Eu sou a Heloísa.
Casada com o Marcos. Empresário de São Paulo, mora comigo no Jardim, carrega o nome dele em três empresas e ainda assim ajoelha pra ver outro homem me arrombar.
Ele adora.
Adora me ver chorar.
Adora me ver gritar.
Adora quando eu esculacho ele na frente do comedor. Clica em meu nome e vá em meu perfil, pois tem meu contatto.
Aquele dia foi um dos piores e melhores. O cara que ele trouxe era alto, tatuado dos ombros até os dedos, pau grosso pra caralho, daqueles que fazem a gente sentir o batimento lá no fundo da barriga. Marcos ficou no canto da cama, pau na mão, olhando como um cão faminto. Eu já estava de quatro na cama, nua, a bunda pra cima, a marquinha de sol ainda marcada na pele.
— Mete — eu falei pro tatuado, olhando por cima do ombro. — Mete forte. Quero gritar.
Ele não pediu licença. Encostou a cabeça do pau no meu cu e empurrou. Eu senti o ar sair dos pulmões. Aquele pau grosso abriu tudo de uma vez. Eu gritei. Gritei alto. As unhas vermelhas se cravaram no lençol.
— Aí, porra! Devagar no começo, caralho!
Ele riu atrás de mim e meteu mais. O pau entrou até a metade e eu já estava com os olhos marejados. Marcos se aproximou, ajoelhou do lado da minha cara e falou baixo:
— Aguenta, amor. Ele é grande mesmo…
Eu virei o rosto pra ele e cuspi a resposta:
— Cala a boca, Marcos. Você trouxe o pau. Agora fica quieto e assiste sua esposa sendo arrombada. Olha o tamanho dessa pica. Olha como tá entrando no meu cu. Você nunca conseguiu me abrir assim, né, corno?
O tatuado riu alto e meteu o resto. Eu senti o saco bater na minha buceta. O cu ardeu. Eu soltei um gemido longo, quase um choro.
— Porra… tá grande demais… tá me abrindo toda…
Ele segurou meus quadris com as mãos tatuadas e começou a meter. Devagar no começo, depois mais forte. Cada estocada fazia a cama ranger. Eu sentia o pau saindo quase inteiro e entrando de novo, esticando, queimando. A saliva escorria do canto da minha boca.
— Mais forte — eu pedi, a voz já embargada. — Mete com raiva. Quero sentir.
Ele obedeceu. As estocadas ficaram secas, profundas, o barulho molhado do pau entrando e saindo do meu cu ecoava no quarto. Eu gemia, chorava, xingava.
— Aí, caralho! Isso! Arromba essa puta! Marcos tá vendo, né? Tá vendo sua esposa chorando na pica de outro?
Marcos só balançava a cabeça, a mão no pau, os olhos vidrados.
— Responde pra ele, Marcos — eu continuei, enquanto o tatuado me fodia sem dó. — Fala que gosta de ver. Fala que adora ver sua mulher gritando no pau grosso.
— Eu gosto… — ele murmurou.
— Mais alto, corno!
— Eu gosto de ver você sendo comida!
O tatuado segurou meu cabelo e puxou minha cabeça pra trás. Eu gritei de novo. O pau dele estava tão fundo que eu sentia pressão na barriga. Eu comecei a falar mais sujo, mais baixo, mais safado:
— Tá cheio de pinta no pau, né? Sujo… grosso… tá me arrombando gostoso. Continua. Mete forte. Eu aguento. Eu gosto de chorar na pica.
Ele meteu ainda mais forte. O barulho ficou obsceno. Eu sentia o cu abrindo e fechando em volta dele, o ar saindo junto com os gemidos. De repente senti aquela pressão familiar, quente, que sobe do fundo.
— Para… para um pouco… — eu falei, a voz tremendo. — Eu vou cagar… porra, eu vou cagar no teu pau…
Ele não parou. Meteu mais fundo e falou no meu ouvido:
— Caga então. Quero ver. Caga no pau enquanto eu te como.
Eu soltei um gemido de vergonha e de tesão. A pressão aumentou. Eu tentei segurar, mas ele continuava socando. Um peido longo, quente, saiu em volta do pau dele. Depois outro. Eu senti o cheiro. Marcos se aproximou mais, quase colado na minha cara.
— Olha o que você tá fazendo, Heloísa… — ele falou, a voz embargada de tesão.
Eu virei o rosto e falei bem na cara dele:
— Eu tô cagando no pau do teu amigo, Marcos. Tô peidando e cagando enquanto ele me fode. E você tá de pau duro assistindo. Você é um corno nojento. Um corno que gosta de ver a esposa se sujar.
O tatuado riu e meteu mais forte. Eu gritei. As lágrimas escorriam de verdade agora. Não era só dor. Era a mistura de dor, tesão e humilhação que o Marcos tanto adorava.
— Goza rápido — eu pedi, a voz falhando. — Goza dentro. Enche meu cu. Quero sentir a porra quente enquanto eu ainda tô com vontade de cagar.
Ele segurou meus quadris com força e começou a meter como um animal. A cama batia na parede. Eu gemia sem parar, chorava, falava putaria:
— Isso! Assim! Arromba! Me fode como uma cadela! Marcos, olha! Olha como ele tá me comendo! Seu pau nunca me fez gritar assim!
O tatuado gemeu fundo e descarregou. Eu senti a porra quente batendo lá dentro, o pau latejando, o cu apertando. Ele ficou parado, enterrado até o fim, enquanto eu ainda tremia e soltava peidos curtos em volta dele.
Quando ele tirou, o pau saiu sujo, melado, brilhando. Eu fiquei de quatro, o cu aberto, a porra escorrendo junto com o resto. Marcos se aproximou, ajoelhou na minha frente e eu falei bem na cara dele:
— Chupa. Limpa o que sobrou. Ou só fica aí olhando sua esposa arrombada e fedendo a porra e merda. Você escolhe, corno.
Ele só olhou. O pau dele estava pingando. Eu ri, ainda ofegante, e falei pro tatuado:
— Quer mais uma rodada? Me vira de lado. Quero gritar de novo.
Ele me virou. Enfiou de novo. E eu gritei.
Gritei alto.
Gritei o nome do Marcos.
Gritei que ele era um corno.
Gritei que eu ia cagar de novo.
E o Marcos ficou ali, de pau duro, assistindo a esposa ser comida como uma puta de rua no próprio quarto do Jardim.
Eu adoro isso.
Eu adoro chorar na pica grosa.
Eu adoro esculachar meu marido enquanto outro homem me arromba.
E ele adora ainda mais.
