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Capítulo 9: Domingo na Casa de Praia

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Um conto erótico de John Pensador
Categoria: Heterossexual
Contém 1851 palavras
Data: 30/07/2026 10:55:28
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

Era domingo cedinho quando meu celular vibrou na mesa de cabeceira. Era uma mensagem do meu irmão Carlo: “Bora passar o dia aqui em casa? Praia, churrasco e piscina. Traz a Aline e a Gi, vai ser ótimo!”. Sorri ao ler. Carlo era um pouco mais novo que eu, mas sempre foi o mais extrovertido da família. Forte, bronzeado de tanto sol, ele tinha construído uma vida boa e uma casa de praia aconchegante que todos adorávamos visitar. A casa na verdade era na beira de uma lagoa em uma cidade próxima de Goiânia. Respondi rapidamente confirmando que iríamos. Aline e Giovana, que estavam acordando, ficaram animadíssimas quando contei. Elas já tinham ido algumas vezes antes e amavam o lugar.

Nos arrumamos com calma. Aline escolheu um biquíni preto elegante que valorizava sua pele branca e seus seios fartos, os cabelos pretos ondulados soltos. Giovana optou por um biquíni verde-água que contrastava lindamente com sua pele dourada, destacando o corpo jovem e firme. Eu vesti uma bermuda de banho e uma camisa leve. O trajeto até a casa de praia foi cheio de conversa e música, com as duas cantando juntas no carro. Quando chegamos, o cheiro do interior e o barulho das águas já relaxavam a alma.

Carlo nos recebeu com um abraço forte. Ele era realmente imponente: alto, músculos definidos pelo trabalho e pela academia, pele bem bronzeada. Bruna, sua esposa, veio logo atrás. Ela era um pouco mais velha que Aline, mas ainda muito jovem e atraente — alta, corpo curvilíneo, cabelos castanhos que chegavam aos ombros, um sorriso acolhedor. Cecília, a filha deles, surgiu em seguida. Era da mesma idade de Giovana, branquinha, baixinha, com uma bunda empinada que chamava atenção e seios grandes que os longos cabelos ruivos tocavam. Parecia uma versão mais jovem e delicada da mãe.

As meninas — Giovana, Cecília e Bruna — se juntaram rapidamente, conversando animadas e dando gargalhadas enquanto iam para a área da piscina. Aline se integrou com facilidade, rindo com elas. Carlo e eu fomos para a churrasqueira, abrindo umas cervejas geladas e colocando as carnes para assar. Conversamos sobre trabalho, futebol e como a vida estava correndo. Em determinado momento, olhei para a piscina e o que vi me deixou sem ar.

As quatro mulheres entraram na água juntas, cada uma mais linda do que a outra. Aline com seu biquíni preto, Giovana no verde-água, Bruna em um vermelho vibrante e Cecília com um biquíni branco que destacava sua pele clara e os cabelos ruivos molhados. Os corpos molhados brilhando ao sol, risadas, brincadeiras na água… Meu pau endureceu imediatamente, marcando de forma visível na bermuda. Tentei disfarçar, mas Carlo percebeu e riu baixinho.

— Difícil ver tanta mulher bonita reunida e se controlar, né irmão? — comentou ele, virando uma carne na grelha.

Eu suspirei, ainda olhando.

— Nem me fala…

Carlo baixou a voz, com um tom cúmplice.

— Outro final de semana eu fiquei de pau duro vendo a Cecília de biquíni. A Bruna percebeu, me puxou para o quarto e me pagou um boquete daqueles pra me acalmar.

— Deve ter sido delicioso — respondi, sincero, imaginando a cena.

Carlo riu e deu um gole na cerveja.

— Aline está um espetáculo hoje. Sabe… a gente podia dar um jeito de trocar de esposa um dia desses. O que acha?

A sugestão me pegou de surpresa. Senti uma irritação imediata subir pelo peito — a ideia de outro homem com Aline me incomodava. Mas, ao mesmo tempo, com o pau ainda latejando na bermuda por causa da visão na piscina, o tesão falava mais alto. Não respondi de imediato, apenas dei um sorriso forçado e virei mais uma carne na churrasqueira, o coração acelerado.

