🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

**Larissa – Confissão**

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de Larissa
Categoria: Heterossexual
Contém 1314 palavras
Data: 28/07/2026 21:58:13

Eu nunca pensei que ia chegar nesse ponto.

Sabe quando a gente começa a notar uma coisa pequena e, de repente, essa coisa toma conta de tudo? Foi assim comigo. Começou pelo tamanho. Só pelo tamanho.

A primeira vez que eu segurei um pau de negão de verdade, eu fiquei parada olhando. admirando,

encantada. Era grosso demais. Pesado demais. As veias latejavam nas minhas mãos e, eu precisava usar as duas para conseguir segurar sem fechar na circuferência. Mesmo assim, ainda sobrava um bom tamanho que nem mesmo com as duas mãos dominava aquela maravilha. Lembro de apoiar o pulso em cima e vi que a cabeça continuava muito além. Eu ria. Foi um riso nervoso, de quem acabará de descobrir que o que tinha em casa era brinquedo. Roberto estava do lado. Eu mostrei pra ele. “Olha isso”-falei baixinho. “Olha o que cabe na minha mão… e o que ainda sobra.” Ele não respondeu. Eu já estava molhada, pingando. Não consegui tirar aquela imagem da minha cabeça, daquela tora grossa, daqueles bagos enormes, daquela cabeçona roxa pulsando- Naquele dia eu entendi que não tinha mais volta, naquele dia, eu descobri que seria uma puta devassa de negros.

A pele:

O contraste. A escuridão daquele corpo contra a minha pele branquinha. Quando a mão preta aperta minha bunda clara, quando o pau preto some dentro de mim e depois volta coberto da minha gozada, eu sinto um arrepio que sobe pela espinha. Eu delirio ao comparar a diferença. Amor ver minha pele marcada pelos dedos deles. Adoro me olhar no espelho depois e encontrar as marcas escuras das mãos grandes nas minhas coxas, nos meus seios, no meu pescoço. É como se eu tivesse sido reivindicada. Gosto de apanhar, de levar tapas como uma puta barata de puteiro de beira de estrada.

O suor:

Tem uma coisa que me arrepia inteira. Me deixa no cio. Me faz me sentir uma fêmea de verdade. É quando eu estou no meio de três ou quatro negões suados. O cheiro deles é forte, masculino, quase animal. Eu me esfrego neles como uma vagabunda que não vale nada. As bocas deles correm pelo meu corpo. Um morde meu peito com força, outro enfia o dedo grosso na minha buceta enquanto eu rebolo no pau de um terceiro. Eu sinto o suor escorrendo do peito deles no meu rosto, no meu cabelo, entre os meus seios. Eu lambo. Eu cheiro. Eu gemo baixo e peço mais. Naquele momento eu não sou esposa de ninguém. Eu sou só uma égua no meio de garanhões machos de verdade. Eles são mais fortes. Mais intensos. Mais dominadores. Não tem comparação. O corpo deles impõe. A forma como me seguram, como me viram, como me usam… é outra categoria de homem.

O mijo:

Eu não sei explicar direito o que aconteceu comigo. Um dia um deles pediu pra mijar e eu, sem pensar, me ajoelhei. Segurei o pau pesado com as duas mãos, apontei e senti o jato quente sair. O cheiro subiu forte. Eu fiquei olhando, hipnotizada. Quando ele terminou, ainda sem limpar, eu enfiei na boca. O gosto era forte, amargo, de homem. Eu engoli. Depois isso virou necessidade.

Agora eles mijam em mim. de verdade. No rosto. Na boca. Na bunda. Eu peço. Fico de quatro e abro a bunda com as mãos enquanto o jato quente escorre pela minha rego, escorrendo pelas minhas coxas, pingando no chão. Tem negão que segura meu cabelo e mija direto na minha cara, no meu cabelo, nos meus olhos. Eu fecho os olhos e abro a boca. O líquido quente escorre pelo meu pescoço, pelos meus peitos. Eu sinto o cheiro forte subindo e fico ainda mais molhada. É como se estivessem marcando território. Como animais. Como se eu fosse a cadela deles. E eu gosto. Gosto de sair de lá cheirando a mijo de negro. Gosto de chegar em casa ainda com o cheiro impregnado na pele e fazer o Roberto lamber.

