Conheci Karla em 2022, por recomendação de uma amiga em comum nossa. Eu já trabalhava com limpeza há anos, prestava serviços de diarista e ela precisava de alguém confiável pra dar faxina no apartamento pelo menos uma vez no mês.
Karla tinha 36 anos, era comissária de bordo e recém chegada no Rio, não conhecia quase ninguém, então essa colega fez o favor de falar do meu trabalho e nos apresentar pessoalmente. A faxina que eu dei no apartamento foi tão boa que acabei virando o diarista oficial, ela só fazia limpeza comigo.
A coitada vivia na correria entre um voo e outro, não tinha tempo de parar em casa e às vezes a gente nem se via, eu só pegava a chave com o porteiro, fazia a faxina e devolvia a chave a ele. Mas mesmo vivendo nesse ritmo frenético, o tempo foi passando e eu e Karla acabamos virando bons amigos.
Nos dias que ela tava em casa, eu fazia a limpeza enquanto a gente conversava e colocava a vida em dia. Ela, solteirona, desabafava dos homens que conhecia, de vez em quando me chamava pra beber e trazia lembranças dos lugares por onde viajava, tipo souvenirs, camisetas, chaveiros...
Eu também contava dos casos e acasos com meu marido, nós dávamos boas risadas falando dos machos e até marcávamos de sair pra tomar uma nas folgas dela, mas esse plano nunca saiu do papel. No máximo umas cervejinhas no apartamento mesmo e olhe lá, minha amiga era fraca pra bebida.
Numa dessas vezes que terminei o serviço e a gente parou pra beber, Karla apoiou o cotovelo na mesa, abriu a mão na testa e eu logo percebi que havia algo errado antes mesmo de ela fazer bico.
- Que foi, amiga? Errei a mão?
- Max, preciso pedir um favor.
- Vish. Fiz merda, já sei. Pode falar. – engoli a seco.
- Não, você é um amor. É que...
- Desembucha, mulher!
- Eu tô um pouco preocupada em como vai ser na semana que vem. Vou viajar e Juninho vem pra cá, esse garoto é um inferno.
- Quem é Juninho?
- Meu filho, nunca te falei?
- Filho? Com essa carinha de nova? Nunca imaginei.
- Menino, eu já fui casada. Tive ele e depois separei, meu negócio é ficar solteira mesmo. Hahahah.
Karla explicou que, devido aos seus voos constantes, Juninho morava com o pai em Petrópolis e eles passavam a maior parte do ano sem se ver pessoalmente, mas ele costumava aparecer durante as férias e ficava uma semana, duas na casa dela.
- Que maneiro. Legal que vocês tiram um tempo juntos, Karlinha.
- Legal? Ah, você ainda não conhece Juninho, Max. Ele é ligado no 220v, só faz merda. Só sabe aprontar. Se deixar, passa o dia inteiro socado na rua jogando bola e não volta em casa nem pra comer, capaz de dormir na rua.
- Meu Deus!
- Não tem modos, não tem um pingo de educação. Nunca vi um menino tão largado que nem ele. Mas isso é culpa do pai, outro irresponsável. Parecem duas crianças. – ora ela bebia, ora metia o male no filho e no ex-marido.
- Mas por que você tá nervosa com a chegada dele?
- Meu filho é garoto problema, Max. Eu vou passar o dia resolvendo BO na rua e ele vai ficar sozinho aqui. Preciso que você me faça um favorzão.
- Puta merda... Lá vem. Manda.
- Não deixa Juninho sair. Você vai trancar a porta da sala e esconder a chave com você, combinado? Não quero estresse com vizinho por causa de bola no corredor.
- Tá, tudo bem. Mas e se ele pedir a chave, o que eu faço?
- Ele VAI pedir a chave. Do jeito que é insistente, vai pedir várias vezes pra tentar te cansar, então você tem que ser chato com ele também. Vou deixar avisado que não é pra ir na rua, mas já te falo que Juninho é IN-SU-POR-TÁ-VEL. Prepara pra se estressar, amigo.
- Misericórdia, Karlinha. Ainda bem que sou teu amigo, viu? Isso tá parecendo serviço de babá. – respirei fundo.
