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O Demônio e a Megera – Episódio 31 (...que mesmo em face do maior encanto, dele se encante mais meu pensamento...)

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Um conto erótico de Theodor e Aline
Categoria: Heterossexual
Contém 3926 palavras
Data: 30/07/2026 17:39:56
Última revisão: 30/07/2026 18:16:54

Os dias subsequentes à partida dos nossos namorados para a Bahia foram sombrios. Tinha a impressão de que se abrira uma zona vazia dentro de mim, que não era possível preencher, porque nada poderia substituir o que lá estivera.

Talvez as pessoas me julguem dramática em excesso, mas não sabem o que é conviver por duas semanas com aquelas criaturas, que irradiavam uma energia positiva que preenchia e contagiava.

É claro que o Gabriel não sentiu tanto quanto eu. Afinal de contas, os ogros até têm sentimentos, mas não tanto quanto nós, mulheres. No entanto, o meu ogro é especial. No final de semana seguinte à partida da minha Megerinha linda e do Demônio, me convidou para jantar num restaurante top de linha, com vista para o mar.

Fomos agraciados com um espumante e ceviche de peixe branco para entrada. Tudo para uma noite perfeita, e com meu príncipe eu não tinha a menor dúvida de que seria.

- Ainda sentindo muita falta da sua amada, minha gatinha?

- Não há nada que o tempo não cure. Eu prefiro ser grata por tudo que a convivência com eles nos proporcionou. Além disso, tenho certeza de que logo nos veremos novamente e será ainda melhor.

- Concordo que nos reencontraremos em breve, mas duvido que possa ser melhor. No máximo igual.

- Sou obrigada a concordar com você. Até porque, eu tenho você, que ainda é a melhor parte de tudo isso, meu príncipe encantado.

- Depois, Ay, de viver o que nós vivemos, que eu nunca imaginei algo assim ser possível, de nós dois nos apaixonarmos por outras pessoas, sendo que eram as mesmas, o mais impressionante é que meu amor por você ficou mais forte. Eu tenho a cada segundo mais a certeza de que você, caso assim queira, é para sempre.

- Depois de tudo que vivemos... Sabe em que você me fez pensar?

- Fala!

- De tudo ao meu amor serei atento, antes, com tal zelo e sempre e tanto, que mesmo em face do maior encanto, dele se encante mais meu pensamento.

- Quero vivê-lo em cada vão momento, e em seu louvor hei de espalhar meu canto...

- E rir meu riso e derramar meu pranto...

- Ao seu pesar ou seu contentamento.

- Com tanto encantamento, será, meu amor, que algum dia alguma força poderá nos separar? – conjecturei.

- Que seja eterno enquanto dure, gatinha. Então, que dure para sempre.

- Para sempre é tempo demais, não é?

- Não para o que eu sinto por você. Não para a felicidade que eu sinto cada vez que me lembro que eu tenho você. Cada vez que eu olho nesses seus olhos cheios de vida e luz.

- Você tá que tá hoje, hein? O que você está aprontando, Gabriel, que está me deixando toda derretida com essa conversa?

- É isso que eu estou aprontando.

- Meu Deus! – exclamei ao ver a caixinha sendo aberta à minha frente, a boca aberta, que não queria fechar mais.

- Esse anel é para simbolizar o meu pedido de noivado. Não espero, por motivos óbvios, que você o use o tempo todo. Estamos no Rio de Janeiro.

- Até nessa hora você faz piada, criatura?

- Mas hoje você pode usar, porque combina com você.

O anel que combinava comigo era ouro com diamante, uma coisa linda de morrer. Se o homem queria me fazer surtar, estava quase conseguindo, menos pelo anel do que pelo pedido de...

- Você está me pedindo em noivado? É sério isso?

- Eu pareço estar brincando minha flor de formosura?

- Kkkkkkkkk. Bobo! Então, eu aceito. Posso dizer para todo mundo que agora eu sou sua noiva? A maior honra que qualquer mulher no mundo poderia almejar?

Gabriel pegou e beijou minha mão, com um brilho nos olhos que poderia cegar.

- Não terminou, meu amor.

