Renatinho era um menino dócil, educado que morava no interior de São Paulo com sua mãe viúva. Estava na hora dele fazer cursinho vestibular, para entrar na faculdade, que na sua cidade não tinha. Sua mãe se lembrou de um primo distante, Rodrigo, um executivo de uma empresa farmacêutica, que há muito tempo não via e perguntou a ele se o filho não podia ficar na sua casa por uns meses, para o estudo. Rodrigo estava saindo de um casamento atribulado e até achou bom ter a companhia de alguém na sua casa. E foi assim que Rodrigo e Renatinho se conheceram.
O convívio dos dois foi bom, o menino não reclamava de nada, sempre procurando demonstrar agradecimento com o primo distante de sua mãe. Algo, entretanto, perturbava Rodrigo. Quando via o menino na cozinha, fazendo alguma coisa na pia, de costas para ele, percebia a incrível semelhança que Renatinho tinha com sua ex. Quando soltava os cabelos então, aí que ficava mais parecido. A altura, o volume de corpo, a bunda cheinha, tudo era exatamente igual. Por vezes Rodrigo foi na cozinha com o pretexto de ajudar Renatinho, mas era apenas para se certificar da incrível semelhança com a ex. Em várias oportunidades se colava por trás do menino, exatamente como fazia com sua mulher e percebia que o menino não reclamava, ao contrário, ficava puxando conversa, destrinchando assuntos de modo a permitir que Rodrigo ficasse, por vários minutos encoxando Renatinho.
Por conta de uma trinca no quarto onde ficava Renatinho, Rodrigo teve que isolar este cômodo para fazer a manutenção, coisa rápida. Mas nestes dias o garoto teve dormiu na cama do Rodrigo. Ele até se propôs a dormir na sala, ou no chão, mas Rodrigo não deixou, alegando que a cama era king size, que dava para os dois. Só que o rapaz dormia de cuequinha apertada e ainda por cima de ladinho. Rodrigo ficou louco vendo aquilo e, depois de ter a certeza que o garoto dormia profundamente, se colocou de conchinha.
Renatinho acordou com os movimentos de Rodrigo, mas evitou falar alguma coisa, para não contrariar o primo da sua mãe. Até gostou, porque o abraço dele dava ao menino a sensação de proteção e carinho também. Carinho que se manifestava quando a mão de Rodrigo subiu da cintura, indo nos peitinhos do rapaz. Era exatamente assim que Rodrigo dormia com sua ex e o corpo de Renatinho cumpria bem a tarefa de fazer lembrar dela. Impossível não ficar excitado, o pinto duro, dentro da cueca de Rodrigo tocava a cueca do menino, que sentia, mas que fazia de conta que dormia profundamente.
Na noite seguinte Rodrigo queria ir mais além. Deu um jeito, trouxe um sonífero da empresa e colocou no refrigerante do menino. O efeito foi rápido e a primeira coisa que Rodrigo fez foi virar Renatinho de frente. Beijou a boca do menino, exatamente como fazia com sua ex, depois foi direto aos peitinhos, chupou, chupou, mamou muito, passou a mão por todo o corpo do garoto e, tomado pelo desejo começou a passar o pinto no rosto de Renatinho, que agora dormia profundamente. Pegou nos lábios dele, abriu a boca e enfiou o pau. Por estar dormindo, o menino fazia alguns movimentos involuntários. Os dentes dele, por isto, acabaram machucando o pau de Rodrigo.
