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Meu filho foi mais homem que o pai e realizou meu fetiche – 11 – Mulher (usada e realizada) de meu filho – Final

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Um conto erótico de Sonhadora
Categoria: Heterossexual
Contém 4230 palavras
Data: 28/07/2026 14:02:40

Eu e Leo, meu filho namorado, estávamos em nossa primeira viagem podendo nos comportarmos como namorados, por coincidência pela Escócia e Irlanda onde existem mais mulheres ruivas como é de sua preferência.

Há tempo eu queria visitar a terra de meus antepassados irlandeses e mesmo sabendo que sentiria muito ciúme com tantas ruivas lindas, tinha segurança do quanto ele me amava e para lá fomos.

Ainda na Escócia eu me antecipava e mostrava ruivas bonitas para ele, e provando o quanto me ama, sempre dizia que eu era mais linda e gostosa para o gosto pessoal dele.

Uma dessas situações aconteceu quando voltávamos para o hotel romântico que estávamos hospedados que era um casarão antigo em Glasgow na Escócia. Como era verão e só começava escurecer as 10 horas da noite, quando apontei para aquela garota ruiva ela vestia um vestido de verão como o meu, só com alcinhas.

Após eu o provocar e ele dizer que eu era mais gostosa do que ela, entramos no hotel, subimos a escada e logo estávamos dentro do quarto antigo e grande com uma cama tipo Dossel, que são aquelas que tem tipo uma tenda sobre ela, apoiadas em 4 pilaretes de madeira em cada canto sobre os pés.

Muito românticas para um casal de namorados apaixonados, mas o que se seguiu não teve nada de romântico. Eu mexia em minha mala quando percebi que ele abria a sua e não me dei conta que logo ele estava atrás de mim e puxando meus braços para trás algemou meus pulsos.

Leo sempre arrumou sua mala sozinho em nossas viagens em família e não tinha sido diferente dessa vez, então não sabia o que ele levava. Não imaginei que ele me imobilizaria e usaria meu corpo nessas 3 semanas viajando, mas adorei saber que nem lá deixaria de ter meu fetiche realizado. Falando por trás em meu ouvido, me arrepiou mais do que já tinha me arrepiado sendo algemada.

– Você me fez te comparar com todas aquelas ruivas bonitas e me deu ainda mais certeza que minha ruiva é a mais linda e gostosa, o que me deixou muito, muito tarado. Agora só te usando e usando seus buracos para me satisfazer, falou como sabia que me deixaria extremamente excitada.

Meu papel era parecer não querer o que eu queria desesperadamente.

– Até aqui filho? Não está certo você fazer isso com sua mãe aqui na viagem.

– Como já te disse tantas vezes, sou eu quem decide. Você toda vez resiste, não quer, mas depois goza muito e adora.

– Meu corpo me trai, mas minha mente não quer isso.

Leo como sempre não deu bola para minha reclamação. Se abaixando em sua mala pegou dois rolos de uma corda preta muito fina que eu não conhecia ainda e ao me ver surpresa, a exibiu dando explicações.

– Não poderia trazer aquelas cordas mais grossas e todas algemas, então comprei essas de seda levinha e macia especialmente para isso. Vamos para a cama, falou me puxando pelo braço preso pela algema.

Sem tirar minha roupa, me deitou na cama e me amarrou em um X utilizando aqueles pilaretes dos cantos descartando a algema. Era a primeira vez que Leo me usaria totalmente vestida, fora quando me usou de biquini na piscina, o que me deixou bem excitada, pois fazia parecer que era mesmo uma situação indesejada por mim.

Tirando sua roupa, se ajoelhou entre minhas pernas bem abertas naquele X pôr a cama ser bem larga. Eu tinha um último argumento para parecer estar resistindo.

– Amanhã estarei toda dolorida e não vou poder fazer as visitas.

– Estaremos o dia todo viajando de carro até o norte da Escócia. Você pode deitar no carro e dormir. Acho que é melhor ir lá encontrar uma ruiva bonita e a trazer aqui para a usar e você só assiste, falou parecendo sério.

Eu sabia que jamais faria isso, mas só o pensamento de o ver fazendo amor com outra mulher me aterrorizou.

– Nãoooooooooooo. Não vou mais resistir. Se quer me usar, então me use.