- Pega leve, Gabriel, porque eu sou de carne e osso e meu coração tem limites.

- Eu quero que você more junto comigo de vez. Não vejo motivos para você praticamente ter duas casas. Decidi ver um apartamento de três quartos. Assim, tem um quarto de hóspedes e outro para você montar seu estúdio. O que você acha?

- Eu acho que eu tô sonhando. Aliás, eu acho que estou sonhando desde o dia que te conheci.

- Pode ter certeza de que eu ainda estarei aqui quando você despertar. Não tem pressa. A gente vai vendo as opções com calma, até encontrar o que nós queremos. Com três quartos, nós temos espaço suficiente para acomodar os trigêmeos quando nascerem.

- Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!

- Até lá, fica sendo o quarto do André e da Megerinha quando vierem ao Rio.

- Ah, amor, pensei que eles fossem dormir com a gente.

- Às vezes, sim, mas nem sempre é tão confortável.

- Só comprar uma cama king size.

- Nesse caso, princesa, o quarto também tem que ser king size para caber a cama e os outros móveis.

- Amor, nós ficamos noivos, mas já vamos viver vida de casados. Por que nós não casamos de vez?

- Porque eu espero que nosso casamento seja no mesmo dia, junto com o do Demônio e o da Megerinha linda.

- Como eu não havia pensado nisso? É verdade, se nós estivermos já vivendo como casados, podemos esperar por eles e fazer uma cerimônia só. E depois nós passaríamos a lua de mel juntos naquele resort em que nos conhecemos, já pensou? – propus, sem parar de admirar aquele anel.

- Ayanna sendo Ayanna, já estava até sentindo falta. Mas não é uma má ideia. Já pode até começar a combinar com a Ana Clara.

- Vontade de tirar minha calcinha e sentar no seu colo na frente de todo mundo – sussurrei.

- A parte boa disso é que talvez se esquecessem de cobrar a conta com a urgência de nos expulsar do restaurante.

O Gabriel não era nenhum homem rico. Tinha, sim, uma boa situação, é bem verdade. Só um homem que ama muito uma mulher para comprar um anel de noivado daqueles e proporcionar uma noite como aquela.

Jantamos, dançamos e terminamos a noite fazendo amor e dizendo coisas lindas um para o outro. É o que chamo de noite perfeita e oportuna. Naquela noite, Gabriel preencheu aquele espaço vazio que nossos namorados deixaram. Ele, para me ver bem, preencheria todos os espaços sempre que possível.

Tem a paixão e tem o amor. A paixão não tem compaixão, só tem fogo, que tanto ilumina quanto incendeia; tanto aquece, quanto assa, quanto queima. O amor, não. O amor é o Gabriel. É o que cuida, a erva que trata a ferida há milênios e continua fazendo efeito.

Se tem algo de que tenho a mais absoluta convicção na minha vida, é de que me dedicarei a cuidar desse homem diariamente, com zelo e dedicação, para retribuir tudo que ele é para mim.

A despeito de tudo isso, continuamos nossa vida enquanto não encontramos o apartamento dos nossos sonhos, com nossas noites de rainha, de puta ou de dama, que eram o nosso parque temático erótico. No meio do ano, decidimos comprar um apartamento já na fase final da construção na Zona Norte, que poderíamos quitar à vista. Era espaçoso, tinha duas vagas na garagem e até área recreativa com piscina, que, na verdade, nunca usamos, mas era preciso pensar nos trigêmeos.

Ficamos com nossas reservas zeradas e ainda recebemos algum auxílio dos nossos pais, mas não fizemos nenhuma dívida. Mudamo-nos já em novembro para nosso ninho de amor. Eu já chegara, somando as redes sociais, a mais de 3 milhões de seguidores. Grifes famosas anunciavam lançamentos no meu site e redes sociais. Eu cobria eventos de moda, realizava entrevistas e dava dicas para a mulherada mais jovem, tipo até os quarenta, que era meu público.

Às vezes, as pessoas me reconheciam na rua, por causa das lives, mas eram quase sempre mulheres, que queriam fazer selfie comigo e/ou elogiar meu trabalho. Essa parte do reconhecimento eu não gostava nem desgostava, só aceitava como parte da realidade que eu mesma criei para mim.

