Foi num reencontro de família, na fazenda de um tio, que revi a Cecília, uma prima com a qual não me encontrava havia pelo menos dez anos.
— Otto, é você?? — aquela voz suave perguntou.
— Ceci, há quanto tempo!
À guisa de contexto, nossos últimos encontros haviam ocorrido no sítio dos nossos finados avós.
Àquela época, éramos dois adolescentes recém ingressados no primeiro quadrante da vida adulta, contando eu 19 (anos, não centímetros), e ela as suas 18 primaveras.
O sítio de nossos avós era um lugar para onde costumávamos ir com frequência, a fim de reunir nossa extensa família. Até porque, além de ser um ambiente extremamente aconchegante, era igualmente extenso e repleto de variedades interativas. Havia cavalos e longas estradas para passeios, e longos e profundos rios para uma pescaria, até mesmo cachoeiras para um genuíno descanso. Havia, em suma, entretenimento para todos.
Mas infelizmente, a morte deitou a sua mão no livro de nossas vidas, levando primeiro a nossa avó e, depois, o nosso avô.
Esse trágico acontecimento acabou afastando as nossas famílias. Pouco depois, os pais de Cecília decidiram morar em outro Estado.
— Puxa vida, Otto, como você está diferente!
Diferente, mesmo, estava ela. Mais encorpada, esculpida, o rosto agora ostentando uma madurez trabalhada, maturado na beleza e experiências vividas. Sua silhueta ainda desenhava aquele afrodítico aprumo, mas, desta vez, instilava jactância. Uma suculenta e instigante jactância. Para mais, um cariz de delicada sestrosidade, que falava à ternura.
Sua bunda, agora mais calipígia, e os seus pesinhos 34 (que não cresceram um centímetro), elencavam um cinematográfico quinteto com o polpudo par de mamas, falando então uma linguagem mais quente e imperativa.
— Olha quem fala! Como é bom te ver! O tempo conspirou em teu favor.
— Hahaha’, eu que o diga, gatão. Você está mais alto e mais forte agora. Diz o ditado que o tempo modela os homens. Que ele os deixa mais belos. É bem esse o seu caso…
Ceci e eu éramos muito próximos. Quando íamos para o sítio, estávamos sempre juntos em alguma empreitada. Mesmo na cidade, arranjávamos um jeito de estar juntos. Acredito que herdei de minha mãe esse meu jeito com as mulheres. A capacidade de ouvir e de transmitir segurança.
Em diversas circunstâncias, por exemplo, acompanhei essa minha prima em suas aventuras (e desventuras). Nossa intimidade não apresentava reveses, de modo que, aos olhos de muitos, parecíamos um casal apaixonado. Portanto, essa carinhosa troca de adjetivos, de exaltação de clichês e noli me tangere afetivos que o amigo leitor (ou fudeca leitora) verá a seguir não é mera forçação literária. É tal como foi. Ou quase…
— Sempre muito educada. Como andam as coisas? Fiquei sabendo que vai se casar.
Cecília então me contou a sua história. Da grande mulher que havia se tornado.
A acadêmica de Direito tornou-se uma das maiores e mais respeitadas causídicas do país, conhecida por representar e ganhar causas hipercomplexas, cada vez mais cabeludas. Algo que, para mim, não foi nenhuma novidade, visto que ela sempre foi uma vencedora.
Contou-me ainda, essa musa guerreira, filha de Atenas, sobrinha de Ártemis, os degredos que o seu coração enfrentou. De cujas desilusões, portanto.
Antes de noivar com o Rogério, quase casou-se com o Mateus, não fosse o extremo ciúme deste com quase tudo em sua vida. O jeito controlador, o trato que ficou cada vez mais rude…
Mas tergiverso. O punctum saliens da conversa teve um tom mais aconchegante, profundamente nostálgico.
— Puxa vida, Ottie, a gente era tão grudado, cê lembra? — disse a danada, num tom de voz em que latejava uma mal-contida mas generosa sanha.
Sim, eu me lembrava. Duma feita, por exemplo, brincando de índios, acabamos por nos embrenhar num matagal nervoso, à margem de um rio endoidecido, que Deus, num ímpeto divino, arrojara neste vale de lágrimas. Dali vinha aquele estrondo de mó místico, moendo o Tempo, líquenes e lembranças. Ali, entre tracajás e caetetus, mutuns e nhandaias, e entre também alguns silvedos que nos faziam sombra, além de trazer no vento o cheiro doce de suas florações, como o ipê-amarelo e a sumaúma, eu e essa danada vivíamos grudados. Literalmente grudados. Porque ali, nus, trepamos feito loucos (coisa de primos, quem nunca? Qui numquam erraverit, primum lapidem iaciat.), e, felizmente, nunca mais soubemos parar.
