O tempo voou. Entre o banho demorado para tirar o excesso do creme da pele, as conversas lentas na cama e o café da manhã reforçado que pedimos na cabine, o dia passou num piscar de olhos. Olhei pela janela e vi o sol a pino, escaldante no convés. A ideia de disputar um lugar na piscina coberta com a multidão de cruzeiristas perdeu a graça na hora.
— Esquece a piscina, Miguel. Vamos aproveitar o pacote de massagem que eu fechei na recepção. O espaço é reservado e a gente relaxa de verdade — decretei.
Pouco tempo depois, estávamos lado a lado na sala privativa do spa do navio. O ambiente era aromatizado com essência de lavanda, à meia-luz, com um som suave de água fluindo ao fundo. Deitei-me de bruços em uma das macas, vestindo apenas a parte de baixo do biquíni e uma toalha cobrindo o quadril. Miguel estava na maca ao lado, na mesma posição, apenas de calção.
Duas massagistas entraram na sala silenciosamente. Pelos traços asiáticos e pela troca de poucas palavras em inglês mecânico para ajustar nossas posições, ficou claro que eram estrangeiras e não entendiam uma palavra em português. Assim que as mãos besuntadas de óleo morno começaram a deslizar pelas nossas costas, o ambiente virou o cenário perfeito para colocarmos o papo em dia sem qualquer filtro.
— Vó... — Miguel chamou baixinho, virando o rosto na minha direção enquanto a massagista dele trabalhava na sua lombar. — Ficou uma coisa martelando na minha cabeça desde ontem.
— O que foi, meu querido? — perguntei, fechando os olhos e aproveitando a pressão suave nas minhas escápulas.
— Quando a gente tava lá na porta... você disse uma coisa estranha. Você disse que eu puxei o tamanho do pau do meu pai. — Ele fez uma pausa, engolindo em seco. — De onde você tirou isso? Como você sabe disso, vó?
A pergunta veio direta, sem rodeios. Sorri de canto de rosto, mantendo os olhos fechados.
— Bobagem de velha, Miguel. Deixa isso pra lá e aproveita a massagem.
— Não, vó, sério. Você falou com uma precisão esquisita. Me diz... você já viu o pau do meu pai?
Respirei fundo, sentindo o óleo morno se espalhar pela minha pele. As massagistas continuavam o trabalho de forma rítmica, alheias ao teor da nossa conversa. Olhei para o lado, encarando os olhos curiosos do meu neto.
— Se eu te contar, você promete que não vai surtar e que isso morre aqui entre nós?
— Prometo. Fala logo.
— Anos atrás, quando a sua mãe ainda era casada com ele, seu pai me procurou — soltei a versão calculada, mantendo a voz suave e vitimizada. — Ele vivia reclamando do casamento, começou a dar em cima de mim e eu acabei cedendo. A gente transou algumas vezes... e é por isso que eu sei exatamente o tamanho que ele tinha e o tamanho que você herdou.
Miguel congelou na hora, mas a verdade por trás daquela história era muito mais sombria do que a mentira conveniente que acabei de contar. O coitado do pai dele jamais teria tido a audácia de me procurar sozinho. Fui eu quem arquitetou tudo. Fui eu quem atiçou o homem, quem deu as brechas certeiras numa tarde chuvosa em que a minha filha estava trabalhando fora, e quem o atraiu para o meu quarto sem que ele tivesse qualquer chance de resistir. Eu destruí o casamento da minha própria filha por pura vaidade, só para provar a mim mesma que ainda podia ter o homem que quisesse.
O silêncio na sala ficou denso.
A reação de Miguel não foi ruidosa; ele simplesmente travou. A musculatura das costas dele se tencionou inteira sob as mãos da massagista, e a respiração cadenciada deu lugar a um puxar de ar curto e abafado. Ele enterrou o rosto no travesseiro da maca, fechando-se completamente.
— Miguel? — chamei.
Ele não respondeu.
Fiz um gesto ríspido para a massagista e ordenei que saíssem. As duas recolheram os frascos e deixaram a sala privativa. O clique seco da porta ao se fechar ressoou no ambiente.
