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Minha História de vida... Começando o incesto na família – Fudendo com meu irmão – Parte 5 Continuação.

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Um conto erótico de María Izabelly
Categoria: Heterossexual
Contém 4086 palavras
Data: 28/07/2026 16:13:20

Olá a todos, como estão?

Já virou clichê no começo dos contos eu agradecer, mas não tem como começar um novo capítulo sem antes agradecer a todos vocês que estão acompanhando minha história. Hoje estou no top 50 graças a vocês leitores fiéis.

Infelizmente preciso tocar num assunto um tanto quanto desagradável.

Antes que alguém chegue ao final deste relato e decida exercer sua especialidade em descobrir conspirações onde elas não existem, deixo um esclarecimento que, sinceramente, eu imaginava ser desnecessário: a fotografia ao final deste texto e dos outros é minha.

Sim, minha.

Não é uma imagem criada por IA como já recebi comentários e e-mails, não pertence a outra pessoa e tampouco faz parte de algum elaborado plano para enganar desconhecidos na internet. Podem voltar em todos os meus contos já postados, que em nenhum momento, NENHUM, vão ver eu divulgando Pix, páginas de conteúdo +18 ou qualquer outra coisa.

Curioso como algumas pessoas conseguem acreditar em relatos reais, cheios de acontecimentos improváveis, mas travam uma verdadeira batalha intelectual quando se deparam com uma fotografia autêntica. Talvez seja mais confortável duvidar da realidade do que admitir que ela nem sempre corresponde às expectativas que criaram na própria cabeça.

Felizmente, minha identidade não depende da aprovação de quem nunca a conheceu, assim como a verdade dos fatos que vivi não se altera porque alguém resolveu chamá-la de mentira. Continuarei escrevendo sobre o meu passado, exatamente como ele aconteceu, e continuarei postando minhas fotos do jeito que sou!

Quem veio até aqui para ler encontrará histórias reais; quem veio apenas para caçar teorias imaginárias certamente ficará decepcionado, porque a única ficção presente será aquela criada por quem insiste em enxergá-la onde ela nunca existiu.

Dito isso e depois desse desabafo, boa leitura a todos!

- Quer dormir comigo? Kkkkk – Ele perguntou em meio a penumbra da casa.

Dei um murro em seu braço dando risada.

- Não né!!!!!!! Tá ficando louco? Kkkkkk

Ele me encostou no batente da porta e trocamos um beijo apaixonado. Um beijo não safado e nem desesperado como há pouco. Mas apaixonado, lento e carinhoso.

- Boa noite maninho. Sonhe comigo!

- Boa noite maninha. Com certeza!

E cada um foi para seu quarto dormir.

Continuação...

Deitei na cama e literalmente apaguei! Só deu tempo de agarrar meu ursinho de pelúcia, virar para o lado e fechar os olhos. Estava esgotada, mas me sentindo leve. Foi uma das melhores noites de sono que tive.

Acordei sentindo alguém se deitar levemente em minha cama. Se acomodou atrás de mim e encaixou seu corpo no meu em forma de conchinha.

- Bom dia dorminhoca... – a voz do Marcos era um sussurro em meu ouvido.

- Uhhnnnn – fiz aquele barulho característico de quem está com preguiça e não querendo acordar.

Ele começou a fazer carinho no meu braço, fazendo o caminho levemente do pulso até meu ombro e voltando na sequência.

- Essa gata gosta de dormir viu... – mais uma vez sussurrando no meu ouvido.

- Que horas são Marcos? – Não abri meus olhos, apenas falei querendo voltar a dormir.

- São 07:Você tá ficando doido? Se a mamãe acorda e pega você aqui?

- Relaxa, ela chegou de madrugada. Passei no quarto dela e está dormindo.

- Mesmo assim. É arriscado você ficar aqui... e sossega essa coisa aí embaixo que está me cutucando.

