Gina se aproximou e abraçou a loira por trás.
"Bem-vinda à ilha, Brandi. Você vai se dar bem aqui."
"Eu… sim… isso foi…"
"Bom?", completou Gina, beijando o pescoço de Brandi de forma leve e sensual.
Brandi tremeu. Aquele beijo no pescoço era diferente — mais proposital.
Gina deu um sorrisinho e chamou:
"Venham, vou apresentar meus filhos. Eles estão curiosos pra conhecê-los."
“Rory! Josie! Venham conhecer os convidados!”
Segundos depois, Rory desceu os degraus do deck, completamente nu. O corpo magro, definido e bronzeado se movia com natural confiança. O pau mole balançava entre as pernas.
"Ei cara, você é o turista que chegou hoje? Meu nome é Rory."
Dylan estendeu a mão.
"Oi, eu sou o Dylan."
Rory apertou a mão dele e sorriu.
"Bem-vindo ao Éden."
Dylan ficou confuso.
"Éden? Pensei que se chamava Au Naturel!"
Rory riu, olhando de relance para a mãe e para Brandi.
"Não, cara. Au Naturel é só o nome oficial do resort. Aqui a gente chama a ilha de Éden… tipo o Jardim do Éden. Lugar onde ninguém tem vergonha de nada."
Enquanto os dois conversavam, Josie desceu os degraus da cabana completamente nua.
O corpo esbelto e bronzeado se movia com uma naturalidade provocante.
Os peitos pequenos e firmes balançavam levemente a cada passo, os mamilos rosados apontados para frente. O cabelo escuro preso em duas tranças batia nos ombros.
A buceta lisa e brilhante aparecia claramente entre as pernas longas. Ela se aproximava de Dylan com um sorriso confiante e safado, sem demonstrar nenhuma vergonha.
[Porra… a filha da Gina é gostosa pra caralho]
"Oi, sou a Josie, prazer em te conhecer!", disse ela, a voz clara e animada.
Sem esperar resposta, ela passou os braços em volta do pescoço de Dylan, colou o corpo nu ao dele e beijou sua boca com força. A língua quente e molhada invadiu a boca dele sem cerimônia, enquanto os peitos firmes pressionavam contra o peito dele.
“Bem-vindo!”, falou ela, a boca ainda colada na dele.
Dylan ficou paralisado por um segundo. As mãos dele encontraram a cintura dela, sentindo a pele quente e macia sob os dedos. O pau endureceu rápido entre os corpos colados.
Quando Josie se afastou de Dylan, ainda sorrindo, caminhou em direção a Brandi. A bunda firme e redonda balançava a cada passo, a pele bronzeada brilhando sob o sol.
Dylan não conseguiu desviar o olhar.
Rory riu ao lado dele.
"E aí, o que achou da minha irmã? Gostosa pra caralho, né?"
Josie parou na frente de Brandi e sorriu.
"Oi!"
Gina gesticulou.
"Esta é a minha filha, Josie."
Brandi se aproximou inclinando o rosto para dar os dois beijinhos no rosto da jovem.
Em vez disso, Josie segurou a cintura de Brandi com firmeza e beijou sua boca. A língua quente e molhada invadiu os lábios da loira sem aviso, os peitos pequenos pressionando contra os peitos fartos de Brandi.
Brandi ficou paralisada por um segundo enquanto seu coração disparava. Por um instante ela não soube se afastava ou se correspondia ao beijo de Josie, mas, quase sem perceber, seus lábios responderam. A língua dela encontrou a da jovem, tímida no começo, depois mais ousada. Os peitos fartos de Brandi pressionavam contra os peitos pequenos e firmes de Josie.
O beijo ficou mais intenso. Brandi soltou um gemido abafado, a mão subindo até a cintura da garota. A buceta dela ficou molhada.
Gina observava, sorrindo. Tom tinha o braço em volta da mulher, o pau começando a endurecer.
Dylan continuava ao lado de Rory, observando a mãe beijar a filha de Gina.
Foi nesse momento que Rory se aproximou por trás.
Brandi sentiu algo quente e pesado pressionar firme contra sua bunda. O pau de Rory — grosso e do mesmo tamanho do pai — empurrou entre as coxas dela, já meio duro.