Morarmos juntos acabou se tornando uma necessidade. O trabalho de Gabriel era mais previsível, mas não menos intenso. Muitas vezes, tinha que ir à loja até aos domingos. No meu caso, o problema era a imprevisibilidade, que muitas vezes implicava em viagens, eventos noturnos, que eu detestava de morte, mas tinha que ir, entre outras peculiaridades na vida de jornalistas influencers e dublês de celebridade. Morando na mesma casa, pelo menos sempre nos encontraríamos na hora de dormir.

O Demônio e a Megera continuaram nos inspirando mesmo à distância. Depois de termos vivido juntos uma série de experiências inéditas, ora para uns, ora para outros, ora, quase sempre, para todos, minha intimidade com Ana Clara se tornou algo quase sem limites. Quando contou aquela história da Lavignia e as sessões hardcore de BDSM que teve com o Demônio, nossa primeira reação foi de incredulidade, a segunda, foi fodermos feito loucos inspirados pela nossa própria imaginação. A terceira, claro, foi colocar nossa imaginação para produzir ideias, o que, em se tratando de Gabriel e Ayanna, não podia dar em coisa boa.

O pesadelo do Gabriel foi quando descobriu que a Lavignia sodomizou o Demônio. O meu olhar de pidona para ele foi respondido com um olhar de desespero e quase resignação. A cada história que a Megerinha me contava, eu ficava mais incrédula com a imaginação daquelas duas criaturas. Verdade seja dita, eu até ficava orgulhosa, pois foi a convivência comigo e com o Gabriel que os inspirou a viverem suas taras, mas que taras, meu Deus! Eu era para ficar congelada com a Megerinha de joelhos fazendo dupla penetração com duas cenouras, entre outras maluquices, mas o assunto acabou rendendo fodas homéricas entre mim e Gabriel.

E a história do cinto de castidade? Adorei a ideia e o Gabriel comprou logo dois para me dar de presente. Então, toda vez que saía de casa sem ele, era obrigada a usar o cinto, sem contar com o vibrador e o plug anal. Era impossível me esquecer do Gabriel naqueles momentos, sobretudo por causa daquela coisa vibrando na minha buceta intermitentemente. Era um delicioso pesadelo, sobretudo quando eu estava entre outras pessoas e tinha que controlar minhas reações.

Pior mesmo era quando saíamos de casa juntos, que o puto se fartava de usar aquela geringonça, quase me fazendo passar vexame com as vibrações mais fortes. Fazia lembrar um pouco aquela cena do filme “Verdade Nua e Crua”, com a Katherine Heigl. Só que, no caso dela, era só o vibrador. No meu, ainda tinha o plug anal e o cinto de castidade.

Mas a verdade mesmo é que eu adorava esses joguinhos de dominação do Gabriel. Quase fui à loucura quando o puto me presenteou com uma coleira. Eu quase gozei só de olhar para aquela porra, mas isso era só parte do pacote, que ainda veio com uma palmatória, um pênis de borracha com vibrador e um plug especial, que tinha rabinho de pelúcia. Felizmente, ele não me obrigava a usar o rabo nem a coleira fora de casa. Quem sabe no carnaval?

Imagina só, a pobre Ay andando de quatro, sendo puxada por uma guia, usando uma coleira fofinha, com um rabo de cadela balançando e com um plug enfiado no cu. Não para por aí. Tinha as vezes em que ele me deixava presa na cama, vendada e amordaçada, com as pedras de gelo deslizando pelo meu corpo, o plug enfiado no cu e o vibrador torturando minha buceta. Aquelas sessões de tortura podiam levar uma hora. Quando terminavam, minha buceta chegava a estar inacessível ao toque, de tão sensível.

Só que tem aquele velho provérbio do André, que “água mole com pedra dura, tanto bate até que entra”. De tanto eu chorar, espernear, fazer beicinho e todo tipo de chantagem emocional, Gabriel acabou cedendo. “Mas é só uma vez”, ele disse. “Tá bom, vai nessa”, pensei. O sim dele veio por WhatsApp. Eu fiquei tão surpresa e eufórica, que tive que me masturbar de tanto tesão. Gozei duas vezes, fazendo uma barulheira danada, tal era meu descontrole.

