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MARINA, A Putinha Mulherzinha do Pai - PARTE 6

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Um conto erótico de maxxxteels69
Categoria: Gay
Contém 1201 palavras
Data: 30/07/2026 13:37:10

Marina pôs maquiagem, passou batom, vestiu sua lingerie preferida e, por fim, colocou a camisinha em seu pau duro e ereto. Virou-se na direção da cama, onde já o esperava o cliente de quatro.

— Está preparado? Hoje irei comer o seu rabo bem gostosinho.

— Só um pouco nervoso... É que nunca dei a bunda.

— Relaxa, deixa comigo. A mamãe aqui vai fazer devagar.

Disse ela, aproximando-se do bumbum dele e dando um tapa forte para deixá-lo mais excitado. Ela puxou a bunda dele até sua cintura e, depois, encostou a pica dura na bunda, dando um tapa com a própria pica. O cliente sentiu aquela coisa dura batendo em sua bunda, fazendo o seu próprio pau ficar duro.

Marina cuspiu na mão e, em seguida, passou a mão no cuzinho dele, que não parava de piscá-lo. Abriu bem as nádegas e começou a entrar só com a cabecinha.

— Aaaaahhhh... — gritou o cliente.

— Calma, só encostei a cabecinha. Relaxa.

Aos poucos, o cacete foi entrando no cuzinho do cliente. O cuzinho dele foi se acostumando com aquilo. Entrava e saía, saía e entrava num vai e vem que, aos poucos, foi aumentando de velocidade...

O cliente bateu uma punheta enquanto era comido pela Marina, até que finalmente gozou. Ele caiu exausto e com a bunda um pouco dolorida.

— Foi a melhor experiência da minha vida — disse ele, saindo feliz.

Entrava e saía cliente a tarde toda naquela casa. Alguns mais tímidos e outros mais brutos.

— Cala a boca, sua puta! Eu disse que quero comer o seu cu, não estou a fim de conversa — disse o cliente, jogando Marina no chão como uma cadela e metendo a enorme vara na bunda dela...

Nem tudo era só sexo; já outros clientes apenas queriam desabafar.

— Odeio meu casamento. Descobri que minha esposa está traindo com o personal trainer dela. Mas não posso fazer nada, pois tenho medo de que ela peça o divórcio. Prefiro ser corno manso do que ficar sem esposa.

— Entendo. Faça o que seu coração mandar. Mas saiba que sempre estarei aqui para te consolar — disse Marina, abraçada com ele no sofá, enchendo-o de beijos.

— Obrigado, você é melhor que meu terapeuta. Vou voltar aqui mais vezes — disse ele, pagando e indo embora.

***

Waldemiro voltou a encontrar Marina. E com ele não tinha mais papo, conversa afiada. Assim que ela abriu a porta, ele a agarrou com força.

— O que você está fazendo...

— Ora, estou com fome. Quero comida — disse ele, abraçando-a, beijando e apalpando a parte íntima dela.

— Não, agora não... estou com cliente.

— Foda-se, eu tenho prioridade. Ei, você, garoto. O que faz aqui? Aposto que seus pais não sabem que você curte traveco!

O rapaz no sofá saiu correndo, envergonhado. O vizinho começou a rir.

— Falei, você é só minha agora. Vem, libera esse cuzinho para mim — disse ele, puxando com força os cabelos ruivos dela até o quarto.

— Não, aqui não.

— Aqui sim. Quero te comer na cama do seu marido corno.

O vizinho jogou Marina na cama e começou a baixar a calça, com o membro já endurecendo. Marina levantou o vestido, mostrando sua enorme bunda, onde era possível ver o enorme saco caído. Waldemiro voou naquela direção, apalpando aquelas bolas murchas.

— Que coisa boa de apalpar... Veja esse cu, quantas rolas já entraram dentro dele? Aposto que muitas. Realmente, você é um traveco guloso.

— Não me chama assim — disse ela, brava.

Ele deu um tapa forte na bunda dela.

— Eu te chamo como quiser, sua vadia. Esqueceu que eu sei o seu segredo? Quer que todos descubram que você é traveco? Que o corno do Roberval come um traveco? Quem manda aqui sou eu.