Ela congelou por um instante, ainda beijando Josie, o pau de Rory duro contra sua bunda.
Rory falou no ouvido dela:
“Gostou do beijo dela! Tá toda molhada.”
Brandi se afastou do beijo de Josie, a respiração acelerada.
“O quê…?!”
Josie riu, observando, sem se afastar. Seu irmão tinha tudo que precisava agora.
Ela virou a cabeça e viu Rory atrás dela, sorrindo confiante.
"Brandi, esse é o meu filho Rory!", disse Gina.
Antes que ela pudesse processar, Rory segurou os ombros de Brandi e a virou de frente para si.
Ele puxou a loira pelo pescoço e colou a boca na dela. A língua invadiu a boca de Brandi sem aviso.
Uma das mãos desceu e segurou firme a bunda, apertando com força, enquanto a outra subia para agarrar um dos peitos, apertando o mamilo entre os dedos.
O pau de Rory, já completamente duro, pressionava contra a barriga dela.
[Meu Deus… que pau… é realmente tão grande quanto o pai!]
Com esforço, Brandi conseguiu se soltar dos braços dele. A buceta estava completamente molhada. Os olhos dela procuraram por Gina, por Tom — alguém que pudesse parar isso. Mas ninguém se movia. Todos apenas observavam.
Foi então que Pete apareceu caminhando pela areia, completamente nu. Ao lado dele vinha uma ruiva de bunda empinada e peitos grandes, e uma mulher de cabelo grisalho com peitos grandes e caídos. Ambas também peladas.
Pete abriu os braços com um sorriso largo.
"Vejo que a Sra. Wilson já está no ritmo da ilha."
Ele olhou diretamente para Brandi e fez uma cara brincalhona.
"Já que estão todos distribuindo beijos, que tal um para o velho Pete?"
Gina cruzou os braços e riu.
"Perdeu a chance, Pete. Devia ter pedido quando ela chegou."
Pete fez uma careta.
“Ela ia achar que eu sou um velho pervertido.”
“E você não é?” disse Tom, rindo.
“Agora apresenta logo a sua família aos nossos convidados”, disse Tom para Pete, observando Brandi.
“Essa é minha esposa Ann…”
A mulher de cabelo grisalho e peitos grandes sorriu.
“Prazer em conhecê-los!”
Pete apontou para a ruiva.
“…e a ruivinha adorável é minha filha, Emily!”
Emily ergueu a mão em cumprimento.
“Oi!”
Seus olhos passaram pelo grupo e pararam em Dylan. Ela o reconheceu na hora.
[Porra… essa é a gostosa que o Pete estava fodendo. Ele disse que é a filha dele…], pensou Dylan, incrédulo.
Emily se afastou do grupo sem dizer mais nada.
Caminhou até Dylan, que estava um pouco isolado, encostado em um tronco de madeira.
Ela parou na frente dele, o corpo nu quase colado.
“Então… gostou do que viu mais cedo?”
[Merda… ela me viu.]
“O… o que? Eu… eu…”
Emily deu um sorriso lento e se aproximou mais um passo.
“Deixa eu refazer a pergunta. Você gostou de ver meu pai me foder na mata?”
Ela esperou a resposta dele. A buceta já estava úmida só de lembrar das estocadas de seu pai e de saber que Dylan tinha assistido.
“Relaxa. Eu gosto quando tem gente olhando.”
A mão dela desceu e segurou o pau dele, que já endurecia rápido. Os dedos apertaram com firmeza, sentindo o calor e o peso.
“Isso é pra mim?”
Antes que ele respondesse, ela o beijou na boca, devagar no começo, depois mais intenso, enquanto masturbava o pau dele com movimentos firmes. Dylan soltou um gemido, a mão na cintura dela. Emily sentiu a buceta contrair.
Josie, que vinha logo atrás, parou e observou a cena com um sorrisinho.
O resto do grupo já estava se dirigindo à mesa no deck. Os três estavam relativamente sozinhos.
Josie se aproximou, os olhos fixos no pau de Dylan na mão da amiga.
“Emily, você não perde tempo, hein!”, disse Josie, olhando fixamente para a ereção do rapaz. “Parece que alguém ficou feliz em te ver.”