- Não tem como, você é irresistível.... – Começou a se acomodar mais, forçando seu corpo em mim e começando a beijar meu pescoço.

- Marcos... para com isso... – soltei um gemidinho que fez ele avançar mais na sua ousadia.

Dobrei uma perna por cima de um travesseiro deixando minha bunda exposta.

Sua mão saiu do meu braço e começou a alisar minha cintura, descendo pela coxa até meu joelho, voltava pela parte de trás da coxa fazendo isso várias vezes como um circuito sem parar de beijar meu pescoço.

Fiquei arrepiada e suspirando com esse carinho. Não podia gemer alto como foi na noite anterior.

Aos poucos sua mão começou a alisar minha bunda, passando no meio dela e descendo até minha bucetinha. Ia até o final e voltava, hora alisando, hora forçando. Senti ficar molhada com esse carinho dele e comecei a jogar o corpo para trás e rebolar à medida que ele chegava nela.

- Eu vou cuidar de você sempre maninha.

- ahhhhh... – suspirei quando ouvi isso. Meu tesão aumentou de uma vez.

Coloquei minha mão para trás e peguei no seu pau por cima do seu calção. Apertei e comecei a alisar.

- Isso minha gostosa, ele é todo seu...eu sou todo seu, sempre que quiser.

Seu dedo passou entre a borda do meu short e foi invadindo pela lateral e encostou na minha bucetinha. Passava o dedo pelo meio até chegar no meu grelinho e voltava. Enfiava um dedo, tirava e voltava a percorrer o caminho. Estava me torturando.

Coloquei minha mão dentro do calção dele liberando o monstro que estava duro para mim. Comecei a bater uma pra ele enquanto ele continuava seu carinho em mim.

Coloquei meu ursinho na boca para abafar meus gemidos.

- Tá gostoso maninha?

Afirmei com a cabeça sem tirar o urso da boca. Virei um pouco para beijar sua boca. Um beijo quente e gostoso, de desejo e tesão pelo proibido e o momento arriscado.

Me afastei um pouco deitando com a barriga para cima. Olhei para seu pau duro como rocha e mordi os lábios, lembrando do seu gosto. Abri minhas pernas, colocando uma sobre ele e a outra bem afastada.

Ele enfiou a mão novamente por dentro do meu baby Dolls e começou a enfiar seu dedo enquanto me beijava e eu apertava seu pau, agora na reta da minha barriga.

Com a outra mão, puxei a alça da minha blusinha e deixei meu peito exposto, onde ele logo abocanhou chupando-o.

Encostei minha boca na sua cabeça para gemer baixinho e sentir seu cheiro maravilhoso.

Tudo estava muito louco, dedo na buceta, eu batendo uma pra ele, ele me chupando igual um bebê faminto, respiração ofegante, gemidos...

A claridade do dia entrava pela janela do meu quarto. Minha cama de frente a ela, facilitava a visualização do que estava acontecendo ali.

Marcos se levantou, ficando de joelhos na cama. Me puxou para o meio dela abrindo minhas pernas. Se moveu em direção a cabeceira da cama, e ajeitou seu pau mais ainda para fora do calção. Levou ele até perto da minha boca:

- Chupa igual ontem! – Ordenou com uma voz autoritária.

Não me fiz de inocente. Peguei no seu pau, puxei a pele para trás revelando aquela cabeça inchada e vermelha e direcionei ele na boca.

Abocanhei com vontade arrancando um gemido dele, que apenas observava a irmãzinha dele mamando seu cacete duro. Chupei como se estivesse com um pirulito na boca, passando minha língua pela cabeça, dando pequenas mordidas de leve, enfiando e tirando da boca deixando bem babado.

Ele esticou sua mão até meu short e puxou ele de lado, deixando minha bucetinha exposta, lisa e molhadinha. Sem cerimonias, ele começou a mexer no meu grelinho e dessa vez enfiou dois dedos nela. Fechei meus olhos e apertei com a boca mais forte seu pau, fazendo ele morder seu braço para não gemer.