Levantei-me, fui até a tranca e encarei as costas imóveis do meu neto. Caminhei devagar até ele e espalmei a mão na sua nuca escaldante.
— Meu querido... olha pra mim — pedi, tentando manter o tom aveludado. — Se isso te chateia, a gente não precisa falar no assunto.
— Eu não tô chateado, vó — a voz dele veio abafada, ríspida, vindo direto do travesseiro.
— Então se vira. Encara a tua avó de frente.
Segurei o ombro dele e o forcei a girar na maca. A toalha sobre o quadril dele estava armada como uma barraca. Debaixo do pano, uma elevação monumental pulsava ritmadamente. O rosto dele trazia uma mistura sombria de choque e vergonha, mas a toalha continuava erguida no ar, firme.
Pousei a palma da minha mão suavemente sobre a crista daquela elevação. O calor que emanava do tecido era quase escaldante. Deslizei os dedos bem devagar, sentindo a curvatura rija do membro dele esticando o calção, contornando a espessura da haste até alcançar a cabeça arredondada que pressionava a pano com força. O Miguel deu um solavanco involuntário com a virilha contra o meu toque, a respiração travando na garganta enquanto a minha mão fechava levemente ao redor do volume coberto, apertando a carne dura num ritmo lento e torturante.
— Pelo jeito você ficou muito mais com tesão — murmurei bem perto do rosto dele, sentindo o ar quente que saía das narinas dilatadas do guri. — Do que com raiva de mim...
Ele soltou um rosnado preso na garganta, os dentes cravados no lábio inferior.
— Tava imaginando o que eu fazia com o seu pai? — provoquei, apertando a base da ereção dele por cima do pano antes de subir a mão num deslize demorado até o topo.
O guri engoliu em seco, os olhos brilhando de pura frustração e desejo represado.
— Sabe o que mais você puxou do seu pai...? — continuei, sussurrando bem na curva da orelha dele, a voz baixa e aveludada, enquanto os meus dedos beliscavam a cabeça rígida dele através do tecido. — A safadeza.
— Para de falar dele, vó... — Miguel resmungou atravessado, virando o rosto pro lado enquanto o quadril dele dava outro impulso faminto buscando mais pressão na minha palma. — Que inferno...
— Não precisa ficar com ciúmes, meu bem... — completei, abrindo um sorriso cúmplice e malicioso enquanto a minha mão contornava a rigidez do membro dele uma última vez com força. — Pois tudo o que eu fiz com ele... eu vou fazer bem pior com você.
Arranquei a toalha e baixei o calção dele num único movimento. O pau do meu neto saltou para fora, ereto, grosso e pulsante, a cabeça avermelhada já brilhando com uma gota límpida de pré-ejaculação no topo.
— Que tal a gente parar de pensar e terminar essa sessão com um final feliz? — perguntei, encarando a carne rija que pulsava na minha frente antes de alcançar o frasco de óleo que as massagistas tinham deixado sobre a mesa de apoio.
Estiquei o braço e peguei a garrafinha de vidro ainda morna. Derramei um fio denso de óleo direto sobre a cabeça e a extensão da haste ereta do guri, fazendo o líquido dourado escorrer brilhante pela pele rija até a base. O Miguel deu um solavanco na maca com o impacto do óleo morno, soltando um suspiro pesado enquanto os olhos dele acompanhavam cada movimento meu.
Espalmei a minha mão besuntada ao redor do pau dele e comecei a masturbá-lo num ritmo lento, denso e terrivelmente sensual. A loção morna fazia a minha pele deslizar sem qualquer atrito, produzindo um ruído chf-chf molhado e instigante a cada subida e descida do meu punho. Eu não tinha pressa. Descia a mão até a raiz, colando a base do meu polegar na pele quente do baixo-ventre dele, e subia arrastando a palma com firmeza por toda a extensão da haste rígida. Ao alcançar o topo, eu torcia levemente o punho, cobrindo a cabeça avermelhada com o centro da minha palma lambuzada e pressionando a carne intumescida num movimento circular e torturante.