Estava tão ansiosa para realizar minha fantasia, que não quis nem saber de internet. Fui pessoalmente ao sexy shopping para comprar minha cinta peniana, com uma prótese que era quase da mesma envergadura da do meu namorado.

Quando Gabriel chegou em casa, me encontrou produzida no estilo Lavignia. Aliás, por falar em estilo Lavignia, quase surtei de tesão quando ela me mandou a foto, que até me inspirei no look, vestindo uma langerie vermelha, cinta liga, meia 7/8 e bota até acima da metade da canela.

Ay dominatrix.

Quando mandei a foto para a Megerinha, ela falou que teve que tocar uma siririca em caráter de emergência. Depois, o Demônio quase surtou e arregaçou a buceta dela de tão excitado. Claro que eu fiquei toda prosa com isso.

Ay, a desejada.

Quando chegou em casa e me viu daquele jeito, eu ainda caprichara no cabelo, nos acessórios e na maquiagem, Gabriel ficou em estado catatônico, boquiaberto, imóvel, sem encontrar palavras. Nem preciso dizer que fui às nuvens com aquela reação do meu dono, mas é claro que ele tinha que fazer um comentário impertinente, ou não era o Gabriel.

- Pena que essa produção digna da Broadway é para um espetáculo de final tão triste – lamentou, após se recuperar do impacto inicial.

Aproximei-me dele, roçando meu corpo no seu.

- Calma minha gatinha. Você vai amar tudo que eu vou fazer com você e vai pedir mais. Mais, Ay; que delícia, Ay; me faz de sua putinha; oh fuck, fuck that baby – teatralizei com uma voz bem sacana em seu ouvido.

Gabriel respondeu com aquela risada de “vai se iludindo, sua louca pervertida”, mas o pau já estava todo grande, pedindo para pular para fora.

- Amor, vai tomar seu banho e fica bem cheirosinho para mim, só de cuequinha. Não se esqueça de que hoje é minha noite de rainha especial, a mais esperada de toda a minha vida, e você deve colaborar para me satisfazer plenamente.

- Sim, senhora, minha rainha. O Demônio ainda me paga por isso.

- Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

Quando Gabriel saiu do banho, eu já o aguardava com uma garrafa de vinho e duas taças sobre a mesa.

- Você já pode servir o jantar, escravo.

Enquanto cumpria minhas ordens, provoquei.

- Sabe o que estou pensando, amor? Que você ficaria linda me servindo com um vestidinho de empregada bem curtinho, toda safadinha, doida para levar rola da sua Ay.

- Se isso é para me excitar...

- O que é isso na sua cueca?

- A senhora está impossível hoje, minha rainha.

- Você acha, meu escravinho? Então ajoelhe e beije os pés da sua rainha.

Gabriel me obedeceu. Ele nunca me decepcionava nas noites de rainha. Segurei-o pelo queixo e mandei que abrisse a boquinha. Cuspi dentro. Ele cerrou os olhos. Sabia que ele adorava quando eu fazia isso.

- Pode voltar ao trabalho, minha putinha – ordenei.

Pelo menos, Gabriel não podia reclamar da produção. Além de estar estonteante na minha produção visual, preparei mousse de bacalhau para a entrada e risoto de camarão com arroz branco como prato principal.

- Caralho, Ay, você está insuportavelmente gostosa com essa roupinha e essa comida está deliciosa. Para a noite ficar perfeita, nós não poderíamos deixar essa sua inauguração para outra ocasião?

- Amor, é justamente por causa da inauguração que eu fiz toda essa produção digna do evento mais importante do ano no planeta.

- E eu, idiota que sou, achando que o evento mais importante é a eleição para presidente.

- Relaxe, amorzinho, vai ser a melhor noite da sua vida. Vou ajudar você a libertar um lado seu que precisa vir à tona, para que você viva toda a plenitude do seu ser.

- Compreendo, Ay. Fico maravilhado e profundamente grato por você se empenhar tanto em libertar esse meu lado – respondeu sarcástico.

