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As mulheres da Familia - A primeira vez - Parte 5

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Um conto erótico de Dr. Prazer
Categoria: Heterossexual
Contém 3119 palavras
Data: 30/07/2026 15:24:26

Passou pela minha cabeça que, desta vez, era a minha vez de carregar alguém para o chuveiro.

Assim que deixamos a Beth lá dentro, a Yara me instruiu:

— Pega uma toalha, deixa aqui e some, por favor. Vou dar banho nela com roupa e tudo mesmo.

Fui até o armário sob a pia, peguei uma toalha e entreguei a ela. No mesmo instante, a Yara abriu o registro e a água desabou sobre a Beth, que ainda continuava de calça jeans e camiseta.

Deixei o banheiro e comecei a escutar os protestos dela de dentro do box:

— Chega, Yara! Eu estou bem! Essa água está gelada pra caralho! Eu só quero dormir!

A Yara retrucou na mesma hora:

— Cala a boca, sua kenga! Na hora de ir pra farra e encher a cara você é bem grandinha, né? Mas na hora de encarar um banho gelado para cortar a bebedeira, vira uma mocinha delicada!

Recostado no sofá, comecei a rir daquela discussão. Cerca de dez minutos depois, a voz da Yara ecoou:

— Paulo, me dá uma força aqui!

Me levantuei e voltei ao banheiro. A Beth já estava enrolada na toalha, com os cabelos completamente pingando. A Yara me olhou e ponderou:

— Não vamos conseguir secar esse cabelo agora... Tem algum problema se ela dormir assim na sua cama?

— Tranquilo. Se precisar, depois eu troco o travesseiro — respondi.

— Então me ajuda a carregar ela.

Apoiamos a Beth e a conduzimos até o meu quarto. Minha irmã despencou na cama, virou de lado de imediato e fechou os olhos. Olhei para a Yara, que comentou em tom baixo:

— Essa aí apaga em segundos, capotou de vez... Bom, deixa ela descansar. Estou voltando para casa.

Na sala, ela acrescenta:

— Eu devo ter feito alguma maldade muito grande em outra vida. Cuidar de dois marmanjos bêbados... E o pior é ter que dar banho nessas duas "margaridas".

— O seu banho até que é caprichado. Só acho uma tremenda injustiça... — provoquei.

— O quê agora? — perguntou ela, arqueando a sobrancelha.

— Você deu dois banhos nela e só um em mim? — soltei um sorriso dissimulado. — Começo a achar que você prefere a companhia dela do que a minha.

Apoiada no batente da cozinha, já pronta para ir embora, a Yara revirou os olhos:

— Deixa de bobagem, Paulo. Acabou de esquecer o que quase rolou entre a gente?

— Não me lembro de absolutamente nada — menti sem vacilar.

Ela fixou o olhar no meu e disparou:

— Você é um sem-vergonha mesmo. Um cínico de marca maior.

— Então isso quer dizer um sim? — insisti.

A Yara hesitou, olhou para o próprio pulso e perguntou:

— Que horas são?

— Quase quatro da manhã — respondi.

Ela conferiu o horário no relógio e soltou um suspiro, misturado a uma risada de quem já tinha perdido o controle da situação:

— Quer saber? Quem está na chuva é para se molhar. Mas olha lá: é no máximo passar sabonete nas suas costas e nada além disso, entendeu? E se tentar me agarrar, eu juro que grito!

— Combinado, fechado — falei, sentindo que tinha conseguido o que queria. — Posso até entrar de cueca, se achar melhor.

— É bom mesmo. É só beber que você vira outra pessoa — resmungou a Yara.

Ela foi na frente rumo ao banheiro e eu fui logo atrás. A Yara pegou uma toalha limpa no móvel e, assim que ela se virou, aproveitei para pegar outro sabotete na mesma prateleira.

— Para que outro sabonete? Já tem um lá dentro — estranhou ela.

— É que eu não sabia. Vou deixar guardado lá no box — inventei.

Entrei, pus o sabonete perto do xampu e joguei a toalha na parte superior do vidro. Saí com pressa para me livrar das roupas: sapatos, camisa, calça... Tudo foi direto para o chão. Por fim, tirei as meias. Quando meus dedos tocaram o elástico da cueca, a Yara, plantada na entrada, me cortou seco:

— Nem ouse!