É claro que eu também me lembrava dos churrascos de surubins, ao pé da cachoeira. E do sexo logo após. Dos piqueniques com as frutas frescas colhidas pelo caminho, o pão com atum feito pelas tias. E também do sexo que fazíamos depois, entre os cafezais e alfazemas.
Não quero aborrecer o leitor com a descrição do pretérito, de quando a acompanhava ao cinema, enquanto as amigas se faziam acompanhar dos respectivos namorados. Dos babosinhos que ela me fazia, ali, no escurinho, entre o estrondo de um suspense americano e entre as prequelas britânicas mais conhecidas.
Eu me lembrava de tudo. Cecília é inesquecível.
Então, a conversa foi esquentando. As provocações começaram leves, mas os toques, pois sempre os tivemos, ficaram ainda mais intensos. Os temas picantes vieram à tona, e ela soltou:
— Pois é, gato. Meu casamento será no final deste ano. Para ser sincera, nem sei bem o que estou fazendo. É uma mistura muito confusa de sentimentos. Rogério é um cara legal, muito atencioso, mas tem também um gênio forte, uns hábitos bastante complicados, uma rotina muito atabalhoada… Não sei, isso me faz pensar muito e me deixa ansiosa. — disse Ceci, enquanto seguíamos para debaixo de um pé de manga, cerca de uns 700 metros de distância da casa principal, lugar onde estavam o seu noivo, alguns de nossos parentes e amigos.
— Bom, eu te conheço. Sei, por exemplo, que você detesta perder. Se ele entender que você estará sempre certa (e de fato acerta em quase tudo), vocês vão ficar bem. Casar é aceitar objeções sem tempestade. Que ele aprenda a conjugar o verbo “errar”, sempre em primeira pessoa, desde já. Ele vai precisar!
Ela deu uma risada.
— Você é mesmo uma figura, Ottie! Você me conhece como ninguém!
Trocamos um olhar profundo.
Então, ela continuou:
— Sabe… Eu ainda quero te ver casar. Não sei como um cara legal assim consegue ficar tanto tempo solteiro. Quer dizer, eu sei que você nunca está “solteiro”, mas, sabe… Uma companheira de vida, eu quero dizer. — disse-me Cecília, nós dois agora sentados em uma mesa de mármore.
Acendi um charuto. Um Behike 52.
— Você sabe muito bem que é difícil encontrar uma mulher que aceite o meu estilo de vida. Mulheres, quero dizer! Sou capaz de amar muito uma pessoa, cê sabe. Só que eu ainda não consigo aceitar a ideia de estar preso a uma única mulher.
— Você é terrível, gatão. Cê torou todas as minhas amigas, partiu o coração de umas cinco…!— disse Ceci, balançando o seu corpo em negaça.
Continuou:
— Amandinha mesmo é uma que dia desses veio reclamar que você comeu o cu dela e depois não quis mais papo. Tava me pedido o seu endereço…
— A Amanda é uma graça. É pena apenas que é muito ciumenta. Não gosto de gente assim. Ninguém gosta, sejamos sinceros...
— Mas também, o tanto que você é safado não está no gibi! Lembro que você sonhava em ser ator de filme p0rnô…
— Ainda sonho, Ceci. Quem sabe quando eu aposentar…
Ela riu. E naquele sorriso, que eu sempre adorei, foi-se formando uma expressão intensa de lascívia. O que durou pouco, pois, num ato contínuo, Ceci se achegou a mim e, passando uma de suas pernas entre o meu cacete, sentou-se em minha perna.
Com um semblante sério e admoestativo:
— Acho que posso te ajudar… — apalpando as minhas bolas e mantendo fixo o olhar provocativo — Eu sempre quis ser a sua primeira musa, sempre quis fazer amor contigo de frente para as câmeras…
Achei aquela atitude surpreendente, ainda que ela já houvesse procedido do mesmo modo no refertório da paróquia, logo após a Celebração da nossa Crisma. Ou daquela vez em que, tresloucados, fodemos na biblioteca de uma Federal, num dia em que fomos prestigiar uma palestra pública de um primo filósofo. Bons tempos…
— Hahahah’, você é mesmo uma graça, linda. — disse à danada, enquanto desenhava um carinho suave em suas costas. — Mas você sabe, isso pode dar problema. Não quero estragar seu futuro. Você está se casando e, se Deus quiser, será muito feliz.
