Meu nome é Mara, tenho 43 anos e, fazem 20anos que sou casada com Mateus. Moramos em uma pequena cidade do interior de São Paulo, onde todos conhecem a rotina uns dos outros. Meu casamento era sólido, construído sobre respeito e companheirismo, mas o tempo havia transformado a paixão intensa dos primeiros anos em uma convivência silenciosa.
Quando Mateus sugeriu uma viagem ao litoral, eu aceitei com entusiasmo. Seriam apenas alguns dias para descansar, acompanhados de Guilherme, um velho amigo de Mateus, solteiro, bem-humorado e sempre disposto a contar histórias que faziam qualquer conversa parecer divertida.
A casa era do Guilherme, e ficava de frente para o mar. Durante o dia, caminhávamos pela areia, experimentávamos restaurantes e observávamos o pôr do sol. À noite, sentávamos na varanda para conversar enquanto a brisa carregava o cheiro de maresia.
Eu percebi que Guilherme prestava atenção aos pequenos detalhes. Ele notava quando eu prendia os cabelos por causa do vento, quando sorria discretamente ao ouvir uma música distante ou quando permanecia alguns minutos olhando o horizonte. Eram gestos simples, mas que me faziam se sentir vista de uma maneira que há muito tempo não experimentava.
Mateus, cansado das longas caminhadas, costumava dormir cedo. Em uma dessas noites, eu permaneci na varanda observando as ondas. Guilherme apareceu com duas xícaras de café.
— Não consegue dormir? — perguntou ele.
Eu sorri.
— Acho que o barulho do mar desperta pensamentos demais.
Ficamos conversando por horas. Falamos sobre sonhos esquecidos, escolhas, medos e sobre como a vida, às vezes, seguia um rumo diferente daquele imaginado na juventude.
Nos dias seguintes, a amizade entre nós cresceu naturalmente. Caminháramos pela praia enquanto Mateus descansava na casa, riamos das ondas geladas e dividíamos longos silêncios que pareciam dizer mais do que qualquer palavra.
Em uma tarde, quando o céu se tingia de tons alaranjados, Guilherme segurou delicadamente a minha mão por um instante. Permanecemos olhando o mar, conscientes de que aquele pequeno gesto carregava sentimentos que nenhum de nós pretendia alimentar.
Sabia que existia uma linha invisível entre a amizade e algo mais profundo. Pela primeira vez em muitos anos, senti o coração dividido entre a estabilidade da vida e a descoberta de emoções que julgava esquecidas.
Na última noite da viagem, como sempre, Mateus dormiu cedo, e eu observava a lua refletida sobre o oceano, Guilherme chegou e falou em voz baixa:
— Algumas pessoas aparecem na hora errada... e isso não significa que o sentimento seja menos verdadeiro.
Respirei fundo. Em meus olhos havia emoção, mas também lucidez.
— Talvez algumas pessoas apareçam para nos lembrar de quem somos, não para mudar nosso destino.
Permanecemos em silêncio. Não houve promessas, nem declarações grandiosas. Nossos lábios se tocaram em um beijo cheio de carinho, senti o coração acelerar.
Guilherme me pegou pela mão e fomos até um banco de madeira no jardim da casa, abraçados e nos beijando, senti suas mãos em meu corpo, estava com um vestido bem leve de alcinhas finas. Estava totalmente entregue naquele momento, quando Guilherme foi abaixando as alças do vestido, puxando para baixo, onde liberou meus seios com os bicos durinhos, com suas auréulas bem escurinhas, senti seus lábios tocando, lambendo e sugando delicadamente.
Estava em êxtase, sentia minha bucetinha melada, escorrendo de prazer. Quando percebi, estava somente de calcinha, cheia de tesão. Ele tirou suas roupas, quando pude ver aquela pica, linda, grossa, com a cabeça rosada. Me abaixei e comecei a chupar com muita vontade.
Me levantei, tirei minha calcinha e me reclinei no banco de madeira, empinando minha bunda para ele, e com um vigor delicioso, foi me penetrando. Eu gemia baixinho, mas a vontade de gritar era grande. Sua pica entrando e saindo, estava me fazendo sentir um tesão enorme, que delícia.
Ele se sentou no banco e eu subi em cima, começando a cavalgar, esfregando meus seios em seu rosto. Que cena deliciosa, nós dois totalmente nus no jardim da casa.
Sentia sua pica dentro de mim bem lá no fundo, meu corpo começou a tremer, até que não aguentei mais e gozei muito. Não demorou e Guilherme encheu minha bucetinha com seu leitinho quente.
Fomos até o banheiro de fora da casa para tomar um banho e nos limpar e acabamos fudendo mais ainda.
Fomos nos deitar bem de madrugada e antes de ir para meu quarto, dei um longo beijo em Guilherme, para agradecer a noite maravilhosa que ele me proporcionou.
Na manhã seguinte, voltamos para a pequena cidade do interior. A viagem terminou, mas eu retornei diferente. Não pela aventura com Guilherme, mas porque havia redescoberto partes de mim mesma que acreditava ter perdido.
E, ao olhar pela janela do carro enquanto a estrada seguia rumo ao interior paulista, compreendi que, às vezes, as maiores tempestades acontecem dentro do coração, mesmo quando o mar está completamente calmo.
