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LIBERTAÇÃO - Capítulo 4

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Um conto erótico de Corno de Lésbica
Categoria: Lésbicas
Contém 1408 palavras
Data: 28/07/2026 12:50:53
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

O relógio já marcava o início da noite quando Daniela abriu a porta do apartamento. O ambiente cheirava a uma mistura de perfume barato, suor e sexo recente. Na sala, a iluminação estava baixa. Deitado no sofá de couro, completamente nu, Elton exibia seu corpo de cinquentão robusto e tatuado, com o peito ainda subindo e descendo devagar. Seus olhos estavam semiabertos, com aquela cara de quem acabou de descarregar uma tonelada de tesão. No chão, ao lado do sofá, uma camisinha usada e um copo de uísque vazio denunciavam o que havia acontecido: ele tinha chamado uma garota de programa para gastar o fogo que Daniela havia deixado aceso antes de sair.

Daniela deu um sorriso de canto, fechando a porta e jogando a bolsa de couro em uma cadeira. Ela caminhou até o sofá, rebolando aquela bunda monumental, exalando o cheiro da fumaça do baseado misturado ao suor de Carla.

— Pelo visto o negão não aguentou esperar em casa de braços cruzados, né? — provocou Daniela, ficando de pé bem na frente dele, nua por baixo do short curto e da regata.

Elton olhou para a esposa e sentiu o pau — que estava mole e descansando sobre as bolas — dar o primeiro sinal de vida, latejando de leve.

— A puta que veio aqui era gostosa, nega... Mas não tem o seu r0do. Senta aqui e me conta. Quero os detalhes da ruiva. O que você fez com aquela safada? — a voz dele saiu grave, arrastada pelo tesão que recomeçava a subir.

Daniela não se fez de rogada. Subiu no sofá, sentando-se de pernas abertas por cima das coxas dele, sem tirar a roupa, deixando que Elton sentisse o calor da sua bct através do tecido do short. Ela começou a narrar, com os olhos brilhando e uma linguagem crua, direta:

— Elton, aquela ruiva é uma pta de uma engolidora. Chegamos no quarto e ela estava tremendo de vergonha. Sabe o que eu fiz? Deitei ela na cama e fiz ela bater siririca me olhando. Ver os dedos brancos dela afundando naquela bct ruiva e gordinha foi de enlouquecer. Depois eu deitei por cima e meti os dedos com vontade. Aquela pta gritava o seu nome e o do marido, gozando igual uma porca, ensopando a minha mão de melaço.

Ouvindo o relato, Elton não resistiu. Levou a mão direita ao próprio pau, que já estava completamente ereto de novo, duro como pedra, as veias saltadas sob a pele tatuada da virilha. Ele começou a bater uma punheta lenta, fechando a mãozona em volta do membro e subindo até a cabeça avermelhada, que já vertia líquido lubrificante.

— E depois, nega? O que mais? Fala na minha cara! — pediu Elton, acelerando os movimentos da mão, o barulho da pele batendo contra a base do pau (tapa, tapa, tapa) ecoando pela sala escura.

— Depois eu enfiei a cara naquela bct ruiva. Chupei o grelo dela até ela chorar de tesão, Elton. O gosto dela é d0ce, uma delícia. E não parou aí... Puxei o cintaralho preto da bolsa. Aquele de vinte e cinco centímetros. Botei a ruiva de quatro, empinei aquela bunda gorda e branca e rachei ela no meio. Socava com tanta força que o silicone estalava na carne dela. Ela chorava, pedia mais, dizia que queria ser minha pta. E depois ela vestiu e me comeu por trás com ódio, me macetando até a gente não aguentar mais.

— Caralho, Daniela! Que ptaria! — Elton soltou um urro, a voz trêmula. Ele entrou em um ritmo alucinante de punheta, a mão subindo e descendo com uma velocidade brutal, quase esfolando o próprio pau. A visão da esposa negra, exalando o cheiro da ruiva e descrevendo a foda com aquela riqueza de safadeza, levou o cinquentão ao limite.

O quadril de Elton dava solavancos no sofá. Ele deu as últimas cinco puxadas com extrema força, apertando a base do membro, e descarregou. Jatos grossos e brancos de porra voaram longe, sujando o próprio peito tatuado, a barriga e caindo até no tapete da sala. Ele desabou para trás, largando o pau latejante e soltando o ar com força pelos dentes. Daniela riu alto, vitoriosa, e deu um tapa estalado no pau murcho do marido.