— Para de gênero! Toma vergonha nessa sua cara! Eu te chamei para minha despedida para você ficar fumando charutos e bebendo uísque? Toma vergonha, né!? O que o Rogério deve ter comido de mulher na despedida dele eu não sou capaz nem mesmo de mensurar.
— Ah, então isso é uma despedida? Olha, nem câmera a gente tem aqui, Ceci. Totalmente sem base.
— Você sempre tem uma câmera. Sempre! Você não vive sem tirar fotos ou gravar momentos inusitados. Ademais, seu safado, você acha mesmo que eu vou cair nessa? Conta outra! Você nunca se encontrou comigo sem uma câmera…
De fato. Eu sempre gostei de tirar fotos e filmar momentos. Acho, inclusive, que errei quando escolhi Agronomia e não Cinema no vestibular.
Não é por acaso, pois, que eu tinha uma câmera em meu carro.
Sei o quanto é pedante dizer ao leitor (ou leitora) que a câmera que eu havia levado era uma Canon C100. Mas, desta feita, o sublime legente terá de deixar de lado o seu chilique clicherístico e aceitar que este humilde escritor vela e preza pela verdade.
Veja. A fazenda onde foi combinado esse encontro era uma estância que o meu Tio Tácio, pai da Cecília, havia adquirido recentemente. Não quero entrar em pormenores, mas afirmo ao leitor de que se trata de um Paraíso. Um céu na terra, repleto de tudo e mais um pouco. Portanto, é claro que eu levaria uma câmera. E das boas.
— Você continua uma safada! Tem noção do que está sugerindo? — olhando-a com uma cara má, porém séria, soltei uma baforada de fumaça cubana. — O seu noivo está aqui e…
Antes mesmo que eu terminasse, Ceci arrancou-me um beijo. Um beijo gostoso, como aqueles que se dão nos grandes romances.
O calor subiu e, minha trosoba, agora pegando forma, pulsou trêmula entre os suaves dedos da dama. Retribuí à carícia enfiando a minha mão no sub-reptício pouco-espaço que as suas vestes anuíam.
Com um suave porém firme beliscão no bico da mama esquerda (aquela perto do coração), tirei de sua boca três gemidos. Três gostosíssimos gemidos.
Me afastei.
Seu olhar resplandecia um fulgurante tesão.
— Me filma, me fode! Quero ser sua mais uma vez! Nem que seja a última!
Ficamos nos pegando por uns cinco minutos, confesso, até que não consegui mais resistir aos seus trêmulos apelos.
Fui até o carro buscar tal câmera.
Quando cheguei, pois onde estávamos era relativamente perto da garagem, a danada da Ceci estava já despida, tal qual Vênus de Botticelli. A sua pose, deitada em cima da mesa, jamais esquecerei. Fumava o puro no segundo terço, com as pernas abertas e a guedelhuda xavasca à mostra. Bem à mostra. O resquício de luz, coado pela ramagem dos buritis, refletia naquela penugem, e na baba do tesão, o brilho e a gentileza das belezas inalcançáveis. Bati umas quinze fotos. E quase também uma punheta.
Foi então que eu fiz uns ajustes na configuração da filmagem e coloquei a câmera sobre uma base segura.
A mise-en-scène era a das mais rústicas; todavia, o selvático arranjo dos elementos bastaria para satisfazer as mais exigentes Produtoras.
— Você não tem medo de ser vista? Com a prexereca assim, au clair de lune, fica difícil disfarçar. — disse-lhe, tirando o paletó de tweed.
— Que vejam, foda-se! — e entregou-me o havana, ainda com a cinza do primeiro terço. — Quero que me fodas no cu! Hoje eu quero gritar!
Não tem como não amar essa mulher. Não é porque é minha prima, longe disso. O que mais me encanta é a sua completa entrega, a sua paixão e a sua sede infindável de sexo. Mulheres assim são raríssimas, o leitor há de convir.
Tirei a rôla para fora.
— Dá cá o charuto, cadela! — puxei o seu braço e coloquei o puro entre os dentes. — Isso é hora de donzela estar no mato? Acaso não sabeis que há perigo na floresta? — rasguei minha blusa num movimento abrupto.
— Cachorro! Tá achando que sou fraca? Cê tá achando mesmo que eu sou uma barbie? — pulando em cima de mim, como um golpe de jiu-jitsu, Ceci me jogou no chão — EU SOU O PERIGO!