— Tá bom, força do hábito — sorri, me rendendo ao comando dela.

Entrei novamente e girei o registro. A água quente, quase escaldante, me atingiu em cheio. Fechei os olhos por um segundo, sentindo a pressão do jato.

— Diminui isso um pouco, senão vai me molhar! — reclamou a Yara, aproximando-se.

Abri os olhos. Ela estava a poucos centímetros do vidro, posicionada atrás de mim. A mão dela atravessou a abertura do box segurando o sabonete e começou a esfregá-lo suavemente pelas minhas costas.

Nesse momento meu pau começa a ficar duro. Sinto o deslize macio do sabonete e dos seus dedos percorrendo as minhas costas. Ficamos assim por mais de quize minutos. Eu estava totalmente relaxado, até que ela para e diz:

— Pronto, meu braço esta cansado.

— Nossa, estava muito bom. - Respondo.

— Bom, vou voltar para a casa.

— Você não quer que eu passe o sabonete um pouco em você?

Ela se virou, me encarou, e fez uma careta que contraiu as pálpebras, um misto de advertência e confiança.

— Só isso, hein? — Disse Yara, a voz ainda rouca.

— Prometo. — Respondo.

— Tá, vira de costas. - Responde Yara.

Eu me virei, dando-lhe privacidade, embora a respiração dela já estivesse próxima demais. Ouvi o som abafado dos tecidos deslizando.

— Pode virar. - Diz Yara.

Obedeci. Ela já estava dentro do box, sob o calor da água, vestindo apenas um sutiã branco e uma calcinha preta. O contraste das cores contra a pele e a umidade que realçava suas curvas fizeram meu corpo reagir instantaneamente. A água caía sobre nós dois. Peguei o sabonete novamente e fui para as costas dela.

Comecei o toque de forma lenta e deliberada. Deslizei as mãos por toda a extensão de sua coluna, me demorando no relevo das vértebras e na curva das omoplatas. A espuma tornava o movimento fácil, e usei o pretexto da limpeza para prolongar aquele contato. Fiquei ali por um bom tempo, sentindo os músculos dela finalmente cederem e relaxarem sob o meu carinho manipulado.

— Nossa... isso está bom demais. — A voz de Yara, agora bem mais suave, saiu quase como um gemido de satisfação.

Ela moveu a cabeça, jogando o cabelo molhado para o lado e deixando a curva do pescoço totalmente à mostra. A água escorria pela linha da clavícula; aquela pele exposta era um convite silencioso, capaz de quebrar qualquer barreira que ela tivesse imposto.

Senti uma vontade enorme de passar a língua ali, mas segurei o impulso. Não queria quebrar minha promessa — a menos que ela quisesse. Passaram-se mais de dez minutos naquele ritmo até que ela se virou para mim e disse:

— Deixa eu passar sabonete no seu peito.

Eu me virei de frente. Conforme ela ensaboava meu tórax, meu olhar desceu para os seus seios. A água escorria por suas curvas, e a visão fez meu corpo reagir de forma inevitável, deixando-me completamente ereto. Ela percebeu, olhou nos meus olhos e sorriu:

— Vou te falar uma coisa: você é um safado mesmo. Cara de trouxa, mas safado.

— Puxei a irmã. - Respondo.

— Eu não. Se sou, puxei à Beth — respondeu, dando risada.

Ela foi baixando a mão aos poucos, deslizando a espuma pela minha barriga.

— Esse sutiã não está pesado? Ficou todo molhado — perguntei.

— É... incomoda um pouco — respondeu Yara, desviando o olhar por um segundo.

— Tira, ué — soltei, deixando escapar um sorriso malicioso.

Ela me encarou e disse:

— Que irmão safado que eu tenho. Tá, tá. São apenas peitos mesmo. Ela se vira e diz: Desprende para mim?