E então veio a porra.

Eu virei uma bebedora de porra de pau preto.

De leite quente de pica.

De sêmen de rola dura.

De esperma de homem sacudo.

Pra mim, porra de negro faz parte do cardápio. É como arroz e feijão. Tem dia que eu acordo com vontade. Tem dia que eu peço pra eles gozarem na minha sobremesa. Já pedi pra gozarem em cima do sorvete, em cima do pudim, em cima do bolo de chocolate. Eu como depois, misturando o doce com o salgado, o frio com o quente. O gosto de porra preta misturado com açúcar me deixa louca. Eu engulo tudo. Eu lambuzo os lábios e depois beijo o Roberto com a boca suja.

Eu me alimento. Eu desejo. Eu abro a boca e espero o jato quente encher minha garganta. Gosto do gosto. Gosto da textura. Gosto de sentir o excesso escorrendo pelo queixo enquanto eu engulo o resto. Tem noite que eu chego em casa com a calcinha encharcada de porra e da minha própria gozada. Eu tiro na frente do Roberto, enfio na cara dele e mando limpar. “Cheira”, eu falo. “Isso é o que sua esposa carrega pra casa.” Ele limpa. Sempre. Já beijei ele com a boca cheia de leite de negro. Empurrei a língua dentro da boca dele e fiz ele engolir junto. Vi a expressão. Aquilo me fez gozar em seco.

Eu já dormi na nossa cama com dois negros. Um de cada lado. Roberto no sofá. Acordei com pau duro batendo na minha coxa e sem abrir os olhos. Depois tomei banho com eles. Lavei o corpo de um enquanto o outro me comia em pé, debaixo da água quente, me segurando pelas coxas como se eu não pesasse nada.

Uma vez, numa boate, eu vi um negão me olhando de longe. Fui até ele, sentei no colo e falei baixo no ouvido:

— Meu marido tá ali. Ele dirige. Você vem com a gente.

Roberto dirigiu em silêncio. Eu fiquei de joelhos no banco de trás, chupando fundo, engasgando, o barulho molhado enchendo o carro. O homem gozou na minha boca no sinal vermelho. Eu engoli, limpei o queixo e falei pelo retrovisor:

— Pode seguir.

Eu já perdi a conta. Devem ter sido mais de cinquenta. Cinquenta corpos. Cinquenta paus pretos. Alguns eu nem sei o nome. Só sei o gosto, o cheiro e o jeito que me abriram por dentro.

Quando eu saio com o Roberto, eu colo uma tatuagem temporária da Dama de Espadas na minha bunda ou na parte de dentro da coxa. Uma espada bem visível. Eu gosto quando alguém olha e entende. Eu gosto quando o próprio Roberto olha e lembra o que eu sou.

Agora eu estou preparando o próximo passo. Um gangbang com dez. Depois quero vinte. Quero que façam fila. Quero passar o dia inteiro sendo usada, de quatro, de lado, carregada no colo, chupando enquanto sou fodida. Quero sair de lá mancando, com o corpo marcado de unha e tapa, a buceta latejando, o cú arrombado, a barriga pesada, cheirando a mijo e a porra.

E tem o filme.

Eu já expliquei pro Roberto:-

— Você vai gravar só as gozadas na minha boca. Eu quero uns cinquenta negros. Quero beber um litro de porra. Depois você edita e deixa apenas o corte da minha boca engolindo. Sem rostos. Só eu, bebendo, pedindo mais, o leite escorrendo. Eu quero assistir depois e gozar só com isso.

Eu fico molhada só de imaginar.

E eu adoro ser uma vadia de negros! Ser dominada e completamente fodida. Eu levar na bunda de um preto. Me xingam, me humilham e me fodem. Enrabam muito, um depois do outros, aquela fila de negros de pau na mão esperando pra montar na casadinha branca de corno manso.

E eu… cada dia que passa… só quero ser ainda mais a puta deles.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 5 estrelas.
Incentive larissahot a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Gostei. Bastante criativo. É raro ver uma mulher abrir seus desejos e fetiches. Parabéns

0 0
Foto de perfil genérica

Vendo vídeos incesto e zoo e outros vídeos interessados chama telegram @ANDERSONAGUIARSP1977 ou 62 98137-1007

0 0
Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →