Depois do tio, do cunhado e do chefe, eu descobri que o tesão vinha também da diferença. Do homem que nunca teria chance. Comecei a deixar a porta mais fácil de abrir. E a boca mais suja.
O Mendigo
Era terça de manhã. Roberto tinha saído. Eu estava de vestidinho curto quando a campainha tocou. Abri e vi ele: sujo, barba por fazer, cheiro forte de rua. Pediu esmola.
Eu olhei alguns segundos a mais e falei:
— Entra. Eu te dou alguma coisa melhor que dinheiro.
Ele entrou. Fechei a porta. O cheiro dele encheu a sala. Eu me aproximei, passei a mão no peito sujo e desci até a calça.
— Quanto tempo faz que você não fode uma mulher de verdade? Fala.
Ele engoliu em seco. Eu apertei o pau por cima do tecido.
— Tira essa porra e me mostra. Quero ver se ainda funciona.
Puxei o zíper, tirei o pau sujo e grosso e segurei.
— Olha só… ainda endurece. Que delícia de pau fedido. Posso limpar?. Tá dando agua na boca..hum
Me ajoelhei e engoli fundo, gemendo com a boca cheia. Depois tirei, baba escorrendo, e falei olhando pra cima:
— Agora você vai me foder. Levanta essa puta e enfia esse pau sujo em mim até o fundo. Mete com força, caralho.
Me virei de quatro no sofá, levantei o vestidinho e abri a bundinha com as duas mãos.
— Enfia. Me fode. Usa essa buceta casada, vagabundo. Quero sentir seu pau fedido me abrindo.
Ele meteu com fome. Eu gemia alto:
— Isso… mais forte… me fode como se eu fosse puta de esquina… enfia tudo… quero gozar no seu pau sujo…
Gozei escorrendo. Ele gozou dentro. Eu ainda de quatro, ofegante, falei:
— Nem vou tomar banho. Quero sentir sua porra descendo na minha coxa o dia inteiro.
O Entregador de Pizza
Sexta à noite. Pedi pizza de propósito. Abri a porta de camisola fina, sem nada por baixo. O entregador era jovem, magro.
— Boa noite, a pizza…
Eu sorri e falei:
— Entra. Eu tô com uma fome diferente.
Ele entrou. Eu coloquei a caixa na mesa, me virei e levantei a camisola até a cintura.
— Olha essa buceta. Já tá pingando só de imaginar seu pau. Quer foder a cliente?
Puxei o short dele, segurei o pau duro e falei:
— Enfia esse pau em mim agora. Me fode em pé. Quero sentir você gozar dentro da casada.
Sentei na mesa, abri as pernas e puxei ele pela camisa.
— Mete. Me fode gostoso. Usa essa puta. Enfia fundo e me faz gozar no seu pau de novinho.
Ele meteu. Eu gemia sem vergonha:
— Isso… mais forte… me fode… quero que você me encha… goza dentro, caralho… enche a buceta da puta…
Gozei na mesa. Ele gozou dentro e saiu quase correndo. Eu fiquei escorrendo, falando sozinha:
— Mais um pau. Mais uma porra escorrendo.
O Limpador da Piscina
Toda quarta ele vinha. Eu passei a ficar de biquíni fio dental. Naquela manhã tirei o top na frente dele e falei:
— Para de fingir que não tá olhando. Vem cá e me fode.
Ele veio até a beira. Eu entrei na água, puxei o short dele e segurei o pau grosso.
— Olha esse pau. Quero ele dentro de mim agora. Me fode na piscina. Enfia tudo.
Me virei, levantei a bunda pra fora d’água e abri.
— Mete. Me fode com força. Usa essa puta casada. Quero sentir seu pau me abrindo enquanto a água bate.
Ele meteu. Eu gemia alto:
— Isso… mais fundo… me fode… tapa essa bunda… me faz gozar no seu pau…
Gozei gemendo. Ele gozou dentro. Eu fiquei flutuando, o biquíni de lado, e falei:
— Deixa a porra escorrer na água. Quero nadar com seu leite dentro de mim.
O Mecânico
O carro quebrou. O mecânico veio. Mãos pretas de graxa, cheiro de óleo. Eu abri a porta de shortinho e falei logo:
— Pode olhar o motor… e depois pode olhar outra coisa.
Enquanto ele estava abaixado, passei a mão na coxa dele e subi até o pau.
— Tá duro já? Que delícia. Quero esse pau sujo de graxa me fodendo.
Puxei ele pra dentro da garagem, abaixei o shortinho e abri a bunda no capô.
— Enfia. Me fode. Suja essa puta de graxa e de porra. Mete com força, mecânico.
Ele meteu com as mãos sujas. Eu gemia:
— Isso… me fode… marca minha pele… usa essa buceta… quero sua porra escorrendo nas minhas coxas…
Gozei apoiada no carro. Ele gozou nas minhas costas. Eu passei o dedo na porra e chupei, olhando pra ele:
— Gostoso. Agora limpa o pau na minha boca.
O Jovem Testemunha de Jeová
Sábado de manhã. Dois jovens de terno. O mais novo era bonito. Eu abri a porta de vestidinho curto e falei só pra ele:
— Entra. Eu tenho umas dúvidas… bem pecaminosas.
Ele entrou. Começou a falar de Deus. Eu me sentei na frente dele, abri as pernas e levantei o vestido.
— Para de pregar. Olha essa buceta. Já tá molhada só de te ver de terno. Quer foder uma pecadora?
Me ajoelhei, abri a calça dele e tirei o pau duro.
— Que pau bonito pra quem prega pureza. Vou chupar até você esquecer a bíblia.
Chupei fundo, gemendo. Depois subi no colo dele, enfiei o pau dentro de mim e balancei.
— Me fode. Enfia esse pau de santinho na puta casada. Goza dentro. Me enche de pecado.
Ele gozou rápido, gemendo. Eu continuei me mexendo e falei no ouvido dele:
— Isso… goza mais… me fode até o fim… sua puta agradece o leite…
Quando ele saiu, a gravata torta e a cara vermelha, eu fechei a porta e fiquei encostada, ainda latejando, sorrindo:
— Mais um.
Qualquer campainha agora era convite.
E eu abria a perna junto com a porta.
