A F250 saiu da trilha de terra e entrou numa clareira maior. Depois de quase uma hora avançando pelo canavial, chegamos a um sítio de médio porte, isolado, cercado por eucaliptos altos que pareciam sentinelas escuros. A casa de tijolos aparentes tinha uma varanda ampla, um celeiro ao lado e o silêncio sepulcral de lugar abandonado pela civilização.
— Chegamos no paraíso, rapaziada — Roberto disse, estacionando o carro em frente à casa. — Aqui ninguém ouve porra nenhuma.
César desceu primeiro, puxando minha mãe pelo braço. Ela tropeçou, ainda nua, coberta apenas pelo colar de pérolas e o suor do dia. Sabrina veio atrás, trêmula, segurando os seios com os braços cruzados. Eu desci por último, a calça social ainda enrolada nos tornozelos, o pau mole mas ainda vermelho das ejaculações anteriores.
Foi quando ouvimos a voz.
— Quem é que tá aí?
Um homem saiu da lateral da casa, segurando uma foice. Ele tinha uns trinta e oito anos, corpo de trabalhador rural — ombros largos, braços musculosos, pele queimada de sol. Vestia uma camisa xadrez aberta e calças de trabalho. Ao lado dele, na varanda, apareceu uma mulher.
Meu Deus.
Ela tinha cerca de trinta e dois anos, morena escura, com um corpão que parecia esculpido na terra fértil do sítio. Cabelos pretos longos, cintura fina, mas uma bunda grandona — um quadrilão largo que esticava o vestido simples de algodão. Seios grandes, naturais, firmes. Ela segurava uma concha de feijão, paralisada ao ver a cena.
— Ricardo... — ela sussurrou, aterrorizada.
— Quem são vocês? — Ricardo avançou com a foice, mas César sacou a pistola rápido.
— Joga essa porra no chão, senão eu atiro na perna — César disse, calmo. — E não vai ser fatal, só vai doer pra caralho.
Ricardo hesitou, olhando para nós — 2 mulheres nuas, dois homens armados, um garoto de pau para fora. A confusão e o horror tomaram conta dele. Roberto se aproximou por trás, rápido para um homem tão grande, e imobilizou o braço de Ricardo, torcendo-o sem quebrar, apenas aplicando pressão.
— Solta, solta, porra! — Roberto ordenou.
A foice caiu na terra. Em segundos, Ricardo foi jogado contra a parede da varanda, as mãos sendo amarradas com corda que César tirou da cintura. Ele não espancaram — apenas imobilizaram, amarraram os pulsos e os tornozelos bem firme, e o arrastaram para dentro da sala da casa. Lá, jogaram-no ao lado de uma cadeira onde meu pai Carlos já estava sendo colocado tambem, também amarrado, ainda desorientado com o golpe na cabeça.
— Fica quietinho aí, fazendeiro — Roberto disse, dando um tapa leve no rosto de Ricardo, não para machucar, mas para humilhar. — E aproveita o show.
— Por favor, não façam isso — Ricardo implorou, vendo-me nu ao lado das mulheres. — Deixem minha mulher fora disso.
— Fernanda, né? — César perguntou, olhando para a mulher na varanda, que tremia de medo. — Vem cá, morena. Não vai se machucar se obedecer.
O som da moto chegou antes deles aparecerem. O ronco do motor cortou o silêncio do sítio, e minutos depois, uma moto grande estacionou ao lado da F250. O homem que desceu fez meu coração parar por um segundo.
Ele tinha dois metros de altura. Fácil. Um monstro de 120 quilos, gordo mas musculoso — braços grossos como pernas de homem normal, barriga saliente mas dura, ombros largos que esticavam a camiseta preta. Barba feita, cabelo raspado, voz grave de dar medo.
— Maurão — Roberto cumprimentou. — Trouxe as paradas?
— Trouxe — Maurão disse, sua voz profunda ecoando. Ele abriu a mochila e tirou uma caixa enorme de camisinhas — industrial, para o tamanho dos paus daqueles homens — além de tubos de lubrificante e mais cordas.
