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Jorjão me transformou em fêmea e não consigo parar (Parte 8) dominadora

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Um conto erótico de Cdzinha_fêmea
Categoria: Crossdresser
Contém 1565 palavras
Data: 31/07/2026 01:31:24

Olá, safadinhas e safadinhos. Quero agradecer a cada um que bateu uma e gozou gostoso lendo esta série.

Aos que chegaram agora, sugiro ler os capítulos anteriores e a evolução da Bia, agora cada vez mais uma devoradora de rolas e que está descobrindo o quanto o desejo dos machos por sua cucetinha rosinha e e lisinha a torna uma dama de paus. Mas vamos ao babado.

Após a ligação do porteiro Tonhão para supostamente pedir que ela e seu homem fizessem menos barulho, Bia desligou calmamente e sorriu.

Ela já sabia exatamente o que iria fazer pra deixar aqueles dois machos ainda mais tarados.

Ajeitou a calcinha vermelha, que praticamente desaparecia na sua raba cada vez mais empinada e durinha, colocando o fio exatamente no meio da cucetinha.

E voltou rebolando bem devagar para o quarto onde Jorjão já dava claros sinais de cansaço.

Afinal, ele tinha trabalhado até as 7h daquela sexta-feira, dormiu pouco mais de quatro horas e já tinha gozado forte duas vezes na sua fêmea, uma antes e outra depois do jantar.

Aos 62 anos, era natural o sono chegar com tudo.

Então Bia entrou no quarto sorridente, com um ar de quem estava plena e dominando toda a situação.

A dor na cucetinha já não era tão intensa.

O corpo se acostumou como aquela rola descomunal. E agora já sentia até falta.

Ela se aninhou nos braços de Jorjão como uma gatinha no cio. A coxa sobre o pau dele, enquanto beijava o pescoço bem devagar.

“Estou apaixonadinha por você, meu preto”, disse, com uma voz tão dengosa que até ela se espantou como tamanha sensualidade.

“Você tá me deixando louco, branquinha, não paro de pensar em você”, rebateu ele, enquanto já a puxou para um duelo de línguas, num beijo babado, lento, que era pura luxuria e desejo.

“Quem era no interfone”, perguntou ele? “Nada não amor, uma vizinha pediu para gritar menos porque sou uma pecadora kkkkkkk”.

“Seu jeitinho de menina gemendo deixa meu pau sempre estalando”

“woowwwwwwwwwww, que fofo, meu gostoso”, enquanto minha mão já roçava aquelas duas bolas de bilhar que ele carregava no saco.

“Querooooooooooo”, faloui bem safada.

“Bia, você está me saindo uma vadia de primeira. Até dois duas atras, disse que nunca tinha dado, agora não cansa de levar pau.

E olha que meu quase ninguém aguenta”.

“Preto, você é tudo o que eu sempre sonhei, cansei de enfiar consolo preto gigante no meu cuzinho, sonhando com um coroa gostos como você. E agora estamos aqui, vamos namorar agora mais um pouquinho?”

Jorjão retirou a mão dela do pau e disse: “Minha safada, eu vou te comer muito, ate você ver estrelas, mas agora eu preciso descansar só um pouco. O sono bateu. Preciso tirar um cochilo pra recuperar as forças”.

“Está bom amor, então vou deixar você aqui descansando e só vou dar uma organizada na cozinha, tirar os pratos da mesa, pra amanhã estar tudo limpinho na hora do seu café e do meu leitinho”

“Vai lá minha esposinha, isso mesmo. Quero tudo organizado e limpo, agora seu macho vai dormir um pouco”, me dando um selinho.

Eu pegou a camisolinha transparente e as meias arrastão que estavam no chão, ao lado da cama.

“Voi colocar a roupa pra lavar também amor, dorme bem. Daqui a pouco estarei nos braços do meu homem”

Bia colocou um camisetão, que mais parecia um vestido porque ia até as coxas, ficando apenas de calcinha e uma rasteirinha.

Ela esperou cerca de 20 minutos, foi no quarto e certificou-se: Jorjão roncava e roncava alto.

Ela apagou a luz. Era quase 2 horas da manhã. Neste horário, o condomínio era um silêncio só.

Ela estava com a cuceta ainda completamente melada dos jatos de porra do seu homem.

Socou bem a calcinha e saiu rumo ao elevador.

Ela foi caminhando quase que se esgueirando das câmeras para evitar que Tonhão a visse a caminho da portaria.

Sem perder a surpresa, deu duas batidinhas na porta lateral, de acesso interno ao casario da portaria.

Tonhão, sem saber quem era, foi lá abrir.

Ele paralisou com a cena> Bia, com o camisetão levantado, de costas, mostrando aquela raba que ele não parava de pensar.

Curvada, e com o dedinho na boca falou: “Ai amor, olha o que o Jorjão fez comigo”, enquanto abria a raba, ainda vermelha pelas mãos pesadas de Jorjão.

Ao abrir a cucetinha, ela apertou e escorreu um grande filete de gala direto nas suas coxas.

“Seu BerBerrnaro que o senhor ta fazendo, desse jeito.

Foi só o tempo dele falar e, por instinto, puxou Bia pelo braço para dentro da portaria.

Ele estava visivelmente excitado e, ao mesmo tempo apavorado com a situação.

“Cadela, filha duma égua, rapariga, o que você quer”, disse, enquanto já a puxava de costas de encontro ao seu pau.