Emily riu, e Josie completou.
“Olha esse pau apontando pro céu… impossível não provar.”
Josie se ajoelhou ao lado de Emily com calma, afastando a amiga de leve.
Segurou o pau de Dylan com firmeza e passou a língua pela cabeça, devagar, sentindo o gosto. Em seguida engoliu o pau até a metade, sugando com força. A buceta dela escorreu enquanto chupava.
Dylan não resistiu. Levou os peitos de Emily à boca, sugando com força, tirando um gemido dela. Os mamilos da ruiva endureceram na boca dele.
Emily, sabendo que se Dylan continuasse chupando os peitos dela daquele jeito ela não ia aguentar e gemia mais alto, não queria chamar a atenção do grupo.
Voltou a beijar Dylan na boca com vontade, enquanto Josie continuava chupando embaixo. As duas estavam com as bucetas encharcadas.
Gina, que procurava os três para chamá-los para a mesa, se virou e viu a filha ajoelhada bem na frente do pau do rapaz.
Gina deu um sorriso satisfeito.
“Josie! Emily! Dylan! Venham!”
As duas se afastaram rápido. Josie ainda tinha o lábio brilhante de saliva e o pau de Dylan estava completamente duro e molhado. Ele respirou fundo, tentando se compor.
Os três chegaram à mesa. Dylan se sentou ao lado de sua mãe, Brandi. Josie se sentou na frente dele, seus olhos já fixos no rosto dele. Emily foi sentar perto do pai.
Todos estavam reunidos na mesa do deck. Na mesa havia peixe, frutas frescas e garrafas de vinho. A toalha vermelha brilhava sob o sol. O vento trazia a brisa do mar e tocava a pele nua de todo mundo.
Brandi, ainda se acostumando com a naturalidade de estar nua na frente de tanta gente, olhou para Gina.
“Então, Gina, de onde você veio de fato?”
Gina sorriu, apoiando o cotovelo na mesa. Tom tinha o braço solto na cadeira atrás dela, os dedos tocando o ombro de Gina.
“Eu sou daqui, na verdade. Meus pais e mais três casais começaram o resort no fim dos anos 70 e alguns anos depois eu me tornei uma das primeiras crianças a serem geradas e nascidas na ilha.”
Brandi arregalou os olhos.
“Então você nunca esteve na ilha central?”
“Já, uma ou duas vezes quando mais jovem, mas eu não gostei muito”, respondeu Gina, dando uma risadinha. “Me senti estranha tendo que usar roupas o tempo todo!”
Enquanto a conversa seguia, Dylan estava sentado com os cotovelos na mesa, as mãos juntas na frente do rosto, tentando se controlar. O pau ainda estava meio duro depois do boquete de Josie. Ela estava sentada à sua frente, os olhos fixos nele, bebendo vinho lentamente. Ela sorriu.
[Preciso ficar tranquilo… tenho que pensar em qualquer merda, futebol, matemática, qualquer coisa pra manter a cabeça longe dessas mulheres peladas ao meu redor.]
Pete e Ann, a mulher de cabelo grisalho, contavam como tinham chegado à ilha ainda jovens. Emily estava sentada ao lado do pai, a mão de vez em quando passava casualmente pelo pau dele debaixo da mesa.
A conversa dos mais velhos fluía leve e despreocupada, enquanto os mais novos — Dylan, Josie, Emily, Brandi — apenas comiam e observavam, já pareciam entediados.
Emily olhou para Dylan, depois para Rory e Josie, e falou baixo:
“Vamos mostrar a cachoeira pro Dylan? É bem perto daqui.”
Os três toparam na hora.
Josie se levantou e foi se despedir do pai. Ela se inclinou e deu um beijo rápido na boca de Tom. Em resposta, ele apertou com força a bunda dela com a mão, sem nenhuma vergonha.
Os dois acharam que ninguém tinha visto.
Brandi viu.
Ela se assustou. A buceta dela contraiu involuntariamente vendo aquele toque. Seus olhos ficaram presos na mão de Tom apertando a bunda da própria filha.
[Caralho… ele apertou a bunda dela bem na minha frente…]
Gina não comentou nada. Apenas observou a reação de Brandi com um sorrisinho satisfeito, como se dissesse: “bem-vinda ao Éden”.