Outro homem desceu da garupa da moto. Gilmar. Novinho, talvez vinte e dois anos, magro mas definido, tatuagens de presidiário nos braços escuros, atitude de quem queria brigar com o mundo.
— Tá limpo o perímetro — Gilmar disse, animado. — Ninguém por dez quilômetros. Pode zoar à vontade até nossa carona chegar amanhã.
Maurão entrou na sala, impondo respeito apenas com a presença. Ele olhou para Ricardo e Carlos amarrados, depois para nós — Angela, Sabrina e eu, todos nus, suados, fedendo a sexo e porra.
— Regra nova — Maurão disse, abrindo a caixa de camisinhas e jogando várias no chão. — Todo mundo usa. César, Roberto, Gilmar, menos o garoto . Ninguém goza dentro delas. Só na boca ou no corpo. Não quero DNA pra polícia, não quero gravida, não quero doença. É pra se divertir, não pra ser burro porra.
— Tá maluco? — Gilmar reclamou. — Eu gosto de sentir a buceta molhada.
— Usa camisinha ou não fode — Maurão disse, olhando fixo para o mais novo. — E cala a boca. Sou eu que mando aqui nessa merda.
A ordem foi estabelecida. Maurão, apesar de não participar sexualmente das mulheres, era o líder pela imponência física. Ele se posicionou na porta da sala, armado, observando tudo, enquanto César e Roberto traziam Fernanda para dentro.
— Tira a roupa, morena — César ordenou. — Tudo. Quero ver esse corpo de trabalhadora rural.
Fernanda chorava silenciosamente, olhando para o marido amarrado na cadeira ao lado de Carlos. Ricardo tentava se contorcer, as cordas rangendo, mas estava completamente imobilizado.
— Por favor, senhores — Fernanda implorou. — Eu tsou casada, eu...
— Tira! — Gilmar gritou, dando um passo ameaçador. — Ou eu arranco essa porra no tapa!
Fernanda tirou o vestido de algodão simples. Por baixo, usava calcinha branca básica e sutiã preto. Quando ela removeu tudo, eu vi o corpo escultural — pele morena escura, macia, seios grandes naturais , cintura fina, mas aquela bunda... grandona, firme, quadril largo de mulher que trabalha no campo. Seus pelos pubianos estavam raspados, a pele lisa e escura entre as pernas.
— Olha essa nega gostosa — Gilmar zombou, se aproximando. — Vai sentir um pau de verdade agora, vadia.
As três mulheres foram posicionadas no centro da sala .
— Primeira rodada — Maurão disse, cruzando os braços na porta, seu pau enorme (23cm, grosso, eu vi a protuberância na calça) visível, mas ele não se mexeu. — Gilmar, você queria a morena. César, fica com a coroa. Roberto, a loirinha. E o garoto... — ele apontou para mim. — Fica no canto batendo uma vendo. Quero você duro vendo suas mulheres com outros homens se tiver mole apanha.
Eu fui empurrado para um canto da sala, onde tinha visão de tudo — inclusive de Ricardo e Carlos amarrados, vendo suas esposas sendo tomadas.
Gilmar não perdeu tempo. Ele agarrou Fernanda pelo quadril largo, virou-a de costas, e a dobrou no meio. Ele colocou a camisinha (com dificuldade, seu pau era grande e grosso, 19cm+) e cuspiu na mão para lubrificar.
— Vai doer, nega — ele avisou, e enfiou bem fundo nela.
Fernanda gritou. Ela resistiu, tentando se afastar, mas Gilmar segurava seus quadris com força. Ele começou a estocar com raiva, cada golpe fazendo suas nádegas escuras tremularem.
— Resiste, vai! — ele provocava. — Gosta, né, sua vadia do campo do caralho!
Ao lado, César preparava Angela. Ele usou o lubrificante que Maurão trouxe, esfregando na entrada da bunda dela antes de colocar a camisinha e penetrar analmente. Angela gemeu, mas desta vez houve menos dor — o gel facilitou a entrada do pau dele em sua bunda.
— Agora sim, coroa — César sussurrou. — Bem lubrificadinha pra mim.