Tirei da boca e o provoquei:

- Que foi maninho? Doeu? - Dei um sorriso sarcástico e voltei a chupar.

Isso fez ele enfiar ainda mais seus dedos em mim me fazendo delirar. Me senti uma putinha sendo fodida ao mesmo tempo que chupava. Acho que foi esse dia que surgiu minha primeira fantasia, ter dois paus para mim.

Fiquei chupando por um bom tempo até ele anunciar:

- Iza, vou gozar!

Tirei seu pau boca e direcionei para meu peito e comecei a movimentar pra frente e trás. Logo começou a pulsar soltando todo o leitinho em mim.

O primeiro jato passou direto caindo na cama, o restante caiu em cima de mim. Foi muita porra, bem quentinha e leitosa. Saiu tanta porra que começou a escorrer pela lateral do meu corpo.

Marcos tirou sua mão de mim e arrancou sua blusa me dando para limpar a sujeira. Apenas limpei a lateral para não sujar ainda mais a cama.

Fiquei ali, largada, com as pernas abertas e o short de lado, suja de porra no peito, com meu irmão apenas observando a cena. Eu tinha acabado de acordar e já estava exausta.

Mas ainda não tinha acabado.

Ele se levantou com todo cuidado da cama para não fazer barulho, deu a volta ficando de frente e foi com a boca me chupar.

- O que vai fazer menino? Kkkkk

- Vou recompensar o que fez por mim! – Disse já se enfiando entre minhas pernas.

- Você anda vendo muito filme garoto! kkkk

Ele apenas sorriu e chegou com sua boca na minha buceta.

Ele não fez nada de início, apenas ficou parado, olhando para ela. Senti ele se aproximando por causa sua respiração quente e ofegante. Deu uns beijos na lateral dela, bem suave e puxando o ar sentindo o aroma da bucetinha de sua irmãzinha.

Senti um choque com os primeiros beijos e sensação da sua boca. Nunca ninguém tinha chegado até ali. Ele era privilegiado com tudo isso.

Ficou dando beijinhos de leve por cima dela até chegar no meu grelinho, onde passou a língua bem por cima e lentamente.

Agarrei meu ursinho e enfiei ele na boca para gritar. Aquilo era maravilhoso. Que sensação maravilhosa!!

Ele viu que ali era o ponto fraco e começou a lamber e chupar meu grelinho. Eu já não raciocinava direito. Estava nas nuvens, minhas pernas tremiam, minha respiração falhava. Tive que me controlar para não querer gritar e acordar a vizinhança inteira.

A cereja do bolo foi quando ele sem parar de chupar, enfiou dois dedos em mim, tirando e colocando, fazendo aquele barulho de molhado ecoar pelo quarto.

Agarrei seu cabelo forçando sua cabeça contra minha buceta fazendo ele aumentar o ritmo das lambidas e vai e vem com os dedos.

Não demorou muito, senti aquela sensação vindo como uma descarga elétrica, saindo dos meus pés até minha cabeça, causando arrepio e espasmos. Mordi ainda mais o ursinho e comecei a gozar. Fechei minhas coxas prendendo sua cabeça. Não queria fazer aquilo, mas meu corpo não obedecia. Fui muito forte. Apertei enquanto sentia choques e mais choques percorrer meu corpo, indo e voltando, me fazendo querer gritar, chorar de emoção, algo inexplicável.

Aos poucos fui me acalmando, sentindo a adrenalina abaixar e liberando a cabeça de Marcos das minhas pernas.

Ele ficou ajoelhado com a boca toda molhada e com um sorriso de satisfação. Passou os dedos pela minha coxa, me fazendo pular com o choque do seu simples toque. Minha pele estava muito sensível.

Senti escorrer algo líquido da minha buceta depois do meu orgasmo.