Emily puxou Dylan pelo braço.
“Vamos, turista. A cachoeira fica logo ali.”
Os quatro se levantaram e saíram do deck, caminhando pela areia quente em direção à trilha. O sol batia forte nos corpos nus e o vento levava o cheiro de sal.
Brandi ficou olhando para Tom por um segundo a mais, respiração acelerada, a buceta ainda úmida com a imagem da mão dele na bunda de Josie.
Rory olhou de lado para o pau de Dylan, que ainda estava meio duro e balançando pesado a cada passo, e soltou uma risada.
“Cara, esse pau não vai abaixar nunca, hein?”
Dylan passou a mão no rosto, sem graça.
“É… tô tentando.”
Josie riu e cutucou Emily com o cotovelo.
“Conta pra ele”, disse ela.
Emily olhou para Rory com um sorrisinho.
“A Josie chupou o pau dele ali atrás, antes do almoço. Engoliu quase até o fundo.”
Rory arregalou os olhos e deu um tapa no ombro de Dylan.
“Porra, sério? E eu perdi isso?”
Josie deu uma risada gostosa, a bunda balançando enquanto andava.
“Ele tava duro pra caralho. Não deu pra deixar passar.”
Dylan ficou vermelho, mas o pau dele endureceu de novo só de ouvir a conversa, balançando entre as pernas.
Eles seguiram pela trilha estreita entre as árvores. O som da água começou a crescer conforme se aproximavam.
Alguns minutos depois, a vegetação se abriu e a cachoeira apareceu diante deles.
A queda era alta e forte, caindo sobre pedras escuras. Embaixo, uma piscina natural de água limpa, cercada de areia clara e pedras grandes. O sol batia na superfície e fazia a água brilhar.
Os quatro pararam na beira da piscina natural, admirando o visual.
Rory mergulhou primeiro, o corpo desaparecendo por um instante antes de emergir com a água escorrendo pelo peito e o pau balançando livremente entre as pernas.
“A água tá perfeita”, disse ele, passando a mão no cabelo.
Josie e Emily entraram logo depois, rindo. A água subia até a altura das coxas, molhando a buceta e a bunda. Josie se jogou de costas, deixando os peitos flutuando na superfície.
Dylan ficou na margem, o olhar preso nos peitos de Emily e na buceta de Josie. Ela percebeu o olhar dele e sorriu.
Rory olhou para ele.
“Entra, cara. Ou vai ficar aí olhando a gente?”
Dylan entrou na água. A temperatura fresca aliviou um pouco o calor do corpo, mas o pau dele continuava completamente duro.
Josie nadou até perto de Dylan e parou de pé na frente dele, a água batendo na cintura.
“Ainda duro?”, perguntou ela, olhando para baixo com um sorrisinho.
Dylan tentou desviar o olhar, mas Josie estava perto demais. Os peitos firmes e os mamilos rosados estavam bem à mostra, quase tocando o peito dele.
“É… a água tá fria, mas não tá ajudando muito”, respondeu ele, sem graça.
Emily se aproximou por trás de Josie e abraçou a amiga pela cintura, colando o corpo nu no dela. As duas riram.
“A gente precisa ajudar ele a se acostumar”, disse Emily, olhando para Dylan por cima do ombro de Josie.
Rory, que estava um pouco mais afastado, esfregou o rosto com as mãos molhadas e falou:
“Cuidado, cara. Essas duas juntas são perigosas.”
Josie virou o rosto para Emily e as duas se olharam por um segundo. Depois Josie olhou de novo para Dylan, a mão deslizando pela água em direção à barriga dele.
“Quer que a gente te ajude a abaixar isso?”, perguntou ela, a voz baixa e direta.
Dylan respirou fundo. O pau dele endureceu ainda mais debaixo d’água.
Ele olhou de relance para Rory, que estava encostado numa pedra, os braços cruzados, observando tudo com um sorriso, sem se importar nem com a própria irmã.
“Relaxa, cara”, falou Rory. “Elas não vão te morder… a não ser que você peça.”
Emily riu baixinho e beijou o ombro de Josie.
Josie passou a mão pelo pau duro de Dylan, sentindo a pele quente em contraste com a água fria da cachoeira, e o apertou com firmeza, subindo e descendo devagar.