Depois de tirar a mesa, lavar e guardar a louça, Gabriel pôs-se a beijar e lamber as botas de sua rainha, de joelhos ou de quatro no chão, enquanto eu saboreava o vinho. Eu estava morrendo de expectativa, mas queria saboreá-la ao máximo. Depois da adoração às minhas botas, coloquei a coleira em Gabriel e passeei com meu cãozinho pela casa, até levá-lo para a cama, deitá-lo de costas e algemá-lo pelos pulsos e prender seus pés por correntes, suficientemente folgadas para que pudesse arquear ligeiramente as pernas.

Antes, ordenei que ficasse completamente nu, com aquele pau apontando para a lua, de tão excitado que estava o coitadinho. Posicionei-me entre suas pernas e iniciei um boquete torturante. Tocava uma punhetinha e parava, dava lambidas, chupava até fazê-lo gemer e parava, oferecendo-lhe longos intervalos de pura aflição. Usei a palmatória para lhe dar palmadas nas coxas e usei o pênis vibrador lubrificado para torturar sua entradinha, fazendo minha presa se debater.

Como boa torturadora e a mulher sortuda que inauguraria aquelas lindas preguinhas do meu amor, eu saboreava cada segundo, cada detalhe daquela noite, das suas reações. Para intensificá-las ainda mais, vendei seus olhos e torturei seus lábios com os meus. Que delícia aquele homão gemendo na minha boca, sendo estimulado por todo o corpo. Beijei e lambi seu pescocinho, sua orelhinha e seus mamilos, sempre falando com aquela voz de fadinha sádica.

“Dá a orelhinha pra Ay, dá”

“Dá o pescocinho. Outro lado agora”

“Abre a boquinha para sua dona cuspir”

A novidade era o pênis com vibrador, que eu encaixava na porta da sua entradinha e colocava para vibrar, enquanto dava lambidinhas safadas na cabecinha do seu pau e ainda acariciava suas bolas. Fora as palmadas nas coxas e no bumbum, que o faziam dar gemidinhos de dor deliciosos.

Ay, a sádica.

Depois que vesti a cinta, subi em seu rosto e comecei a esfregar o pinto nele.

- Abre a boquinha para chupar meu pau, abre.

Surpreendentemente, Gabriel obedeceu sem reclamar. Sinal de que já estava rendido e imerso na fantasia, o que eu sempre soube que aconteceria. Fodi sua boquinha fazendo um 69, dando lambidas no seu pau e mantendo a pontinha do vibrador na portinha do seu buraquinho, fazendo Gabriel se contorcer todo e gemer mesmo com a boca cheia. Depois, tirei sua venda e anunciei.

- Amor, está chegando o momento especial. A hora de perder as preguinhas.

Não deixei que respondesse ou reagisse, tomei sua boca num beijo lascivo e demorado, acariciando seu corpo com as mãos e me esfregando nele. Quando terminei aquele ritual, meu amor não tinha forças quase nem para respirar. E eu nem deixaria que tivesse, porque ataquei seu cuzinho com a linguinha sem piedade, do jeito que deixava o coitadinho louco.

- Aaaahh, meu Deus, Ay! Aaaahhhnnnn.

Quando Gabriel já estava com o corpo entorpecido por tantas sensações, meus dedos atacaram seu cu com lubrificante. Desacorrentei suas pernas e o virei de bruços. Meu coração batia num ritmo tão acelerado, que chegava a dar medo. Fora o frio no estômago e as tremedeiras por todo o corpo, numa mistura de expectativa, emoção, tesão e um certo receio de que desse errado.

Quando percebi que seu cuzinho estava suficientemente relaxado, lambuzei meu pau de lubrificante e coloquei a cabecinha na portinha do paraíso. Debrucei-me sobre meu namorado e pedi.

- Amor, se doer muito, fala que eu paro, tá bom?

- Vai, mete logo essa porra – ele respondeu, eu não sabia se de excitação ou para se livrar logo daquele tormento.

Fiz o que pediu e fui empurrando lentamente, até seu anelzinho engolir toda a minha cabeça. Eu sabia que tinha que deixá-lo se acostumar.