Num ato malabar, tentei me esquivar da ofensiva, encaixando a safada num soixante-neuf delicioso.
Meu pau parecia uma barra de ferro, um eixo de trator de esteira, que a safada logo tratou de engrenar. Caí de boca na sua xavasca gostosa.
Entre chupadas e esfrega-esfregas, arqueei o seu corpo na minha vara.
Ele entrou pela metade, duro, e ela gritou.
— Que saudade do seu paaa a au! QUE SAUDADE DO SEU PÁU! — disse a safada, puxando os meus cabelos. — EU QUERO, EU QUERO! EU QUERO TUDDD…! EU QUERO TUDO!
Atendi aos frêmitos apelos da safada, e terminei de empalar os outros treze centímetros, a sua boquinha banguela espremendo o meu fálico mármore de músculos.
O amigo leitor — ou a fudeca leitora — não será capaz de imaginar a intensidade que Cecília quicava em minha jeba, o seu tesão aumentando a cada estocada, loucamente. Mas aí ela sacaneou, olhou em meus olhos, e disse:
— Eu te amo, caralho! Eu amo a sua πca e como ela soca o meu estômago! Teu cacete me coça o umbigo por dentro! — disse a safada, galvanizada pela luxúria.
Eu conseguia sentir o seu útero e todas as membranas circunvizinhas agasalharem a glande grossa da minha jeba. Espremia, torturava-me.
Num ato cavalheiresco, deitei-a sobre o mármore gelado e, chupando-lhe o grelo sob o lumaréu celeste da noite, fi-la arder em brasas. Ela gemia e se contorcia, agarrava os meus cabelos e me arranhava.
Que boceta doce e macia! Que mar de azaleias!
Comecei, então, a lamber toda a sua extensão; no ínterim, espalhei o seu mel. Ela estava incrivelmente molhada. Tinha gosto de abacaxi.
Com o tesão à flor da pele, a vontade de mijar veio como um raio.
— Estou desesperada, aaaaah!
— Não, senhora, segura aí! Goze primeiro, goze agora! — e voltei a chupar.
Seu clitóris era um carocinho delicioso. Parecia uma azeitona. Deixei o bagaço.
— Por favor! Pelo amor de Deus! Me deixa mi-miíí-jar, eu deixo você me foder no cu!
Ignorando os seus frêmitos apelos à minha piedade, continuei chupando o seu grumo rosado. Até que resolvi sacanear, enfiando a minha língua em sua racha. Por inteira.
A safada soltou um gemido agudo (seis maritacas encastelaram voo, assustadas!), e então senti marejar aquela doce aguinha de beija-flor.
Ela pareceu não ter percebido que deixou escapar.
Senti então o meu pau pulsar de novo, e continuei alternando entre o clitóris e a uretra, até que ela disse:
— Seu filho da puta, cê tá querendo que eu goze, né?
Ignorei a sua pergunta e dei uma chupada bem forte na uretra, sugando o que havia por ali.
— Por-r-rra! Sai daí, eu vou mii-iijarr!
A xavasca da safada entrou em delírio. Tremia como um souvenir de circo.
— Estou avisando, eu não vou aguentar! Minha bexiga é grande, você não vai dar conta!
Respondi aumentando a sucção. Esfreguei a cara também, e o nariz lá dentro.
— Você quer mesmo? Vou soltar então, não aguento mais! Caralho!
Ela agarrou a minha cabeça com as duas mãos, e então soltou um jatinho, e depois outro, até que começou a ficar contínuo. Eu engolia tudo, sem nenhuma dificuldade.
Então, para judiar dela, tampei a uretra com a língua.
Trocamos um olhar salaz, um sorriso... Aquela barriguinha perfeita se contraindo...
A pressão na uretra fez dos jatinhos um jatão:
— Caralho, Ottiiie! Que tesão!
Foram uns vinte segundos de esguichada contínua.
— Tá gostoso? Quer que eu continue?
Dei um beijinho na sua barriguinha lisa e mandei que gozasse em minha boca.
— Vou continuar, então, você quer? Tá gostosinho?
— Um mel, gata. Dá-me mais e goza!
Abocanhei novamente a sua xoxota.
E ela entendeu o recado, pois relaxou com força.
Senti a sua xoxota se abrir como uma flor em minha boca. Daí, veio um jato forte e contínuo, ao que deixei escorrer um pequeno filete pela lateral.
