinha descoberto que o Mário a traía e que estava em processo de divórcio, questionei para onde iria viajar e novamente o destino colocou no mesmo voo.

Ao aterrarmos, disse-lhe que estaria o resto da semana noutra cidade em trabalho, mas que, visto só ter voo de retorno no domingo sexta ou sábado poderíamos jantar juntos, ela concordou, trocamos contactos e seguimos.

Sexta-feira, ao voltar no táxi para a capital, mando mensagem à Diana e ela confirma-me que iria comigo, a amiga tinha família na cidade e estaria com eles, aquela noite seria perfeita para irmos, disse que iria ao hotel fazer ‘check-in’ e encontrar-me-ia com ela na receção do mesmo, sendo que jantaríamos no restaurante do hotel.

Após tomar um duche, vesti-me e desci... a Diana encontrava se com um vestido vermelho justo que fazia denotar o seu cu esculpido e umas mamas plastificadas a querer sair do vestido graças ao push-up. O meu pau deu um sinal de vida.

Ao jantar trocamos impressões e acabei por confessar que a Ana sempre achou que a Diana me queria, a Diana respondeu apenas com um "tinha razão, mas nunca me deste grande oportunidades", meio que me engasguei e mudei o tema. Jantamos, bebemos e acabamos por ir ao Sky-Bar do hotel a conversa estava agradável até que a Diana diz que precisa de se ausentar que tinha de ir à casa de banho, mas que não se sentia confortável em fazer na do bar, que seria melhor dar a noite por fechada. Disse para não se preocupar, dei-lhe uma das chaves da minha suíte, disse-lhe qual era e vi-a a entrar para descer no elevador. Peço mais uma bebida e começo a sentir o álcool a bater, a alegria, 10 minutos decorrem e o meu telemóvel toca, uma mensagem da Diana - "Preciso de ajuda". Levanto-me rapidamente e vou em direção ao quarto, abro a porta e vejo a Diana de quatro na cama, com apenas o fio dental a mostrar as linhas molhadas dela.

Não resisto.

Lambo-a, sinto o sumo dela na minha língua enquanto ela geme. Tiro o meu caralho para fora, ela devora-o, sinto o sugar forte como nunca e antes de explodir, a latejar mando-a para a mesma posição que se encontrava quando entrei no quarto.

Até não conseguir mais. Ela gritava que se estava a vir novamente. Enchi-a de leite e caímos estatelados na cama, no mais perto da pornografia que já havia experienciado.

Adormecemos, abraçados.

Acordei de manhã, pau feito novamente, a Diana abre os olhos e sussurro-lhe "depois de ontem, passaste a ser a minha puta quando eu quiser" ela sorriu e concordou, começou a chupar-me novamente, mandei-a subir para cima de mim e enquanto cavalgava-me o telemóvel dela toca, a Joana, a amiga ligava preocupada. "Atende" disse-lhe, a Diana salta meia de lado na cama, de cu para cima e atende, diz que está tudo bem e eu enfio-lhe a cabeça no buraco mais apertado, digo-lhe ao ouvido, sempre quis este cuzinho. A Joana ouviu e a Diana diz apenas "melhor.da.minha.vida" com gemidos altos intercalados e desliga.

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