Roberto pegou Sabrina, colocou a camisinha, e a penetrou a buceta na posição de quatro, sobre um tapete velho da sala. Os três homens estavam em ação simultânea, os corpos negros contrastando com as peles claras de Angela e Sabrina, e a pele morena escura de Fernanda.
— Olha pra elas, garoto — Maurão ordenou, olhando para mim enquanto eu me masturbava. — Vê sua mãe sendo fodida na bunda, sua irmã na buceta, e essa nega gostosa tomando pau. Gosta, né? Seu pau tá duro seu viadinho.
Eu estava de pau duro. Apesar do terror, ver aquelas três mulheres — minha mãe, minha irmã, e a desconhecida — sendo penetradas simultaneamente por aqueles homens, enquanto eu era obrigado a me tocar, criava uma sensação de pesadelo erótico do qual eu não conseguia escapar.
— Se tocam! — Gilmar ordenou, agarrando o cabelo de Fernanda e puxando-a para cima. — Vocês três, se peguem enquanto a gente fode!
Angela, Sabrina e Fernanda foram forçadas a se tocar. Mãos em seios, bocas em bocas em beijos forçados, corpos se esfregando enquanto os homens as penetravam com as camisinhas brancas brilhando nos paus escuros. O som de pele batendo em pele, de gemidos abafados, de risadas dos homens e dos soluços das mulheres preenchia a sala.
Ricardo, amarrado na cadeira, via tudo. Seus olhos estavam arregalados, vergonha e impotência misturadas, enquanto sua esposa Fernanda era tomada por trás por um homem mais novo, tatuado, enquanto ela beijava minha mãe por ordem dos agressores.
— Isso, morena — Gilmar gemia, acelerando. — Toma, toma! Sua bunda é grandona demais, vadia!
Maurão permanecia na porta, imóvel como uma estátua, observando tudo. Seu pau estava duro na calça — eu via a protuberância enorme — mas ele não se mexeu. Ele apenas segurava a arma e dominava a cena com a presença, garantindo que a regra da camisinha fosse seguida, que ninguém se machucasse além do necessário, e que o terror fosse absoluto.
A noite caía sobre o sítio, e dentro da sala, o espetáculo de degradação continuava, com as três mulheres sendo usadas em turnos, enquanto eu, no canto batia uma punheta, envergonhado, vendo minha mãe e irmã se tornarem propriedade daqueles homens por uma noite que parecia não ter fim.
Maurão havia acendido apenas uma lâmpada fraca na sala, criando sombras dançantes nas paredes de tijolos aparentes. O cal do dia persistia, misturado ao cheiro de suor, sexo e medo que impregnava o ar.
— Organiza o turno, Maurão — César disse, limpando o pau com uma toalha velha. — Como é que a gente faz continua metendo?
Maurão ergueu-se da cadeira onde estava sentado. Sua sombra gigantesca (dois metros de altura, cento e vinte quilos de músculo e gordura) cobriu a parede inteira. Ele olhou para as três mulheres no chão — Angela, Sabrina e Fernanda, nuas, ofegantes, cobertas de suor e fluidos — depois para nós, homens.
— Cada um escolhe uma, mas roda — Maurão disse, sua voz grave ecoando na sala. — Ninguém fica com a mesma o tempo todo. E lembra: camisinha obrigatória. Todo mundo goza fora, na boca ou no corpo. Ninguém goza dentro.
Ele olhou para Ricardo e Carlos, amarrados lado a lado em duas cadeiras de madeira na sala de estar. Ambos estavam conscientes agora, os olhos arregalados de horror.
— E vocês dois — Maurão apontou para os maridos. — Fica quieto aí. Se eu ouvir reclamação, eu desço o cinto e começo a quebrar os osso. Ou melhor... — ele sorriu de forma ameaçadora. — Eu desco a calça e como o cu de vocês. Vocês querem isso? Querem sentir o que as mulheres estão sentindo seus viados da porra?
Ricardo engoliu em seco, pálido. Carlos, ainda tonto, balançou a cabeça negativamente. O medo silenciou os dois.
— Então cala a boca e assiste — Maurão ordenou. — Gilmar, você queria a morena de novo?