- Pode ficar aliviado que o pagamento vem com adicional de insalubridade, eu vou pagar a mais.
- Do jeito que você fala, seu filho parece até aquelas crianças capetas.
- Espera pra ver semana que vem. Hahahah. – ela gargalhou alto, não sei se de ansiedade ou de nervoso pela chegada do filhote.
Admito que eu também fiquei preocupado em como seria a rotina com o Juninho no apartamento. Do jeito que Karla contou, me imaginei limpando os cômodos e o menino hiperativo tocando o terror logo em seguida, bagunçando tudo que eu arrumei e me infernizando a tarde toda. Um porre, né? Mas pensei no dinheiro, dei tempo ao tempo e os dias passaram.
Na semana seguinte, segunda-feira, cheguei no apartamento da minha amiga de manhã e já dei de frente com a Karla saindo toda arrumada pro trabalho. Ela pôs o dedo na boca, pediu silêncio e falou baixinho.
- Bom dia, amigo. Hoje não vou voar, mas só chego à noite. Lembra do que eu pedi, tá? Tira a chave na porta, não deixa esse garoto sair por nada.
- Tá bom, vou tentar.
- Tentar não, você vai conseguir. Ele chegou da escolinha de futebol e jogou videogame até tarde, só vai acordar lá pra hora do almoço. Aí você prepara a comida, conforme a gente combinou.
- Show. Deixou as coisas separadas na geladeira?
- Deixei, as panelas também. Já mandei teu dinheiro, depois dá uma olhadinha. Agora deixa eu ir, senão chego atrasada. Tranca a porta, Max.
- Pode deixar, Karlinha. Bom trabalho.
- Pra você também, querido. E boa sorte. Hahahah. – ela deu um beijo no meu ombro, pegou a bolsa e saiu.
A primeira coisa que eu fiz, claro, foi trancar a porta e guardar a chave no bolso da bermuda. Depois liguei a tv da sala em volume não muito alto, fui no banheiro trocar de roupa e busquei pano, balde, vassoura e aspirador de pó na área de serviço, pronto pra dar início à faxina de sempre.
Comecei de dentro pra fora: do quarto da Karla pro banheiro, do banheiro pro corredor, na sequência a sala, varanda, cozinha, copa e a área de serviço. Tirei pó, passei desinfetante no chão, escutei Ana Maria ensinar receita de guacamole na tv e chegou perto do meio-dia, foi quando a porta do outro quarto abriu e aquela voz rouca e meio arrastada falou atrás de mim.
- Coé, tu que é o Max?
Virei pra trás e dei de cara com um homem desconhecido dentro do apartamento da Karla. A julgar pela aparência e pela pouca roupa, só podia ser um amigo mais velho do Juninho ou então algum namoradinho que minha amiga deixou dormir até mais tarde e esqueceu de me avisar.
Era um rapaz magro, da pele parda pouco bronzeada e corpo mais ou menos definido. Sem tanquinho, só os oblíquos desenhados nas laterais da cintura afiada. Cabelo crespo enroladinho puxado pra trás com um arco, aparelhos nos dentes, bigode fininho e um único chumaço de barbicha no meio do queixo, com risquinho na ponta da sobrancelha e poucas espinhas na testa.
- Você é o...? – perguntei.
- Juninho. – ele esticou a mão pra me cumprimentar.
Mas eu não consegui dizer nada. Por tudo que a Karla falou do filho, esperei encontrar um garoto malcriado e respondão, não um marmanjo do meu tamanho e pentelhudo de 19 anos. Pra piorar a situação, Juninho vestia apenas samba-canção, tinha acabado de acordar e tava meia bombaço, sua mão não parou de beliscar a rola bamba no pano.
A cada puxada que ele dava, a roupa descia sem querer na cintura e revelava a entrada dos pentelhos escuros.
- Juninho? Caramba, você é... Enorme!
- Pô, sou grandão mesmo. Geral fala, teheheh. Minha coroa se amarra na tua, Max, falou benzão de tu.
- É? Eu adoro Karlinha. E você, filho dela, com certeza deve ser gente boa que nem ela.
- Nós tem tudo pra ser fechamento um do outro, paizão. – ele falou cheio de gíria e muita marra. – Só depende de tu.