Enquanto isso, do outro lado da cidade, Carla entrava em casa na ponta dos pés. O apartamento estava em completo silêncio. Ela caminhou até o quarto e viu Maurício capotado na cama, roncando alto, exausto do domingo de tédio.

Carla sentiu um alívio misturado com uma ponta de desprezo. Ela ainda estava sob o efeito residual da maconha, com o corpo leve, flutuando, e a mente completamente focada nas imagens daquela tarde no motel. A foda com o cintaralho e o cheiro de Daniela pareciam impregnados na sua alma. Sentindo a bct arder e pulsar, com um tesão acumulado que parecia não ter fim, ela pegou uma toalha e correu para o banheiro.

Trancou a porta e ligou o chuveiro no modo mais quente. A água começou a cair, enchendo o box de vapor, criando uma atmosfera abafada e isolada do resto do mundo. Carla tirou a roupa e entrou debaixo do jato d'água.

A água quente batendo no seu corpo relaxou os músculos, mas quando escorreu pelo meio das suas pernas, a sensação térmica fez seu clitóris, que já estava inchado, arder de forma d0ce. Ela se encostou na parede de azulejos frios do box, criando um contraste térmico delirante. Carla fechou os olhos e a imagem daquela negra maravilhosa dominando seu corpo veio com a força de um soco.

Ela levou a mão esquerda aos seios fartos, apertando-os com força debaixo da água, enquanto a mão direita desceu direto para a bct. Estava tão sensível que o primeiro toque do dedo médio fez Carla soltar um gemido agudo, que foi abafado pelo barulho do chuveiro.

— Ahhh... Daniela... — sussurrou, o rosto colado no azulejo úmido.

Carla começou uma siririca intensa, prolongada, desesperada. Ela não queria apenas aliviar o tesão; ela queria reviver cada segundo daquela tarde. Com os dedos ensopados pela água e pelo seu próprio melaço, ela começou a esfregar o clitóris de cima para baixo com força, sem delicadeza. O dedilhado era rápido, ritmado. Ela lembrava da boca de Daniela, da língua áspera da negra rasgando sua intimidade, e aquilo a fazia acelerar ainda mais a mão.

Ela afastou as pernas ao máximo, deixando a água do chuveiro bater direto no seu grelo enquanto seus próprios dedos faziam o trabalho sujo. Enfiou dois dedos inteiros dentro do canal, sentindo as paredes internas latejarem, doloridas e famintas. Ela se masturbava com uma agressividade que nunca tinha experimentado antes, empurrando os dedos para dentro e para fora, simulando o cintaralho de silicone que Daniela havia usado para rasgá-la de quatro.

O vapor do banheiro parecia fustigar seus pulmões, deixando sua respiração curta, ofegante. Carla revirava os olhos sob o jato d'água, o quadril empinando e batendo contra a parede do box a cada movimento frenético da sua mão. Os estalos da carne gordinha sendo esmagada pelos seus próprios dedos misturavam-se ao som da água caindo no ralo. Ela estava completamente entregue àquela fantasia pecaminosa.

— Me f0de, preta... Soca esse caralho em mim... Sou sua puta... — ela delirava alto, já sem se importar se Maurício ouviria.

A subida para o clímax foi uma tortura deliciosa que durou minutos intermináveis. Carla esfregava o grelo com tanta intensidade que a pele começou a queimar, mas ela não conseguia parar. O corpo inteiro tremia, as pernas vacilavam no chão escorregadio do box.

De repente, a onda de choque veio com tudo. Carla travou o corpo contra a parede, as unhas da mão esquerda cravadas no rejunte dos azulejos, enquanto a mão direita aplicou uma pressão final e brutal no clitóris. Ela gozou de forma violenta, um orgasmo jorrante e prolongado que fez sua bct morder seus próprios dedos em espasmos repetitivos. Ela soltou um grito abafado, chorando de puro prazer sob a água quente, enquanto o seu mel d0ce era lavado e escorria pelo ralo junto com a água.

Carla ficou ali por longos minutos, com a testa apoiada no azulejo, os braços caídos, o corpo mole e totalmente esvaziado de energia. Desligou o chuveiro, secou-se devagar e vestiu o pijama. Quando deitou ao lado de Maurício na cama, ela mal conseguia abrir os olhos. Olhou para o marido adormecido, sorriu no escuro e fechou os olhos, sabendo que sua mente e seu corpo agora pertenciam àquela negra.

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Foto de perfil genéricaCorno de LésbicaContos: 16Seguidores: 8Seguindo: 16Mensagem Um escritor que aprecia o lesbianismo e acha que só esse tipo de sexo oferece o prazer que as mulheres tanto desejam.

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