Gilmar, o novinho tatuado, saltou em pé. Ele estava de pau duro novamente, apesar de ter gozado horas antes.
— Quero. E quero que ela rebola no meu colo igual uma puta — Gilmar disse, agarrando Fernanda pelo braço e puxando-a para cima. — Vem cá, vadia. Senta no pau do negão.
Fernanda resistiu, tentando segurar no braço da cadeira, mas Gilmar era forte demais. Ele a jogou no sofá velho, sentou-se atrás dela, e forçou-a a sentar em seu colo, de costas para ele, posição reversa.
— Rebola, sua nega gostosa — Gilmar ordenou, colocando a camisinha e guiando o pau para a entrada da buceta dela. — Mostra pro seu marido como você sabe foder.
Ele penetrou-a de uma vez, e Fernanda gritou, caindo para trás contra o peito dele. Gilmar segurou seus seios grandes pelos lados, apertando, e começou a empurrar de baixo para cima, fazendo ela rebolar.
— Isso, rebola! — ele gritava, olhando para Ricardo amarrado. — Vê aí, corno! Sua mulher rebolando no pau de um preto! Ela adora, vê se não adora!
Ricardo tentou fechar os olhos, mas César, que estava por perto, deu um tapa no rosto do fazendeiro.
— Abre o olho, seu corninho — César zombou. — Ou quer que eu chame o Maurão pra te arrombar?
Ricardo abriu os olhos, lágrimas escorrendo, vendo a esposa sendo obrigada a rebolar no colo de Gilmar, as nádegas escuras subindo e descendo no pau do agressor.
Gilmar então olhou para Sabrina, que estava no canto, tentando cobrir o corpo.
— Ei, loirinha! — ele gritou. — Vejo que já tomou pau de negro, né? Vai sentir um bem agora de novo!
Ele empurrou Fernanda para o lado, deixando-a caída no sofá, e foi até Sabrina. Agarrou-a pelo cabelo loiro e a arrastou para o centro da sala.
— De quatro, sua puta — ele ordenou. — Vai sentir o que a morena sentiu.
Sabrina obedeceu, tremendo, e Gilmar colocou a camisinha e a penetrou na buceta por trás, forte. Ele era brutal verbalmente, xingando sem parar:
— Sua vagabunda! Sua puta de luxo! Toma, toma!
Enquanto isso, Maurão observava tudo da porta, os braços cruzados. De repente, ele se moveu. Tirou a camiseta, depois a calça. Seu corpo era imenso — peito largo, barriga saliente mas dura, coxas grossas. E entre as pernas, seu pau saltou para fora.
Meu Deus.
Era o maior que eu já tinha visto. Vinte e três centímetros, grosso como uma garrafa de cerveja pequena, a cabeça roxa e brilhante. Ele não colocou camisinha — afinal, ele não ia usar nas mulheres.
— Tô aqui pelo dinheiro e pelo roubo — Maurão disse, masturbando-se lentamente, vendo César penetrar Angela na mesa da cozinha. — Não misturo prazer com trampo... com elas kkkk.
Ele se aproximou de Angela, que est sendo fodida por César de quatro na mesa. Maurão agarrou um punhado dos cabelos castanhos de Angela e puxou para trás, fazendo ela arquear as costas.
— Segura elas pra mim que eu já fico de pau duro só de ver vocês fodendo — Maurão disse, dominando Angela pelo cabelo enquanto César a penetrava com força.
Era uma dominação indireta — ele não penetrava, mas controlava o corpo dela, puxando o cabelo, obrigando-a a olhar para cima, para o teto, enquanto era violentada.
— Agora é a vez do garoto — Maurão disse de repente, soltando Angela e apontando para mim. — Maycon, né? Chega de só bater punheta. Agora você vai participar de verdade.
Meu coração disparou. Eu estava no canto, nu, pau duro apesar do medo.
— Como... como assim? — eu perguntei, a voz trêmula.
— Você vai fazer dupla com a gente — Maurão ordenou. — DP. Dupla penetração. César na frente, você atrás. Na coroa primeiro.
Eles me puxaram para o centro. Angela foi posicionada na mesa de madeira, deitada de costas, a cabeça pendendo para fora. César foi para a frente, colocou a camisinha, e enfiou o pau na boca dela, fazendo-a engasgar.