Com a outra mão, usei a ponta do indicador besuntado de óleo para contornar a borda saliente da glande. Deslizei a polpa do meu dedo devagar pela coroa sensível, fazendo um círculo perfeito antes de roçar diretamente sobre o freio — aquele ponto hipersensível bem na parte de baixo do topo —, sentindo o membro dele dar um solavanco violento sob o meu toque. O Miguel prendeu o ar, arqueando o quadril para cima. Em seguida, afundei ligeiramente a ponta do indicador na pequena fenda do topo, espalhando uma gota da pré-ejaculação cristalina sobre a pele quente e esticada do membro antes de voltar a fechar a mão inteira ao redor da haste, ordenhando a carne rija de baixo para cima.
— Olha pra isso... sente a mão da tua avó deslizando no teu pau... — murmurei bem perto dele, subindo o olhar para o rosto corado do guri enquanto mantinha o deslizar firme, cadenciado e ritmado da minha mão. — Seu pai tinha um pau bonito, Miguel... mas o seu... o seu é muito maior. Muito mais grosso, muito mais bonito.
Eu sabia perfeitamente que não era verdade. O pai dele era avantajado da mesma forma, e as dimensões dos dois eram praticamente idênticas. Mas eu conhecia a vaidade de um homem jovem. Saber que a mulher que esteve com o pai dele o colocava num pedestal acima do próprio criador era a anestesia perfeita para destruir qualquer vestígio de culpa na cabeça daquele garoto.
O impacto da comparação bateu direto no ego do meu neto. O Miguel engoliu em seco, o peito estufando enquanto um brilho de orgulho e tesão quase selvagem tomava conta do seu olhar. Ele travou os dentes, os glúteos se contraindo na maca enquanto a virilha dele dava empurrões famintos para cima, acompanhando o vaivém melado da minha mão e buscando mais pressão contra a minha palma.
— É sério, vó...? — ele balbuciou com a voz rouca, a respiração totalmente descompensada, assistindo fascinado a minha mão subir e descer lambuzada no pau dele. — O meu é... é maior que o dele?
— Muito maior, meu querido... — menti com uma facilidade aveludada. Acelerei o ritmo da passada, apertando o punho na subida e soltando levemente na descida, enquanto a minha outra mão descia para acolher o saco escrotal pesado e tenso do guri, pesando os testículos dele na minha palma e massageando a pele quente com a ponta dos dedos. — Olha como essa cabeça tá inchada de tesão... você é muito mais homem do que o teu pai jamais foi.
Inclinei o meu tronco sobre a virilha erguida dele, mantendo uma das mãos firme na base lambuzada de óleo, e aproximei o rosto do membro que pulsava ereto na minha direção. Passei a ponta da língua devagar por toda a extensão da haste quente, recolhendo a película de óleo morno junto com o gosto salgado e denso da pré-ejaculação, antes de abrir a boca, acomodar a glande entre os lábios e abocanhar a cabeça inteira de uma vez só.
O Miguel soltou um gemido rasgado e agudo. As mãos dele voaram direto para os meus cabelos e ombros, cravando os dedos com uma força desesperada enquanto a minha boca cobria a carne rija.
— V-vó... caralho... — ele balbuciou, a cabeça caindo para trás na maca e o quadril dando um impulso involuntário para cima.
Comecei a chupá-lo com vontade, debruçada sobre o corpo dele. Envolvi a haste grossa com os lábios bem apertados, sugando o ar para criar um vácuo forte enquanto descia a boca o máximo que conseguia, engolindo centímetros de pau ereto até sentir a ponta bater na minha garganta. Minha mão besuntada não parava na base: subia e descia acompanhando o vaivém da minha boca, torcendo levemente e apertando o saco escrotal pesado dele a cada descida.
Subi a boca bem devagar até a ponta, fazendo um som molhado e ruidoso de sucção, deixando apenas a cabeça de fora para encarar os olhos semicerrados e marejados do guri.
— Tá gostoso, meu querido...? — murmurei com a voz rouca, roçando a ponta da língua bem no freio sensível da glande antes de abocanhá-lo fundo novamente. — A boca da tua avó é gostosa?