“Sabe Tonhão, é a que não consigo parar de pensar que você está com tesão em ser meu COR-NI-NHOOOOO e isso me dá um fogo que não apaga., olha” puxando a calcinha pro lado e se apoiando na mesa de suporte com um monitor gigante em que apareciam as dezenas de câmeras, a única luz naquele ambiente.

“rUghhhhhhhhhhhhhhhhhhhh”, grunhiu ele, um desconexo que misturava raiva e muito desejo.

“Eu vou te arrebentar se você continuar assim”

Arrebenta, me arrebenta toda, me bate, me fode, mas antes enfia essa língua na minha cuceta e sente o gosto da gala do meu macho, anda COOOOOOOOO-RRRRRRRR-NOOOOOOOOOOO que eu toi mandando”.

Tonhão era apenas um animal irracional naquele momento, diante da sua femea no cio.

Com a respiração ofegante, ele pegou Bia pela cintura, posicionou ela ajoiada na mesa e caiu de boca naquele cu rosinha e liso, agora com as pregas já todas estouradas.

“Ainhhhhhhhhhhh, hunmmmmmmmmmmm, gliubbbbbbbbbbbbbb, lupthhhhhhh, auhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh.. você é muito gostosa, sua cachora, que delícia”

Ele apenas gemia e enfia a língua cada vez mais fundo.

Bia começou a rebolar lentamente, mas logo já sabia que novos espasmos de gozo estavam chegando.

E com uma intensidade absurda.

“Isso, aieeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee” agorassimmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm, não, não, naoooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo paraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa”

Agora rebolando como se o seu corpo estivesse pegando fogo ela mandou;

Nãoooooooooooooooooooooooo paraaaaaaaaaaaaaaaaa corninhoi eu vou, eu vouuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh.

Um gozo descomunal explodiu no seu corpo.

Tonhão, que estava de olhos fechados enquanto saboreava o cu cheio de porra da Bia, levantou-se para segurá-la enquanto ela gozava.

Foi o tempo de olhar para o monitor e quase entrar em pânico.

Dona Valdomira, a vizinha que tinha reclamado do barulho estava a menos de 20 metros e rumando para a portaria.

“Levanta cachorra, se esconde, tem gente chegando”.

Bia rapidamente se posicionou debaixo da mesa, entre as pernas de Tonhão, que se sentou na cadeira para tentar esconder a tremedeira.

“Donaaaa ValDonaaaaaaaaa ValdeDona Valdemira , aconteceu alguma coisa”, disse ele, pela janelinha da porta lateral, em que minutos antes Bia tinha o seduzido.

“Meu Deus do céu, senhor Antônio, aquele vizinho da cobertura está novamente com uma das suas raparigas, mas dessa vez está muito pior, a messalina não para de gritar e gemer, assim não tem como uma senhora de família dormir, isso e uma vergonha, pecado”, esbravejou a carola.

Ao ouvir a reclamação, Bia abriu lentamente a braguilha de Tonhão e começou a chupa-lo, enquanto ele tentava disfarçar.

“Si...si..., simmm do.....dona Valdema, quer dizer, dona Valdomira, eu já informei a Biahummmmmmmmm, quero dizer, o seu Bernardo sobre o problema, disse, enquanto ela passava a língua lentamente so na cabeça do pau e oom as mãos massageava as bolas.

“O senhor esta bem, seu Antonio, aconteceu alguma coisa”” .

Nãnãoooono hummmmmmmmmm, cacete”. O que foi que o senhor disse?

Desculpe dona valdomira e que eu preciso ir ao banheiro com urgência, mas pode deixar que voi registrar sua reclamaçãouhummmmmmmmmmmmmmmm” a senhora me dá licença, fechando a janelinha na cara da velha.

Então, não aguentou e “filha duma putaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, que boca gostosaaaaaaaaaaaaaa.

Dona Valdomira, mesmo com cara de poucos amigos deu meia volta e partiu arrastando os chinelos em direção ao seu apartamento.

“Isso não vai ficar assim, vou falar com o síndico”, esbravejou.

Enquanto isso, Bia sorvia cada gota dos jatos de porra de Tonhao, enquanto olhava orgulhosa e bem dengosa para porteiro.

“COR-NI-NHOOOOO, que gozada gostosa que você deu, eu amo o gosto da sua porra sabia amor?

Bia então com a boca ainda cheia de leitinho levantou-se e colou no peito de Tonhão.

“Me beija, seu gostoso, to ficando louca por você sabia.

Tonhao, como um animal faminto, a puxou e deram um beijo em que a porra era compartilhada de uma boca para a outra, com muita saliva.

Ao final, ela pegou aquela gosma toda, engoliu e abriu mostrando a língua para indicar o seu ato

. Sem dizer nada, ajeitou a calcinha, olhou na câmera para ver se a vizinha já tinha entrado e saiu pela porta lateral.

Antes de fechar, olhou para ele e toda dengosa tascou mais uma vez: “To amando meu COR-NO” e saiu rebolando como uma puta de esquina.

Bia entrou no seu apartamento, sem fazer barulho e deitou-se em posição para ficar de conchinha com Jorjão.

Neste instante Jorjão se mexeu na cama e a abraçou. Bia estava saciada.

Mas por pouco tempo.

Aquele caminho de devassidão não tinha mais volta.

Ela estava viciada e queria mais, muito mais, pensou.

E pegou no sono, um sono profundo.

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Foto de perfil de Cdzinha_branquinha Cdzinha_branquinha Contos: 8Seguidores: 20Seguindo: 1Mensagem Uma cdzinha baixinha, branquinha e toda lisinha, com uma cucetinha toda rosinha

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