Eu nunca imaginei que ia chegar nesse ponto tão rápido. Depois dos negros, depois do sogro… meu corpo tinha aprendido um caminho e não queria mais voltar. Mas dessa vez eu fui atrás. Eu provoquei. Eu seduzi. E eu gozei como puta.
O Tio Armando
A gente chegou no sítio no sábado à tarde. Roberto dirigindo, eu de vestidinho florido, leve, estampado transparente, bem curto, o tecido fino colando nas coxas. Saltinho alto, pezinho pequeno, pernas claras e macias. Eu sou branquinha, cintura fina que a mão do homem cobre inteira, seios firmes que balançam quando ando, bunda redonda e empinada que o vestido marcava a cada passo. Por baixo, só uma micro calcinha de renda branca, já um pouco úmida só de imaginar a putaria que estava por vir.
O tio Armando me recebeu com aquele abraço apertado demais. Sessenta e dois anos, alto, peito largo e peludo, cheiro de sabão de barra misturado com terra e cigarro. Mãos grandes, calejadas, quentes. Quando ele me puxou contra o corpo, eu demorei dez segundos a mais. Deixei meus peitos se esmagarem no peito dele e desci a mão pelas costas largas, bem devagar, até a cintura. Senti o volume grosso e pesado encostar na minha barriga. Não me afastei. Apertei de leve com a barriga, só pra ele sentir que eu tinha sentido.
— Que sobrinha gostosa… — ele murmurou no meu ouvido. À noite, depois que Roberto foi dormir roncando, eu troquei de roupa de propósito. Tirei o florido e coloquei um vestidinho rosinha de alcinha, ainda mais curto, tecido tão fino que os bicos apareciam escuros. Sem calcinha. A buceta já estava inchada e úmida. Desci pra varanda. Armando estava sentado, acendendo o cigarro. O cheiro da fumaça misturado com o dele me deixou com água na boca.
Me sentei no banco na frente dele, cruzei as pernas e depois descruzei bem devagar. O vestidinho subiu. A parte interna da coxa, macia e clara, apareceu. Eu vi a calça dele se mexer.
— Tá bonita demais pra sítio, menina… — ele falou, a voz já rouca.
Eu levantei, fui até ele e me sentei no braço da cadeira, quase no colo. O vestidinho subiu sozinho até quase mostrar tudo. Passei a mão pelo peito largo, sentindo os pelos duros sob a camisa, desci pela barriga e deixei os dedos roçarem o volume grosso que já estava duro pra valer. Ele soltou o ar quente no meu pescoço.
— Eu vi que o senhor ficou me olhando o dia inteiro — falei colando a boca no ouvido dele, a língua quase tocando. — Gostou do vestidinho florido… e desse rosinha agora? Quer ver o que tem embaixo?
Ele respondeu com a mão. A mão grande e áspera entrou por dentro da minha coxa, subiu, encontrou a buceta já encharcada e sem calcinha. Dois dedos grossos e calejados entraram de uma vez, abrindo. Eu gemí baixinho, o som saindo molhado, e balancei o quadril, sentindo os dedos dele me foderem devagar.
— Porra… já tá escorrendo… — ele falou.
Eu desci da cadeira, me ajoelhei entre as pernas abertas dele e abri o short com pressa. O pau grosso saltou pesado, veias saltadas, pele mais escura, cabeça larga e já brilhando. Cheirava a homem, a suor, a tesão velho. Eu segurei com as duas mãos — mal fechava — e passei a língua quente na fenda, lambendo o pré-gozo salgado.
— Que pau grosso, tio… — murmurei antes de engolir a cabeça. Chupei devagar, sentindo a textura das veias na língua, a baba escorrendo pelo queixo e pingando nos meus seios. Armando segurou meu cabelo com força e empurrou um pouco mais fundo. Eu engasguei e gozei só com aquilo, as coxas tremendo.
Quando senti ele latejar forte, tirei a boca, levantei o vestidinho rosinha até a cintura, me virei de quatro na cadeira de madeira e abri bem a bundinha com as duas mãos, mostrando tudo.