“Caralho…”, soltou Dylan, a respiração presa.
Emily se aproximou mais, colando o corpo no dele pelo outro lado. Os peitos dela roçaram no peito de Dylan enquanto ela falava no ouvido dele:
“Relaxa… a gente sabe o que tá fazendo.”
Josie masturbava o pau dele com movimentos lentos e firmes. A água se movia ao redor dos três. Emily desceu a mão e abriu os lábios da buceta de Josie debaixo d’água, enfiando dois dedos sem pressa.
Josie soltou um gemido abafado e apertou mais forte o pau de Dylan, os quadris empurrando contra os dedos de Emily.
“Porra, Em…”, resmungou Josie, os olhos semicerrados.
Rory observava tudo de perto agora, o pau dele já começando a endurecer. Ele se aproximou devagar, parando atrás da irmã.
Dylan viu o movimento e ficou tenso por um segundo. Rory colocou as mãos na cintura de Josie e puxou a bunda dela para trás, encaixando o pau já duro entre a bunda da irmã.
Josie não se afastou. Pelo contrário, empinou a bunda contra o irmão enquanto continuava batendo punheta em Dylan.
Dylan arregalou os olhos.
[Caralho… ele tá… com a irmã…]
O coração dele disparou. Por um instante o corpo inteiro travou. Mas Josie apertou o pau dele com mais força e Emily beijou seu pescoço, mordendo de leve.
“Olha pra mim”, falou Emily, colando o rosto no dele. “Aqui ninguém julga ninguém. A gente só aproveita.”
Rory demorou mais um segundo, esfregando a cabeça do pau entre os lábios da buceta da irmã, antes de empurrar para dentro de uma vez só. Josie não conseguiu segurar o gemido alto, a mão apertando o pau de Dylan com força.
“Porra, Rory…”, gemeu ela.
Dylan ficou paralisado só por alguns segundos. O pau dele endureceu mais ainda na mão de Josie enquanto ele via o irmão metendo nela bem na sua frente. A água se agitava com as estocadas.
Emily tirou os dedos de dentro de Josie e os levou à boca, chupando enquanto olhava nos olhos de Dylan.
“Tá vendo?”, falou ela para Dylan. “Aqui na ilha, tudo é permitido.”
Josie virou o rosto, ainda sendo fodida, e falou entre gemidos:
“Água tá atrapalhando… vamos pra pedra.”
Rory não precisou de mais explicação.
Segurou a cintura da irmã e os dois caminharam juntos até uma pedra grande e lisa que ficava na beira, onde a água batia só na altura das coxas. Josie se apoiou com as mãos na pedra, empinando a bunda. Rory enfiou de novo, agora com mais força.
Emily puxou Dylan pela mão até o mesmo lugar.
Josie olhou para ele por cima do ombro, a boca entreaberta, enquanto o irmão metia fundo.
“Agora… enfia na minha boca.”
Dylan se posicionou na frente dela. Josie abriu a boca e engoliu o pau dele até a metade, gemendo fundo enquanto Rory metia com força por trás. A cada estocada do irmão, a cabeça dela ia mais fundo no pau de Dylan, a saliva escorrendo pelo queixo e caindo na água.
A água batia só nas pernas dos quatro. A posição agora era firme e direta.
Emily se ajoelhou na pedra ao lado de Josie. Abriu os lábios da buceta da amiga com os dedos e passou a língua devagar, chupando o clitóris enquanto Rory continuava fodendo.
Josie soltou um gemido abafado em volta do pau de Dylan, as pernas tremendo.
“Porra… Em… assim…”, conseguiu falar quando tirou a boca por um segundo.
Dylan segurou o cabelo molhado de Josie e empurrou de novo, sentindo a garganta dela apertar. O pau dele endureceu dentro da boca dela. Ele via o irmão metendo sem nenhuma vergonha, a buceta de Josie engolindo o pau grosso de Rory até o fundo.
Rory deu um tapa na bunda da irmã, fazendo a pele tremer.
“Tá apertando gostoso pra caralho”, falou ele, a voz baixa e suja. “Chupa ele direito, Josie.”
