A semana passou devagar, quase arrastada. Cada dia no escritório parecia mais longo que o anterior. Eu me pegava olhando o celular o tempo todo, esperando mensagens de Giovana contando como estava sendo a faculdade. A casa estava silenciosa demais sem ela. Aline tentava me distrair, mas eu sentia claramente a falta da presença da minha filha — dos risos, das conversas, do jeito como ela preenchia os espaços. E, por baixo de tudo isso, ainda havia aquela sensação estranha no peito. O que tínhamos feito no fim de semana anterior me deixava dividido. Parte de mim se sentia culpado, quase sujo, por ter cruzado aquela linha com Giovana. Outra parte, porém, não conseguia parar de pensar nisso.
Aline foi meu porto seguro durante aqueles dias. Uma noite, depois do jantar, eu desabafei enquanto estávamos no sofá. Ela me ouviu com calma, acariciando meu braço.
— Eu entendo você se sentir estranho, amor. É normal. É um tabu enorme. Mas Giovana é adulta, ela quis tanto quanto nós. E o que sentimos quando estamos juntos… é amor, desejo, cumplicidade. Não precisa ter vergonha do que te excita.
As palavras dela me acalmavam. Aline tinha uma forma de normalizar tudo sem tirar a gravidade. Ela me beijou devagar e me lembrou que, no final das contas, o que importava era que nós três estávamos felizes e conectados. O beijo foi ficando mais profundo, as mãos dela descendo pelo meu peito até alcançarem o cós da minha calça. Em poucos minutos estávamos no quarto, pelados na cama. Aline se posicionou de quatro, empinando a bunda branca e perfeita para mim. Peguei o consolo que ela adorava — grosso, com vibração — e lubrifiquei generosamente.
Ajoelhei-me atrás dela e comecei a lamber seu cuzinho com calma, circulando o anel apertado com a língua enquanto enfiava o consolo devagar na buceta molhada. Aline gemeu alto, empurrando a bunda contra meu rosto. Eu alternava: enfiava o consolo fundo na boceta dela e retirava quase todo, repetindo o movimento ritmado, enquanto minha língua penetrava e lambia seu cu com fome. O gosto e o cheiro dela me deixavam louco. Aline rebolava, pedindo mais, a voz rouca de prazer.
Aumentei o ritmo, estocando o consolo com mais força na buceta enquanto chupava e lambia o cuzinho dela sem parar. Aline gozou intensamente, o corpo tremendo, o cu piscando contra minha língua e a buceta apertando o brinquedo. Eu continuei o movimento até ela relaxar, ofegante e satisfeita, antes de puxá-la para meus braços e beijá-la com carinho. A conexão entre nós estava mais forte do que nunca.
Finalmente, na sexta-feira à noite, Giovana voltou para casa. Assim que ela passou pela porta, eu a abracei forte, sentindo o cheiro familiar dela. Aline se juntou ao abraço e ficamos ali por um bom tempo. Durante o jantar, Giovana estava radiante. Contou tudo sobre a primeira semana: as aulas de programação, os professores, o campus, como estava gostando da kitnet. Falou também sobre os colegas e, com um brilho especial nos olhos, mencionou a Camila.
Mais tarde, quando eu estava no escritório terminando um relatório, Giovana e Aline ficaram sozinhas na sala. Eu não pretendia ouvir, mas a porta entreaberta deixou a conversa chegar até mim.
— Aconteceu uma coisa na primeira semana… — começou Giovana, a voz mais baixa. — Conheci uma menina chamada Camila. A gente fez um trabalho juntas e… acabamos transando. Foi muito bom.
Aline riu baixinho, claramente feliz.
— Que ótimo, Gi! Fico feliz que você tenha encontrado alguém. Ela te fez gozar bastante?
Ouvi Giovana rir, um pouco envergonhada.
— Sim… bastante. Ela é bem safada.
A conversa seguiu para detalhes que me deixaram excitado e um pouco atordoado ao mesmo tempo. Depois de um tempo, o clima entre elas mudou. Eu me aproximei discretamente do corredor e observei de longe. Aline tinha deitado Giovana no sofá e estava entre as pernas dela, chupando com devoção. Os gemidos baixos da minha filha enchiam a sala. Aline usava a língua e os dedos com maestria, fazendo Giovana gozar uma, duas, três vezes, o corpo dela se contorcendo de prazer. Eu fiquei ali, assistindo escondido, o pau duro na calça, sem interromper o momento delas.
Mais tarde, já de noite, as duas resolveram ir para a piscina. Eu terminei o que estava fazendo e fui me juntar a elas. Quando cheguei à área externa, vi apenas Aline dentro da piscina. Ela estava com os olhos fechados, encostada na borda, gemendo baixinho, a cabeça inclinada para trás. A cena era extremamente sensual. Alguns segundos depois, Giovana emergiu da água bem entre as pernas de Aline, o cabelo molhado colado no rosto, com um sorriso safado nos lábios. Ela tinha mergulhado e estava chupando a buceta de Aline debaixo d’água.
Giovana olhou diretamente para mim, os olhos brilhando de desejo.
— Vem, pai… se junte com a gente.
A água da piscina refletia as luzes suaves do jardim. Meu coração acelerou. A saudade, o desejo e aquela mistura estranha de emoções me puxavam para elas. Dei um passo à frente, tirando a camisa. Aline sorriu para mim com aquele olhar cúmplice e sensual, enquanto Giovana me observava com os olhos brilhando. Sentei na borda da piscina, com as pernas dentro da água, meu pau já completamente duro apontando para cima. As duas se aproximaram nadando, os corpos molhados brilhando sob as luzes.