Na outra noite Rodrigo tentou novamente dar o sonífero a Renatinho, mas este tendo descoberto a caixa do medicamento e deduzindo corretamente o que pretendia ele, fez que tomou o remédio, cuspiu e depois deitou, fingindo dormir. Rodrigo repetiu tudo de novo, os beijos, os abraços, as passadas de mão, as mamadas. A única coisa que não repetiu foi de enfiar o pinto, por conta dos dentes do menino, optou por passar nos lábios dele e se masturbar, gozando no rosto de Renatinho. O menino fingiu dormir a noite toda, sinceramente estava gostando dos carinhos, até queria participar, mas ficou com receio de se fazer acordar, gerar um clima e prejudicar a relação entre os dois. Dali pra frente, toda noite tudo se repetia, o jovem fingia que tomava o remédio, fingia que dormia e o Rodrigo se fartava em acaricia-lo. Ao fim do quinto dia o quarto do Renatinho estava consertado, ele teria que retornar, mas Rodrigo perguntou se ele não queria ficar onde estava, já que a cama era grande. Ficar ali significava ser tocado toda noite. Renatinho aceitou.
A relação dos dois se fortalecia mais. Era comum os abraços, os abraços cada vez mais longos, mais apertados. Os beijos no rosto. E depois dos beijos no rosto os selinhos, sempre que se esbarravam, trocavam selinhos sem qualquer motivo.
Um dia Rodrigo trouxe um creme importado para casa, novidade da empresa. Depois que mostrar ao menino perguntou se Renatinho não queria massageá-lo. O garoto aceitou. Cheio de más intenções, Rodrigo se despiu totalmente e o rapaz começou a passar o creme no homem, nos ombros, nos braços, no peito peludo, depois nos pés, mas pernas, nas coxas. O sacana então fala: não vai passar o creme no resto? Renatinho entendeu direitinho a mensagem. Lentamente dirigiu sua mão em direção ao pinto dele e primeiro passou o creme e depois envolveu a mão, num movimento de masturbação. Logo Rodrigo se contorceu e jorrou na mão de Renatinho. Este não reclamou nem nada, apenas, no seu jeitinho dócil, obediente perguntou: Fiz direito, Ro? Claro que sim, meu amor, fez direitinho e deu um selinho no menino, um selinho mais forte agora.
No dia seguinte Rodrigo novamente pede que Renatinho passe o creme nele. Quando chega ao pinto, em dado momento ele reclama, solta um grito, dizendo que Renatinho o machucou. Desculpe, desculpe, fala Renatinho. Não é a mim que voce tem que pedir desculpas, mas a ele. Renatinho pegou no pinto e disse: desculpe, desculpe. Mas que jeito mais sem sal de pedir desculpas ao meu amigo, não é desse jeito que se desculpa. Se a sua desculpa foi sincera, voce tem que demonstrar melhor, disse o homem. De que jeito, de que jeito, pergunta o menino? Simples, dá um beijinho nele disse Rodrigo.
Renatinho titubeou um pouco, mas sempre não querendo contrariar foi lentamente abaixando o rosto, até chegar perto do pinto e deu um selinho. Selinho não, selinho não é pedido de desculpas, é beijo, disse Rodrigo. Renatinho então beijou o pinto e sentiu a mão do homem forçando sua nuca, forçando até a ponta entrar nos seus lábios, até a cabeça entrar na boca e saber que tinha que chupar. Chupou, chupou, gostou muito de chupar, chupou por vários minutos até que sentiu o pinto inchar dentro da boca e ejacular. As mãos pressionaram ainda mais a nuca de Renatinho, para que ele engolisse aquele gozo, mas nem precisava, ele iria engolir de qualquer forma.
Outro dia, Renatinho, quando passou o creme teve que fazer novo pedido de desculpas. Chupou novamente, engoliu tudinho, depois se levantou e deu um selinho no Rodrigo e em seguida um beijo forte, o primeiro beijo forte entre os dois. A partir deste dia, toda noite, quando estavam no sofá, Renatinho se aproximava de Rodrigo, colocava o rosto no ombro dele e ia descendo a mão até pegar no pinto. Acariciava, passava os dedos nos pelos, sentia ele engrossando e depois olhava para o homem e perguntava: posso chupar?
Conclusão da Primeira parte. Se acharem que vale a pena continuar, me informem. Abraço