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DOMINADOR LUCAS: O DOMINADOR E A CORNA SUBMISSA MAIS MANSA - PARTE 2

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Um conto erótico de @dominador_lucas
Categoria: Heterossexual
Contém 2446 palavras
Data: 29/07/2026 23:07:49
Última revisão: 29/07/2026 23:22:36

Oi, minha puta leitora, voltei para a segunda parte rs. Insta: @dominador_lucas, chama lá no sigilo, não sigo de volta nem nada. Leia o conto anterior, pois esse começa de onde o outro terminou. Você me pertence aqui, minha puta leitora. Vai gozar quando eu determinar que é o momento.

Ao acordar pela manhã no dia seguinte, não vi Mia na cama. Escovei meus dentes, arrumei o quarto e fui para a cozinha, de onde vinha a voz de Mia cantando. Cheguei e a vi dançando de forma leve enquanto preparava o café. Eu fiquei parado um pouco incrédulo com a naturalidade com que ela estava tratando tudo que aconteceu. Pensei que haveria algum tipo de ressaca moral, mas não pude notar qualquer resquício disso.

─ Oi, amor!! Que bom que acordou, meu gostoso!! Preparei nosso café. ─ Disse Mia vindo me beijar enquanto eu estava na porta.

─ Oi, meu amor. Que delícia de café da manhã, muito obrigado. Você está bem? ─ Perguntei ainda incrédulo.

─ Claro, amor. Você está? Parece meio estranho. Aconteceu algo?

─ Não, não. Estou bem. Vamos comer, minha gostosa.

─ Sim, meu gostoso. Você precisa estar bem alimentado para fazer suas atividades, meu amor.

Eu sabia que Mia estava falando sobre Gaby e foi o gatilho que eu precisava. Meu tesão foi nas alturas naquele momento. Tomamos café enquanto meu pau estava pulsando de tão duro o tempo inteiro. Terminamos nossa refeição e olhei firme para Mia.

─ Que atividades? ─ Perguntei a encarando e me levantando.

─ Não entendi, amor. ─ Respondeu Mia lambendo levemente os lábios.

─ Você disse que eu deveria me alimentar bem para fazer minhas atividades. ─ Falei pegando nos cabelos da nuca da minha corna. ─ De que atividades estava falando, minha chifruda?

─ Aaiii, meu dono!! Assim, fico toda mole. Você sabe do que eu estava falando, meu dono.

─ Eu mandei você falar! ─ Me inclinei por trás de Mia e toquei na buceta da minha corna mansa.

─ Da sua Gaby! Aaiii!! ─ Gemeu Mia com a buceta molhada.

─ Isso mesmo!! Você não vai gozar, sua corna mansa!! Vai ficar aqui cheia de tesão e se tocando enquanto eu vou lá comer o cú de uma novinha de dezenove anos e volto pra você mamar meu pau, entendeu, chifruda?! ─ Falei tocando forte na buceta molhada de Mia enquanto ela ficava de olhos fechados e arrepiando sua pele macia.

─ Aaaiiiii!! Sim, meu dono!! Como você mandar!! Eu sou sua!! Aahhh!!! Aaiiii, donooo!!! ─ Disse Mia gemendo.

Tirei os dedos da buceta de Mia, os lambi em sua frente e depois a beijei com vontade entrelaçando nossas línguas para que sentisse o próprio gosto.

─ Hoje, eu não tenho hora para voltar, minha corna. Vou trair você com a Gaby o dia inteiro, voltar só depois que me acabar naquela vagabunda gostosa. Enquanto isso, você me espera como uma boa corna mansa. E, pra reforçar, eu não permito que você goze, entendeu? ─ Falei de forma natural e calma.

─ Sim, meu dono. Eu agradeço por me trair dessa forma tão explícita e fico muito feliz que esteja gozando muito com outra mulher se importando única e exclusivamente com seu prazer.

─ Essa é minha corninha!! Tão compreensiva e submissa como deve ser! ─ Disse antes de beijar novamente Mia.

Fui me arrumar e, em poucos minutos, estava pronto para sair de casa e ir encontrar com minha submissa novinha e puta.

Antes de ir para o apartamento de Gaby, passei no shopping, que era no caminho, para pegar um presente para Mia. Gaby já me esperava acordada, mas ainda em sua cama. Ela já tinha autorizado minha entrada previamente com a portaria. Subi de elevador e vi uma mensagem de Mia.

─ Chegou bem, meu dono?

─ Sim, minha chifruda. Agora vou foder muito com minha submissa. Mais tarde falamos, corninha.