Leo não falou nada e se inclinou deitando de bruços entre minhas coxas e primeiro as beijou e as lambeu me arrepiando. Por cima da calcinha pequena e branca beijou e mordeu meu monte de vênus e então a puxou de lado expondo minha buceta com os pelos lisos e macios alaranjados que ele pediu que eu deixasse crescer e a cada vez, ele falava sobre isso. Naquele momento fetiche ele não tinha o poder para me pedir nada após terminarmos, nem mandar manter os pelinhos e nem os depilar.

– Adoro essa buceta rosa dentro e alaranjada no entorno. Esses pelinhos melados e grudados me deixam com muito tesão.

Eu adorava a força com que meu filho me desejava nos momentos de fazer amor ou de me usar realizando meus desejos depravados.

Leo se inclinou ainda mais e começou a lamber de forma rude minha fenda e meu clitóris e não deu 10 segundos explodia em um orgasmo memorável tentando não fazer barulho naquele quarto antigo de portas mal vedadas.

– Aaaaaaarrrrrrgggggghhhhhhhhhhh, gemi mordendo o lábio inferior abafando o som.

Quando percebeu meu orgasmo perdendo forças enquanto saboreava meu néctar feminino, deixou minha fenda e foi para meu cuzinho e se concentrou nele. O orgasmo que estava quase no fim se reiniciou.

– Aaaaaiiiiiiihhhhhhhh.

– Estou o preparando para ser devidamente usado, falou parando um pouquinho, mas logo voltando, as vezes o pincelando, as vezes ameaçando penetrar e também girando nas preguinhas.

Deixando-me gozar, foi subindo beijando por cima do tecido do vestido, e logo tinha o pau enorme cutucando minha fenda e seus olhos encarando os meus que tinham dificuldade de ficarem abertos.

– Você é a única ruiva que eu quero. É a única ruiva que vou usar para aliviar minhas necessidades sexuais. E é a única ruiva em que vou despejar meu esperma em cada um de seus buracos todos os dias de minha vida.

Por tudo que disse, sem nem me penetrar fez meu orgasmo ter um segundo repique. Eu simplesmente explodia de tesão com meu filho me usando como um objeto ruivo de alivio, como era de sua preferência.

– Ohhhhhhhhuuuuuu, gemi novamente mordendo os lábios inferiores.

Para minha alegria, sua glande achou sozinha o caminho e se encaixou em meu furinho para o arrombar.

– Estou em dúvida se uso primeiro sua boca ou sua buceta para aliviar a maior quantidade de meu esperma. Se te perguntar você não vai responder, não é?

– Não, já que não quero em lugar nenhum e estou sendo obrigada.

A verdade é que eu realmente não conseguiria decidir. Gostaria se sentir muito esperma em meu útero, mas também adorava o engolir em grande quantidade, principalmente depois que tinha me acostumado a fazer isso.

– Então vai ser em sua boquinha rosada e barbudinha de baixo primeiro, falou começando a colocar pressão sem o cuidado que tinha quando fazíamos amor.

Cada um em sua hora eu adorava essa rudeza que ele usava me arrombando mais rápido e mais doloridamente.

– Ahhhhhhhhhhhuuuuu, você está me machucando.

Só não disse que estava adorando aquelas dores que verdadeiramente não me machucavam.

Sabendo de meu teatrinho, Leo continuou sendo viril e rude e em um tempo recorde por sua grossura enorme, o enterrou todo me levando ao paraíso.

– Oh deus. Oh deus. Aaaahhhhhuuuuuuuuuuummmmmmmm, gozei de novo no maior orgasmo da noite.

Ao começar suas estocadas ásperas, Leo aguentou no máximo um minuto até que gozou.

– Estou gozaaaaandoooo sua ruiva gostosa.

Um mar de esperma delicioso e quente se espalhou me dando a sensação que não teria aguentado engolir tudo parecendo ter mais do que o normal. Aproveitando a lubrificação Leo colocou muito mais intensidade usando minha buceta ruiva peludinha sem dó fazendo ranger aquela cama antiga enquanto eu olhava o tecido da tenda que a cobria balançando.

Depois daqueles orgasmos colossais que tivemos, poderíamos ter parado ali mesmo, mas Leo sabia que para meu fetiche de ser usada como 3 buracos estar completa, deveria usar ainda os dois que faltavam. Antes disso se ajoelhou sem tirar aquele monstro ainda duro de minha buceta e ficou indo e vindo nela assistindo.

– Adoro ficar olhando meu pau desaparecer e aparecer entre esses pelinhos alaranjados. Por isso nunca vou parar de te usar quando eu quiser. A calcinha de lado só me deixa mais tarado.

Aquela sensação de sentir meus lábios melados e macios sendo empurrados para os lados em torno seu pau grande e grosso e depois meu canal sendo expandido era poderosamente excitante. Prostrada pelo gigantesco orgasmo eu era tudo que sonhei desde adolescente. Um objeto vivo sendo usado para dar prazer a um homem e para deixar ainda mais espetacular esse homem era meu filho lindo, amado, viril e dotado.

– Estou aqui pensando em como vou gozar em sua boca carnuda e rosada e depois em seu cuzinho sem te desamarrar. Acho que vou ficar de 4 sobre seu rosto e enfiar meu pau em sua boca sem que você possa recusar e depois soltar só uma perna e te virar um pouco de lado e comer seu cuzinho encaixado entre suas coxas.

Talvez por estarmos viajando Leo ficou ainda mais criativo, porque ainda não tinha feito isso antes enquanto me usava. Tirando seu pau melado de minha buceta, ainda duro, ficou de 4 sobre mim em um 69 e o segurando encostou em meus lábios os obrigando a abrirem.

Com minha cabeça no colchão ele começou a levantar e abaixar seu quadril penetrando minha boca até onde sabia que poderia ir sem me machucar. Eu estava amarrada pelos 4 membros e com aquele pau enterrado daquela forma e nem que quisesse conseguiria virar o rosto e escapar. Era a plenitude de me sentir usada o que me fez gozar só por engolir seu esperma quando Leo gozou após alguns minutos.

Quando acabamos, Leo saiu de cima de mim e se deitou a meu lado no espaço vazio entre minha perna e meu braço amarrados. Eu já tinha tido vários orgasmos e meu filho viril, somente dois e sabia que ele queria mais e logo estaria pronto. Mesmo no torpor do gozo, não me dava trégua.

– Se a arrumadeira inventar de entrar no quarto agora, eu seria preso por imobilizar e abusar de uma mulher. Ou melhor, acho que nós dois seriamos presos, por sermos mãe e filho.

Assustada, mas também excitada pelo risco, levantei o pescoço e olhei para aquela porta antiga sem saber se Leo a tinha trancado por dentro.

– Você a trancou?

– Você se excitou não foi? Gostaria que o mundo soubesse que você é uma mulher depravada que adora ter seu corpo e seus buracos usados por um homem viril, não é mesmo?

Oh deus, Leo nunca tinha me provocado dessa forma expondo meu desejo imoral. Já adolescente quando esses desejos despertaram me julguei uma pessoa doentia, imoral e vagabunda, mas vivi a vida escondendo esse meu lado que meu filho despertou. O pior era que ele tinha razão e em minha mente doentia, adoraria que o mundo soubesse, mas só porque saberiam que era ele quem me usava.

Mesmo após vários orgasmos ele me deixou excitada e com desejo de ser usada novamente. Virando meu rosto vi que seu pau já estava como aço novamente por ter me provocado. Eu queria aquele pau imenso em meu bumbum e como não podia expor esse desejo, usei outro argumento.

– Termine logo o que você quer fazer, pois estou desconfortável e quero que me solte.

Ele se ajoelhou ao meu lado expondo aquele pau enorme me dando água na boca.

– Então admita que você gostaria que o mundo todo soubesse que seu filho te usa. Que mesmo que não seja certo desejar isso e fazer com seu próprio filho, você goza como poucas mulheres gozam no mundo.

Eu precisava daquele pau em meu cuzinho para apagar mais um fogo que ele incendiou, ainda que tivesse que sair um pouco daquele fetiche em que eu supostamente fazia tudo contrariada só por não conseguir me soltar.

– Eu admito. Eu admito. Mesmo sabendo que é errado minha mente e meu corpo me traem e não consigo os controlar.

Satisfeito, Leo foi para o lado onde meu pé direito estava amarrado e o soltou. Ajoelhado foi levantando aquela perna e se movendo para perto de minha virilha até que a canela estivesse em seu ombro esquerdo. Ele teve que girar meu corpo um pouco para o lado esquerdo e passou sua perna direita por cima de minha coxa esquerda.

