Minha amiga se tornou a minha melhor puta
Fazia quase um ano que eu e Dani não nos víamos. Morávamos no México, mas em cidades diferentes, e aquele ano tinha sido longo: muito trabalho, burocracias, a vida adulta separando dois amigos que já tinham compartilhado muito mais do que apenas risadas e cervejas.
Já tínhamos transado algumas vezes antes, mas sempre entre encontros casuais, nada planejado. Até que surgiu aquela viagem para Zacatecas.
Era um sábado de cinco anos atrás. Pegamos meu carro e metemos a cara na pista durante três horas até chegar naquela cidade famosinha no México por ser colonial, com suas ruas de paralelepípedo e arquitetura que parecia parada no tempo.
O dia foi perfeito: barzinhos, tequila, música nos mercados, conversas sobre tudo e nada. À noite, achamos uma discoteca meio suspeita, com um ar de perigoso que só deixou o clima mais excitante.
Éramos os únicos estrangeiros, olhados por todos, mas isso nos deu uma adrenalina gostosa. Bebemos demais, dançamos, rimos. Dani estava deliciosa — loirinha, magrinha, aqueles 1,50m de pura safadeza contida. Ela ficava mais solta quando bebia, e naquela noite ela estava radiante, feliz, me provocando com olhares de quem sabia exatamente o que ia acontecer.
Chegamos no hotel por volta da uma da manhã, depois de nos divertirmos muito, embriagados e com o tesão à flor da pele.
O hotel era bem clássico, no centro histórico, e nosso quarto dava para um corredor interno. Nem precisamos de preliminares.
Entramos no quarto e eu já a joguei na cama, mostrando o volume do meu caralho duro na minha calça. Ela sentiu, pegou por cima do tecido, e sorriu daquele jeito de putinha que eu conhecia bem.
— Tá duro para mim, né? — ela perguntou, a voz arrastada pelo álcool.
— Tá duro pra foder essa sua buceta gostosa — eu respondi, tirando a camisa.
Ela ainda estava de roupa, mas eu sabia que estava preparadíssima. Comecei beijando-a, chupando aqueles peitos médios com bicos claros, quase rosados, que endureciam na minha boca. Mas Dani amava mamar, e logo ela se aproveitou, descendo a boca até a minha cintura, tirando meu caralho e babando naquela rola que ela não via há tempos.
— Que saudade dessa pica — ela gemeu, olhando pra cima com aquela cara de safada que só ela tem quando quer dar, enquanto engolia metade do meu pau.
Ela chupava com vontade, usando a língua para circular na cabeça, depois descia até engasgar, saliva escorrendo pelo queixo. Eu segurava a cabeça dela, guiando o ritmo, gemendo alto.
— Isso, sua puta... chupa gostoso... chupa essa rola toda...
Tirei a roupa dela — não lembro da cor da calcinha, só sei que ela estava molhada, pronta, a buceta depilada com aqueles poucos pelos na base, linda, convidativa. Comecei a bombar nela de frente, sentindo aquela buceta quente e apertada me envolvendo. Ela gemia, arqueando as costas, os peitos balançando a cada estocada.
— Mais forte... me fode mais forte...
Virei ela de quatro, vendo aquela bunda média, durinha, perfeita. Meti com força, socando fundo, fazendo a cama bater na parede. Ela gritava, sem vergonha, sem pudor:
— Ahhhh! Que delícia! Não para! Não para, por favor!
Depois ela cavalgou em mim, rebolando gostoso, os peitos na minha cara enquanto eu apertava aquelas nádegas duras. Ela tremia na pica, gemendo em cima de mim, a buceta apertando meu caralho em espasmos.
Mas o melhor estava por vir. Coloquei ela de quatro novamente, e a transição para o cu foi natural — ela amava dar o cu, estava sedenta por isso. Coloquei a cabeça na entrada, empurrei devagar, sentindo aquela pressão gostosa. Ela gemiu alto, uma voz trêmula, misto de dor e prazer.
— Ahhhh... mete... mete no meu cu...
Comecei a socar, aumentando o ritmo, vendo meu caralho sumir naquele cu lindo. Foi quando eu vi. A cortina estava levemente aberta, dando para ver o corredor. E lá fora, havia sombras — duas pessoas, talvez funcionários do hotel, talvez hóspedes, paradas por uns cinco minutos, ouvindo tudo, tentando ver algo pela fresta. Quando chegamos já havia gente no pátio interno conversando, mas estávamos com tanto tesão que só queríamos foder e nem notamos que a cortina estava aberta.
Mas eu não falei nada. Queria que ela continuasse sentindo bem safada, queria que ela gritasse como a putinha que ela era. E ela não me decepcionou.
— Fode meu cu! — ela gritava, a voz trêmula de tesão. — Fode gostoso! Não para! Que delícia!
Eu batia na bunda dela, deixando vermelha, marcando aquela pele clara. Ela pedia mais forte, gemia, tremia na minha pica.
— Toma! Toma no cu, sua vadia! — eu gritei, sabendo que estavam ouvindo do lado de fora.
— Ahhhh! Sim! Me fode! Me fode o cu!
Senti o gozo subindo, minhas bolas contraídas, a pressão no meu caralho.
— Tô gozando! Vou encher seu cu de porra!
— Que delícia! — ela gritou, olhando pra trás com cara de puta satisfeita.
Gemi alto, com voz forte de macho, jorrando dentro do cu dela, enchendo, sentindo a porra quente escorrendo. Fiquei parado, ofegante, ainda enterrado nela, vendo o líquido branco escorrer pelas coxas.
Depois, tomamos banho juntos. Ela estava feliz, satisfeita, aquela transformação incrível de pessoa calma para putinha insaciável. Ela dormiu rapidamente, exausta, enquanto eu deitava ao lado, meu caralho voltando a ficar duro só de olhar para aquela bunda durinha, de conchinha, sonhando com a próxima vez.
Do lado de fora, no corredor, só o silêncio. Mas eu sabia que alguém tinha ouvido Dani se tornar a minha melhor puta.
Se estivéssemos hoje em Zacatecas faríamos tudo novamente. Que saudades daquele cu.
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