- Gostou? - Perguntou olhando pra mim e depois olhando para baixo vendo eu toda aberta na sua frente.

- Foi maravilhoso!! Onde aprendeu isso??? – Estava ofegante quando perguntei.

- Segredo maninha, kkkkk. Mas se quiser mais, só me falar. – Deu uma piscadinha para mim.

- Moleque malvado! – passei meu dedo na porra dele que ainda estava no meu peito e levei até a boca, chupando a ponta e limpando tudo sentindo o gostinho salgado... – Que delícia!

- Você gosta do meu leitinho?

- Eu estou adorando... quem sabe numa próxima vez deixe você gozar na minha boca...

Ele arregalou os olhos em aprovação.

- Agora sai fora do meu quarto antes que a mãe te pegue aqui e nos veja assim!

Ele levantou e arrumou seu short colocando seu pau meia bomba para dentro. Eu terminei de me limpar com sua blusa e joguei pra ele. Coloquei meu short no lugar e esperei ele sair. Ao me levantar dava para sentir um melado escorrendo pelas laterais interna da coxa saindo de mim. Que loucura mais deliciosa.

****

Passado um bom tempo depois, ainda deitada em minha cama e reprocessando tudo o que tinha acontecido nas últimas 24 horas, ouvi minha mãe conversando com meu irmão na cozinha. Então decidi levantar.

Cheguei na entrada da sala, não pude deixar de olhar para aquele sofá que horas atrás foi testemunha de um sexo proibido. Pior ainda foi olhar para a pia e não lembrar que também horas antes eu estava sentada nela, com meu irmão me fudendo que nem uma puta. Tive que segurar um sorriso enquanto me aproximava da mesa onde eles tomavam café.

- Bom dia Bela Adormecida!! – Mamãe estava sorridente como a muito tempo eu não via.

- Bom dia mãe, tudo bem? – Bom dia Marcos! – Falei com certo desprezo para não transparecer nada.

- Bom dia Iza! – disse ele segurando uma risadinha

- Nossa filha, hoje você dormiu bastante. Como foi ontem aqui na minha ausência?

Disfarcei indo até a pia e pegando uma xicara e voltando para a mesa.

- Tudo tranquilo mãe, por quê?

- Marcos disse que vocês limparam a casa toda e ele te ajudou. É verdade ou ele está dizendo isso apenas pra que eu o deixe ir jogar bola? – Ela o abraçou dando um beijo na sua cabeça e rindo.

Tinha algo diferente na minha mãe. Ela estava radiante, sorridente, a pele parecia mais rejuvenescida... Algo aconteceu na noite anterior com ela, tenho certeza!

-Ajudou sim mãe, meia boca, mas ajudou. A senhora sabe né, homens não conseguem fazer as coisas direito!

- Mentira, eu sei fazer muito bem as coisas!kkkkk – Marcos disse rindo e me provocando. Aquele filho da puta tava brincando comigo e com o perigo.

-Bom, então se ele ajudou pode ir jogar bola, mas não volte tarde viu!

- Sim senhora!

- E a senhora Mãe, como foi a noite? – Perguntei interessada em saber o que tanto estava alegrando ela.

- Fui maravilhoso meu bem. Saímos para um bar, bebemos, cantamos. Foi muito divertido. Quando percebemos já era tarde da noite!

- Percebi que a noite foi boa, a senhora está radiante. Posso saber o nome do boy? Kkkkkk

Mamãe ficou vermelha com que falei

- Que boy o que menina!! Eu não tenho idade mais para isso não! Eu hein.

Tinha algo ali que capitei no ar. Tinha um boy sim na parada, mas ela não quis afirmar.

- Que isso mãe, a senhora está maravilhosa! Deve chover homens olhando direto para a senhora, não acha Marcos?