─ Divirta-se muito, meu amor.

Entrei no apartamento da minha submissa. Fui até o quarto e, chegando lá, tive uma visão maravilhosa: Gaby deitada dormindo nua de ladinho com a bunda virada para a porta. Eu fiquei maluco e fui andando até ela enquanto tirava minha roupa. Meti a mão na bunda da minha vagabunda gostosa.

─ Aaiii, donoo!! Que susto!! ─ Disse Gaby acordando. ─ Apesar de saber que viria, não estou acostumada a ter alguém invadindo meu quarto pela manhã. Rs.

─ Quero você, minha vadia!! Vai se acostumar com meu pau invadindo todos os seus buracos o tempo inteiro!! ─ Falei antes de beijar Gaby com vontade.

Coloquei meus dedos na buceta molhada de Gaby, que gemeu, e fui abrindo suas pernas.

─ Dono, estou sensível da noite passada. Minha buceta está inchadinha.

Apertei seu rosto.

─ Eu quero comer você agora. Você me pertence!

─ Aaiii!! Sim, meu dono!! Não aguento quando fala assim comigo. ─ Disse minha puta gemendo.

Pincelei a cabeça do meu pau na entrada daquela xota deliciosa e enfiei. Estávamos ainda de lado, mas, aos poucos, fui subindo sobre Gaby. Sem pena, soquei com força na puta de bruços enquanto ela agarrava forte o lençol.

─ Aaahhh!! Aaahhhh!! Isso, dono!! Aaaiii!! Usa sua puta!!

─ Só minha!! Aahhh!! Vou encher logo essa buceta!!

─ Enchee!! Me faz toda sua!!

─ Toma leite dentro, meu depósito de porraa!!! Aaahhhh!!! ─ Enfiei fundo e jorrei dentro de Gaby.

─ Aaaiiii!! Tô gozando, donoooooo!! Aaaahhhhh!! ─ Disse Gaby rebolando e empinando ainda mais aquela bunda deliciosa enquanto se acabava no meu pau grosso.

Ficamos na cama nos curtindo por cerca de meia hora.

─ Vem, vamos sair desse quarto um pouco. ─ Falei.

─ Quer ir pra sala, meu gostoso?

─ Não, eu quero sair desse apartamento.

─ Quer ir onde, dono?

─ Pra minha casa, quero comer você lá.

─ Lucas, você enlouqueceu!! ─ Disse Gaby de olhos arregalados.

─ É claro que não!! Rs.

─ Sua esposa vai estar lá?

─ Vai sim.

─ Sério, você é completamente maluco. Rs.

─ Confia em mim, minha gostosa.

─ Impossível confiar!! Você está se ouvindo? Rs. ─ Questionou Gaby com cara de quem não acreditava na proposta que estava recebendo.

Beijei a boca de Gaby.

─ Anda! Coloca uma roupa e vamos!

─ Lucas, eu acho...

─ Faz o que estou mandando, submissa do dono!! Agora!! ─ Falei apertando o rosto da minha puta interrompendo sua fala.

─ Aaiii. Sim, meu dono. ─ Respondeu Gaby indo se arrumar. ─ O que devo vestir?

─ Vista-se como uma prostituta de esquina, roupa curta, sem sutiã nem calcinha.

─ Como quiser, meu dono.

Gaby vestiu uma saia jeans bem curtinha, um top e uma jaqueta jeans também. Estava mais gostosa do que nunca. Pegamos o elevador e o porteiro ficou maluco olhando enquanto minha puta passava. Entramos no carro e fomos para minha casa sem minha corna mansa saber.

Mia se surpreendeu ao me ver entrando pela porta de nossa casa.

─ Amor, eu pensei que você ficaria o dia inteiro com sua... ─ Dizia Mia quando viu Gaby entrando comigo.

─ Pois é, corna, eu iria comer a minha puta gostosa o dia inteiro no apartamento dela, mas mudei de ideia. Quero comer ela na nossa cama. Algum problema, minha chifruda?

Notei Mia fechando os olhos brevemente e apertando as coxas dando sinais de excitação extrema. Sim, minha puta leitora, o outro fetiche de Mia era set humilhada por mim além de ser feita de corna mansa.

─ Aahh!! Problema algum, meu amor. Seja bem-vinda, Gaby. Ouvi falar muito de você e é realmente linda como meu marido disse.

─ Já que gostou tanto, cai de boca na buceta da minha puta gostosa, sua corna! ─ Ordenei de forma firme.