Estávamos como 2 tesouras abertas encaixadas e seu pau cutucando minha fenda. Me pegando de surpresa e sem piedade enterrou aquele monstro em minha buceta super lubrificada de onde tinha saído há alguns minutos, antes de gozar em minha boca.

Mesmo moldada especialmente por ele, seu pau delicioso sempre causava algumas sensações doloridas.

– Aaaaahhhhhhhuuuuuuuuuu, gemi de pura excitação com sua invasão viril.

– É para lubrificar bem, pois desta vez não vou usar o gel. Ele já está acostumado. Adoro sua bunda mãe. Não teve nenhuma daquelas ruivas bonitas que tinha uma bunda redonda e deliciosa como a sua. A mistura de meu avô irlandês com minha avó italiana foi generosa, falou sorrindo feliz.

Realmente eu tinha herdado meu bumbum de minha mãe de origem familiar do sul da Itália onde as mulheres tem corpos mais voluptuosos. Tudo em meu corpo que fazia meu filho me desejar incontrolavelmente me deixava gostando cada vez mais de meus atributos, mesmo que antes eu achasse minha bunda um pouco maior do que deveria ser. Não mais desde que ele mostrou o quanto gostava dela.

Quieta lamentei quando o tirou de minha buceta mas logo o escorregou para meu anelzinho exposto por minha perna estar totalmente aberta apoiada em seu ombro. Devagar por ser a primeira vez que o penetrava sem o gel, a sensação de ter meu último buraco usado naquela noite era maravilhosa.

– De agora em diante a falta do gel não vai mais limitar usar seu cuzinho. Ohhhh mãeeee. Você é gostosa demais.

Bem que eu queria dizer que toda aquela gostosura era para que ele se satisfizesse, mas ele já fazia disso e eu não poderia admitir o quanto estava adorando. Com calma Leo se enterrou todo naquela posição inédita e excitante e eu já gozaria, mas precisei me segurar para aproveitar o quanto pudesse ser um objeto de alivio sexual para meu filho.

Leo começou o vai e vem lento e naquela posição ajoelhado ele praticamente o tirava inteiro e depois o enterrava novamente observando com cara de safado e só as vezes olhando para mim.

– Não tem como não olhar e me deu uma ideia ainda mais safada.

O que poderia ser mais safado do que ele usando sua mãe como objeto sexual já no terceiro buraco? Leo provou que a criatividade de um jovem tarado não tem limites. Do nada ele parou o vai e vem só com a glande encaixada em meu cuzinho e então com a palma da mão direita para cima e deixando só os dois dedos maiores esticados os levou a minha fenda procurando a porta de minha vagina, me arrepiando a alma.

Meu corpo começou a tremer sabendo que ele faria pela primeira vez uma dupla penetração. Por estar muito encharcada e seu pau só com a glande encaixada atrás, seus dedos foram se afundando com facilidade até que chegaram ao fundo e aí a última surpresa quando senti a ponta de seu polegar em meu clitóris.

Extremamente excitada foi impossível falar qualquer coisa quando o senti iniciar o vai e vem inverso. Ao encher o cuzinho esvaziava minha bucetinha e quando só deixava a glande no cuzinho enfiava os dedos e o polegar esfregava meu clitóris.

Já sabia que teria o maior orgasmo entre todos os enormes orgasmos que meu filho me dava, mas tentei segurar porque era o ápice de meu fetiche sendo usada ao mesmo tempo em dois buracos. Só não previ que poderia ficar melhor.

Se inclinado um pouco sobre meu corpo fazendo seu pau ir ainda mais fundo quando entrava, Leo esticou o braço longo e deixando os dois dedos maiores esticados os encostou em meus lábios e os empurrou para dentro.

– Chupa como chupa meu pau. Você é meu brinquedinho de uso pessoal para me aliviar e hoje estou tão tarado que estou usando os três buracos juntos ao invés de um por vez.

Leo conseguiu sintetizar em um momento tudo o que desejei ser por quase 20 anos e foi mais safado do que todas as histórias que escrevi juntas. Meus olhos esbranquiçaram e entrei em um modo letárgico me deixando ser usada gozando, gozando e gozando sem fim.

Como um objeto perfeito eu não tinha reações, mas somente sensações delirantes de prazer. Nem conseguia chupar seus dedos como ele queria, mas Leo os estocava em minha boca como estocava meus outros buracos.