- Depende de mim? – me fiz de bobo.
- Dá o papo. Tô ligado que a coroa não quer que eu meta o pé na rua, mas eu não brotei pra ficar preso, pegou a visão? Tu vai desenrolar essa chave aí pra nós, não vai?
Eu sabia que aquele era o filho da minha amiga e tinha noção que o moleque era encrenqueiro dos pés à cabeça, mas a visão dele apertando o piru enquanto falava comigo foi demais pra mim. Sobretudo quando meteu a mão dentro do pijama, alisou os pelos e depois cheirou os dedos na maior naturalidade, mania de homem que aprecia o próprio cheiro.
- Max? Tô falando contigo, pô, se liga. Tá prestando atenção em quê?
- Foi mal, é que... – senti a maior vontade de cheirar aqueles dedos, mas me segurei. – Olha, Juninho, vai me desculpar. Se eu não seguir as ordens da sua mãe, ela me manda embora e eu preciso muito desse trabalho. Por favor, não faz eu ser mandado embora.
Tive que apelar.
- Pô, mano... Ela não precisa saber. Tu me dá a chave, eu vou e daqui a pouco tô de volta, segredo nosso. Sabe guardar segredo? – ele me circulou, parou na minha frente, me encarou e cruzou os braços, bem sério.
- Não sou de mentir, muito menos pra Karlinha. Melhor não arriscar, Júnior. Se der errado, eu que me ferro e vou pro olho da rua. Você vai me odiar por isso, mas... Tô fora do seu plano.
- Ah, mano, fala sério... Tomar no cu. – puto, o filho da minha amiga passou por mim, foi pro banheiro e mijou de porta aberta.
Voltei pra cozinha e fui preparar o almoço, porém o estrago inicial já estava feito: não tirei a imagem do Juninho da cabeça. O barulho do jato grosso de mijo acertou meus ouvidos e deu vontade de passar na porta do banheiro, como quem não quer nada, só pra manjar a rola do marrento, mas, de novo, eu respirei fundo, foquei no trabalho e tentei resistir à tentação.
Ele saiu do banheiro direto pro quarto e não falou mais comigo. A hora passou, eu terminei de fazer a comida e só faltava o quarto do Juninho pra limpar, daí fui lá e bati na porta sem ver que tava só encostada. Resultado: ela abriu, eu vi lá dentro e flagrei o bonitão encerando a pica na punheta, um pé no chão e o outro largado por cima da escrivaninha.
- Porra, Max, tá maluco!? – ele guardou o pau às pressas, desligou a tela do computador e eu mal tive tempo de ver a rola, só deu pra ver aquele vulto enorme.
- Foi sem querer, é que eu tô acostumado com o apartamento vazio. Desculpa. Mas ó, não vi nada.
- Tu não libera a chave pra eu ir na rua fuder, tenho que me virar na bronha. É o que tem pra hoje.
- Juro que não quis atrapalhar.
- Relaxa, tá de boa. Quer limpar aqui, né?
- É, preciso. Tá muito ocupado?
- Nada, pode entrar. – apesar de ter escondido a pica de volta na samba-canção, Juninho não conseguiu disfarçar que era dotado.
Assim que ele levantou da cadeira do computador e ficou de pé, a vara levantou junto e alterou drasticamente o contorno do short de dormir. Ela apontou pra frente, dobrou o pano, e só não deu seta pro teto do quarto porque eu interrompi, senão com certeza teria mirado pro alto.
Ele saiu pra eu arrumar e eu não sei o que foi pior, o flagrante da punheta ou a faxina em si. Pra começar, encontrei uma quantidade absurda de papel higiênico grudado e escarrado de porra na lixeira perto do computador, além do tubo de lubrificante na mesinha e das meias chulezentas que Júnior deixou espalhadas.
Como se não bastasse a bagunça e o cheirão forte do chulé, eu fui passar pano na escrivaninha, esbarrei no botão e a tela do computador acendeu, revelando pelo menos cinco abas de pornografia abertas, cada uma com um vídeo pausado. Detalhe: todos eles tinha uma atriz diferente dando o cu. Foi assim que descobri que o filho da Karla era viciado em sexo anal, tarado em comer bunda.