— Pode meter, tio. Enfia esse pau grosso na sua sobrinha puta. Me fode.
Ele enfiou bruto. O pau largo abriu minha buceta com força. Eu soltei um gemido alto, sentindo cada centímetro. Ele segurou minha cintura fina com as duas mãos e começou a foder com força, a barriga batendo na minha bunda, o som molhado e alto. Cada estocada fazia meus seios balançarem e o vestidinho rosinha subir mais.
— Isso… me fode… mais forte… usa essa buceta casada… — eu gemia, babando.
Ele meteu até eu gozar escorrendo pelas coxas, o líquido pingando no chão de madeira. Tirou, me virou pelo cabelo, enfiou o pau sujo de porra e gozo na minha boca e descarregou fundo na garganta. Eu engoli engasgando, o leite quente escorrendo pelo queixo, pelo pescoço, pingando no decote do vestidinho rosinha e nos seios.
Ainda ajoelhada, limpei o pau inteiro com a língua, lambendo as bolas, enquanto ele falava ofegante:
— Amanhã de novo. E se o meu sobrinho perguntar, você inventa qualquer merda. Sua putinha.
O Cunhado Marcelo
Duas semanas depois o Marcelo apareceu “só pra tomar uma cerveja”. Eu já estava pronta. Mini saia preta de couro, bem curtinha, quase uma faixa, blusinha branca de alcinha transparente, saltinho. Sem calcinha. A cada passo a mini saia subia e a bunda aparecia.
Roberto saiu pra buscar gelo. Eu fiquei na cozinha de costas pra Marcelo, abrindo a geladeira de propósito. A mini saia subiu. Eu senti o olhar queimando.
Virei devagar, me aproximei e passei a mão pelo peito dele, sentindo o coração acelerado.
— Você fica me olhando diferente quando o Roberto não tá… — falei baixo, quase no beijo. — Fica olhando minha perna… essa mini saia… quer ver a buceta da cunhada?
Ele engoliu em seco, a voz saindo rouca:
— Cunhada… isso é errado pra caralho…
— Shhh. — Puxei ele pela mão até a bancada de mármore. — Ele demora. E eu já tô pingando.
Me sentei em cima da bancada fria, abri bem as pernas e puxei a mini saia pra cima. A buceta estava inchada, vermelha, brilhando de tanto tesão. Peguei a mão dele e coloquei em cima, esfregando os dedos nos meus lábios molhados.
— Toca. Enfia os dedos. Sente como a puta da sua cunhada já tá.
Ele enfiou dois dedos de uma vez. Eu gemí, joguei a cabeça pra trás e puxei o short dele com a outra mão. O pau longo e fino saltou, veias saltadas, cabeça rosada e já molhada. Passei a cabeça na minha entrada, sentindo o calor, e falei olhando nos olhos dele:
— Entra. Devagar. Quero sentir esse pau comprido me enchendo inteira.
Ele enfiou. O pau longo bateu no fundo logo na segunda estocada, me arrancando um gemido alto. Ele colocou a mão na minha boca e meteu com força, o som molhado ecoando na cozinha.
— Porra… que buceta apertada… — ele gemia. — Você é uma puta, cunhada…
— Sou… me fode… mais fundo… usa a mulher do seu irmão… — eu falava abafada pela mão dele.
Gozei na bancada, as pernas tremendo, o mármore molhado embaixo de mim. Marcelo gozou dentro, gemendo baixo, enchendo meu fundo. Quando tirou, a porra escorreu grossa.
Quando Roberto voltou eu estava na pia, a mini saia ainda erguida de um lado, o cheiro de sexo e porra grudado em mim.
Naquela mesma noite mandei mensagem:
“Portão dos fundos. Vem foder sua puta.”
Ele veio. Abri a porta só de mini saia. Me ajoelhei no chão frio da cozinha e engoli o pau dele até as bolas, babando, enquanto ele segurava meu cabelo e falava:
— Chupa… isso… sua puta…
Depois me jogou no sofá, me fodeu de lado, mão na minha boca, outra apertando meu peito. Quando gozou de novo, limpou o pau inteiro na minha cara e falou:
— Agora você é puta dos dois irmãos. E vai continuar sendo.