- Posso empurrar mais, minha putinha? – provoquei.

- Pode, meu macho, me arromba, mata sua vontade.

Eu não sabia se ele dizia aquilo porque estava gostando ou se era uma provocação, mas continuei afundando minha vara no rabinho do meu namorado, cada vez mais fundo. No começo, sentia seu corpo tenso, mas logo percebi que relaxava, aceitando bem a invasão do meu pinto no seu rabo. Antes de chegar até o final, comecei a fazer movimentos lentos e curtos de entra e sai. Os gemidos de Gabriel eram, agora, de prazer, eu sabia, conhecia seus sinais, o que me deixou eufórica. Mesmo assim, controlei meus movimentos para não o machucar.

Quando dei por mim, já estava com meu pau todo enterrado no meu amor e fazendo movimentos de entra e sai curtos e lá no fundo, como ensinou a Megerinha. Quanto mais ele gemia e arfava de prazer, mais emocionada eu ficava, deitadinha em cima dele, com o nariz enfiado em sua nuca.

- Tá gostando minha putinha, vadiazinha de zona safada?

- Tô, aaaahhnnnn, me fode. Caralho, eu vou gozar, Ay. Pooorrrraaaaa. Aaaaahhhhnnnnnn!

Gabriel soltou uma série de rosnados, urros e outros sons indescritíveis, enquanto eu acelerei e soquei mais forte. O tesão era tanto, que gozei junto, estimulando meu grelinho por cima da calcinha.

Na sequência, tirei meu pau de dentro do Gabriel, o virei de frente e enfiei minha língua em sua boca com vontade.

- Obrigada, amor! Você é o melhor homem do mundo.

- Será que eu ainda sou homem? – reagiu com voz de quem havia passado por um moedor de carne.

- Para de falar merda, Gabriel, e me fode!

- Acabei de gozar, amor, você me fez gozar pelo pau e pelo cu, me torturou por horas. Eu preciso de uma cerveja. Depois, eu juro que eu te fodo até você se mijar sua piranha safada.

- Hoje é noite de rainha, não pode me chamar dessas coisas.

- Tudo bem, minha rainha, minha dona, meu amor, meu macho pauzudo e deflorador, mas me solta dessa cama, porque eu preciso de uma cerveja.

- Tá bom.

Livrei-o do cárcere e me sentei no sofá, enquanto Gabriel vestia a cueca e se dirigia apressado à cozinha para buscar uma cerveja, voltando com dois copos.

- Caralho, Ay, você está uma delícia com essa produção.

- Fiz para você amor – respondi, correspondendo a um abraço e um beijo carinhoso do meu dono antes de dar um gole gostoso na cerveja.

O homem não parava de me devorar com os olhos, o que já estava me deixando excitada novamente.

- Que foi, amor, eu estou gostosa?

- Porra, se você quiser me comer a noite inteira hoje, eu libero. Pode até fazer cocô na minha boca se quiser, Ay. Puta que o pariu, vai ser linda assim lá nos quintos dos infernos, porra!

- Obrigada, amor, você está conseguindo me deixar encabulada.

- Você? Eu é que estou encabulado de minha mulher se produzir toda para deflorar meu brioco. Que saudade das minha preguinhas...

- Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!! Deixe de ser bobo, Gabriel. Suas preguinhas eram só um obstáculo que separava você do prazer supremo. Vai dizer que você não gostou. Gemeu feito uma putinha e gozou todo se tremendo.

- Não só gostei e gozei, como quero mais vezes, mas da próxima eu também vou me produzir de calcinha fio dental de rendinha, maquiagem gótica, cintinha liga, e meia sete oitavos.

- Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!!! Gostei da ideia, vai ficar linda. Aí é que eu vou socar nesse rabo a noite inteira sem dó.

Como prometido, fui fodida pelo meu dono até quase de manhã. Isso tudo, sem ele me deixar tirar a produção. Ele ainda me deixou comer a bundinha dele de ladinho. Depois daquele dia, nunca mais paramos de fazer inversão. Além de me dar um tesão danado, o Gabriel me comia com uma fome demolidora quando isso acontecia, quase me matando de tanto gozar.

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