Desliguei a tela de novo, fingi que não mexi em nada, terminei a limpeza e saí do quarto. Quando chego na sala, a surpresa? A mesma cena de antes: Juninho com um pezão largado na mesinha de centro, o outro no sofá e as pernas abertas, descascando o pirocão sem medo de ser pego e vendo sexo anal na tv.
Dessa vez não teve susto, porque ele não me viu. Eu fui por trás do sofá, cheguei de mansinho e minha boca secou quando vi o tamanho do guindaste que ele tava operando como a mão esquerda. Nem se usasse ambas as mãos daria pra agarrar o controle inteiro, parecia uma clava.
Aquela piroca tinha no mínimo 22cm de envergadura. Tortona pra esquerda, com a curvatura excêntrica de baixo pra cima e apontada pro teto, do jeito que eu previ no quarto. As bolas eram ovos de macho quarentão, soltas, gordas e folgadonas dentro do saco peludo, pra não falar da cabeça inchada e toda melecada de seiva bruta.
- Ssss... – o danado gemeu baixinho, fechou os olhos e mordeu o beiço, muito à vontade na masturbação.
Uma pica grossa, carnuda, veiúda e 100% desproporcional ao resto do corpo magro do Juninho, cheguei a sentir estranheza vendo a punheta gorda que ele batia. O prepúcio borrachudo escorregava ao redor da cabeça, ela desabrochava feito flor e logo em seguida se fechava em meio ao couro escuro durante o recuo da mão.
Mas o que mais me pegou não foi a dimensão estratosférica, os ovos pesados ou o visual experiente da piroca. O que me pegou mesmo é que ela inteira era mais morena que a pele dele, assim como o saco. A cabeça chegava a ser escura no meio e roxa nas bordas, com o corpo da pica concentrando melanina e criando um contraste delicioso de ver.
Juninho era o famoso moreno da rola preta.
- De novo, garoto? Segunda vez em menos de uma hora? – cheguei de surpresa e interrompi o momento.
- Ô, porra... – ele subiu a samba-canção e tentou disfarçar. – É isso que dá tu não deixar eu sair.
Essa resposta me deu a sensação de que ele queria me constranger até eu liberar a chave do apartamento. O pivetão levantou do sofá, veio de rola armada pra cima de mim e mostrou a foto de uma buceta na tela do celular.
- Olha aqui o que eu tô perdendo, paizão. Por culpa tua, tá feliz? Podia tá lá gastando piru na xota dela, mas não, fica eu e tu aqui, um olhando pra cara do outro. Me dá só vinte minutinho na rua, pô. – ele apertou o volumão de pé enquanto tentava me convencer.
- Juninho, por favor... – saí de perto, mas o sem vergonha me cercou e insistiu.
- Como, a xereca dela deve ser apertadinha. Mina falou que deixa eu gozar dentro e tu me prendendo em casa, fala sério. Só tô pedindo vinte minuto, paizão. Vinte minuto, eu gozo e ralo, custa?
- Você... Tá doido pra fazer filho, né? – lutei pra não manjar o piruzão.
- Porra, tô subindo as parede, filhão! Me libera, vai? É dinheiro que tu quer? Eu pago.
- Não, esquece. Não me vendo, prometi pra sua mãe que não ia dar chave nenhuma.
- Dez minutinho então, pode ser? Só pra eu chegar lá e ó. – Juninho deu com a mala na tela do celular e fez aquele barulho de pancada. – Três paulada na xereca da novinha e volto correndo, tu nem vai perceber que eu fui ali. Fechou?
- Júnior... – me concentrei.
Mas foi difícil focar no papo, porque além do jeito explícito de conversar, ele ainda tava excitado da punheta e toda hora sacava a mão no bichão por cima do short de dormir. Quem presta atenção no assunto assim? Eu até que tentei.
- Dá essa moral pro teu parceiro, Max. Tu é homem que nem eu, tu entende. Sabe como é do caralho acordar de saco cheio, não sabe? Mamadeira tá pedindo, porra, deixa eu ir. Tô alucinado, vou pirar aqui dentro. Já bati cinco punheta de ontem pra hoje, a rola tá doendo. Preciso fuder, mermão.