Josie obedeceu, engolindo mais fundo, com olhar de prazer. Emily subiu a língua e chupou as bolas de Rory por um momento, depois voltou para a buceta da amiga, lambendo tudo que escorria.
Dylan sentia o prazer subindo rápido. A cena era demais: a irmã sendo fodida pelo irmão bem na sua frente, a boca quente de Josie no seu pau, Emily participando sem nenhum pudor.
Emily se levantou, ficou de pé ao lado de Dylan e puxou o rosto dele para um beijo molhado. A língua dela invadiu a boca dele enquanto Josie continuava chupando.
“Gostando?”, perguntou Emily contra a boca dele, a voz baixa e suja.
Dylan respondeu no beijo, a mão descendo até a bunda firme dela e apertando.
Emily se afastou só o suficiente para falar:
“Quero sentir esse pau dentro de mim.”
Ela se virou de frente para a pedra, ao lado de Josie, e empinou a bunda. A água batia na altura das coxas. Dylan se posicionou atrás dela, segurou a cintura e enfiou o pau de uma vez só na buceta quente e molhada.
Emily soltou um gemido alto, as unhas cravando na pedra.
“Porra… que pau grosso…”, falou ela.
Dylan começou a meter com força, as estocadas fazendo a bunda dela tremer. Do lado, Rory continuava fodendo Josie sem parar. As duas amigas estavam lado a lado, gemendo juntas, sendo comidas ao mesmo tempo.
Josie olhou para o lado, vendo Dylan metendo fundo em Emily.
“Isso… fode ela forte”, falou Josie, a voz embargada de prazer.
Emily rebolava contra Dylan, a buceta apertando o pau dele a cada estocada.
“Mais fundo… porra, Dylan… mete tudo”, pediu ela, a voz alta e suja.
Rory deu um tapa na bunda de Josie e acelerou.
“Tá vendo, cara? Elas gostam assim… sem frescura.”
Dylan segurou os cabelos de Emily e puxou a cabeça dela para trás, metendo mais fundo. A buceta dela era quente e molhada. O som das estocadas se misturava com a queda d’água.
Emily gemeu mais alto, a voz quebrando:
“Vai… me fode… quero gozar no seu pau…”
Dylan metia fundo em Emily, a buceta dela apertando o pau a cada estocada. Do lado, Rory fodia Josie com força, as duas gemendo juntas, lado a lado na pedra.
Emily rebolava contra Dylan, a voz alta e suja:
“Porra… tô gozando… não para…”
A buceta dela contraiu forte. Ela gozou com as pernas bambeando. Dylan não aguentou. Segurou firme a cintura dela para ela não cair com força e gozou fundo, jatos quentes enchendo a buceta de Emily enquanto ele gemia baixo.
Ao lado, Josie gritou contra a pedra:
“Rory… goza dentro… porra…”
Rory deu mais algumas estocadas pesadas e gozou fundo na irmã, o corpo travando enquanto descarregava tudo dentro dela.
Josie gozou logo em seguida, a buceta contraindo forte, as pernas tremendo.
Os quatro ficaram parados na pedra por alguns segundos, só o barulho da cachoeira e a respiração pesada.
Emily foi a primeira a se mexer. Tirou o pau de Dylan devagar, o gozo escorrendo pela coxa, e entrou debaixo da queda d’água.
“Vamos limpar”, falou ela.
Josie e Rory entraram atrás. A água fria e forte caía nos corpos quentes, lavando o suor, o gozo e o cheiro de sexo. Dylan se juntou a eles. A água batia forte nas costas, escorrendo pelos peitos, pelas bundas, limpando tudo.
Josie se virou para Dylan debaixo da queda e deu um sorriso cansado.
“Bem-vindo de verdade agora.”
Emily riu e passou a mão no cabelo molhado.
“A gente precisa voltar. Sua mãe deve estar se perguntando onde você foi.”
Rory deu um tapa leve na bunda da irmã e falou:
“Bora. Antes que escureça.”
Os quatro saíram da água, o corpo ainda pingando. Caminharam pela trilha de volta em silêncio confortável, o sol já mais baixo.
Quando chegaram perto das cabanas, Emily e Josie se despediram beijando a boca de Dylan. Rory só bateu no ombro dele.
“A gente se vê amanhã, cara.”