Ela manteve essa pressão por pelo menos onze segundos, que pareceram em uma eternidade.
Enquanto ela ria e gemia, começou a liberar uma cachoeira. Logo depois, ela soltou um jatinho fraco por mais alguns segundos, e parou.
Assim que a timidez foi embora, o tesão tomou conta:
— Gostou, filho da puta? Tá gostoso? Fala pra mim quando quiser a outra metade, pois tem muito mais! Eu te avisei que minha bexiga é grande, não avisei? Safado! Safadooo!
Ela estava com tanto tesão, com tanto fogo na periquita, que falava dando risadas, muitas vezes entrecortada por um frenesi enérgico e quase patológico, enquanto rebolava a racha em meu rosto. Respondi apertando ainda mais o meu rosto na sua boceta, e abraçando-a nas coxas.
— Vou entender isso como um sim. Toma, seu filho da puta!
E então a safada relaxou a xoxota em pulsadas rítmicas, cada vez mais fortes, até que se abriu totalmente, feito um botão. Era uma cachoeira agridoce e cristalina, que fui engolindo até onde dava.
Mesmo me esforçando para não desperdiçar nada, eu ainda conseguia dardejar o grelinho dela. Foi então que o jato ficou mais fraco e ela anunciou:
— Aaaah, eu vou gozar, não para não para não para!
Com esse orgasmo, digamos feroz, ela perdeu a força nas pernas e tive de segurá-la. Pelo rabo. Gozou por uns trinta segundos, gritando e gemendo. A cada pulsada de sua xoxota, saía um jato fortíssimo daquele doce licor mesclado com o gozo. Quando ela terminou, tombou no chão e mal conseguia falar. Tateava frenética, à procura de ar.
— Nunca gozei tão forte na minha vida. Puta que pariu, que tesão, Ottie! — arfava e bufava profundamente.
— Gostou, piranha?
Ela respondeu rastejando-se em minha direção. Puxei-a pelos cabelos e ela abocanhou o meu pau, duro feito uma rocha, e começou a mamá-lo e punhetá-lo. Esfreguei minhas bolas no seu rosto e enfiei o menir em sua boca. Vinte-e-tantos centímetros. Senti o meu nabo abrir sua garganta.
Tirei e tornei a enfiá-lo umas dez vezes. Todas inteiramente. Duas lágrimas traçavam um caminho em seu rosto macio: le petit mort e tristesse inter-foda; um choro de felicidade plena.
Ela tirou meu pau da boca e tornou a passá-lo no rosto, de olhos fechados, respirando fundo. Abriu a boca para me mostrar uma bolha, e disse:
— Caralho! Eu adoro essa trave!
Ela sorriu com o meu pau na boca. Soltei um gemido e ela pausou a escalavrada; tocava uma siririca.
— Me chupa o pau, cadela. Vamos lá! Abre bem essa boqueta e manda ver!
Deixei, então, só a cabeça do meu pau em sua boca e comecei a bater uma pupunha gostosa, enquanto falava com ela:
— A chapeleta da minha jiromba tá ardendo. Nunca senti tanta vontade de mi-jar na minha vida! Vou mandar bem devagarinho e quero que você a beba como se fosse de canudinho, eu vou soltando e você vai engolindo, fechou? Vai ser mi-jo pra caralho, se você conseguir mamar tudo direitinho, te dou um beijo bem gostoso no final... Tá pronta? — e parei a punheta.
A safada fez que sim com a cabeça, em meio a um sorriso de canto de boca, enquanto ajeitava o cabelo e se segurava nas minhas pernas para não cair.
A cena era simplesmente maravilhosa, aquela morena linda com meu pau na boca, com um misto de ansiedade e curiosidade em receber uma longa mi-jaada na língua, como se fosse um desafio a ser vencido — laivos de uma mulher decidida.
Fiz força. Aos poucos, fui sentindo o quente líquido abrir o caminho, empurrando o acúmulo de pré-gozo que entupia o canal. Assim que senti o caminho livre, tranquei o jato, respirei fundo e fiz o máximo de força que consegui para vencer o tesão. O esforço deu resultado imediato: em poucos segundos, senti aquela deliciosa sensação do fluxo quente passando pela cabeça do pau e entrando naquela boquinha quente e macia.
A safada da Cecília passava a língua na cabeça do meu pau e batia-me uma vagarosa punheta, totalmente concentrada nas sensações que ele evocava.