— É perfeita... vó, Puta que pariu... — Miguel arfou, a voz saindo entrecortada, sufocada pelo prazer. — Você chupa muito bem... c-como você aperta essa boca... caralho...
Sorri por dentro sem soltar o membro. Acelerei o ritmo da mamada, deslizando a língua em círculos ao redor da coroa da glande e sugando com força a parte de baixo da cabeça a cada subida. O som do óleo misturado com a minha saliva estalando ao redor da carne dele preenchia o quarto silencioso do spa. Eu descia a cabeça rápido e subia arrastando os dentes levemente cobertos pelos lábios pela extensão esticada do pau dele.
— Olha pra mim, Miguel... — ordenei num sussurro úmido ao redor do membro, mantendo o movimento ritmado da garganta. — Olha quem tá engolindo o teu pau todo...
— Vó... vó... — ele urrou baixinho, os olhos travados nos meus enquanto a virilha dele empurrava o pau cada vez mais fundo na minha boca. — A tua boca é... é surreal, vó... me chupa... chupa tudo...
O conflito na cabeça dele evaporou sob a pressão da minha garganta e as provocações. O corpo do guri virou um nó de músculos tensionados, os glúteos travados e o peito subindo e descendo descontrolado. Acelerei ainda mais o trabalho da boca e da mão, usando toda a minha experiência para sugar a cabeça com força enquanto contorcia a língua no topo da fenda.
— Vou gozar, vó... na tua boca! Não aguento mais! — ele urrou, a vergonha dando lugar ao puro desespero do prazer, as mãos cravadas no meu cabelo me empurrando com força contra a virilha dele.
— Goza, meu querido... despeja tudo no fundo da garganta da tua avó... — murmurei em volta da carne quente e pulsante, sem soltar o pau por um segundo sequer.
A resposta veio num solavanco violento. O Miguel travou o quadril no alto da maca e disparou. A primeira jorrada espessa, quente e volumosa atingiu o fundo da minha garganta com força total. Continuei chupando e ordenhando a haste com a mão besuntada, engolindo e massageando sem parar, sentindo os espasmos ritmados do membro dele dispararem jato atrás de jato de um sêmen quente e farto direto na minha boca.
— Isso... engole tudo, vó... — ele balbuciou sem ar, o corpo tremendo inteiro em convulsões de prazer.
O guri desabou na maca, desmantelado e arfante, enquanto eu limpava os últimos pingos da cabeça do pau dele com a língua e engolia tudo. Ergui o corpo devagar, passando o dorso do polegar no canto dos meus lábios para recolher qualquer excesso de saliva e sêmen antes de lamber o dedo com calma. Olhei para o meu neto jogado ali, com a respiração pesada e os olhos ainda atordoados pelo êxstase.
— Demorou mais dessa vez... — comentei com um sorriso de canto de rosto, a voz aveludada rompendo o silêncio da sala. — Tá melhorando, tô gostando de ver.
Aproximei o rosto do dele mais uma vez, roçando meus lábios na orelha quente do garoto antes de dar uma leve mordida no lóbulo.
— Agora se recompõe... Vamos voltar pra cabine para que você possa me recompensar.
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O conto que você acabou de ler é apenas uma engrenagem do universo "O Mundo é Meu!". A verdadeira origem desse vício familiar, os primeiros volumes da história e o relato cru de como o Miguel perdeu a virgindade com a madrasta estão publicados no meu perfil do Privacy.
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• Saga Principal
• O Mundo é Meu! – Amor em Família: Prólogo
• O Mundo é Meu! – Amor em Família: Vol. I – A Madrasta
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• Série Derivada
• A Madrasta – Volume I: Quem Planta Colhe
• A Madrasta – Volume II: Paixão Desenfreada
• A Madrasta – Volume III: Desejo Por Um Fio
• A Madrasta – Volume IV: Em Nome do Pai
Descubra nos primeiros volumes como o Miguel perdeu a virgindade com a própria madrasta e conheça as outras mulheres da família que moldaram o apetite desse guri. O conteúdo é totalmente explícito e sem censura.
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