Sem noção do tempo, não sei quanto tempo durou, mas pareceu ser muito tempo com Leo conseguindo se segurar por ter gozado antes e querendo me manter naquele estado de delírio orgástico infinito.

Minutos depois, sei lá quantos, em meio a meu orgasmo sem fim mantido por orgasmos em sequência, algo ainda o deixou mais poderoso e foi o calor intenso de seu esperma se espalhando em minhas entranhas. Se ele avisou que estava gozando nem escutei inebriada de tanto prazer e com esse pico sensorial apaguei no apogeu de minha vida sexual.

Quando despertei me senti com os braços e pernas livres, mas com uma perna levantada e uma sensação de umidade me tocando lá embaixo e ao abrir os olhos vi Leo me limpando com uma toalha, todo cheio de cuidados e carinho.

– Te limpei bem aqui mãe. Te machuquei muito, perguntou preocupado.

Movimentei meus músculos pélvicos e senti um dolorido maior do que o normal, mas nada insuportável.

– Não, só estou um pouco mais dolorida, falei sem forças ainda.

– Acho que exagerei, falou preocupado.

Como tinha sido durante o momento fetiche, não poderia ser explicita sobre o que aconteceu lá mostrando que tinha adorado.

– Se tivesse exagerado eu não estaria bem como estou.

Ele sorriu feliz sabendo que aquele era um sinal verde para repetir, mas se realizava meu desejo imoral a cada duas ou três semanas por causa da intensidade, da forma intensa como fez deveria dar mais tempo entre elas.

Assim que me recuperei fomos tomar um banho juntos e pedimos uma sanduiche para comer no quarto. Antes Leo guardou suas cordas e para não falar do que aconteceu, falamos de nosso dia de passeio. Por fim dormimos abraçados e exaustos e como ele disse lá no começo daquela noite, o dia seguinte foi de estradas e dormi muito toda dolorida, mas satisfeita mais do que nunca, só acordando nos lugares turísticos da estrada.

Leo, coitado, teve que dirigir quase o dia todo, mas com sua juventude e naquelas estradas das Highlands escocesas, não reclamou. Paramos em alguns pontos lindos e depois no famoso Lago Ness do monstro antes de chegar em Inverness e cansados e ainda dolorida, foi o primeiro dia que não fizemos amor.

Os dias seguintes de viagem foram maravilhosos com a beleza do norte da Escócia e podendo me passar por sua namorada. Com tanta alegria e satisfação, eu me sentia de verdade com 25 anos como Leo sempre dizia que eu parecia ter. De vestidinhos florais, naquele calor enorme de julho escurecendo 10 horas da noite eu aparentava muito mais jovial.

Fazíamos amor como casal em lua de mel todos os dias e já na Irlanda, nos perdemos em estradas de terra desoladas procurando um tumulo medieval a ser visitado. Seguindo o GPS, entramos em uma cheia de buracos de chuva parecendo que ninguém a usava e ela parecia um túnel verde porque haviam arvores dos dois lados com copas baixas se encontrando.

Leo do nada parou e aproveitando eu estar de vestido, me surpreendeu.

– Vem aqui no meu colo mãe. No carro, só fizemos na garagem ainda.

Fiquei tão excitada que meu corpo tremia todo enquanto eu passava por cima do console. Sendo a mãe eu deveria ser a responsável, mas o tesão falou mais alto. Quando consegui estar de seu lado, Leo já segurava aquele pau imenso como um mastro e afastando a calcinha logo me enterrei nele

Leo nem desligou o carro e em 2 minutos explodimos em um orgasmo imenso, mas foi tão rápido que continuamos e tivemos um segundo depois mais uns 5 minutos e só paramos por preocupação.

Voltei a meu lado, nos arrumamos, eu com a buceta deliciosamente encharcada, partimos em segurança. Eu estava empolgadíssima.

– Ohhh filho, foi tão bom. Sempre que quiser fazer isso, vou adorar.

– Sempre que não for arriscado demais, vamos repetir mãe. Um dia vou arrumar um lugar onde eu possa te amarrar dentro do carro e te usar.

Minha buceta satisfeita pulsou com tanta força que senti seu esperma sendo expulso e molhando ainda mais a calcinha. Eu queria mais do que tudo o que ele prometeu e sabia que ele daria um jeito de realizar.