- Xiiiiii, me deixa fora dessa. Aqui nessa casa só eu de homem! E pra chegar perto da mãe terá que passar por mim antes!

Mamãe gargalhou com a resposta dele

- Verdade meu amor, aqui em casa você nos protege!

O clima estava bem agradável. Não achei que seria desse jeito após tudo que ocorreu entre mim e Marcos.

Após o café as coisas transcorrendo bem, Marcos disse que iria jogar bola com o pessoal da escola.

- Mãe, a Iza pode ir junto? Ele só fica em casa comendo esses livros. Seria bom ela sair um pouco!

Olhei para ele com olhar de reprovação. Eu não queria sair de casa. Queria ficar na minha cama, lendo meu livro e relaxando.

- Ah filho, vê com ela se ela quer ir. Por mim tudo bem. Só tomem cuidado!

- Bora Iza! A mãe deixou. Troca de roupa e vamos! Te espero lá na frente.

Meio contrariada fui me trocar. Coloquei uma blusinha tomara que caia e um short saia jeans, deixando minhas coxas aparecendo.

Achei que mamãe ia falar alguma coisa quando passei por ela indo para porta de saída, mas não ligou. Nem tirou os olhos do celular. Seus dedos digitavam alguma coisa na tela que não me atrevi a bisbilhotar.

- Estou indo mãe!

- Se cuidem e não voltem tarde!

***

Chegamos no ginásio da cidade 10 minutos após sair de casa. Passamos o trajeto inteiro conversando amenidades, sem tocar no assunto “nós”.

Fiquei na arquibancada assistindo os jogos, esperando a hora de cansarem e irmos embora. Muitos ali eu não conhecia, não eram mais do “círculo” que crescemos juntos.

Por mais que eu não estivesse a fim de ter saído de casa, foi legal respirar um ar puro do litoral.

Marcos era tão palhaço que quando fazia gol, mandava para mim um coração e mandando beijos. Kkkk. Os colegas estavam chamando ele de cunhado. Acho que não gostou muito dessa brincadeira.

Após um tempo de jogo, decidimos ir embora. Muitos já tinham ido embora.

A noite já caia, quando saímos do ginásio. Seguimos um caminho oposto ao outros, pegando uma lateral do ginásio meio deserta.

Ao chegar em um certo ponto do percurso, onde ninguém mais estava por perto, Marcos pegou minha mão e saiu me puxando.

- Vem aqui, quero te mostrar uma coisa muito legal!

Passamos por um portão destrancada e seguimos para uma espécie de vestiário, que parecia abandonado.

- O que você quer me mostrar doido? Esse lugar está deserto!

Entramos no cômodo e ele me falou:

- Justamente, o fato de estar deserto que se torna perfeito.

Sem falar mais nada ele me agarrou me beijando com vontade enquanto agarrava minha bunda e me encostava na parede.

Entre beijos, consegui falar:

- Marcos, precisamos ir pra casa. Está ficando tarde. A mãe disse para voltarmos cedo, esqueceu?

- Calma Iza, só vamos aproveitar um pouco. Daqui a pouco nós vamos.

- Só um pouco viu!

Voltamos a nos beijar como dois animais. Ele me forçava na parede apertando minha bunda e abrindo ela, forçando seu corpo no meio das minhas pernas. Eu agarrei meus braços no seu pescoço e me deixei levar pelo momento.

Ele me virou de costas, me fazendo apoiar as mãos na parede e começou a me encoxar, segurando minha cintura, forçando meu corpo a ir de encontro ao dele, se esfregando e apertando minha bunda

- Sua gostosa, como eu adoro isso maninha!

- Também gosto. Mas temos que ir embora. Alguém pode nos pegar aqui!

- Aqui não aparece ninguém uma hora dessa. Relaxa!

Ele continuou atrás de mim e puxou minha blusinha para baixo deixando meus seios para fora e ficou apertando enquanto beijava meu pescoço.