— Agora você — Maurão disse para mim. — Mete na buceta da sua mãe. Sem camisinha. Você é o único que pode gozar dentro, porque você é da família. O resto, fora.
Eu não podia acreditar. Eu seria o único a sentir minha mãe sem camisinha, a sentir a carne quente da buceta dela diretamente.
— Pode... pode mesmo? — eu perguntei, incrédulo.
— Pode. Agora mete — Maurão ordenou.
Eu posicionei-me entre as pernas de Angela. Ela olhou para mim, os olhos azuis arregalados, enquanto César enfiava o pau na boca dela por cima. Eu guiei meu pau para a entrada da vagina dela — estava molhada, escorregadia, e eu entrei facilmente, sem camisinha pela primeira vez naquela noite.
A sensação foi indescritível. Quente, apertada, pulsante. Eu estava dentro da minha mãe, sem nada entre nós, enquanto outro homem usava sua boca. O "shika shika" do sexo preenchia o ar.
— Isso, garoto — César incentivava, segurando a cabeça de Angela. — Fode sua mãe enquanto eu fodo a boca dela. vamos assar esta coroa!
Eu estocava de baixo para cima, sentindo a vagina da minha mãe se apertar em mim. Angela gemia ao redor do pau de César, os sons abafados. Eu acelerei, sentindo o orgasmo chegar, mas Maurão ordenou:
— Para! Ainda não. Troca de buceta. Agora a loirinha.
Eles tiraram César da boca de Angela, e eu saí dela, relutante. Sabrina foi trazida. Roberto a posicionou de quatro na mesa, colocou a camisinha, e penetrou-a analmente por trás.
— Agora você na frente — Maurão disse para mim. — Na buceta. Sem camisinha.
Eu me deitei debaixo de Sabrina, em uma posição complicada, e guiei meu pau para sua vagina. Ela estava molhada também, apertada, e eu entrei enquanto Roberto estava em sua bunda, do outro lado. Eu podia sentir o pau dele através da parede fina entre a vagina e o ânus — uma sensação estranha, de dupla penetração simultânea, eu sem camisinha, ele com.
— Ahh! Maycon! Está... oooo! — Sabrina gritou.
— Fode, garoto! — Roberto ordenou. — Mete fundo na sua irmã!
Eu estocava para cima, Roberto estocava para baixo, e Sabrina era preenchida completamente pelos dois lados. Os seios dela balançavam no meu rosto, e eu os apertava enquanto penetrava.
— Agora a morena — Maurão ordenou, quando eu estava prestes a gozar.
Eles me tiraram de Sabrina. Fernanda foi trazida. Gilmar já estava no sofá, deitado, pau para cima com camisinha.
— Você vai comer o cu dela — Maurão disse para mim. — Enquanto ela chupa o Gilmar.
Fernanda foi posicionada de quatro sobre Gilmar, que a puxou para baixo, enfiando o pau na boca dela. Eu fiquei atrás, vendo aquela bunda grandona, escura, as nádegas separadas. Maurão mesmo passou lubrificante no ânus dela, preparando.
— Devagar na primeira vez — Maurão instruiu, ironicamente gentil. — Depois acelera.
Eu guiei meu pau para o ânus de Fernanda. Era apertado, quente, diferente de tudo. Ela gemeu ao redor do pau de Gilmar quando eu entrei, centímetro por centímetro, até estar completamente dentro daquela mulher morena desconhecida.
— Isso, garoto! — Gilmar gritava debaixo dela. — Fode essa nega no cu enquanto ela me chupa!
Eu estocava, sentindo o cu apertado dela, vendo as nádegas escuras tremularem. Era minha primeira vez no sexo anal, e era com uma desconhecida, enquanto ela era obrigada a chupar outro homem.
De repente, Maurão se irritou com os gemidos de Carlos e Ricardo, que estavam amarrados vendo tudo.
— Cala a boca, seus cornos! — Maurão rugiu. — Ou vocês querem sentir também?