O Chefe – Dr. Henrique
O Dr. Henrique era o chefe de Roberto. Homem de cinquenta e poucos, postura reta, voz baixa e autoritária, cheiro limpo. Roberto falava dele como se fosse quase um segundo pai. Eu decidi que queria ser fodida exatamente por isso.
Na confraternização fiquei perto demais. Quando ele foi até o canto da sala, eu fui junto. Passei o corpo colado no dele e falei baixo, a boca quase no ouvido:
— O senhor sempre parece tão no controle… eu fico molhada só de imaginar o senhor perdendo esse controle em cima de mim.
Na semana seguinte inventei desculpa pra ir ao escritório depois do horário. Entrei na sala dele de vestidinho preto justo, saltinho fino, cabelo solto, sem calcinha. Fechei a porta com trinco.
— Precisa de alguma coisa, Larissa?
Fui até a mesa de madeira escura, me sentei na beirada e descruzei as pernas bem devagar. O vestido subiu. A buceta apareceu. Passei dois dedos entre os lábios, mostrei pra ele brilhando e falei:
— Eu fico pensando no senhor… na autoridade… nas mãos… no pau. Quero ele me fodendo.
Ele só observava, o olhar escuro. Eu desci, me sentei no colo de frente, pernas abertas, o vestido juntado na cintura. Abri o cinto, puxei o pau pra fora — grosso, pesado, veias grossas, cabeça larga e escura — e chupei devagar, olhando pra cima, deixando saliva escorrer pelo queixo e pingar nos meus seios.
Quando parei, baba escorrendo, levantei o vestido, subi na mesa de quatro e abri bem a bundinha com as duas mãos:
— Pode usar, doutor. Sua putinha tá pronta. Enfia.
Ele segurou minha cintura com força e meteu fundo de uma vez. O pau grosso abriu tudo. Fodia com força controlada, o barulho molhado enchendo a sala. Me virou, me pôs de costas na mesa fria, abriu mais as pernas e meteu de novo enquanto apertava meu pescoço de leve com uma mão e esfregava minha boceta com a outra.
— Abre a boca — mandou quando estava perto. Tirou, me puxou pelo cabelo e gozou na minha língua, jatos quentes e grossos. — Mostra. Agora engole tudo.
Eu engoli, limpei os lábios com o dedo e chupei o dedo na frente dele.
Numa das noites ele me levou pra um motel barato. Me mandou ficar de quatro na beira da cama. Abriu minha bunda com as duas mãos, cuspiu no cu e enfiou o polegar primeiro. Depois o pau. Fodeu meu cu devagar no começo, depois com força, segurando meu cabelo como rédea, me dando tapas até a bunda arder e ficar vermelha. Eu gozei escorrendo na toalha, gemendo alto.
Ele tirou, me virou e gozou no meu rosto, nos seios e na boca aberta. Me fez passar os dedos na porra quente, chupar e engolir enquanto filmava só da boca pra baixo com o celular.
— Amanhã você vem de novo — falou se vestindo, a voz ainda baixa. — E se o seu marido perguntar, inventa o que quiser. Sua puta.
Eu voltei pra casa mancando, o vestido amassado, o saltinho na mão, o gosto dele ainda forte na língua, o cu latejando. Roberto estava na sala. Eu me sentei no colo dele, beijei a boca (ainda com gosto de porra) e murmurei:
— Hoje foi pesado, amor…
Ele não perguntou detalhes. Só apertou minha cintura e sentiu, no cheiro e no jeito que eu me mexia, que a puta da mulher dele tinha sido bem usada de novo.
Agora não era mais só negão.
Era o tio que eu seduzi de vestidinho florido e depois de rosinha, que me fodeu com cheiro de terra e cigarro.
Era o irmão que eu recebi de mini saia e que me chamou de puta dos dois.
Era o chefe que eu fui procurar e que me filmou engolindo porra.
E eu… cada dia mais calma, cada dia mais puta… só sorria por dentro, ainda sentindo todos eles escorrendo de mim.