Me virou novamente me encostando na parede e se afastou abaixando seu calção de futebol e deixando seu pau duro apontando para mim.

- Vem maninha, chupa meu pau um pouco vai?

Eu não queria fazer aquilo, ainda mais em um lugar público e isolado como aquele. Mas novamente aquela sensação de aventura e adrenalina falou mais alto e quando percebi já estava agachada com o pau dele na boca. Já que ele queria safadeza, safadeza ele iria ter!

Comecei a chupar com vontade e fome, tentando engolir o máximo que pude, deixando babado como hoje cedo. Chupava, lambia, tirava da boca para tomar um ar enquanto masturbava ele e voltava a chupar.

Ele segurava minha cabeça pelo meu rabo de cavalo. As vezes forçava o pau mais do que eu conseguia aguentar, quase me fazendo engasgar. Foi uma loucura aquilo tudo.

- Precisamos ir embora! – Tirei seu pau da boca para falar e voltei a chupar.

- Calma, tô quase gozando. Só mais um pouco. Continua chupando.

Aumentei o ritmo até sentir ele enrijecer mais ainda e começar a inundar minha boca de porra. Ele gozou enquanto gemia segurando minha cabeça, não me deixando tirar seu pau da boca.

Quando ele terminou de gozar, tirei seu pau e engoli um pouco e cuspi o restante num canto do piso.

- Puta que pariu, que me matar engasgada? - Limpei minha boca com as costas da mão.

- Nossa Iza, nem foi tanto assim! Kkkkk

- Ah não foi, então bebe isso pra você ver!

- Sai fora, doida, prefiro beber outra coisa... – ele passou a mão no meio das minhas pernas, passando bem na minha bucetinha.

Saímos de fininho do local, olhando para os lados vendo se alguém estava por perto. Estava realmente tudo deserto como ele falou.

Pegamos o rumo de casa com passos largos para chegar logo. Foi o caminho todo sentindo o gosto da porra dele na minha boca e garganta.

Nas últimas horas eu havia me tornado uma mulher que nunca imaginei que me tornaria. E o pior ou melhor? Estava adorando isso tudo.

Chegamos em casa, mamãe estava no sofá em uma ligação. Só deu para ouvir uma parte da conversa dela

-... meus filhos chegaram, tenho que desligar. Semana que vem então...Beijos. – E desligou

- Oi meus amores, já voltaram? – falou toda sem graça em ter sido pega ao celular

- Sim mãe, procuramos não demorar muito. Vou tomar meu banho, estou todo suado do jogo.

- Tá filho, vai lá!

Quando Marcos saiu de vista, fui direto ao ponto:

- Está tudo bem mãe?

- Sim filha, está tudo bem sim. – Ela deu uma risadinha, parecendo uma criança quando apronta.

- Então tá bom... se diz. Mas se precisar de qualquer coisa me avisa, viu?

Ela assentiu com a cabeça sem tirar seu sorrido do rosto.

Após os banhos tomados, todos com barriga cheia de ter jantado, cada um seguiu seu caminho para o quarto, já que a semana iria começar no dia seguinte.

Mais uma vez fiquei deitada na cama pensativa. Além de tudo que tinha acontecido, tinha alguma coisa acontecendo com minha mãe. Mas decidi não pressionar. Deixei que ela me falasse por conta própria o que estava acontecendo. Mas tenho certeza de que tem homem no meio.

Passados minutos naquele silencio do quarto, a casa silenciosa, a vontade de levantar e fazer algo de errado me atingiu, kkkk.

Abrir minha porta com cuidado para não ranger e fui na ponta do pé pelo corredor até chegar na porta do quarto meu irmão. Não ouvia nada vindo do quarto da minha mãe, então já deveria estar dormindo.

Abri a porta do quarto do Marcos com cuidado. Ele estava deitado na sua cama mexendo no celular. Ao perceber minha presença virou a tela do celular para clarear onde eu estava.