O dia ainda estava só começando.

*Início da narração por Aline*

Estava sendo um domingo perfeito. A água da piscina estava na temperatura ideal, o sol brilhava forte e eu me sentia leve, feliz, cercada de mulheres lindas e cheias de energia. Giovana e Cecília conversavam animadas perto de nós, rindo de alguma história da faculdade, enquanto Bruna e eu ficávamos um pouco mais afastadas, encostadas na borda da piscina. Bruna era realmente uma mulher atraente — um pouco mais alta que a filha, corpo curvilíneo, pele clara e aqueles cabelos ruivos na altura dos ombros que davam um ar elegante e sensual ao mesmo tempo. Ela sorria bastante para mim, o olhar demorando um segundo a mais do que o normal.

Enquanto as meninas falavam sobre professores e trabalhos da faculdade, Bruna se aproximou discretamente de mim. Seu corpo roçou no meu debaixo d’água. Senti a mão dela tocar minha coxa, subindo devagar até chegar à virilha do biquíni. Ela era discreta, mas direta. Olhou para Carlo na churrasqueira e ele fez um sinal discreto com a cabeça, como se estivesse autorizando ou encorajando. Bruna sorriu para mim e sussurrou:

— Seu Guilherme está bem animadinho lá na churrasqueira. Não para de olhar para os nossos corpos na piscina. Principalmente para você e para a Giovana…

Aquilo me deu um calor imediato. Saber que Guilherme estava excitado vendo todas nós me deixou com tesão. Eu me aproximei mais de Bruna, nossos corpos se tocando de forma quase inocente para quem olhasse de fora. Minha mão deslizou por baixo d’água até encontrar a parte de baixo do biquíni dela. Comecei a acariciar sua buceta por cima do tecido, sentindo o calor. Bruna fez o mesmo comigo, os dedos habilidosos massageando meu clitóris por baixo do biquíni preto. Nossas respirações ficaram mais pesadas, mas mantivemos o sorriso no rosto, como se estivéssemos apenas conversando.

O tesão foi crescendo rápido. Eu enfiei um dedo por baixo do tecido dela, sentindo a buceta molhada, enquanto ela fazia o mesmo em mim. Acariciávamos uma à outra com movimentos circulares, discretos, mas cheios de desejo. As filhas continuavam conversando e rindo ali perto, completamente alheias ao que acontecia debaixo d’água. Eu mordi o lábio para não gemer. Bruna era boa com os dedos, sabia exatamente como tocar.

Não aguentei ficar só naquilo. Dei um último carinho nela, sorri e saí da piscina. Caminhei molhada diretamente até Guilherme, que estava na churrasqueira com Carlo. Peguei na mão dele sem dizer nada e o puxei para dentro da casa. Assim que entramos em um dos quartos de hóspedes, fechei a porta e o beijei com fome. Guilherme correspondeu, apertando minha bunda, tirando meu biquíni com pressa. Eu estava encharcada — parte da piscina, parte do tesão acumulado.

Nós transamos loucamente. Eu me ajoelhei primeiro, chupando o pau dele com vontade, ainda molhada da piscina. Depois ele me colocou contra a parede, levantou uma das minhas pernas e me fodeu de pé, estocando fundo. Eu gemia alto, sem me importar se alguém pudesse ouvir. Guilherme me virou, me inclinou na cama e meteu por trás, segurando meus cabelos. O sexo foi intenso, rápido e gostoso. Gozei duas vezes antes dele gozar dentro de mim, gemendo meu nome.

Ainda ofegantes, deitados na cama, Guilherme me contou a conversa que teve com Carlo na churrasqueira. A sugestão de trocar de esposa. Eu esperava que ele ficasse irritado — e ele ficou mesmo, no começo. Mas quando terminei de ouvir, senti uma onda de excitação percorrer meu corpo. A ideia era ousada, proibida e extremamente tentadora. Sorri, passando a mão no peito dele.

— E você… o que achou da sugestão? — perguntei, com a voz ainda rouca de prazer.