─ Sim, meu dono. ─ Disse Mia.

─ Dono, eu nunca fui chupada por uma mulher na vida. ─ Falou Gaby.

─ Bom, hoje você terá uma nova experiência, minha vadia gostosa. Sobe sua saia até a cintura e se senta no sofá de pernas abertas.

─ Sim, dono. ─ Respondeu Gaby fazendo o que mandei.

A corna apenas olhava até que peguei ela pelos cabelos da nuca e a guiei até a frente do sofá enquanto Mia gemia de tesão.

─ Ajoelha, corna.

─ Aaii!! Como quiser, meu dono. ─ Disse Mia ajoelhando e indo com a cabeça entre as pernas de Gaby.

A buceta de Gaby estava ainda molhada de porra e mel da transa que tivemos antes de irmos para a minha casa.

─ Calma, minha chifruda. Sinta o aroma que brota dessa buceta inchadinha e molhada.

Mia fechou os olhos e sentiu o cheiro forte de sexo que brotava de Gaby. A corna não se conteve e começo a se masturbar por baixo do vestido sem calcinha que usava.

─ Você vai gozar quando eu mandar! ─ Falei firme ainda segurando os cabelos da corna.

─ Aaaiii!! Sim, meu dono!! Eu obedeço completamente às suas ordens.

─ Que bom, mansa. Pode cair de boca agora. ─ Disse soltando Mia.

Ela não esperou duas vezes e beijou a buceta de Gaby sem receio algum. Um beijo de língua, como se fosse em uma boca que queria muito beijar. Mia não era bissexual, mas a excitava fazer tudo que eu mandasse e amava ser humilhada. A mão de Mia ainda tocava sua própria buceta, mas se contendo para evitar um orgasmo antes da minha permissão.

─ Aaahhhh!! Aaahhhh!! Donooo, que delíciaaa!! Aaiiii!! Como é gostoso!! ─ Dizia Gaby de olhos fechados enquanto rebolava na boca de minha esposa segurando a cabeça da corninha.

Mia estava devorando deliciosamente a buceta de Gaby e eu me masturbava sentado no outro sofá assistindo àquela cena maravilhosa.

─ Aahhh!! Aaahhhh!! Posso gozar, donoo?! Tô quaseee!! Aaahhhh!! ─ Perguntou Gaby entre gemidos e reviradas de olhos tentando se segurar o máximo que conseguia.

─ Pode, minha vadia gostosa!! Enche a boca da minha corninha de mel!!

─ Aaahhhh!!! Me chupaaaa, corninhaaa!! Aaaiii!! Tô gozandoooo!! ─ Gemeu alto Gaby segurando forte a cabeça de Mia enquanto perdia totalmente qualquer vergonha que ainda a segurasse até ali.

Gaby havia se soltado e gozado muito forte na boca da minha corna. Minha puta estava de pernas bambas sentada de pernas abertas quando Mia retirou os lábios de sua buceta e limpou a boca toda melada com sua mão.

─ Me chupa agora, minha corna. Quero gozar na sua boca também.

─ Sim, meu amor. ─ Falou Mia se aproximando de mim e abocanhando meu pau grosso.

─ Issooo!! Aahhh!! Delícia de boca, minha chifruda gostosa!! Vou gozar!! Aaahhhh!!! ─ Gozei forte empurrando a cabeça de Mia contra meu pau duro fazendo-a engasgar e engolir toda a porra que jorrei.

─ Obrigada por usar minha garganta para o seu prazer, meu dono. Aaiii! Estou muito excitada, mas aguardarei ansiosa sua permissão para que eu possa gozar.

─ Vai esperar mesmo e aqui na sala. Gaby e eu vamos para o nosso quarto, para a nossa cama. Isso mesmo, mansa. A cama onde você e eu dormimos toda a noite, hoje será usada para eu foder o cú da minha vagabunda novinha. ─ Falei puxando Gaby pela mão em direção ao meu quarto enquanto Mia apenas concordava com tudo que eu dizia.

─ Meu cú, dono? ─ Questionou Gaby meio surpresa durante o trajeto de poucos passos até o quarto. ─ Faz um tempo que não faço anal. Seu pau é grosso, meu gostoso.

─ Você vai se sair muito bem e, além disso, eu vou com calma. ─ Puxei Gaby a beijando e tirando sua roupa e ela a minha.

Nos beijamos um pouco, meu pau estava melado do boquete de Mia, a cama toda arrumada e eu coloquei Gaby de lado de costas para mim. Coloquei a cabeça do meu pau na porta do cuzinho apertado de Gaby e forcei.

