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"Se meu sobrinho soubesse que, no recesso, o amigo dele me fez de cdzinha e me arrebentou na pika."

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Um conto erótico de Cdzinha Isa
Categoria: Gay
Contém 1215 palavras
Data: 31/07/2026 03:06:00

Gente, quem me conhece sabe da vez que transei com o amigo do meu sobrinho no dia do aniversário dele. Ele está no último ano da faculdade em Presidente Prudente e, sempre que vem a São Paulo, a gente dava uma foda gostosa. Porém, já fazia, acho, mais de um ano que não nos encontrávamos. Como nesse meio de ano tem recesso na faculdade, vi umas duas semanas atrás, em uma rede social do meu sobrinho, uma foto deles curtindo Sampa. E é óbvio que fiquei com vontade de dar para ele, mas, como combinado, ele que tem que chamar. Só que a semanas passou e nem estava mais lembrando dele, até que na terça-feira, lá pelas 23 horas, eu já estava dormindo igual uma putinha, só de calcinha de algodão bem socadinha, que adoro – o telefone começou a tocar.

Gente, eu tenho dois telefones e dois WhatsApp: um para putaria e outro familiar. Deixo o WhatsApp no silencioso e somente o telefone com som, porque se alguém liga no número, sei que é da família ou conhecido. Mas esse rapaz tem o meu telefone particular. Aí atendi e só escutei ele falar assim: "Dá uma olhada no WhatsApp, vagabundinha." Fui olhar e tinha lá umas mensagens dele falando que queria me ver mais tarde. Mandou uma foto de que ainda estava com os amigos e meu sobrinho em um barzinho ali perto de casa e, depois, me queria bem putinho de cdzinha para ele.

Já transei com ele montada e do jeito normal algumas vezes, mas dessa vez ele deixou claro que queria eu toda montadinha, bem putinho. Só que ele tinha mandado mensagens falando tanta besteira – que ia me arrebentar na pika e outras tantas, que eu, deitado na cama de bumbum pra cima, lendo aquelas coisas, subiu um fogo danado. Olhei para o espelho, aquela rabeta minha pra cima, e perguntava se ele queria pika rsrsrsrs... Aí, gente, fui acariciando meu bumbum, levei meu dedo no cuzinho e fiquei imaginando o saco dele roçando minhas coxas enquanto ele socava. Mas tive que parar porque ia gozar ali mesmo. Que cara FDP, me deixar assim!

Levantei e fui me preparar para ficar do jeito que ele queria. Quando estava pronto, toda montadinha, mandei uma foto para ele, e ele falou que já estava indo embora, mas, como estava de carona, ia ter que ir até o apartamento para despistar o pessoal e depois pegaria um Uber. Acho que ele também estava alegrinho por causa da bebida e, as melhores fodas que dei com ele foram justamente quando ele estava um pouco mais alegre de bebida. Fiquei ali esperando até que ele disse que já estava no Uber. Deixei o portão destrancado para ele entrar.

Quando chegou, já jogou o celular para cima do sofá e foi tirando a bermuda e a camisa. Ele é magrelo, mas já vi pelo volume da cueca que ele estava com fome de meter (rsrsrsrs). Chegou perto, deu um tapa na minha cara – FDP – e já falou algumas besteiras. Deu aquele beijo apertando, puxando e abrindo meu bumbum. Até que me empurrou para baixo e colou minha cara naquela pika ainda de cueca, quase estourando. Eu não perdi tempo: comecei a dar umas mordidas por cima do tecido até que tirei a cueca dele e aquela rola latejando saltou na minha frente. Ele tem uma pika legal, mas olhei para o sacão que ele tem e levei a mão, segurando firme enquanto engolia aquela pika. Ele olhava e me xingava pra caralho.

Até que me fez levantar e fomos para a sala ao lado. Ele se jogou no sofá de pernas abertas e mandou eu mamar. Gente, ele tem um saco que eu acho tão bonito que comecei a chupar aquelas bolas enquanto punhetava ele, e fui subindo, lambendo aquela rola, olhando para ele. Ele me forçava a cabeça, fazendo eu engolir bem gostoso aquela pika, enquanto dava mais uns tapas na minha cara e falava um monte de besteira. Percebi que dessa vez ele estava um pouco mais alterado – ou com mais vontade. Até falou que, se meu sobrinho soubesse a vagabundinha que eu sou, ia querer me fuder também, e ameaçou, brincando, contar para ele. É lógico que era zoeira, mas aquilo me deu mais tesão ainda.

Fiquei ali mamando, subindo, mordendo e beijando aquele rola e aquele corpo magrelo, até que ele me pegou pelo pescoço, deu um beijo e me puxou para o quarto. Já foi falando que ia me comer do jeito que eu gosto, e eu só obedeci. Ele sabe que adoro dar para ele de bruços, com travesseiro embaixo do quadril, e foi exatamente o que fez. Me colocou de bruços, jogou o travesseiro, tirou a calcinha de lado, meteu cuspe no meu cuzinho, fechou as minhas pernas, montou em cima e eu só sentia aquela rola deliciosa entrando e o saco dele quentinho roçando minhas coxas. Foram aquelas bombadas bem gostosas, ele socando tudo com força. Sentia o estalo e aquele saco batendo quando ele ia até o fundo. Ele me puxava pelo pescoço com uma chave de braços para dar uns beijos enquanto socava a pica todinha até o talo. E o cara não parava.

Até que ele abriu minhas pernas e aí vi o bicho pegar. Com as pernas abertas, ele socava de um jeito que ia mais fundo ainda. Quando percebi, o cara estava praticamente sentado em cima da minha rabeta, colocando tudo sem dó. Mas vi mesmo a vontade dele quando jogou um pé na minha cabeça, pressionando contra o colchão, e socava muito, me xingando. Eu, num tesão louco, chupei até o dedão do pé dele enquanto ele me arrebentava. Até que senti a pressão mais forte na minha rabeta, ele gemeu mais alto e gozou bem gostoso. Só sei que, do jeito que estava, ele deitou na cama ainda com a rola dentro do meu cuzinho. Ficamos ali na cama no estilo cruz – ele deitado cruzado na cama, e depois que ele se recuperou, e eu também, começamos a conversar e rir das conversas.

Fui preparando algo para comer e tomar umas cervejas, enquanto ele tomava um banho quente, e eu também fui me lavar. Ele tinha usado alguma coisa que eu não sei o que era, porque estava bem sacana dessa vez. Mas ficamos ali; ele sabe que na minha casa pode ficar à vontade e que adoro dar mais de uma foda. Aliás, montar dá trabalho e, depois, ainda tive que retocar porque ele tinha me arrebentado. Mas passou um tempo e voltamos à brincadeira. Mamei muito aquela rola e depois me acabei de rebolar por cima daquela pika, gozei gostoso enquanto rebolava em cima dele. Que delícia!

Quando já era quase 6 da manhã, ele foi embora. Acho que de todas as fodas que dei com ele, essa foi uma das melhores. Não sei se foi porque ele me acordou e me deixou com muito tesão ou se foi porque dessa vez ele estava mais alegrinho. Só sei que amei quando ele disse que, se meu sobrinho soubesse a putinha que eu me transformo, me comeria também (rsrsrsrs). Mas esse cara é hiper gente boa e sabe que, sempre que quiser, vou dar para ele – como já falei em outro conto.

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