- Gozou cinco vezes e ainda quer sair pra comer a moça? Haja fogo, cara. – fui andando pra cozinha e encerrei o assunto, mas o garotão me seguiu e não desistiu.
- Se eu tivesse comido buceta, não teria esfolado o cacete na bronha. Passei a madrugada alisando a pica, de fome. Tu pode acabar com isso agora, é só desenrolar a chave. Me ajuda, parceiro.
- Chega disso, Juninho. Não é não, fim de papo. Não vou dar a chave, não posso.
Peguei água na geladeira e virei pra pia, sem ver que ele tava atrás de mim. Minha bunda acabou esbarrando na cintura dele, o filho da mãe deu uma paulada no meu rabo e chegou pra trás, caiu na risada.
- Iiiiih, coé? Me encosta não, padrinho. Encosta não que do jeito que eu tô, capaz de te furar sem ver.
- Ô! Tá maluco? Comeu merda? Me respeita, moleque, sou mais velho que você. Sou amigo da tua mãe e sou casado, perdeu a noção? Se controla, abaixa o fogo. – me fiz de machão.
- Tô tentando, pô, mas tá foda. Quando bate o tesão, qualquer buraco é buraco. Vai sem querer, fica me esbarrando não. Tá avisado.
- Você só pode tá brincando. Isso não é sério, Juninho.
- Então paga pra ver. Esbarra o rabo de novo, pra tu ver se eu tô brincando. Num fode, cuzão. – o marrento fechou a cara.
- Sério que você tá puto comigo por eu ter obedecido uma ordem da sua mãe? Pelo amor de Deus.
- Claro, comédia. Era pra tu ser meu fechamento, mas não, tá empatando minhas foda. Larga do meu pé! Qual teu caô comigo? – ele me cercou na pia e encarou minha boca. – Tô começando a achar que é tu que não quer que eu vá pra rua. Nem minha coroa é chata assim.
- Quê?
- É, isso aí mesmo que tu ouviu. Qual foi, tu me quer aqui dentro, né? Só eu e tu, é isso? Dá o papo...
- Do que você tá falando? Sai fora. – fui pro lado e fiz que ia sair da cozinha, mas ele puxou meu braço e me trouxe de volta, cara a cara com ele na pia.
- Tu quer me ter só pra tu, tô ligado. Por isso tá me prendendo.
- Só fiz o que sua mãe mandou.
- Será? – me olhou torto. – Tá desde cedo me olhando, já saquei qual é a tua.
- Melhor mudar esse assunto, Júnior. Eu sou casado, vou fingir que não ouvi o que você disse.
- Finge não, é pra escutar. Vem cá, vem... – seus dedos seguraram minha mão e levaram de encontro ao malote pesado na samba-canção.
- VOCÊ BEBEU!? Eu tenho marido!
- Relaxa, paizão, tenho medo dele não. Só tá eu e tu aqui, eu sei que tu gosta. Nem disfarça pra manjar, pô.
- Eu sou amigo da sua mãe, garoto. Ela é minha patroa, você é filho dela.
- E daí? Ela não vai saber, só se tu contar. Já que não vai deixar eu sair, pelo menos eu não fico entediado nesse apartamento. É justo, não é? – o cretino alisou meu pescoço, apertou meu ombro e foi me botando de joelho no tapete da cozinha.
- Juninho, pelo amor de Deus... Por favor, para com isso.
- Bora se divertir, pô. Só pra quebrar o tédio, bagulho bobo. Mas vai ter que deixar eu fazer tudo que eu ia fazer com a novinha, já é? Pra compensar teu vacilo. É o mínimo.
- Júnior... Já falei que sou casado.
- Bora, abre a boca pro pai. Ó como o pai tá doido pra ganhar uma chupada. – arriou a roupa, botou a jamanta pra fora e a curta distância me inebriou no cheiro gostoso dela.
Ele ainda não tinha tomado banho depois que acordou, tava com aquele cheirão de dormido e a pica idem, e o mais delicioso é que ela foi educada e bateu nos meus beiços antes de entrar. Depois escorregou pro céu da boca, acolchoou minha língua e eu me vi imerso naquele gostinho salgado de molecote marrento.