Aline e Giovana não perderam tempo. Elas se posicionaram entre minhas pernas e começaram um boquete duplo delicioso. Línguas quentes lambiam toda a extensão, uma chupando a cabeça enquanto a outra sugava as bolas. As mãos delas faziam carinho constante nas minhas bolas, apertando de leve, massageando. Eu gemia baixo, segurando os cabelos molhados delas. O prazer era intenso demais. Não demorou muito para eu gozar forte, jatos quentes espirrando na boca das duas, que compartilharam tudo, lambendo e se beijando com meu gozo entre os lábios.
Aline olhou para Giovana com um sorriso safado e disse baixinho:
— Hoje você vai chupar esse pau até ele endurecer na sua boca. É maravilhoso.
As duas me puxaram para uma espreguiçadeira larga e confortável. Eu me deitei de costas. Aline subiu imediatamente, sentando sua buceta molhada bem na minha boca. Comecei a chupá-la com vontade, a língua circulando o clitóris e penetrando fundo. Ao mesmo tempo, Giovana se ajoelhou entre minhas pernas, pegou meu pau ainda sensível e começou a chupar com dedicação, lambendo e sugando até ele endurecer novamente na sua boca quente. Quando estava bem duro, ela se posicionou por cima e desceu devagar, sentando sua buceta apertada no meu pau.
Aline e Giovana se inclinaram para frente e começaram a se beijar apaixonadamente acima de mim, línguas dançando enquanto gemiam. Eu chupava a buceta de Aline com fome, segurando sua bunda, e estocava para cima, fodendo a buceta quente e molhada de Giovana. O ritmo era perfeito — eu penetrava minha filha enquanto saboreava minha namorada, as duas se beijando e rebolando em cima de mim. Os gemidos delas se misturavam no ar da noite, criando uma sinfonia de prazer que me deixava completamente entregue.
Aline gozou primeiro, gemendo alto contra minha boca enquanto eu chupava seu clitóris com força. Seu corpo tremeu inteiro, a buceta pulsando contra minha língua, inundando meu rosto com seu prazer. Ela respirou fundo, sorriu satisfeita e se levantou devagar, beijando minha boca molhada. “Vou pegar algo lá dentro… continuem vocês dois”, disse ela com um tom safado antes de caminhar nua para dentro de casa, rebolando levemente. Fiquei sozinho com Giovana, que continuava rebolando gostoso no meu pau.
Giovana acelerou os movimentos, pulando cada vez mais rápido e fundo no meu pau. Seus gemidos foram ficando mais altos e descontrolados. “Pai… tá tão bom…”, murmurava ela, as unhas cravando no meu peito. Eu segurava sua cintura, estocando para cima para encontrar cada descida. Ela gozou com bastante barulho, o corpo convulsionando, a buceta apertando forte ao meu redor enquanto gritava de prazer, o som ecoando pela área da piscina.
Alguns minutos depois, Aline voltou para a área da piscina carregando um consolo duplo nas mãos. Ela sorriu ao ver Giovana ainda ofegante e feliz, sentada no meu colo. Aproximou-se e deu um selinho carinhoso na boca da minha filha, sussurrando algo que a fez rir baixinho. Depois, Aline olhou para mim e fez um sinal. Levantei-me, ainda duro, e ela se deitou de costas na espreguiçadeira larga, abrindo bem as pernas.
Aline lubrificou o consolo de duas pontas e enfiou uma delas na própria buceta, gemendo baixinho ao sentir o preenchimento. Em seguida, chamou Giovana, que se posicionou de quatro por cima dela, alinhando a outra ponta do brinquedo na entrada da sua buceta. Aline segurou a cintura da minha filha e puxou devagar, fazendo o consolo duplo penetrar as duas ao mesmo tempo. As duas gemeram juntas, os corpos conectados pelo brinquedo.
Eu me posicionei atrás de Giovana, segurei sua bunda e empurrei meu pau devagar no cuzinho apertado dela. A sensação era incrível — o consolo preenchendo a buceta de Giovana enquanto eu entrava no cu dela. Comecei a estocar com ritmo, sentindo o movimento do brinquedo através da parede fina. As duas gemiam alto, se beijando e rebolando juntas enquanto eu fodia o cu da minha filha com desejo crescente.
Eu segurei firme a cintura de Giovana e comecei a foder seu cuzinho com estocadas mais fortes e profundas. O consolo duplo conectava as duas, fazendo com que cada movimento meu repercutisse também em Aline. Giovana gemia alto, empinando a bunda contra mim, enquanto Aline rebolava por baixo, esfregando a buceta no brinquedo. As duas se beijavam com paixão, línguas se entrelaçando, gemendo na boca uma da outra. O som molhado das estocadas, os gemidos e o barulho da água da piscina criavam uma atmosfera intensa e deliciosa.
Aumentei o ritmo, metendo fundo no cu apertado da minha filha. Giovana tremia inteira, rebolando contra meu pau e contra o consolo que a preenchia. Aline segurava os seios de Giovana, apertando os mamilos enquanto as duas continuavam se beijando de forma molhada e desesperada. Os gemidos delas ficavam cada vez mais altos e sincronizados, enchendo a noite. Eu sentia o orgasmo se aproximando rápido, o aperto do cuzinho de Giovana me levando ao limite.
Nós três gozamos juntos em um clímax poderoso. Giovana contraiu forte ao redor do meu pau e do consolo, soltando um gemido longo e rouco. Aline tremeu violentamente por baixo, gozando com o brinquedo dentro dela. Eu gozei fundo no cu da minha filha, enchendo-a com porra quente enquanto segurava seu corpo contra o meu. Depois, caímos os três abraçados na espreguiçadeira, ofegantes, trocando carinhos lentos, beijos suaves e palavras carinhosas. As mãos percorriam peles suadas com ternura, selando o momento de pura conexão.
Como foi bom ter Giovana de volta em casa!