— Claro. — Respondo

Eu o desabotoo. Yara tira o sutiã e o pendura sobre a porta do box. Quando ela se vira de volta, completamente descoberta, recomeça a espalhar a espuma pelo meu tórax. É impossível tirar os olhos dos seios dela — lindos, fartos, perfeitos sob o fluxo de água.

Ficamos assim por alguns minutos, o silêncio preenchido apenas pelo barulho do chuveiro e pelo deslizar das mãos dela, até que ela quebra o transe:

— Posso ir embora?

— Pode... — dou um sorriso de lado. — Mas, se você quiser, eu posso passar sabonete no seu peito primeiro.

Ela para, sustenta meu olhar e diz:

— Safado, mas com uma voz mais suave.

A cena é forte, com ótimo ritmo e uma construção de tensão excelente!

— Tá bom... mas cuidado que eles são sensíveis. Nada de apertar como você fez da última vez — avisou.

Com a mão esquerda segurando o sabonete, comecei pelo seio direito dela. Deslizei a espuma em movimentos leves e circulares, me dedicando a contornar cada curva, mas fazendo questão de roçar no bico para sentir o quanto já estava ereto. Repeti o processo no outro lado. Nesse momento, Yara fechou os olhos e entreabriu a boca, soltando um arfar curto que entregava o quanto estava gostando.

A vontade de levá-los à boca era enorme, mas me segurei; queria a entrega completa dela. Continuei o carinho até que ela se virou, ficando de costas para mim. Colou o corpo no meu, e meu membro ereto — ainda preso na cueca — encaixou perfeitamente na divisória do seu bumbum, pulsando só com aquele contato.

Levei as mãos à cintura dela, mas, para minha surpresa, Yara cobriu minhas mãos com as suas e as guiou subindo até os próprios seios. Tirou o sabonete da minha mão, deixando-o cair no chão do box, e entrelaçou seus dedos nos meus, pressionando minhas palmas contra a sua pele.

Fiquei imóvel, deixando apenas os braços acompanharem o movimento dela. Sentindo a pressão do meu pau contra ela, Yara começou a rebolar devagar, roçando o quadril no meu corpo só para sentir a firmeza do meu desejo.

Eu estava louco para fode-la. Minha mão direita vai escorrendo pelo seu corpo até que chego até a sua calcinha molhada. Dou uma leve levantada no elástico que bate no corpo da Yara assim que o solto, fazendo eu ouvir um suave grito. Faço isso cinco vezes, até que minha mão entra dentro da sua calcinha. Sinto que ela estava completamente depilada. Chegando em seu grelinho, que é enorme, começo a fazer movimentos circulares com a mão.

Yara desabafa completamente. Sua mão direita vai até o meu pescoço e ela pressiona com muita força a sua bunda no meu pau enquanto minha mão faz movimento circulares.

Nesse momento a mão da Yara vai até a minha cueca e tenta baixa-la. Tiro a minha mão de dentro da sua calcinha e a ajudo a baixar. Volto para a mesma posição que estava, e ela encosta novamente o seu corpo no meu.

Minha mão novamente entra dentro da sua calcinha e repito os movimentos circulares.

Percebo que o local está quente, e ficamos assim por alguns minutos até que ela se vira. Seu olhar demonstra que esta totalmente entregue ao clima. Ela me olha e diz:

— Você é um cuzão mesmo. Estou toda molhada. E não é por causa do chuveiro.

— Deixa eu ver? - Pergunto.

E a Yara começa a tirar a sua calcinha. E de fato, está totalmente depilada. Ela coloca no registro a peça e volta a ficar de frente.

— Caraho, isso é tão errado! — Diz Yara.

— Se você quiser eu paro! - Jogando a bola para ela responder.

— Não.... Será que a Beth consegue ouvir nós falarmos? - Pergunta Yara.

— Não, só amanhã agora. - Respondo.

— Verdade.

E ela me abraça e meu corpo encosta no do seu. Meu pau fica bem na porta da sua boceta. A glândula chega até sentir o seu clitóris. E seu abraço fica cada vez mais forte, até que ela pergunta:

— O que você vai fazer comigo?

— Jogar xadrez? — pergunto, com um sorriso sarcástico.

— Trouxa. Tô falando sério — diz Yara.

— Eu deixo você controlar a situação, se quiser...