Juninho sentiu a glande ser envolvida na minha saliva quente, a cintura mexeu sozinha e ele automaticamente ensaiou a primeira botada, como se quisesse fuder minha boca. O cacete escorregou ainda mais fundo, acertou as amídalas e eu lacrimejei de nervoso, cheio de tesão.
- Aaargh! Isso, mama tudo. Tava querendo me chupar desde cedo e não soube pedir, não foi? Hehehe. Pode se lambuzar, fica à vontade. Nunca recuso uma boquinha, é sempre bem-vinda. – ele apoiou na pia e segurou o caralho pra bater na minha língua.
A quem eu queria enganar? Fiquei galudo no novinho assim que pus os olhos nele mais cedo, então pra que fugir do desejo? Medo da Karla, claro, que era minha patroa e minha amiga.
O foda é que, uma vez de boca na rola, eu fui me soltando, me entreguei ao vício e forcei a cara na virilha do filho dela até bater com a garganta na ponta da cabeça, aí sim ele se empolgou, olhou pra baixo e mordeu o beiço pra mim.
- Tu é aqueles viadão que mama que nem puta?
- Você é muito safado, moleque, fico chocado contigo.
- Só por que eu sou direto? Hehehe. Tu mama que nem puta, Max?
- Não sei. – me fiz de difícil.
- Bora descobrir, abre a boca. – sua mão esquerda segurou o alto da minha cabeça, a direita forçou a giromba e ele veio com tudo pra cima do meu rosto.
Mais da metade da madeira enterrou na minha língua, o cabeção atolou lá no fundo e comecei a engasgar no grau, sem medo de asfixiar. Caí de boca legal, gargarejei e suportei mais de dez segundos de cabeçadas e latejadas na goela, enquanto segurava o sacão e dava aquela massagem suave nos ovos.
Paguei a garganta profunda que Juninho pediu e, de quebra, com a língua de fora, lambendo as bolas dele. Já que queria tanto esculachar a novinha, deixei ele me fazer de brinquedo e descontar em mim tudo que pretendia fazer com ela. Nem precisei dizer, pois o sacana viu que eu aguentei na goela e tratou de me botar pra engasgar sem parar.
- Isso, engole tudo! FFFF! Boquinha quentinha.
- Já tá abusando, moleque. Até parece que você ia fazer isso com a novinha.
- Não ia não, mas contigo eu faço. Tu aguenta, pô, fortalece. Heheheh. SSSS! – e dá-lhe cavada na minha goela, tirando e botando sem parar.
Meu queixo amortecia o impacto das bolas, o tarado começou a fuder minha garganta deliberadamente e às vezes segurava meu crânio pra estocar a espada na última mucosa da faringe, onde ficava parado por vários segundos, apenas pulsando e se deleitando no meu aperto.
Eu tossia, engasgava, chorava, derramava saliva, cuspia, tudo ao mesmo tempo. Foi papo de lambança mesmo, minha cara saiu vermelha. Experimentar minha garganta foi um caminho sem volta pro filho da minha amiga, virou o vício dele. Juninho não quis mais jogar videogame ou ver pornô, até do papo com a novinha no celular ele esqueceu.
- Dá uma mamada no meu saco, vai?
- Com prazer. – linguei a pele espessa, absorvi o sabor salino e deixei o moleque manso no bola-saco, ele gemeu baixinho com a maciez da minha boca agasalhando os culhões.
- SSSS! Ah, agora quer mamar. Ficou fazendo joguinho comigo.
- Já falei, cara, você é filho da Karla. Imagina se ela descobre. Eu sou o primeiro a me fuder.
- Ela só vai saber se tu contar. Segredo nosso, pô. É até bom ela não saber, que aí eu te boto pra mamar sempre. Tu chupa gostoso, aguenta na garganta que é uma beleza. FFFF!
- Quem falou que eu vou te chupar sempre? É só dessa vez. Só até você se acertar com a sua mãe e ela deixar você sair, não vai ter repeteco não.
- DU-VI-DO! EUHEUH! Né todo dia que nós encontra uma garganta fácil que nem a tua, filhão. Não viaja, vai mamar sim. Tá falando muito, chupa essa pica. – ele puxou minhas orelhas, escondeu a mandioca na goela de novo e eu abracei sua cintura pra me atracar no talo dela.