O tesão de sentir aquele fluxo quente fluindo pela cabeça do pau para a boquinha da safada era indescritível. Assim que se formava um pequeno volume, ela dava uma golada, sem deixar passar nenhuma impressão de como estava se sentindo.
Soltei ainda umas dezesseis cargas, todas acolhidas com prontidão.
— Vem cá que agora eu quero te foder!
Ficamos nos beijando por alguns minutos, mas quando a situação começou a ficar um tanto romântica, resolvi ir um pouco mais longe: como ela estava em cima de um pequeno murinho ao pé duma árvore, aproveitei a posição e coloquei a trosoba na entrada de sua boceta.
Fui empurrando e sentindo a xoxota dela engolir a minha jeba, cujo tamanho ela não estava mais acostumada. Empurrei devagar, enquanto beijávamos intensamente. Ela gemia na minha boca à medida que o meu pau ia abrindo a sua xoxota. Imagine o leitor uma cona apertada...
Finalmente, senti o seu útero encostando-se à cabeça do meu pau, e ainda faltavam quatro dedos de pica para entrar! Empurrei novamente, com firmeza; ela gemeu alto. Interrompi o beijo e mergulhei no imenso fundo e escuro abismo sem fundo de seus olhos, firme, inflexível, mantendo-me enterrado nas entranhas suculentas de sua carne ciosa.
— Tá gostoso? — perguntou-me a safada.
— Estou sentindo sua bexiga apertar o meu pau. Que delícia, vadia! Sua prexeca tá pulsando! Tá com tesão? Tá???
Antes mesmo que ela respondesse, tirei um pouco e dei uma bombada profunda, sentindo o choque com o útero. Ela gemeu alto e se contorceu de tesão.
— Isso... Isso... Ah, ah...
Fiz de novo, e ela gemeu ainda mais alto, mas agora um gemido menos choroso e com muito mais tesão.
O meu pau estava totalmente enterrado em sua cona, bem lá no fundo, na porta do cérvix. Parecia um aríete traulitando as muralhas de um Reino a ser conquistado. Um quinhão de Paraíso. Agora, ela parecia ter entrado no “game”, e fiquei surpreso com a sua reação.
Numa postura desafiadora, dominadora, ela me pegou pelo cabelo, olhou-me nos meus olhos e ordenou:
— Bomba de novo.
E eu bombei.
— DE NOVO!
Obedeci a madame. Ela puxou meu cabelo para trás, e ordenou:
— Consegue segurar a gozada? Então segura e bomba mais dez vezes. FORTE!
Agarrei as tetas da cadela no instante mesmo em que senti relaxar a xoxota, como se estivesse fazendo força para mijar, num movimento que amortece melhor o choque das bombadas.
Comecei: Uma, duas, cinco vezes, tirando o pau até sentir a entrada de sua xoxota e enterrando com força até o talo cada uma das estocadas. Sentia o choque do útero com a cabeça do meu pau em cada uma dessas estocadas, e a bexiga, novamente cheia, abraçava o meu mastro como as ondas de um mar agitado.
O mel de sua racha escorria e banhava o meu saco. A sua boceta peidava; eram peidos aquáticos.
Tornei novamente a bombar, ainda com ela de pé. Ela gemia tão alto que cheguei a ficar com receio de alguém estar nos escutando lá da “festa”. Até que me empurrou para trás com a outra mão, dizendo:
— Para! Tá sentindo meu útero? Minha boceta quente? Tá gostoso?
— A mais gostosa que já me fora dada a foder, linda! Você é perfeita por dentro. — O tom meigo soou meio bobo diante da maneira que ela estava me tratando.
Ela encostou a boca no meu ouvido e disse baixinho:
— Fode, porra! Fode! Trepe! Esporre! Dá um jeito nessa boceta!
Nada é capaz de proporcionar ao Homem um prazer mais profundo do que a reciprocidade da fêmea, quando retribui os arroubos. Portanto, não seria necessária uma nova ordem. Levantei a vagabunda pelas coxas e colei-a no mureto, com ela agora montada em meu pau.
Aprisionando-a com meu corpo, comecei a bombar com força. Meu barrote mergulhava em suas entranhas como se fosse uma britadeira.
Porém, não queria que acabasse rápido. Se essa seria a última vez que cachearíamos, então precisava ser magistral.
A safada tentou então me agarrar, assumir uma postura dominante, mas puxei-lhe pela anca e travei-lhe à canzana. Num ato que imita o exercício físico de uma rosca-martelo, puxei-lhe pela juba, e disse:
— Não quero nem saber, querida, agora é cu!