Abri um sorriso e fui sem fazer barulho até a cama dele. Tomei o celular da sua mão jogando para o lado da cama que iluminou o ambiente.

Subi na cama e montei em cima dele, colocando uma perna de cada lado acomodando minha buceta na altura do pau dele.

- O que você está fazendo Iza? – Falou bem baixo, quase não conseguindo ouvir

- Ué, só você que pode entrar no meu quarto?

Abaixei pegando sua cabaça com ambas as mãos e comecei a beijá-lo bem carinhosamente, mas mostrando meu desejo em fazer aquilo. Em pouco tempo o beijo estava forte e ardente.

Comecei a me esfregar sentindo seu pau, agora já duro, começar a me cutucar. Sua mão já foi direto em minha bunda apertando e passando os dedos entre meu cuzinho até chegar na minha bucetinha que estava louca para receber pau de novo. Eu fazia questão de rebolar cada vez mais quando ele passava seus dedos nesses dois pontos.

Levantei meu corpo e subi minha blusa, deixei meus peitos para fora e abaixei novamente colocando diretamente na boca dele.

- Chupa maninho, chupa bem gostoso. Eu amo sua boca me chupando!

Coloquei meu braço por trás de sua cabeça, apertando ela contra meu corpo, forçando-o chupar mais forte. Minha mão agarrou no seu cabelo puxando também para chupar mais forte.

Meu gemido baixo estava na altura do seu ouvido. Eu fazia questão de gemer bem ali pra deixá-lo louco de tesão.

Desci uma mão até no short dele, puxei seu pau pra fora, puxei a lateral do meu pijama e passei seu pau por toda a extensão molhada da minha buceta. Esfreguei um pouco e coloquei na portinha, pronta para soltar meu corpo naquele pau e ele me rasgar...

- Que comer sua irmãzinha de novo?

- Quero Iza. Deixa eu te foder bem gostoso!

- Só se você falar quem é a mais gostosa dessa cidade... – comecei a rir.

- É você! Você é a mais gostosa do mundo inteiro!!!! – Ele estava desesperado, coitado.

Como uma menina má, eu abaixei minha blusa na posição certa, guardei seu pau no short e arrumei meu pijama. Dei um selinho na sua boca e falei no seu ouvido.

- Outro dia você me come. Hoje vai ficar castigo e vai dormir na vontade!

- Ahhhhhhh não Iza!!!! Não faz isso!!!

- Xiuuuuu. A mãe vai acordar.

Sai do rindo e na ponta dos pés. Mandei um beijinho

- Até amanhã meu amor! - E voltei para meu quarto.

Pouco tempo depois meu celular toca com uma mensagem do Marcos.

- Por que você fez isso? – Seguido com uma carinha de raiva.

- Porque sou sua irmã e meu papel é te irritar e provocar! – mandei uma carinha piscando e dando língua.

- Você me paga! – Agora mandou uma carinha de choro. Kkkk

Bloqueei o celular e fui dormir tranquilamente como um anjinho.

***

Obrigado a você que chegou até aqui. Em breve publicarei continuações. Meu dia está bem corrido por essa semana ser a volta às aulas de férias.

Beijos a todos!

Iza S2

https://ibb.co/Xr9QS63G

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Comentários

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3 estrelas mais que merecidas. A cada novo conto, essa série me cativa mais. Uma delícia ler sobre vcs dois e das relações e descobertas de vcs dois. Impossível a gente não lembrar de nós mesmos quando tinhamos por volta da idade de vcs.

Mais uma vez vc dá uma aula de escrita e de como deixar o leitor cada vez mais apaixonado pela trama... vc manda bem demais "maninha".

Pena é a galera querendo arranjar discussão por causa das fotos. Se lá, mas as fotos me ajudam a imaginar vc enquanto leio os contos...

Um forte abraço e já estou ansioso pelo próximo conto.

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