— Desculpa... tem razão, você que manda. O que está esperando? Come logo meu cu!

— Pra quê a pressa? Tenho o dia todo. Depois do remédio que dei à minha esposa, ela vai dormir até a madrugada. Então é melhor relaxar esse cuzinho, porque vou te comer a tarde toda.

Ele abriu a bunda de Marina e começou a lamber, lambuzando aquele cu enorme.

Depois de lambuzar bem, ele colocou o pau dentro daquele cu, entrando com facilidade e começando a meter com força. Marina balançava sobre aquela cama, sentindo a rola entrar e sair várias vezes.

Ele retirou o pau e gozou naquela bunda. Virou-a rapidamente, deitou-se sobre ela e beijou-lhe a boca.

— Está gostando, puta?

— Sim... você mete muito bem.

— Mentirosa, toda puta mente para o cliente. Mas não sou trouxa.

Ele desceu a língua no pescoço suado dela, até alcançar os seios duros, onde chupou o mamilo. Desceu pela barriga até chegar no meio das pernas. Segurou firme aquele membro.

— Que coisa gostosa! — disse ele, lambendo e descendo a língua de cima para baixo, sentindo o gosto delicioso de pau.

— Hummm... está com muita fome hoje... — disse Marina, sentindo as bolas na boca dele...

De repente, a porta se abriu.

— Marina, cheguei!

Marina sentiu o coração sair pela boca.

— Meu Deus, é o Roberval. Ele chegou mais cedo — disse ela, levantando-se rápido.

— Então o corno chegou. Quero só ver a cara dele vendo essa cena.

— Não, não fale isso, nem de brincadeira. Vai, se esconde rápido.

— Eu mesmo não vou me esconder.

Roberval sentiu algo estranho naquele ambiente. As almofadas do sofá no chão, os móveis um pouco fora do lugar, e no chão tinha um líquido branco suspeito, no qual ele deu uma provada e tinha um gosto muito peculiar.

— Marina, você está em casa?

Ele subiu até o quarto e, ao abrir, viu ela totalmente nua na cama.

— Roberval... amorzinho... chegou cedo.

Ele observou o ambiente vazio, olhando meio desconfiado.

— Por que está nua?

— Ora, painho... eu estava com tanta saudade do senhor que acabei batendo uma punhetinha em sua homenagem. Nem vi a hora passar.

— E por que a sala está um pouco bagunçada?

Ela deu uma risadinha sexy, colocando o dedo na boca, tentando sensualizar.

— Ai, desculpa, meu bem. É que quando bato punheta, acabo fazendo bagunça. Mas vou arrumar.

Roberval observou o guarda-roupa um pouco aberto e se aproximou.

— Amorzinho... olha aqui... — disse Marina, abrindo bem as pernas e mostrando sua enorme intimidade ereta. — Ainda fico tão durinho por você.

Roberval abriu um sorriso, tirou a roupa e mergulhou naquele corpo delicioso.

— Adoro receber minha mulherzinha toda nua e cheia de fogo no rabo na cama.

E meteu vara à vontade.

Enquanto isso, o vizinho observava pela fresta do guarda-roupa aquele sexo. Não resistiu e bateu uma punhetinha vendo aquilo.

— Aaaaahhhh, que gozada boa... Vai, se lava e vai preparar a janta, já estou com fome.

— Sim, painho... já vou indo. Aproveita e vem tomar banho comigo.

— Safadinha, estou te esperando no banheiro.

— Vai lá, já estou indo...

Marina esperou ouvir o barulho do chuveiro. Saiu correndo, puxou o vizinho, que ainda estava com a pica dura.

— Sai, sai daqui!

— Vou voltar outro dia para comer de novo esse seu cu!

E assim Waldemiro foi embora, prometendo voltar mais vezes. Marina, por sua vez, estava aliviada por não ter sido pega no flagra. Sentiu um enorme frio na barriga. Percebeu que aquilo estava perigoso e que não podia se arriscar muito, pois ela não sabia do que Roberval seria capaz se descobrisse aquela traição.

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