Senti a safada tremer.
— Otto! Ái, Ottooo!
— Relaxa, beldade. — e deixei tombar a jeba em seu rabo.
— Ottiee...
Testei com três dedos e vi que se tratava de um cu virgem. Um belo cu virgem. Seria necessário “amaciá-lo”. Comecei então a enfiar os três dedos juntos, e com eles fui afrouxando as bordas.
Meu pau tava na boceta, soltando chorinhos querúbicos.
Quando olhei para cima, avistei um enorme cacho de butiás maduros. Puxei um chumo.
Quando introduzi o primeiro coquinho, a selvagem moça se contorceu.
— Calma, florzinha, calma... — e enfiei o segundo.
— Áaaiiií, meu cu…
— Cospe aqui, puta. — e levei a mão com o terceiro coco.
Ela tomou um susto quando viu que esse era maior e lombarento.
— Cospe!
Tluf!
Empenhado num sensate focus consolador, titilava-lhe a portinhola do rêgo com três dedos super ágeis. Na outra mão, misturei o seu cuspe nos três cocos restantes.
Massageava-lhe. Plugava-lhe os dedos.
Quando vi que estava bom, meti-lhe mais um coco ao cu adentro.
Ela soltou um gritinho; tremia de tesão. Soltou o segundo grito no compasso exato em que entrou o quarto coco. Cabia mais um, o último.
— Querida, não se assuste. Essa técnica é secular, deveras eficaz, além de ainda ser usada pelas inalcançáveis e reservadas Nobrezas. Elas não falam sobre isso. Aliás, pelo contrário; negam-na a todo custo. Hoje está mais sofisticada, mas, no Medievo, ah..., no medievo usavam-se até mesmo balas de canhão.
— Meu cu tá atolado, sinto o toba recheado!
— Sim, beldade rara, fruto doce da natureza.
— Ái, Ottieee, meu cu tá torando e você me vem com poesias?
— Este é o último coco, safada, cospe aqui. Olha como ele é grande.
— Pelas tranças das princesas, que cocão! Parece a cabeça da sua pica! Você é terrível!
— Deixei-o para o final, que é para as suas pregas já irem se acostumando com a pressão. — e enfiei o coco.
— Ottiee... Lindão…
Ela arregalou os olhos, esboçando em seguida um semblante dúctil, sugestivo.
— E a xavasca, como é que tá?
— Safado, Rei do Brasil, meu cu vai explodir! Só você sabe da minha xana, esqueci-me dela ao terceiro coco; Ceci delenda est…
O cu da dama estava escanchado. Enquanto isso, eu macetava-lhe o barrote fortemente, lá na crica, sentindo os enlevos e relevos dos cocos, que se dispunham de forma rústica, sedimentar. Ela começou a botar um deles para fora, mas não deixei.
— Não, senhora! Deixa o coquinho aí! — apertei o butiá bem lá no fundo, açoitando-a em seguida nas nádegas, com a ráquila cipônea. — Você está em terapia, daqui uns cinco minutos você os bota para fora.
— Aaah! Que martírio!
Transcorridos os cinco minutos de foda maciça na xota, aos quais podiam muito bem serem sempiternos, me pus a apalpar com pressão os hemisférios glúteos da donzela, e, com um movimento de pinça, apertei o seu cu, que liberou um coquinho. Quando o lorto rosáceo da dama cuspiu o coco-mor e engrugiu-se num botão de rosa, com as duas mãos alarguei-o e disse:
— Bote-os todos para fora. AGORA!
A safada começou a botar os cocos para fora, um por um, e eles foram caindo no meu pau; o quarto, o terceiro, o segundo, o primeiro…
Antes mesmo que a portinhola rugosa chegasse ao seu meridiano, tirei a rôla da buchaca num ímpeto quase heroico, e a enfiei no anel floráceo, ainda em botão (só que agora com mais camadas). Ela soltou um uivo. Ela corre com lobos.
— PUTA QUE PARIU! PUTA QUE PARIU!
— Chia, vagaba! Geme na trosoba! — e açoitava-a com a ráquila.
Num ritmo extremado e feroz, comecei a tirar e a enfiar meu cacete. O cu da vagaba peidava. A cada retirada, uma piscadela anal. Era como se estivesse a chamar-me: — Oi, gatão, estou aqui! Um ritmo eletrizante. Mesmerizante.