─ Aaiii, dono...

─ Calma, minha vadia gostosa. Você precisa relaxar. ─ Falei colocando a mão na buceta da minha puta e a tocando bem gostoso sem parar de forçar meu pau naquele cuzinho delicioso.

─ Huumm... aaiii, meu dono. ─ Minha gostosa gemia de tesão e sentindo sua bucetinha muito sensível das atividades que fizemos.

─ Viu, minha delícia, já entrou bastante. Tá gostoso?

─ Aahhh!! Tá sim, dono! Aaiii.

Segui forçando sem parar de tocar em Gaby, que cada vez relaxava mais seu cuzinho apertado. Enfim, entrou tudo. Fiquei para dentro de Gaby só curtindo ela apertar meu pau. Naquele momento, percebi os gemidos de Mia vindos da sala. A corna estava amando ter uma novinha puta fodendo comigo em nossa própria cama. Continuei tocando Gaby, que já rebolava.

─ Quer pau, né, minha puta gostosa?!

─ Aaiii, donoo! Eu queroooo!!

Segurei na cintura de Gaby e comecei a me movimentar. Eu estava maluco, meu pau muito inchado, tão inchado que nem parecia que eu tinha acabado de gozar na garganta da minha corninha mansa. Aos poucos, fui bombando mais forte no cú de Gaby, que já tocava em sua buceta com vontade olhando pra trás e me beijando.

─ Aahhh!! Aahhh!! Isso, donooo!!! Soca na tua vadia!! Aahh!!!

─ Caralhoo!! Que cuzinho delicioso, porraaaa!! Já vou gozar, vadia suja do dono!!

─ Encheee!! Enche o cú da sua vagabunda de leitee!! Aaaiiii!! Mete, meu donoo gostosooo!! Posso gozar junto com você??

Não aguentei mais, eu precisava gozar.

─ Pode gozar comigo!! Toma leite, minha vadiaaaa!! Aaahhh!! ─ Empurrei fundo no rabo delicioso de Gaby e enchi de porra.

─ Aaaiiiii, que pau grosso, donoooo!! Tô gozandoooooooo!! Aaahhhhhh!!! ─ Gaby gozou forte sentindo uma leve dorzinha no cú pelo inchaço do meu pau e esguichou bastante no lençol que Mia havia trocado naquela mesma manhã por ordem minha.

Sim, eu mandei Mia trocar o lençol já planejando levar Gaby até nossa casa. Eu ouvi Mia gemendo da sala.

─ Pode gozar, corna mansa do dono!!!

─ Aaahhhhhhhhh!!! Gozando, donooo!! Aaahhh!! Obrigadaaa!! Aaaiii!! Que delíciaaa!! ─ Gemeu Mia gozando na sala sabendo que seu marido estava com outra em sua cama.

Todos ficamos acabados. Gaby e eu nos curtimos um pouco mais até que levantei e fui até a sala. Mia estava deitada no sofá totalmente nua. Me aproximei, ela sorriu, me ajoelhei e a beijei com vontade.

─ Você gostou, minha delícia? ─ Perguntei.

─ Nossa, eu adorei, amor. Foi tudo muito gostoso desde ontem à noite.

─ Eu também adorei, minha gostosa. Mas você nem notou que entrei com algo em casa.

─ Notei sim, o "algo" está deitada na nossa cama cheia de porra sua. Rs. ─ Respondeu ela brincando.

─ Rs. Mas além dela.

─ Não notei não, amor.

─ Aqui, um presente para você. ─ Peguei uma sacola de papel no chão perto da porta.

─ Aaiii, adoro presentes!! ─ Disse Mia pegando a sacola com um sorriso no rosto.

─ Não sei se vai gostar tanto desse, mas eu vou! Rs.

Mia fez uma cara de desconfiança e abriu a sacola retirando seu presente.

─ O que é isso, amor?

─ É um cinto de castidade! Rs. Quando eu sair para trair, você vai ficar usando.

─ Dono!! Não precisa!!

─ Eu sei que não, mas vai ser ainda mais divertido. Rs.

─ Só se for pra você! Rs.

─ Foi exatamente o que eu disse.

Nos beijamos e fui foder a buceta da corna, porque corna mansa também precisa levar pau, mesmo que seja o pau do marido melado de outra mulher!!

Agora você pode gozar, minha puta leitora. Sei que segurou até aqui. Então, goza, minha vagabunda gostosa!! Que delícia terminar mandando em você. Até o próximo conto. Beijos do dono.

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