Carlos soluçou alto. Maurão, enfurecido, foi até as cadeiras. Ele tirou as calças de Carlos, depois as de Ricardo, expondo as nádegas pálidas peludas dos dois homens amarrados.
— Vocês querem chorar? Vou dar motivo pra chorar — Maurão ameaçou.
Ele passou lubrificante nos dois, apesar da ameaça de dor. Primeiro, ele foi para Carlos. Posicionou seu pau monstruoso (23cm, grosso) na entrada do ânus do meu pai, e empurrou.
Carlos gritou. Foi um som de dor pura, de carne sendo dilatada à força. Maurão não foi gentil — ele foi com raiva, querendo machucar mesmo, querendo punir. Ele penetrou Carlos completamente, fazendo o homem de quarenta e poucos anos se contorcer na cadeira, as cordas rangendo.
— Toma, seu velho inútil! — Maurão grunhia, estocando com força brutal. — Toma no cu! Assim que você gosta, né? De ser fodido!
Depois de alguns minutos violentos em Carlos, Maurão saiu (sem gozar) e foi para Ricardo. O fazendeiro implorou:
— Não, por favor, não...
— Cala a boca! — Maurão ordenou, e penetrou Ricardo também, com a mesma brutalidade, fazendo o marido de Fernanda gritar de dor e humilhação, vendo sua esposa sendo duplamente penetrada enquanto ele era sodomizado.
Maurão alternava entre os dois, machucando de propósito, mostrando sua força, até que finalmente se cansou e saiu, sem gozar neles (ele guardava para as mulheres, ou para si mesmo depois sei lá).
— Agora todo mundo goza — Maurão ordenou, ofegante, o pau ainda duro e vermelho. — Fora! Tira as camisinhas!
Os homens se posicionaram. César, Roberto e Gilmar tiraram as camisinhas no último segundo. As três mulheres foram ajoelhadas no chão, lado a lado — Angela no meio, Sabrina à esquerda, Fernanda à direita.
— Abre a boca! — Maurão ordenou.
Eles gozaram em sequência. César na boca de Angela, jorros quentes e grossos, enchendo-a. Roberto na boca de Sabrina, fazendo ela engasgar. Gilmar na boca de Fernanda, obrigando-a a engolir.
Depois, gozaram nos corpos. César gozou nos seios grandes de Angela, o branco escorrendo nas aréolas escuras. Roberto gozou nos seios firmes e pálidos de Sabrina. Gilmar gozou nos seios de Fernanda, o esperma branco contrastando lindamente com a pele negra dela, escorrendo pelos mamilos escuros.
— Troca! — Maurão ordenou.
Eles trocaram. Agora César gozava em Sabrina o resto de porra que tinha, Roberto em Fernanda, Gilmar em Angela. Gozadas múltiplas, até que os seios das três estivessem cobertos de esperma, brilhando, pingando.
Eu, Maycon, fui obrigado a gozar também. Como eu não usava camisinha, gozei dentro de Fernanda, na buceta dela, um jorro quente enquanto ela gemia. Depois, fui obrigado a gozar na boca de Angela, minha mãe, enchendo-a de novo. eu nen sei como aguentei gosar em sequencia em tão pouco tempo mas era um tesão insano.
A noite terminou com as três mulheres destruídas, cobertas de porra, suor e lágrimas, os corpos marcados por mãos, os ânus e vaginas dilatados.
Maurão, satisfeito, ordenou:
— Tranca elas no quarto. Nuas, amarradas juntas na cama. O garoto dorme no chão do quarto. Os homens na sala. Amanhã é o último dia.
As mulheres foram arrastadas para o quarto de casal, amarradas juntas na cama de casal, nuas, se tocando involuntariamente, exaustas. Eu fui jogado no chão do quarto, nu, vendo minha mãe, minha irmã e Fernanda dormirem entrelaçadas, suadas, vasando porra.
Na sala, Maurão e Gilmar planejavam o roubo — máquinas, gado, dinheiro que Ricardo guardava. César e Roberto dormiam no sofá, armados.
O terceiro dia se aproximava, e a perspectiva de que seria o último antes deles matarem todos ou nos deixarem para trás pairava no ar quente e pesado do sítio isolado