— Isso é errado, sabia? — provoca ela.

— Por quê?

— Porque o que eu quero é pecado.

Nesse momento ela afasta um pouco e sua mão vai descendo até segurar a minha rola.

— Pecado é a sua boca estar longe do meu pau! - digo, olhando para ela com firmeza.

Ela começa a subir e descer com a mão bem devagar no meu pau, me encarando. Depois de alguns movimentos, solta:

— Seu pau está muito duro.

— Sim, chega a doer. - respondo.

— Ela me abraça forte novamente, encostando os lábios no meu ouvido:

— Seu pau tá longe da minha boca, né? Acho que podemos resolver isso...

— Como? - pergunto.

— Ela se afasta, desce devagar até ficar de joelhos. Com a mão direita segura meu pau, dá um beijo na cabeça e depois o engole. Começa a fazer o boquete mais intenso que já recebi: engole fundo, passa a língua por todo o comprimento, faz movimentos circulares na glande, e até lambe minhas bolas com a língua quente e macia. Os sons molhados de "glop, glop, glop" ecoam pelo banheiro. Uma das mãos dela sobe até meu peito, arranhando a pele enquanto continua chupando.

Na minha cabeça, penso: "É errado, mas finalmente uma mulher."

Ela chupa por mais de cinco minutos até que a levanto. Yara me dá um beijo faminto, nossas línguas se entrelaçando, sentindo o gosto do meu pau na boca dela. Minhas mãos descem até sua bunda, apertando com força, arrancando um gemidinho baixo dela.

— Gostoso... - ela murmura.

Abaixo um pouco e levo a boca até seu seio direito, chupando o mamilo com força, depois passo para o esquerdo enquanto minha mão desce entre suas pernas.

— Aiinnn, caralho... - geme Yara.

Ajoelho-me completamente, ficando de frente para sua boceta depilada. Seguro sua cintura e mergulho a boca nela, passando a língua por toda a fenda molhada, sentindo o gosto doce do mel que escorre. Encontro seu clitóris inchado e começo a chupar e lamber sem parar, movendo a língua de um lado para o outro.

— Caralho, puta que pariu! Que é isso, Paulo?

Não respondo. Continuo chupando sua boceta por mais de dez minutos, sugando o clitóris, lambendo os lábios, sentindo suas pernas tremerem. Ela ofega, xinga, geme:

— Chupa gostoso, caralho!

— Desse jeito eu vou gozar na sua boca!

— Você é um arrombado fazendo isso!

— Aiiiinnn... vou gozar na sua boquinha desse jeito... você quer?

Passados dez minutos, viro Yara de costas contra a parede do box. O banheiro está completamente tomado pela fumaça quente do chuveiro. Seguro suas nádegas com as duas mãos e abro bem, expondo seu cuzinho apertado que parece implorar para ser lambido. Sem hesitar, mergulho a língua nas pregas, lambendo devagar, sentindo o gosto da pele quente e úmida. A água escorre pela minha cabeça e respinga em sua bunda, deixando tudo ainda mais molhado. Minha língua desliza ao redor do orifício, pressionando, explorando cada centímetro.

— Puta que pariu... awww... - geme Yara, apoiando a cabeça no braço esquerdo, mordendo o próprio bíceps para segurar os gemidos.

Fico ali por mais de cinco minutos, lambendo sem parar. Suas pernas tremem tanto que parece que vai desmaiar. De repente ela se vira, me puxa para cima e solta:

— Caralho... caralho... minhas pernas estão bambas.

— Gostou? - pergunto.

— Porra, precisa perguntar? - responde, mordendo o lábio.

A visão dela mordendo o lábio me faz lembrar da Letícia, minha filha. Ignoro o pensamento e pergunto:

Então vai dar essa bocetinha pra eu foder?

— Dou... só não goza dentro.

Viro ela de novo para a parede. Yara empina a bunda, oferecendo a boceta. Dou mais uma lambida rápida, sentindo o mel escorrendo, e posiciono meu pau. Empurro devagar. O calor apertado dela me engole. Depois de dez anos sem foder, a sensação é insana. Começo a meter com força, o som de "plaft, plaft, plaft" ecoando no banheiro. A água espirra para todos os lados a cada estocada. Yara geme cada vez mais alto:

— Aiinn... aiinn...