Guilherme me olhou, dividido entre irritação e tesão. Eu apenas sorri mais, imaginando as possibilidades.

*Início da narração por Giovana*

Fiquei na piscina depois que Aline saiu, sentindo a água fresca contra a pele. O sol estava gostoso nas minhas costas e eu ainda ria de algo que Cecília tinha falado sobre a faculdade. Tia Bruna ficou mais um pouco, conversando comigo, mas logo ela também saiu da piscina, enrolou uma canga no corpo e entrou na casa. Alguns minutos depois, vi Tio Carlo seguir o mesmo caminho, com um sorriso no rosto. Olhei para Cecília, que ainda estava ao meu lado na água, e ela começou a rir baixinho, quase como se soubesse de algo que eu não sabia.

— O que foi? — perguntei, curiosa, nadando mais perto dela.

Cecília olhou para a casa e depois para mim, os olhos brilhando de malícia. Seus longos cabelos ruivos estavam molhados e colados nos ombros, e o biquíni branco marcava bem os seios grandes e aquela bunda empinada.

— Acho que vai rolar safadeza por aí… — disse ela, rindo mais. — Outro dia eu vi meu pai ficando de pau duro quando eu estava de biquíni na piscina. Ele tentou disfarçar, mas era óbvio. Depois minha mãe viu e puxou ele para dentro. Eu espiei um pouco… ela estava pagando um boquete bem caprichado pra ele no quarto.

Fiquei surpresa com a revelação. Meu coração acelerou. Cecília falava com tanta naturalidade sobre os pais dela. Eu me lembrei imediatamente do meu próprio pai e de tudo que tínhamos feito. Tentei manter a expressão neutra.

Cecília se aproximou mais, baixando a voz como se estivesse contando o maior segredo do mundo.

— Sabe… eu sou louca pra ver o pau do meu pai. E pra chupar ele também. Pelo volume na roupa dele, deve ser enorme…

Eu fingi surpresa, arregalando os olhos, mas por dentro meu corpo reagiu imediatamente. Pensei no pau grosso do meu pai, na forma como ele me preenchia, e senti um calor subir entre as pernas.

— Nossa, Cecília… você é bem safada hein — respondi, rindo.

Ela deu de ombros, sorrindo.

— E você? Não sente curiosidade com o seu pai?

Não respondi diretamente. Em vez disso, sugeri:

— Vamos seguir os adultos e ver o que eles estão fazendo?

Nós duas saímos da piscina devagar, enrolamos as cangas e caminhamos pé ante pé até a casa. O coração batia forte no peito. Quando chegamos perto do corredor interno, ouvimos gemidos baixos. Tio Carlo estava comendo tia Bruna em pé, contra a parede. Ele metia com força, segurando a cintura dela, enquanto tia Bruna gemia baixinho. Os dois olhavam para dentro de um dos quartos — provavelmente onde meu pai e Aline estavam. A cena era extremamente excitante.

Cecília e eu nos escondemos atrás de uma coluna, as mãos descendo discretamente para dentro dos biquínis. Começamos a tocar nossas próprias bucetas, respirando pesado enquanto assistíamos. Eu estava encharcada. Depois de alguns minutos, não aguentei mais.

— Vem comigo — sussurrei para Cecília. — Tem um quartinho de hóspedes aqui perto da piscina.

Nós duas corremos até o quartinho, fechamos a porta e caímos na cama. Tiramos os biquínis com pressa. Eu deitei de costas e puxei Cecília por cima de mim, na posição 69. Comecei a chupar a buceta dela, que era pequena, rosada e molhada. Ela fez o mesmo comigo, a língua habilidosa circulando meu clitóris. Gemíamos contra as intimidades uma da outra, nossos corpos jovens se contorcendo de prazer. Gozamos quase ao mesmo tempo, tremendo e apertando as coxas ao redor da cabeça uma da outra.

Depois ficamos abraçadas, rindo baixinho, o corpo ainda formigando.

— Isso foi muito melhor do que eu imaginava… — murmurou Cecília.

Eu sorri, pensando que esse domingo na praia estava sendo muito mais interessante do que esperava.

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