O único cheiro que senti nessa hora foi da virilha e dos pentelhos do Juninho. Minha visão se fechou no escuro da genitália, as amídalas tremeram com a passagem da piroca e aquele gosto forte salino consumiu meu paladar.
- OOORGH! É assim que tu mama teu marido, é!? Aquele corno. – deu tapinha na minha cara e riu, debochado.
Olhei pra cima pra encará-lo nos olhos e vi seu semblante de prazer, as expressões de alguém que tava padecendo no paraíso. Os bagos roncando dentro do saco, a carne espasmando em êxtase, a piroca latejando em pé, as coxas batendo no meu queixo e a glande cruzando o céu da minha boca em velocidade máxima conforme o filho da puta socava.
E socava, socava, socava, socava...
Rebote atrás de rebote, parecia que tava correndo uma maratona e dando trotadas sucessivas na minha cara. A única coisa capaz de nos parar foi a porta da sala, que começou a fazer barulho e interrompeu a putaria.
- Oi, meus amores. Vim buscar o passaporte antigo, esqueci. Tudo bem? – Karla chegou de surpresa, passou por nós na sala e não percebeu a almofada no colo do filho.
- Tudo sim, e você? – peguei o pano e disfarcei.
- Fala, coroa. – Juninho acenou.
- Já mandei não me chamar assim. – ela olhou pra ele. – Tá tratando bem o Max?
- Tô, claro. Max é meu fechamento, pô. Só ele pra fortalecer.
- Olha lá, hein? Sem abuso em cima do meu amigo.
- Sem abuso mesmo... – ele riu de canto de boca.
Karla foi no quarto mexer na pasta de documentos, o pivetão perdeu completamente a noção do perigo e pulou em mim, me botou pra mamar novamente. Tentei resistir e sair, mas a cabeça do caralho penetrou na garganta de novo, começou a vasculhar lá no fundo e o desgraçado gemeu baixinho, ciente de que podia dar merda a qualquer momento.
- Você viaja demais. Tarado do caralho. – xinguei, aos sussurros.
- Cala a boca e mama, anda. Sei que tu gosta, hehehe.
Ouvimos barulho, voltamos ao normal e ela saiu do quarto sem perder muito tempo.
- Preciso voltar pra rua, rapazes.
- Beleza, amiga, vai lá. Bom trabalho. – falei.
- É nós. – o filhão se despediu.
- Tá... – Karla observou o filho e ergueu a sobrancelha. – Você não vai pedir a chave, Richard Júnior?
- Nah, tô de boa. Teu amigo é maneiraço, tamo aqui batendo um papo legal. Tá tranquilo.
- É... Seja lá o que você deu a ele, parabéns, Max. Domou a fera. Hahahah. Deixa eu ir lá, até mais tarde.
- Até, amiga. – acenei, ela saiu e trancou a porta por fora.
Por mim, esperaria um minuto ou dois até ter certeza de que estávamos a sós, mas pro Júnior não teve espera. Tão logo a mãe saiu, ele avançou em mim feito bicho e me arreganhou de quatro no chão da sala mesmo.
- O que você pensa que tá fazendo? – questionei.
- Ué, esqueceu? Vou fazer tudo que era pra eu tá fazendo agora com a novinha, tu vai ver. Hehehe.
- E precisa ser no chão?
- Qualquer lugar é lugar, quero fuder.
- Sem camisinha? Cadê a capa? Tem que ter, já falei que tenho marido.
- Capa é o caralho. Se eu tivesse brotado na mina, taria comendo pepeca no pelo. Tu vai me dar o que ela prometeu, nem vem. Tô pouco me fudendo pro corno. – arriou meu short, abaixou a samba-canção e sacou a tora.
- Júnior, você não presta! Se for assim, não posso dar pra você. A novinha prometeu buceta, eu não tenho buceta pra dar.
- Foda-se, irmão, tu tem cu. Buraco é buraco. Quero é meter, tô nem aí. Chega de enrolação, tô entrando. – deu o aviso, forçou a marreta e...
Continuação no On Now. Link: onnowplay*com/andmarvin/album/93431