Seguro seu quadril e meto mais forte, sentindo sua boceta quente e ensopada engolir meu pau inteiro. Fico fodendo por uns dez minutos, às vezes diminuindo o ritmo para não gozar cedo demais.

— Senta no chão? - pede ela.

Saio de dentro dela, sento contra a outra parede. Yara vem por cima, encaixa meu pau e começa a subir e descer. A posição não funciona bem. Depois de trinta segundos ela desiste:

— Me come de frente, vai!

Ela me puxa para cima, encosta na parede de costas e me abraça. Inclina o quadril, deixando a boceta na altura certa. Entro de uma vez, minhas bolas batendo contra ela. Começo a foder novamente. Yara geme mais alto:

— Caralho, fode essa boceta, fode, viado! Que tesão!

Ela me beija com força, mordendo meu lábio. Levo a mão direita até sua bunda, aperto e enfio o dedo no cuzinho.

— Aiin... tá louco pra comer meu cuzinho, né?

Yara começa a rebolar no meu pau.

— Tô louca pra cavalgar nesse pauzão gostoso. A gente pode ir pro meu quarto e terminar de foder lá em cima, o que acha?

— Eu topo.

— Se for um bom irmãozinho eu dou até meu cuzinho pra você.

— Tô louco pra comer esse rabo.

— Cuzão gostoso... não perdoa nem a irmã.

Metendo com mais força, Yara começa a gritar:

— Aiiiiiinnn... ainnnn...

Eu ia fechar o registro para subirmos ao quarto dela, mas Beth apareceu na porta do banheiro, encarando-nos em choque:

— Que porra vocês estão fazendo?! Sai daí, Yara!

O tom estridente do grito nos deu um susto.

— Vocês estão transando? Ficaram malucos?

Tirei meu pau de dentro da Yara e finalmente fechei a água. Beth correu até o armário, pegou uma toalha e jogou para ela se cobrir. Yara se secou rapidamente e saiu. Paguei a outra toalha em cima do box para me secar também.

Fomos direto para a cozinha e nos sentamos, ainda enrolados nos tecidos, enquanto Beth continuava esbravejando:

— Vocês perderam a cabeça? São irmãos de sangue!

— Caralho, Paulo! Eu te avisei para arranjar alguém. Comendo a própria irmã!?

— E você, Yara? Dando para o próprio irmão?! O Carlos não está te satisfazendo, não?

Ela ficou quase meia hora falando na nossa orelha. Olhei para o relógio e já passava das cinco da manhã. Não dissemos uma única palavra; ficamos o tempo todo calados, engolindo a bronca.

Até que a Beth deu o veredito:

— Bom... isso vai ser o nosso segredo. Não vou contar para ninguém. Yara, só peço que você tome uma pílula do dia seguinte. E você, seu Paulo, arranje uma namorada ou vá a um puteiro, sei lá. O que não pode é isso se repetir. Se acontecer de novo, eu conto para todo mundo.

Yara e eu soltamos um suspiro profundo de alívio.

Yara voltou para a casa dela e Beth foi dormir. Fui para o sofá, mas aquele domingo foi bizarro, um clima pesado pra cacete, mesmo sem a Beth tocar mais no assunto. Só vi a Yara de noite, quando ela veio se despedir da Beth e da Ju, que viajariam de madrugada. Ela nem sequer olhou no meu rosto — provavelmente de pura vergonha. Por volta das duas da manhã, elas pegaram um Uber para o aeroporto e, às cinco, embarcaram de volta para o Sul.

Agora, eu tinha outro problema enorme para resolver: minhas filhas.

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Foto de perfil genéricaDoutor do Prazer Contos: 6Seguidores: 127Seguindo: 0Mensagem O tesão acumulado fez eu começar a fazer loucuras. Hoje vivo em uma situação que não é normal para a maioria. E nela mais 4 pessoas convive comigo essas experiências. Então decidi compartilhar aqui para ver se eu acho mais pessoas que tiveram essa experiência.

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