– Você precisa parar de me usar como objeto filho. Nós já fazemos amor.

Tudo aconteceu sem querer porque ele leu meus contos, mas tirando o fato de ser meu filho, Leo era o melhor homem do mundo para realizar meu fetiche, pois sabia exatamente o que falar e como agir, como nenhum homem daqueles que criei nos contos.

– Somos filho e mãe namorados, fazemos amor de forma incrível, mas as vezes meu instinto animal de usar uma fêmea precisa ser satisfeito e a fêmea que eu quero é você, então vou continuar te usando.

De novo minha buceta pulsou forte e nem respondi de tão excitada. Por fim encontramos o tal tumulo e o visitamos, mas o ponto alto foi me sentir toda melada durante a visita. O passeio valeu muito mais a pena pelo que aconteceu na estrada, mas foi legal ver histórias de meus ancestrais.

Na última semana, estávamos na Irlanda e por mais uma vez Leo meu usou realizando meu fetiche em um lugar diferente. A realizar em qualquer lugar já era maravilhoso, mas era gostoso ser em lugares diferentes.

De volta ao Brasil, Leo começou a estudar ainda mais focado e não demorou a começar o estágio com seu pai. Durante a semana, insaciável em sua juventude, fazia amor comigo todas as manhãs e tardes quando chegava ou a noite. Se eu descuidasse e esquecesse da pílula, certamente engravidaria.

Meu desejo de ser usada apenas como objeto sexual nunca diminuiu e a cada 2 ou 3 semanas no máximo, Leo a realiza, sabendo que é uma necessidade psicológica e fisiológica minha.

Ele e só ele além de mim sabe que tenho dois tipos de tesão. Um de ter orgasmos maravilhosos fazendo amor que ele sacia todos os dias e aquele desejo de ser usada de forma suja, crua, sem-vergonha e obscena e quando Leo percebe que meu tanque está cheio desse tesão, usa sua mãe, namorada e mulher, deliciosa e desavergonhadamente.

Desde que ele descobriu meus contos e me usou a primeira vez, 5 anos se passaram. Leo trabalhou todo esse tempo com seu pai com quem se dá bem, se formou e conseguiu o que queria nos mudando para São Paulo onde ele toca a fábrica.

Nunca deixamos de aproveitar todos os momentos de férias, feriados e folgas para viajarmos longe ou perto para namorarmos, fazer muito amor e ser deliciosamente usada.

Em São Paulo ou viajando, longe dos conhecidos somos apenas o Leo e a Laura. Mesmo com nossa filhinha continuamos a ir para todo lado com ela. Como Leo desejava escancaradamente, ela nasceu ruivinha com muitos cabelos arrepiados em um moicano, chamando a atenção de todos por ser tão lindinha, mas para nós o que mais agradecemos é ter nascido perfeita e saudável.

Nem na gravidez, meu desejo de ser usada amenizou e mesmo já bem barrigudinha meu filho viril me imobilizava e me usava de formas criativas preservando a bebê. Quando voltei a forma após 6 meses do parto tinha exatamente o mesmo corpo que Leo sempre babou e desejou com aqueles olhos de quem queria me usar e se aliviar, exatamente o que eu precisava.

Tenho a certeza que não tem relacionamento tão solido como o nosso, sem preocupações de traições, sem preocupações de não estar satisfazendo o parceiro e com um amor inigualável e infindável e mesmo Leo sendo 16 anos mais novo, estou totalmente segura que ele sempre vai estar a meu lado e por isso decidimos ter mais um filho ou filha, mas depois encerrar.

Tenho apenas 43 anos e sou uma mulher realizada. Fui muito feliz com meu marido na adolescência e nos primeiros 15 anos dos 18 anos que ficamos casados e se ele não pôde me manter feliz para sempre, pelo menos me deu o presente que me faz e vai fazer dos restos de meus dias imensamente felizes.

E fora estar com nossa filhinha os momentos que estou mais feliz é quando estamos unidos em um só, com ele inteirinho encaixado em mim me preenchendo como ninguém poderia.

FIM

Olá Leitores. Esse conto chegou a ser o mais lido do mes, mas senti falta de comentários e estrelas. Ao menos nesse ultimo, façam seus comentários e deem as estrelas ser acharem merecido. Ajudará no estimulo de continuar produzindo contos como esse. Agradeço a todos os que leram até aqui.

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