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O garçom da cantina

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Um conto erótico de Irene
Categoria: Heterossexual
Contém 798 palavras
Data: 31/07/2026 09:18:50
Assuntos: Heterossexual

Já faz um tempo que meu marido e eu frequentamos este lugar, um restaurante de comida típica, bem frequentado e durante a semana um pouco menos. Nas últimas vezes lá, eu passei a notar o olhar de um negro garçom em mim e comentei com o meu marido. Ele disse que ali trocava muito de empregado e que era bem provável que na nossa próxima ida ele já não mais lá estivesse. Mas, foi aí que me veio uma inspiração de estar com aquele jovem negro fora daquele lugar. mas nada comentei com Luiz, meu marido, pelo menos por enquanto. Aproveitei uma ida de Luiz ao banheiro, chamei o garçom e ele me disse que era o último dia dele no serviço e eu, instintivamente, ofereci a ele uma carona no nosso carro, ele disse que quando saísse piscaria o olho pra mim dando o sinal.Quando Luiz retornou eu comentei com ele, que deu um sorriso maroto e concordou.

O restaurante já vazio, observo o garçom já de roupa trocada, me olhou, piscou o olho e ao passar por mim esticou a mão e deixou um bilhete sob a mesa, que dizia: estarei na esquina! Pedimos a conta e já no carro eu o avistei, Luiz parou o carro e ele entrou no banco de trás. Antes disso, Luiz conversou comigo, pois percebeu meu estado de euforia, isso já fazia parte dos nossos devaneios. Quis saber mais sobre ele, que disse que era casado e estaria em busca de um novo trabalho. Luiz se ofereceu para ajudar e eu perguntei se a gente podia continuar a conversa em nossa casa, ele agradeceu e seguimos. Moramos num condomínio, nossa casa ampla tem um belo jardim e lá, pelo menos por enquanto, ele poderia trabalhar nesse sentido. Chegando em casa. um café para relaxar e a conversa fluiu, com Luiz tomando a iniciativa contratando ele por um período de experiência, até que ele arrumasse um outro trabalho. Já era final de tarde, uma terça feira, ele precisou ir pra casa e marcamos dele voltar no dia seguinte. Pela manhã, no café, Luiz me disse que teria que ir à empresa e que eu o recebesse, sem antes me dizer: não avance tanto o sinal. me aguarde chegar, faça-se de difícil. Recebi aquele negro de 30 ano, simples e uma pele bonita e um rosto idem, os lábios carnudos chamaram de cara a minha atenção. Tomou café comigo na mesa e eu apenas lhe disse que teria que aguardar Luiz chegar, não iria demorar. Deixei ele e subi para um banho e, de propósito, tinha deixado a toalha na mesa da sala, pensando em fazer com que ele levasse para mim. Já dentro do banheiro, o chuveiro ligado, entreabro a porta e peço pra ele subir com a toalha e é óbvio que ele percebeu a minha maldade, mas me entregou a toalha sem me olhar. Pude imaginar os olhos dele em mim, quando me virei nua em direção ao chuveiro. Um tempo depois, lá estava eu diante daquele cara, já adivinhando o que passava na cabeça dele. Tentou me abraçar, me recuei, mas disse: eu tenho sim vontade, mas quero aguardar o meu marido chegar. Ele se afastou, quando eu percebi que já estava duro o seu pau, ele notou o meu olhar, abaixou o short e simplesmente pediu: apenas chupa um pouco, depois continuamos! Sem alternativa e já querendo, me ajoelhei e levei aquele pau negro na boca, chupei gostosamente, lambia, voltava a chupar, ele delirava! E foi assim que meu marido nos pegou, dizendo: nem me esperaram!! Bem, ele comentou, vou pro banho, me esperem na cama. Nós dois já completamente nus, deitados, nos beijando, a presença de Luiz ao lado, só observando, este era o devaneio dele (e meu também) me ver ao lado de um homem negro. Percebi o desejo de meu marido e caí de boca novamente naquele gostoso pau escuro e fiz o que pude e queria e depois foi a vez do outro fazer o mesmo comigo, fiquei deitada com as pernas pra fora da cama e ele ajoelhado iniciou a viagem, como o negro chupava gostoso, fui ao primeiro orgasmo. Sem tempo pra descanso, ele já me virou de quatro e iniciou a penetração, meteu de todo jeito, enquanto Luiz me oferecia o pau pra chupar, eu ali diante de dois machos sedento por sexo. Gozei novamente e os dois também. O negro esporrou na minha bunda e costa, se levantou e teve tempo de ver meu marido me fuder num gozo frenético!

Depois disso, Luíz achou por bem não contratar o negro, deu a ele um agrado financeiro e ele se foi. Nós ficamos com os nossos gostosos pensamentos e, às vezes, fazemos amor lembrando desses momentos tentadores que vivemos.

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