Não sei o quão inocente é o leitor (ou leitora) em matéria de sexo, mas um cu feminino não é sujo como imaginam. Alguns são sujos, é verdade, mas não se configura o dito majoritário. Acredito, no entanto, que ela havia limpado o rêgo. Deve ter sido um conselho da Sarah (uma outra prima minha, que adora dar o rabo), pois não encontrei um único resquício de merda. Pelo contrário, subia um cheiro de doce. De doce de abóbora.
Bom, com todo esse savoir-faire, dispus-me a macetar brutalmente o seu furingo, deixando a furna funda da doutora ainda mais funda. E também mais macia.
Continuei a meter.
— Aaaah, caralho! Meu cuzinho! Perdoa-me, Pai! — respirando de uma maneira frenética e entrecortada — Lindo, Ottiie... Meu cu tá em chamas, safado, olha o que você está fazendo!
— Tou te torando, puttana. Tou comendo-lhe o cu. Pensavas mesmo que casarias com o cu virgem? Jamais! Para quê fiz a catequese?
E metia-lhe o chumbeto, sem parar.
— Você é mesmo incrível, tem atitudes, sabe atuar!
— Oh, você é quem sabe! Tens a pica entalada ao cu! És uma cadela de lata ao rabo. Tem estilo, e várias performances...
— Seu puto! Seu Safado!
Ouvir essas palavras saírem da boca dessa dama recatada me deixou a mil, e comecei a socar freneticamente em sua xavascona. Ficou inchada com tantas estocadas, e então entabulamos um diálogo pornofônico:
— Quero ver você colar-me a sua pica por inteiro, de modo que eu não consiga ver onde começam e terminam nossos corpos. Quero toda a sua essência, seu extrato.
Meu saco fremia sob o pau latejante, todo suado e melado de sua seiva e calor, e eu metia loucamente. Puxei a safada para mim e dei uma cheirada em seu pescoço. Que moçoila cheirosa, sabonete de sândalo e brisa do oceano. Tínhamos os olhares enxertados um ao outro, e uma atmosfera idílica se formou; tudo muito gostoso.
Passeando a mão pelo corpo da recatada dama, puxei e afaguei a sua reservada chevelure, sempre com muita carícia, mas também com muita firmeza. Uma xavasca guedelhuda nos dias que correm é rara e merece destaque. Merece carinho. Merece atenção.
Puxei a sua anca num ato, e caí de boca na pentelhama vintage. Esfreguei a barba, o nariz, os dentes... Depois, bati a testa em seu grelo. Três vezes. Eu estava pronto.
Enfiei novamente a pica pulando em cima da doutora, que recebeu o impacto de uma forma absurdamente bruta. Enquanto empalava brutalmente a sua boca banguela, num galgar Kama sutra ousado e inusitado, ficou quase muda por um instante. Ficou muda, porque eu pisava-a na goela.
Puxava-a para mim, sempre metendo bem forte, e rugia. Nós dois rugíamos. Tornou-se uma disputa de quem batia mais forte.
— Meu saco tá azul de tão cheio!
Com uma força quase violenta, tirava meu pau até a cabeça e o empurrava mais a fundo, o mais rápido que conseguia. Uma, duas, três — senti o saco repuxar —, quatro — senti a primeira pulsada, limpando o canal — e cinco! Cravei o pau no fundo de sua buceta. Ato contínuo, sentia a xoxota da burguesa se contrair, anunciando a sua terceira gozada.
E então eu gozei.
Meu pau deu umas quinze pulsadas dentro dela. Os primeiros jatos foram tão longos e volumosos, que podia senti-los se acumulando dentro do canal, transbordando para dentro do útero macio. E continuei batendo o porrete, até todo esse creme formar um milk-shake.
O orgasmo da safada foi igualmente brutal, a ponto do quase desfalecimento.
— Aaah...! Que delícia! Que gozada gostosa!
— Puta que pariu, Otto, estou acabada! — e pegou um pouco do esperma com a mão; lambeu os dedos.
Pus-me de pé num átimo adrenérgico, e, tal qual o Colosso de Rodes, comecei a mijar em cima da dama. Mi-java em seu corpo inteirinho, de cabo a rabo. Depois, virei-a de costas com o pé, e fui mi-jando em sua bunda, nos vergões salientes. E ela recebia o mijo rindo, soltando gargalhadas, toda feliz…
Peguei então o seu vestido e sequei o meu suor. Sequei o rosto. O pau. Daí joguei para ela, dizendo:
— Vai trocar de roupa, eu digo para o pessoal que você foi fazer uma caminhada.
Guardei a câmera e saí.
